Fui puta de um homem casado

Tá, já tinha transado com alguns caras antes, uns da minha idade, outros um pouco mais velhos. Algumas foram as fodas mais gostosas que já levei, outras nem lembro direito. Mas essa, essa foi incrível, e melhor ainda: me deixou marcada como a putinha dele. Foi numa noite, eu tava entediado e no dia seguinte não ia ter nada pra fazer. No meu tédio, entrei em sites de cruising e grupos gays da minha cidade e, vendo fotos e vídeos de caras mostrando os paus ou exibindo as bundas de fio dental, comecei a ficar com tesão. A vontade de ter um pau dentro de mim e, mais ainda, de ser preenchido com o leite deles, aumentou pra caralho. Por isso, postei uma mensagem dizendo que tava procurando um ativo perto da minha localização. Já tinha feito isso antes, mas na maioria das vezes era meio decepcionante, porque nunca achava um na hora, e parecia que dessa vez ia ser igual. Mas depois de alguns minutos, recebi uma mensagem no privado: um homem educado, gentil e, sinceramente, até meio fofo. Gostei, e na hora começamos uma conversa quente, onde ele me mandou a localização dele. Era relativamente perto de casa, então não perdi tempo: tomei um banho, me limpei, me vesti e fui até lá. Quando cheguei, encontrei um apartamento. Falei que já tava do lado e... minha surpresa foi enorme quando vi um homem mais velho, muito mais velho que eu, saindo. Uns quarenta e poucos anos, e eu tinha 20 na época. Vou ser sincero: era a primeira vez que eu ficava com alguém tão mais velho, mas como ele falava tão educado e bonitinho, pensei que abriria uma exceção. Entrei, subimos as escadas e entramos numa porta do terceiro andar. Lá dentro, a decoração era bem peculiar, mas elegante. Ele falava tranquilo, mas, sinceramente, eu tava nervoso e excitado. Ele podia ser meu pai pela idade e... ser tão mais velho me deixou com ainda mais tesão. De repente, ele me agarrou pela bunda, acariciou meu peito e sussurrou no meu ouvido: "Quer que eu te transforme na minha putinha hoje, seu vadio?" Aí, minha vadia interior acordou. Adoro quando me insultam, quando falam assim comigo. Sujo... quando me tratam como uma vadia gostosa. Na hora comecei a rebolar, esfregando em nele, respondendo "me faz sua, papai". Me esfregava nele sentindo aos poucos o pau dele endurecer e começar a pulsar por cima da roupa. Me virei e comecei a esfregar a virilha dele enquanto ele continuava apalpando minha bunda. A gente começou a se beijar, e na hora percebi a diferença de experiência. Os lábios dele se moviam com tanta agilidade que nem notei quando ele enfiou a língua na minha boca. Senti um choque, minhas pernas tremeram, sentia ele brincando com a língua dele na minha. Depois, ele enfiou a mão dentro da minha calça e começou a apalpar minha bunda. Eu não podia ficar pra trás, abri a calça dele e me surpreendi: era grande, grosso e parecia suculento. Mas não foi o tamanho que me chocou tanto, e sim o fato de que ele tinha uma curvatura bem notável pra esquerda. Era a primeira piroca "torta" que eu via. Olhei com muito espanto antes de pegar e começar a masturbar ele.

No entanto, um som nos tirou do nosso mundo. O celular dele estava tocando. Ele me olhou e apontou pra uma porta.

— Entra e fica à vontade, já vou te comer, sua putinha.

Ele disse, e eu fiquei animada. Quando me virei, ele me deu um tapa na bunda que eu adorei. Entrei no quarto e... foi aí que percebi que... ele era casado. Naquele quarto tinha uma cama de casal. Mas mais importante ainda, de um lado tinha uma foto dele com uma mulher da mesma idade, além de um rapaz adolescente, diria mais velho que eu, abraçando os dois. Seria a esposa dele?... A irmã?... Não... devia ser a esposa, e aquele devia ser o filho dele, provavelmente.

Me senti um pouco mal, mas ainda sentia um vazio em mim. Queria que ele enfiasse o pau, tava com vontade e curiosidade de saber se era diferente, já que era meio torto. Sem pensar muito, tirei a calça, o casaco e a camiseta, ficando só de calcinha e sutiã.

Esperei um pouco, mas ele não vinha. Minha vontade aumentou, então saí e notei que ele estava justamente falando com a esposa. dizia coisas tipo "sim, amor, que bom que vocês estão se divertindo, você pode mandar um abraço pro Javier?", etc. Eu vi ele e não consegui me segurar, me aproximei pra me ajoelhar na frente dele, que tava falando normal, mas me olhava nervoso. Puxei o pau dele pra fora e meti na minha boca, comecei a chupar. De vez em quando tirava da boca pra lamber a ponta ou o comprimento inteiro do pênis dele, outras vezes deixava beijos na ponta e nas bolas. O cheiro de pré-gozo era sufocante, dava pra sentir bem fundo e me excitava cada vez mais.

De repente, ele me segurou pela nuca com a mão livre e começou a enfiar a cara dele no meu pau, me pegou desprevenido, no meio de uma respirada, então pude sentir o pau dele entrando bem fundo na minha garganta e meus lábios tocando a base do pau e as bolas dele. Mas tirei na hora, meio dolorido e sem ar, tentei não tossir, mas não consegui evitar.

Ele na hora se despediu da esposa e desligou a ligação. Pedi desculpas e ele só falou: "Vou ter que te castigar, vamos pro quarto."

Entramos no quarto e ele me fez deitar com só a cabeça pra fora da cama, enquanto ele se aproximava com o pau molhado da minha saliva da mamada que eu tinha dado.

— Você é casado?

Ele só meteu o pau na minha boca enquanto começava a estuprar minha garganta, falando comigo:

— Sim, tava falando com minha esposa, ela foi viajar com meu filho, não pude ir com eles por causa do trabalho.

O jeito que ele falava com tanta naturalidade enquanto comia minha garganta era incrível. Pela posição que eu tava, não conseguia tirar o pau dele pra buscar ar, e aquela sensação de sufoco e excitação era fascinante.

Depois de um bom tempo comendo minha garganta, ele tirou o pau molhado da minha saliva completamente.

— Pronto, já lubrifiquei. Vira.

Eu mal conseguia fazer isso porque ainda tava difícil respirar. Queria puxar minha cueca pra baixo, mas ele, simples assim, pegou e rasgou ela num buraco bem na entrada do meu cu. Queria reclamar, mas foi nessa hora que senti o pau duro dele bem na entrada do meu cu.

Ele começou a empurrar devagar até que entrou. Puta, agarra os lençóis com a penetração +Tá apertada, vagabunda, assim que eu gosto Ela me deu umas palmadas que fizeram a dorzinha que eu sentia se dissipar um pouco Aos poucos começou a meter tudo até eu sentir as bolas dele batendo na minha bunda Soltei um suspiro e um gemido, parecia diferente, talvez por estar levemente curvada, antes que eu pudesse dizer algo, ele tirou tudo pra meter de novo, fazendo esse movimento várias vezes enquanto eu tremia e gemia como a puta que era Quando ele parou e tirou, abriu minha bunda olhando meu cu aberto +Seu cu tá bem aberto agora, vou te foder até seu interior de puta lembrar do meu pau Para aí, eu só sentia prazer -sim, mete em mim por favor, me dá seu pau, arromba meu cu Com isso dito, ele meteu o pau e começou a me foder de verdade, eu gemia perdida no prazer, senti ele puxar meu cabelo e me dar palmadas Meus gemidos viraram quase gritos de prazer, minha consciência e culpa por estar fodendo com um casado sumiram completamente, agora eu só queria que ele me comesse, sentir o pau dele no meu cu, sentir ele empurrando meu interior Abaixei a cabeça levantando a bunda pra ele me foder com mais força -sim, papai, me fode, me fode mais, me dá mais por favor +Você gosta, puta, é minha puta agora, entendeu! -Sim, sim, sim, sou sua puta, sou sua puta, me fode o quanto quiser, fode essa rabuda, me enche! Ele tirou o pau de dentro de mim e me virou na posição de missionário, queria falar algo, mas ele nem esperou, levantou minhas pernas como se eu fosse uma mulher e meteu até o fundo -Aaaah... mais, me dá mais, papai! O pau dele diferente, conseguia bater fácil nos meus pontos sensíveis -é gostoso, me dá seu pau, fode essa puta! +Seu cu é delicioso, aperta mais, puta Nem deu um segundo antes de eu apertar mais, prendi o pau dele com meu interior, apertei o mais forte que pude, começamos a ouvir sons, aquele som de sexo sujo, molhado e gostoso No meio disso, ele meteu até o fundo e bem na hora me deu um beijo de língua, me senti no paraíso, senti plenitude, senti prazer, me senti como uma mulher, uma mulher puta, uma gostosa, era a amante dele naquele momento. Ele estava me comendo na mesma cama onde ele dormia com a esposa, eu estava sentindo o mesmo pau que a esposa dele curtia, sabia que não tinha volta, tinha virado uma puta que transa com um homem casado e o pior de tudo é que eu adorava, queria que ele me comesse mais, queria sentir o sêmen dele bem no fundo, queria beber, me banhar no sêmen dele, ser a puta dele, sem me importar com nada. Ele estava me enlouquecendo, era incrível, o pau dele era grande, grosso, haha, meio torto, o que dava um toque mais interessante. Meu macho estava comendo sua bichinha puta, um garoto que poderia ser filho dele e, curiosamente, ele daria porra como se fosse um. Senti o pau dele começar a inchar, meu corpo já sabia, ele empurrava mais e mais, sabia que ele já ia gozar. Com minhas pernas, apertei ele, não queria que ele tirasse, queria que me enchesse de sêmen, queria que marcasse de branco o interior da sua puta bichinha. — Me enche, me dá seu sêmen, sou sua puta, pode me marcar como quiser, serei seu brinquedo, abre meu cu, me suja com seu sêmen, enche minha cara de porra, sou seu brinquedo, pode me comer o quanto quiser! Com uns movimentos rápidos, ele gozou, senti aquele calor intenso dentro de mim, foi uma descarga de prazer, meu corpo apertou ele por dentro e por fora, ele estava me enchendo, sentia o pau dele pulsar e como se movia e bombeava sêmen dentro de mim, gemi alto, tremi, tudo em mim estava em êxtase com a gozada magnífica dele. Depois de uns momentos parados assim, ele tirou, gemi com o movimento enquanto respirava fundo de prazer, meu corpo ainda tendo pequenos espasmos enquanto via o pau dele com um fio de sêmen ainda ligado ao meu cu. Ele veio até mim e mostrou o pau, com gosto comecei a lamber, tinha que limpar o pau doce, duro, masculino e delicioso do papai. Chupei, limpei e no final deixei ele brilhando, o cadeado se deitou ao meu lado. Por um lado, queria ir ao banheiro porque já sentia o sêmen dele começando a escorrer de dentro de mim, mas ele não quis. Me abraçou e começamos a conversar. Amo essa faceta pervertida dele e a outra, tranquila. O mesmo homem que me fez de sua putinha falava comigo tão carinhosamente, tão lindo, mesmo que fosse meio inacreditável na nossa situação — afinal, estávamos pelados, eu escorrendo o sêmen dele no meu cu e ele com o pau cheio da minha saliva, me abraçando. Teria um segundo round mais intenso e gostoso, mas isso é melhor contar depois, né? Então agora posso sim me considerar uma puta destruidora de lares, mas pra ser sincera, um pau que arrebenta o cu é difícil de recusar.Fui puta de um homem casado
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