Tem quem diga que os sonhos são um reflexo das preocupações e desejos de quem sonha, mas e a falta de sono? Não conseguir dormir revela tanto quanto os próprios sonhos? Era isso que Isabel vinha se perguntando há várias noites, embora soubesse perfeitamente a resposta. Não era porque não se sentisse feliz, nem porque não amasse José, nem porque estivesse insatisfeita em algum dos pilares fundamentais da vida para ela. Era por causa do arrependimento. Aquele inseto traiçoeiro que roía a mente dela, principalmente na solidão e no silêncio de uma cama quando o sol já tinha se posto. Desde que Isabel procurou, completamente nua, o sogro três dias atrás para transar com ele, não tinha conseguido dormir direito à noite. Acordava, voltava a dormir, e depois acordava de novo. A partir das cinco não conseguia mais pegar no sono, então levantava antes das seis para preparar o café do marido enquanto via os primeiros raios do amanhecer. Mas o sono acumulado já estava começando a incomodar demais.
Depois de dar um beijo no marido, a Isabel deixou ele tomando café da manhã sozinho. Ela já tinha comido fazia quase uma hora. Entrou no banheiro com a intenção de tomar um banho quente pra relaxar os músculos do corpo, e pensou que depois voltaria pra cama e tiraria a manhã inteira de folga pra descansar. Começou a se despir, tirou a camisola e a calcinha. Antes de entrar no chuveiro, se olhou no espelho e focou só nas olheiras, que estavam num tom azulado contrastando com a pele pálida dela. O cabelo tava solto e sem pentear. O cabelo castanho claro caía de forma bagunçada no rosto dela, e mesmo desleixada, não perdia a beleza natural.
Isabel subiu no box do chuveiro devagar, mas no estado em que estava, perdeu o equilíbrio ao pisar num pouco d'água no piso de cerâmica. Agarrou na cortina, mas ela não aguentou o peso e começou a soltar. Aí uns braços fortes seguraram ela e evitaram que caísse. Isabel se virou e viu Manuel com um sorriso bobo na cara. O velho começou a se despir.
— Manuel, o que você tá fazendo aqui! — exclamou ela em voz baixa.
—Evitar que você caísse no chão —disse ele, tirando a cueca e mostrando a piroca dura.
— Teu filho ainda tá em casa. Tá na cozinha — ela sussurrou pra ele.
Manuel entrou no chuveiro, junto com ela, e fechou as cortinas enquanto aproximava os lábios do pescoço da nora.
—Tranquei a porta e com o barulho do chuveiro ela não vai nos ouvir.
Isabel queria recusar, mas as mãos do sogro já acariciavam a pele dela daquele jeito bruto e possessivo. O pau duro do Manuel subia e descia sozinho entre as pernas dela, e a língua dele percorria todo o pescoço dela. Isabel fechou os olhos e abriu a água do chuveiro. Começou a esfregar o pau do sogro enquanto sentia os bicos dos peitos endurecerem de um jeito safado. Manuel chupou eles como se quisesse tirar leite de dentro.
Algumas gotas de água quente escorrendo pelo cabo do chuveiro caíram nas costas de Isabel e fizeram ela perceber que a água já estava no ponto. Ela deu um passo pra trás, bem sensual, com um olhar safado, e deixou a água cair sobre o corpo. Isabel sentiu a água quente percorrer a pele, os quadris e as pernas, que já ardiam por outro motivo, e passou as mãos nos próprios peitos de um jeito erótico. Não conseguia se segurar de tesão e, instintivamente, fechou os olhos. Como se não ver o que estava fazendo ajudasse a calar aquela vozinha pedindo pra parar. Manuel foi até ela e beijou seus lábios enquanto ela ainda estava de olhos fechados, e depois enfiou a língua na boca dela.
Isabel sentiu a língua do sogro percorrer toda a boca dela, e o desejo safado a inundou. Ela abriu as pernas o máximo que o box do chuveiro permitia, só pra se sentir um pouco mais obscena. Foi tanta sintonia entre os dois que Manuel percebeu o gesto e desceu as mãos até a bunda dela, começando a apertar e enfiar os dedos na buceta dela. Isabel soltou um gemido de tesão. Uma parte dela queria parar, como se a vontade estivesse dividida em duas. A água do chuveiro caía sobre ela, mas não a purificava; pelo contrário, parecia que ela ficava mais suja a cada momento. No final, como sempre, ela se rendeu à parte mais safada dela mesma.
Depois de um último e apaixonado beijo, onde as línguas dos dois se enrolaram até o limite, Isabel afastou a boca e se ajoelhou, até que o pau do sogro apontasse direto pro rosto dela. Ela agarrou o membro ereto com as duas mãos e esfregou, olhando bem nos olhos dele. A boca dela encheu de saliva, igualzinho quem tá morrendo de fome depois de pular o café da manhã e o jantar do dia anterior. A cabecinha do pau de Manuel parecia uma delícia, com a água escorrendo por cima, feito uma pedra sendo lavada por uma cachoeira. Isabel abriu os lábios devagar e enfiou a rola do sogro na boca. Primeiro a cabecinha, que ela saboreou com a língua com gosto, depois o resto do pauzão inteiro, lambendo da base até a ponta, e também as bolas, que ela enfiou inteiras na boca. Continuou ordenhando o sogro com força, desejando que um jorrinho de porra enchesse a boca dela. Quanto mais pensava nisso, mais forte chupava.
Manuel, no entanto, não queria gozar ainda. Depois de um bom tempo sentindo a língua da nora no pau dele, ajudou ela a se levantar de novo, colocou-a de pé e virou ela de costas. Isabel sabia o que ele queria fazer e, pra mostrar que tava de acordo, apoiou as mãos na parede, abriu bem as pernas e levantou a bunda o máximo que pôde. Manuel separou as nádegas dela com as duas mãos, deixando o cu e a buceta dela completamente visíveis e abertos. O velho sentiu o pau querendo explodir de tesão, e se não tivesse se segurado, teria gozado sem chance. Então, deixando só uma mão numa das nádegas de Isabel, pegou o pênis e enfiou na buceta dela. Foi metendo devagar, mas a água do chuveiro ajudou pra caralho, deixando tudo bem rápido.
Isabel começou a notar como o pau inteiro do sogro entrava dentro dela. Além de enchê-la de prazer, era uma sensação que a fazia sentir suja, mas isso não diminuía o tesão. As estocadas foram ficando mais fortes, e Isabel sentiu os braços tremendo. Aos poucos, foi sendo penetrada com cada vez mais força, até o ponto em que apoiou o rosto na parede. Seus gemidos eram fracos o suficiente para serem abafados pelo barulho da água do chuveiro. Manuel deu um tapa na bunda dela, que a excitou pra caralho, mas que também a fez virar a cabeça em sinal de reprovação. "O barulho pode alertar meu marido", foi o que ela pareceu querer dizer com o olhar para Manuel. Então, como se fosse uma premonição, a voz de José foi ouvida do outro lado da porta, logo depois que ele tentou abri-la.
— Isa, cê tá bem? Cê tá há mó tempão no banho.
Isabel ergueu a cabeça na hora, feito uma cadela quando percebe um barulho quase imperceptível que ameaça o território dela.
—Sim! —exclamou alto o bastante pra ser ouvida com clareza—. Tô me ensaboando.
Manuel sorriu com o comentário, embora soubesse que a nora não tinha dito naquele sentido. Ela ficou vermelha com a situação, e Manuel, que continuava muito excitado, voltou a prosseguir com as penetrações.
— Vou ter que sair agora ou vou chegar atrasado no trampo — disse José do outro lado da porta.
Isabel, quando sentiu de novo o pau do sogro avançando dentro dela, tentou pará-lo com a mão direita, mas a piroca chegava até o fundo do seu buraco e tirava todas as forças dela. Por sorte, agora Manuel metia devagar e sem fazer barulho nenhum, mas deixava ela cheia até o talo por mais tempo antes de tirar pra depois enfiar de novo.
—Tá bom, vou gozar daqui a pouco —ela disse, com um nervosismo e um gaguejo na voz por causa das penetradas—. Tenha um bom dia no trampo.
Um breve silêncio pareceu evidenciar que José já estava indo embora, então Manuel começou a meter com mais intensidade. O momento de tensão tinha afetado Isabel de uma forma imprevisível, fazendo com que um orgasmo profundo a sacudisse. Ela abriu a boca exageradamente sem emitir som, num grito mudo que expressava seu prazer. No entanto, a voz de José voltou a ser ouvida atrás da porta.
—A propósito, não consegui jogar as sobras de comida no lixo porque tá muito cheio. Deixei em cima da mesa.
—Tá bom, fica tranquila. Eu jogo o lixo depois —disse ela tentando controlar a voz enquanto as pernas tremiam de tanto gozar e das fodas contínuas do sogrão, que agora não paravam.
—Não. Vou falar pro meu pai jogar o lixo fora antes de eu ir. Ele já devia ter feito isso ontem — falou José, enquanto no final da frase o som da voz mostrava que ele tinha começado a se afastar, provavelmente em direção ao quarto do Manuel.
—Não! —exclamou ela, deixando escapar um leve gemido —. Não acorda teu pai. Eu conto pra ele depois. Deixa ele dormir.
Bem naquela hora, o Manuel tirou o pau de dentro da nora e gozou na bunda dela, no cu e por fora da buceta. Exausto, ficou olhando a porra pegajosa escorrendo pelas partes íntimas da Isabel e se misturando com os próprios fluidos dela.
— Cê tá bem mesmo, meu bem? — perguntou José, confuso com os tons de voz diferentes que a mulher dele tinha usado. — Por que você trancou a porta?
—O costume —disse ela, tentando parecer mais calma —. A gente mora com seu pai, lembra?
—Bom, já vou indo. A gente se vê depois.
—Tchau, amor —ela se despediu, torcendo pra que dessa vez fosse a última.
Isabel ficou imóvel, com a bunda empinada e o leite do sogro escorrendo pela sua entreperna, e não se mexeu até ouvir a porta da entrada se fechar.
—Puxa —disse Manuel com um suspiro —. Quase que foi.
Isabel se virou e, com a palma da mão aberta, deu um tapa na cara do sogro. Se o José ainda estivesse em casa, com certeza teria ouvido o estalo, mas o Manuel não reclamou. Isabel driblou o sogro e entrou debaixo do chuveiro pra tirar a porra toda de cima dela.
Manuel esperou alguns segundos, e logo depois se aproximou da nora e a envolveu com os braços carinhosamente. Ela finalmente cedeu e aceitou a língua do sogro de novo dentro da boca dela.
A sesta é um dos prazeres mais abençoados pra quem tem o costume de curtir ela de vez em quando. Sentir os olhos fechando e se deixar embalar pelo sono da tarde, mesmo que só por um tempinho, repara o corpo e a alma. Isabel, com certeza, não tinha esse costume, mas agradecia tanto quanto qualquer outra.
A bela recém-casada foi acordando aos poucos. Esfregou os olhos, bem satisfeita por ter conseguido dormir um pouco, e em seguida olhou o despertador no criado-mudo. Viu que já era uma e meia, e estava ficando tarde demais se quisesse fazer o almoço a tempo. Olhou para o lado e viu o sogro pelado dormindo. Tinham passado boa parte da manhã transando e finalmente tinham pegado no sono. Isabel também estava nua, exceto pela calcinha de lingerie vermelha que José tinha comprado pra ela, e que estava pendurada na coxa esquerda. Também tinha restos de porra pelas pernas e peitos, deixando a pele dela toda grudenta. Ela se lamentou, porque teria que tomar outro banho antes do marido voltar pra casa. Não ia ter que se lavar só ela, mas também os lençóis da cama de casal, porque tinham transado no quarto principal e Isabel não queria que José dormisse nos lençóis onde o pai dele tinha comido a mulher dele. Mas não ia fazer isso agora. Isabel não queria ter que falar com o sogro naquele momento; pelo contrário, tava a fim de sair do quarto. Até de casa.
Isabel se levantou da cama devagar e ficou de pé. Depois de dar o primeiro passo, sentiu a buceta inteira ardendo e as pernas bambas. O Manuel tinha metido mais forte que o normal por tempo demais, e agora ela ia passar o resto do dia toda dolorida.
Pegou o sutiã, a cinta-liga e o resto da lingerie vermelha nova que o marido tinha dado pra ela há pouco, tudo espalhado pelo chão perto da cama. No fim, não tinha conseguido estrear com o José, mas queria lavar tudo à mão pra parecer que sim quando usasse com ele.
Foi até o armário e pegou uma saia azul clara, uma blusa branca e um cinto preto grosso. Também pegou roupa íntima branca, meias e sapatos, e levou tudo para fora do quarto. Quanto mais se afastava do dormitório, mais vontade tinha de continuar fazendo aquilo, e essa ideia percorreu sua mente até que pensou que naquele dia poderia comprar comida num restaurante e trazer pra casa. Pensou em tomar um banho antes de se vestir, mas não queria que o barulho do chuveiro acordasse o Manuel e ele pudesse aparecer de novo no banheiro. Então, limpou os restos de porra da pele com um guardanapo e vestiu a calcinha e o sutiã. Continuou se vestindo na sala, pra poder sair na hora.
A saia da Isabel era meio juvenil e batia no joelho. No começo era mais curta, mas já tinha muitos anos e ela tinha crescido desde então. Não quis se livrar dela porque ainda servia no tamanho e porque era muito confortável. Por fim, prendeu o cabelo e saiu na rua um pouco mais feliz por respirar ar puro.
Isabel deu uma volta pelo bairro num ritmo bom, procurando um restaurante. Achou vários, mas toda vez que encontrava um, percebia que tava a fim de caminhar mais um pouco e seguia até ver o próximo. Quando se deu conta, já tava andando fazia quase uma hora, então foi até um boteco que servia grão-de-bico como prato do dia pros clientes. A maioria era trabalhador de uma obra perto dali.
O lugar não era nada adequado pra um jantar romântico, parecia mais um boteco vagabundo na opinião inexperiente da Isabel, mas com certeza servia pro que ela queria. Numa das mesas, tinha uns peão almoçando, que olharam pra ela com cara de safadeza quando perceberam que ela tinha chegado. Ela levantou o queixo, toda indiferente, e foi direto pro balcão. O dono do bar veio até ela, com um sorriso simpão no rosto.
—Bom dia, senhorita. O que posso te servir?
— Tava me perguntando se podia pegar dois pratos do dia, pra viagem — ela disse num tom neutro.
—Pra viagem? —perguntou surpreso, mas logo concordou com a cabeça —. Sim, claro. Pode esperar numa das mesas.
Isabel procurou uma mesa pra sentar e, de repente, pelo canto do olho, viu que um dos operários não parava de olhar pra ela. Aí, num rompante de coragem, foi sentar na mesa que tava na frente da deles. Não sabia por que tinha feito aquilo. Na real, e no geral, nunca tinha gostado daqueles operários chatos e mal-educados. Mas ali estava ela, trocando olhares com um deles.
O operário disfarçou pros colegas, mas não disfarçou pra ela, que ele não parava de olhar sempre que podia. Até largava a comida pra fazer isso. Aí Isabel piscou o olho pra ele e mexeu a língua de um jeito lascivo. O operário sorriu, e isso chamou a atenção dos colegas, que se viraram pra ver o que tava rolando. Mais uma vez, uma parte dela não entendia o que tava fazendo e pensou que devia parar. Mas ela se sentiu desafiada por si mesma a lembrar se era tão condenável assim quanto queria ser. E, de certo modo, era uma forma de se insultar. Como se sentisse a necessidade de se repreender, se chamando, de alguma forma, de puta. Uma penitência que achava que merecia.
Pronto, o taberneiro avisou que a comida dela estava pronta, mas Isabel não se levantou na hora. A jovem recém-casada, que viu os operários voltarem a prestar atenção na comida dela, abriu as pernas mostrando a calcinha pra quem ainda a olhava e estava na sua frente. Só ele podia ver dali do ângulo dele, mas o operário, completamente pasmo, não soube como reagir. Na sequência, Isabel afastou com os dedos a parte da calcinha que cobria a buceta e mostrou pro operário. Logo depois, Isabel se levantou, pagou as favas, e foi embora sem olhar pra trás. O operário se levantou como se achasse que devia fazer alguma coisa, mas não soube o quê, e só conseguiu observar aquela mulher gostosa e safada saindo do bar sem poder vê-la de novo.
Isabel percorreu o caminho de volta pra casa diminuindo o passo o máximo que podia. Quando chegou, a comida já estava fria.
Vocês podem acessar o livro completo de graça no meu patreon: patreon.com/JTyCC
Depois de dar um beijo no marido, a Isabel deixou ele tomando café da manhã sozinho. Ela já tinha comido fazia quase uma hora. Entrou no banheiro com a intenção de tomar um banho quente pra relaxar os músculos do corpo, e pensou que depois voltaria pra cama e tiraria a manhã inteira de folga pra descansar. Começou a se despir, tirou a camisola e a calcinha. Antes de entrar no chuveiro, se olhou no espelho e focou só nas olheiras, que estavam num tom azulado contrastando com a pele pálida dela. O cabelo tava solto e sem pentear. O cabelo castanho claro caía de forma bagunçada no rosto dela, e mesmo desleixada, não perdia a beleza natural.
Isabel subiu no box do chuveiro devagar, mas no estado em que estava, perdeu o equilíbrio ao pisar num pouco d'água no piso de cerâmica. Agarrou na cortina, mas ela não aguentou o peso e começou a soltar. Aí uns braços fortes seguraram ela e evitaram que caísse. Isabel se virou e viu Manuel com um sorriso bobo na cara. O velho começou a se despir.
— Manuel, o que você tá fazendo aqui! — exclamou ela em voz baixa.
—Evitar que você caísse no chão —disse ele, tirando a cueca e mostrando a piroca dura.
— Teu filho ainda tá em casa. Tá na cozinha — ela sussurrou pra ele.
Manuel entrou no chuveiro, junto com ela, e fechou as cortinas enquanto aproximava os lábios do pescoço da nora.
—Tranquei a porta e com o barulho do chuveiro ela não vai nos ouvir.
Isabel queria recusar, mas as mãos do sogro já acariciavam a pele dela daquele jeito bruto e possessivo. O pau duro do Manuel subia e descia sozinho entre as pernas dela, e a língua dele percorria todo o pescoço dela. Isabel fechou os olhos e abriu a água do chuveiro. Começou a esfregar o pau do sogro enquanto sentia os bicos dos peitos endurecerem de um jeito safado. Manuel chupou eles como se quisesse tirar leite de dentro.
Algumas gotas de água quente escorrendo pelo cabo do chuveiro caíram nas costas de Isabel e fizeram ela perceber que a água já estava no ponto. Ela deu um passo pra trás, bem sensual, com um olhar safado, e deixou a água cair sobre o corpo. Isabel sentiu a água quente percorrer a pele, os quadris e as pernas, que já ardiam por outro motivo, e passou as mãos nos próprios peitos de um jeito erótico. Não conseguia se segurar de tesão e, instintivamente, fechou os olhos. Como se não ver o que estava fazendo ajudasse a calar aquela vozinha pedindo pra parar. Manuel foi até ela e beijou seus lábios enquanto ela ainda estava de olhos fechados, e depois enfiou a língua na boca dela.
Isabel sentiu a língua do sogro percorrer toda a boca dela, e o desejo safado a inundou. Ela abriu as pernas o máximo que o box do chuveiro permitia, só pra se sentir um pouco mais obscena. Foi tanta sintonia entre os dois que Manuel percebeu o gesto e desceu as mãos até a bunda dela, começando a apertar e enfiar os dedos na buceta dela. Isabel soltou um gemido de tesão. Uma parte dela queria parar, como se a vontade estivesse dividida em duas. A água do chuveiro caía sobre ela, mas não a purificava; pelo contrário, parecia que ela ficava mais suja a cada momento. No final, como sempre, ela se rendeu à parte mais safada dela mesma.
Depois de um último e apaixonado beijo, onde as línguas dos dois se enrolaram até o limite, Isabel afastou a boca e se ajoelhou, até que o pau do sogro apontasse direto pro rosto dela. Ela agarrou o membro ereto com as duas mãos e esfregou, olhando bem nos olhos dele. A boca dela encheu de saliva, igualzinho quem tá morrendo de fome depois de pular o café da manhã e o jantar do dia anterior. A cabecinha do pau de Manuel parecia uma delícia, com a água escorrendo por cima, feito uma pedra sendo lavada por uma cachoeira. Isabel abriu os lábios devagar e enfiou a rola do sogro na boca. Primeiro a cabecinha, que ela saboreou com a língua com gosto, depois o resto do pauzão inteiro, lambendo da base até a ponta, e também as bolas, que ela enfiou inteiras na boca. Continuou ordenhando o sogro com força, desejando que um jorrinho de porra enchesse a boca dela. Quanto mais pensava nisso, mais forte chupava.
Manuel, no entanto, não queria gozar ainda. Depois de um bom tempo sentindo a língua da nora no pau dele, ajudou ela a se levantar de novo, colocou-a de pé e virou ela de costas. Isabel sabia o que ele queria fazer e, pra mostrar que tava de acordo, apoiou as mãos na parede, abriu bem as pernas e levantou a bunda o máximo que pôde. Manuel separou as nádegas dela com as duas mãos, deixando o cu e a buceta dela completamente visíveis e abertos. O velho sentiu o pau querendo explodir de tesão, e se não tivesse se segurado, teria gozado sem chance. Então, deixando só uma mão numa das nádegas de Isabel, pegou o pênis e enfiou na buceta dela. Foi metendo devagar, mas a água do chuveiro ajudou pra caralho, deixando tudo bem rápido.
Isabel começou a notar como o pau inteiro do sogro entrava dentro dela. Além de enchê-la de prazer, era uma sensação que a fazia sentir suja, mas isso não diminuía o tesão. As estocadas foram ficando mais fortes, e Isabel sentiu os braços tremendo. Aos poucos, foi sendo penetrada com cada vez mais força, até o ponto em que apoiou o rosto na parede. Seus gemidos eram fracos o suficiente para serem abafados pelo barulho da água do chuveiro. Manuel deu um tapa na bunda dela, que a excitou pra caralho, mas que também a fez virar a cabeça em sinal de reprovação. "O barulho pode alertar meu marido", foi o que ela pareceu querer dizer com o olhar para Manuel. Então, como se fosse uma premonição, a voz de José foi ouvida do outro lado da porta, logo depois que ele tentou abri-la.
— Isa, cê tá bem? Cê tá há mó tempão no banho.
Isabel ergueu a cabeça na hora, feito uma cadela quando percebe um barulho quase imperceptível que ameaça o território dela.
—Sim! —exclamou alto o bastante pra ser ouvida com clareza—. Tô me ensaboando.
Manuel sorriu com o comentário, embora soubesse que a nora não tinha dito naquele sentido. Ela ficou vermelha com a situação, e Manuel, que continuava muito excitado, voltou a prosseguir com as penetrações.
— Vou ter que sair agora ou vou chegar atrasado no trampo — disse José do outro lado da porta.
Isabel, quando sentiu de novo o pau do sogro avançando dentro dela, tentou pará-lo com a mão direita, mas a piroca chegava até o fundo do seu buraco e tirava todas as forças dela. Por sorte, agora Manuel metia devagar e sem fazer barulho nenhum, mas deixava ela cheia até o talo por mais tempo antes de tirar pra depois enfiar de novo.
—Tá bom, vou gozar daqui a pouco —ela disse, com um nervosismo e um gaguejo na voz por causa das penetradas—. Tenha um bom dia no trampo.
Um breve silêncio pareceu evidenciar que José já estava indo embora, então Manuel começou a meter com mais intensidade. O momento de tensão tinha afetado Isabel de uma forma imprevisível, fazendo com que um orgasmo profundo a sacudisse. Ela abriu a boca exageradamente sem emitir som, num grito mudo que expressava seu prazer. No entanto, a voz de José voltou a ser ouvida atrás da porta.
—A propósito, não consegui jogar as sobras de comida no lixo porque tá muito cheio. Deixei em cima da mesa.
—Tá bom, fica tranquila. Eu jogo o lixo depois —disse ela tentando controlar a voz enquanto as pernas tremiam de tanto gozar e das fodas contínuas do sogrão, que agora não paravam.
—Não. Vou falar pro meu pai jogar o lixo fora antes de eu ir. Ele já devia ter feito isso ontem — falou José, enquanto no final da frase o som da voz mostrava que ele tinha começado a se afastar, provavelmente em direção ao quarto do Manuel.
—Não! —exclamou ela, deixando escapar um leve gemido —. Não acorda teu pai. Eu conto pra ele depois. Deixa ele dormir.
Bem naquela hora, o Manuel tirou o pau de dentro da nora e gozou na bunda dela, no cu e por fora da buceta. Exausto, ficou olhando a porra pegajosa escorrendo pelas partes íntimas da Isabel e se misturando com os próprios fluidos dela.
— Cê tá bem mesmo, meu bem? — perguntou José, confuso com os tons de voz diferentes que a mulher dele tinha usado. — Por que você trancou a porta?
—O costume —disse ela, tentando parecer mais calma —. A gente mora com seu pai, lembra?
—Bom, já vou indo. A gente se vê depois.
—Tchau, amor —ela se despediu, torcendo pra que dessa vez fosse a última.
Isabel ficou imóvel, com a bunda empinada e o leite do sogro escorrendo pela sua entreperna, e não se mexeu até ouvir a porta da entrada se fechar.
—Puxa —disse Manuel com um suspiro —. Quase que foi.
Isabel se virou e, com a palma da mão aberta, deu um tapa na cara do sogro. Se o José ainda estivesse em casa, com certeza teria ouvido o estalo, mas o Manuel não reclamou. Isabel driblou o sogro e entrou debaixo do chuveiro pra tirar a porra toda de cima dela.
Manuel esperou alguns segundos, e logo depois se aproximou da nora e a envolveu com os braços carinhosamente. Ela finalmente cedeu e aceitou a língua do sogro de novo dentro da boca dela.
A sesta é um dos prazeres mais abençoados pra quem tem o costume de curtir ela de vez em quando. Sentir os olhos fechando e se deixar embalar pelo sono da tarde, mesmo que só por um tempinho, repara o corpo e a alma. Isabel, com certeza, não tinha esse costume, mas agradecia tanto quanto qualquer outra.
A bela recém-casada foi acordando aos poucos. Esfregou os olhos, bem satisfeita por ter conseguido dormir um pouco, e em seguida olhou o despertador no criado-mudo. Viu que já era uma e meia, e estava ficando tarde demais se quisesse fazer o almoço a tempo. Olhou para o lado e viu o sogro pelado dormindo. Tinham passado boa parte da manhã transando e finalmente tinham pegado no sono. Isabel também estava nua, exceto pela calcinha de lingerie vermelha que José tinha comprado pra ela, e que estava pendurada na coxa esquerda. Também tinha restos de porra pelas pernas e peitos, deixando a pele dela toda grudenta. Ela se lamentou, porque teria que tomar outro banho antes do marido voltar pra casa. Não ia ter que se lavar só ela, mas também os lençóis da cama de casal, porque tinham transado no quarto principal e Isabel não queria que José dormisse nos lençóis onde o pai dele tinha comido a mulher dele. Mas não ia fazer isso agora. Isabel não queria ter que falar com o sogro naquele momento; pelo contrário, tava a fim de sair do quarto. Até de casa.
Isabel se levantou da cama devagar e ficou de pé. Depois de dar o primeiro passo, sentiu a buceta inteira ardendo e as pernas bambas. O Manuel tinha metido mais forte que o normal por tempo demais, e agora ela ia passar o resto do dia toda dolorida.
Pegou o sutiã, a cinta-liga e o resto da lingerie vermelha nova que o marido tinha dado pra ela há pouco, tudo espalhado pelo chão perto da cama. No fim, não tinha conseguido estrear com o José, mas queria lavar tudo à mão pra parecer que sim quando usasse com ele.
Foi até o armário e pegou uma saia azul clara, uma blusa branca e um cinto preto grosso. Também pegou roupa íntima branca, meias e sapatos, e levou tudo para fora do quarto. Quanto mais se afastava do dormitório, mais vontade tinha de continuar fazendo aquilo, e essa ideia percorreu sua mente até que pensou que naquele dia poderia comprar comida num restaurante e trazer pra casa. Pensou em tomar um banho antes de se vestir, mas não queria que o barulho do chuveiro acordasse o Manuel e ele pudesse aparecer de novo no banheiro. Então, limpou os restos de porra da pele com um guardanapo e vestiu a calcinha e o sutiã. Continuou se vestindo na sala, pra poder sair na hora.
A saia da Isabel era meio juvenil e batia no joelho. No começo era mais curta, mas já tinha muitos anos e ela tinha crescido desde então. Não quis se livrar dela porque ainda servia no tamanho e porque era muito confortável. Por fim, prendeu o cabelo e saiu na rua um pouco mais feliz por respirar ar puro.
Isabel deu uma volta pelo bairro num ritmo bom, procurando um restaurante. Achou vários, mas toda vez que encontrava um, percebia que tava a fim de caminhar mais um pouco e seguia até ver o próximo. Quando se deu conta, já tava andando fazia quase uma hora, então foi até um boteco que servia grão-de-bico como prato do dia pros clientes. A maioria era trabalhador de uma obra perto dali.
O lugar não era nada adequado pra um jantar romântico, parecia mais um boteco vagabundo na opinião inexperiente da Isabel, mas com certeza servia pro que ela queria. Numa das mesas, tinha uns peão almoçando, que olharam pra ela com cara de safadeza quando perceberam que ela tinha chegado. Ela levantou o queixo, toda indiferente, e foi direto pro balcão. O dono do bar veio até ela, com um sorriso simpão no rosto.
—Bom dia, senhorita. O que posso te servir?
— Tava me perguntando se podia pegar dois pratos do dia, pra viagem — ela disse num tom neutro.
—Pra viagem? —perguntou surpreso, mas logo concordou com a cabeça —. Sim, claro. Pode esperar numa das mesas.
Isabel procurou uma mesa pra sentar e, de repente, pelo canto do olho, viu que um dos operários não parava de olhar pra ela. Aí, num rompante de coragem, foi sentar na mesa que tava na frente da deles. Não sabia por que tinha feito aquilo. Na real, e no geral, nunca tinha gostado daqueles operários chatos e mal-educados. Mas ali estava ela, trocando olhares com um deles.
O operário disfarçou pros colegas, mas não disfarçou pra ela, que ele não parava de olhar sempre que podia. Até largava a comida pra fazer isso. Aí Isabel piscou o olho pra ele e mexeu a língua de um jeito lascivo. O operário sorriu, e isso chamou a atenção dos colegas, que se viraram pra ver o que tava rolando. Mais uma vez, uma parte dela não entendia o que tava fazendo e pensou que devia parar. Mas ela se sentiu desafiada por si mesma a lembrar se era tão condenável assim quanto queria ser. E, de certo modo, era uma forma de se insultar. Como se sentisse a necessidade de se repreender, se chamando, de alguma forma, de puta. Uma penitência que achava que merecia.
Pronto, o taberneiro avisou que a comida dela estava pronta, mas Isabel não se levantou na hora. A jovem recém-casada, que viu os operários voltarem a prestar atenção na comida dela, abriu as pernas mostrando a calcinha pra quem ainda a olhava e estava na sua frente. Só ele podia ver dali do ângulo dele, mas o operário, completamente pasmo, não soube como reagir. Na sequência, Isabel afastou com os dedos a parte da calcinha que cobria a buceta e mostrou pro operário. Logo depois, Isabel se levantou, pagou as favas, e foi embora sem olhar pra trás. O operário se levantou como se achasse que devia fazer alguma coisa, mas não soube o quê, e só conseguiu observar aquela mulher gostosa e safada saindo do bar sem poder vê-la de novo.
Isabel percorreu o caminho de volta pra casa diminuindo o passo o máximo que podia. Quando chegou, a comida já estava fria.
Vocês podem acessar o livro completo de graça no meu patreon: patreon.com/JTyCC
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