Veterano activo casado de grindr parte 2/3

Ao ver que tu gosto, continuo com o relato... A proposta de ele passar para me pegar e ir pra um lugar afastado era tentadora, e eu respondi...
Eu: - Uffa, Papu, que tesão, adorei a ideia, é só combinar...
Veterano: - Adoro que você é bem gauchinho, cara, a rola que você deve chupar, haja. Olha, eu saio do trampo às 19, me fala por onde passo e vou direto, bebê.
Eu: - Claro, Papu, adorei a ideia...
Veterano: - Se você vai topar tudo, faz um enema antes de ir que você vai gozar pra caralho, cara, haja.
Eu: - Espero que você não seja só da boca, haja.
Veterano: - Espero que você seja tão aguentador quanto o gauchinho e boca suja que é por aqui, trolinho, haja.
A conversa continuou, entre brincadeiras, perguntas, etc. Naquele dia fui dormir e no dia seguinte o trampo pareceu eterno, fiquei o dia todo distraído e morrendo de vontade de chegar a hora de gozar, já que tava há umas semanas sem sexo, haja, tava bem promíscuo, não vou mentir pra vocês, queridos leitores.
Aí, eu saí do trampo às 17, fui pra casa, fui no banheiro pra evacuar, tomei banho, fiz o enema e fiquei prontinho pra me entregar pro meu macho. Lá pelas 19h10 recebo uma mensagem...
Veterano: - Oi, bebê lindo, tô cheio de porra pra você, espero que você não vá de conto de fadas...
Eu: - Oi, buceta linda, nada disso, já tô prontinho te esperando em (não vou falar o lugar pra não queimar, haja), mando a localização ou você conhece?
Veterano: - Ah, mas se passo por ali todo dia, me dá uma referência de como você tá vestido que já saio pra aí. Jáááá...
Eu: - Tô de jeans e jaqueta preta, Papu, vou estar sentado no banco do lado da banca, assim você me vê rápido.
Veterano: - Pronto, saio pra aí, promíscuo lindo, cuidado pra não olhar pra outros machos, haja, chego no Toyota vermelho, vidro preto, gato, quando parar, sobe de uma vez...
Esperei ele, e deve ter passado uns 25 a 30 minutos até ele parar o carro. Aí fiquei super nervoso, mas levantei e comecei a andar até o veículo, e entrei pelo lado do passageiro, o que... Vi quando abri a porta, amei. Um veterano de cabelo e barbinha super bem cuidada, branca, e uma camisa com o último botão desabotoado, já tava super entregue. Amei o que vi, ele quebrou o gelo... Veterano: - Oi, meu amor, sobe tranquilo, mas essa calça te faz uma puta gostosa, haha. Eu: - Viu que não era fake o que aparecia na foto, haha. Sentei no banco e cumprimentei ele com um beijo no rosto... Veterano: - Prazer, lindo, sinceramente tô amando o que vejo... (Enquanto já estávamos na estrada) Eu: - Muito obrigado, acho o mesmo, haha. Veterano: - Bom, já começamos bem então, espero que seja o gaúcho que se mostrava no chat... Hahaha. Eu: - Claro que sim (enquanto apertava a perna dele com a mão). Veterano: - Opa, com essa mão pega na minha pica, meu amor, haha. Sem dizer nada, obedeci e comecei a massagear a pica dele com a mão, tipo uns apertinhos suaves, enquanto ele dirigia. Eu: - Vou ser seu gaúcho, papai? Veterano: - Você é lindo, promíscuo... Tô amando... Pela calça social que ele usava, o volume já começava a crescer, a pica já tava acordando. Eu: - Opa, mas tá carregado de porra mesmo, olha como essa beleza acorda, melhor eu continuar depois, pra não batermos, hahaha. Veterano: - Já tamos perto, bebê, aqui não passa ninguém... Passaram uns minutos e chegamos num lugar afastado, era tipo um bosque, com árvores, e como era inverno já tava super escuro. Ele entrou entre duas árvores e parou ali. Eu: - Chegamos? Veterano: - Sim, bebê, te garanto que aqui não passa ninguém. Eu: - Bom, vou ficar tranqui... Não terminei de falar e o veterano já tava me beijando de boca aberta, um beijo de língua super apaixonado, que obviamente respondi na hora. Ficamos nos pegando um tempo, até que com uma mão ele começou a desabotoar a calça, parou, puxou o banco pra trás, depois reclinou o encosto, deitou e disse: "Toda sua, meu bebê, faz o que me falou no chat." Sim. Duvidei um segundo, baixei um pouco a calça dele e tirei aquela pica linda de dentro da cueca. Já tava praticamente duraço, e eram realmente uns 18 ou 19 cm lindos, e super grossinha. Olhei nos olhos dele, bati uma duas ou três vezes e, sem esperar mais, cuspi naquela pica e meti na boca. Comecei chupando a cabeça devagar, enfiava na boca e tirava, e quando tirava continuava batendo uma. Fiquei assim um tempinho até sentir a mão dele na minha nuca, me convidando com um empurrãozinho pra começar a comer mais daquela pica e não só a cabeça. Comecei a meter e percorrer cada centímetro, enquanto meu macho acompanhava o movimento aplicando uma leve pressão na minha cabeça. Depois de um tempo, comecei a sentir a respiração dele acelerando e um gemido baixinho, acompanhado das palavras: Veterano: — Chupa assim, bebê, que gostoso você chupa, divino, isso, isso, toda toda, vai, engole a pica, meu amor. Eu continuei na minha, chupando aquela pica linda, tava no paraíso. Nessa altura já tava fazendo garganta profunda, a pica toda babada, da própria saliva que provocava ao tentar engolir inteira aquela pica divina, que realmente não cabia toda, mas entre a saliva, a punheta, as ânsias leves que eu segurava, meu macho empurrando minha cabeça, era realmente uma cena pornô. A ponto de esquecer completamente que a gente tava no carro, haha. Tava muito putaria e aproveitando sem vergonha aquela pica linda... Meu macho gozando pra caralho, eu já querendo que ele me comesse a bunda, até que tirei a pica da boca e falei: Eu: — Papi, acho que a gente vai pro hotel... Veterano: — Hummm, sim, bebê, me mata você parar, mas aqui acho que você não se anima a foder, né? Se eu ver que você continua gostando, eu sigo o relato...

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