A Mãe do Meu Amigo ~ Parte 2

111/2📑La Mamá de mi Amigo ~ Parte 2No fim de semana seguinte, a casa de Carolina estava cheia. Lucas tinha voltado da viagem e, para piorar, o marido —um cara grande, de voz grossa e sorriso falso— tinha se instalado por uns dias para resolver "assuntos familiares". Carolina não aguentava tê-lo por perto. Mas disfarçava bem. Ela escreveu para Thiago assim que pôde:

> Carolina: Não aguento mais. A gente se encontra amanhã? Motel Las Palmas, quarto 34. Às quatro.
> Thiago: Vou chegar antes. Com vontade de tudo.

Às 15:55, Thiago já estava estacionando na parte de trás do motel. O coração batia forte, mas não de nervosismo, e sim de puro desejo. No quarto, o ar cheirava a incenso barato, mas ele não ligava. Porque quando Carolina abriu a porta —com um vestido vermelho justo e sem calcinha por baixo— todo o resto desapareceu.vadia— Você estava me esperando assim? — perguntou ele, fechando a porta atrás de si.
— Estou que explodo — sussurrou ela, abraçando-o imediatamente.
Beijou-o com fome. Comeu-o inteiro. Empurrou-o contra a parede e ajoelhou-se diante dele sem tirar sua roupa. Abaixou suas calças rapidamente e levou seu pau à boca como se não tivesse tempo a perder. Chupou com força, gemendo baixo enquanto o olhava de baixo.
— Você não sabe o quanto pensei nisso — murmurou, ofegante. — Quero você todo para mim.vadiaEle a levantou e a levou até a cama. Deitou-a de bruços e ergueu o vestido. Ela não usava nada por baixo. Sua bunda redonda e perfeita o deixou sem ar.
—Assim, por trás… —ela disse com uma voz baixa e quente—. Me faz do jeito que você sabe…
Thiago a segurou pela cintura e a penetrou por trás com força. Ela arqueou-se, soltando um gemido profundo, e o apertou com seus músculos internos como se quisesse prendê-lo ali. Os movimentos foram intensos, selvagens. Seus corpos se chocavam com um ritmo úmido e constante. Carolina agarrava os lençóis, dizendo seu nome uma e outra vez.
—Vai… mais… me enche, amor…
E ele obedeceu. Segurou-a com firmeza e gozou dentro, fundo, sentindo como ela estremecia ao mesmo tempo, com um orgasmo que percorreu todo o seu corpo. Ficaram ofegantes sobre a cama, abraçados, suados, com os corpos tremendo.
Depois de vários minutos, vestiram-se em silêncio, com sorrisos cúmplices. Carolina o beijou na porta.Relatos eroticos— Eu precisava de você. Obrigada por não me deixar na mão.
— Nunca deixaria — ele respondeu.

Ele abriu a porta do quarto, e justo quando saíam…
— Carolina?

Uma voz aguda. Uma figura familiar.

Era a vizinha fofoqueira, Graciela, uma mulher de uns cinquenta anos, sempre por dentro de tudo, sempre em todos os lugares onde não devia estar. Ela usava uma blusa florida e os olhos arregalados.

— Que coincidência! — disse, olhando para os dois com desconfiança —. Você aqui? Com…?

Carolina reagiu rápido. Sorriu sem nervosismo, pegou Thiago pelo braço.

— Sim, vim falar com o encarregado sobre uma reclamação. E ele me trouxe na moto dele. É o sobrinho do porteiro do meu prédio. Né, Thiaguito?

Thiago concordou, ainda vermelho.
— É… senhora… exatamente isso…

— Aham… — disse Graciela, apertando os olhos —. Bom, nos vemos, querida. Você sabe que eu sempre tô por perto. Pra qualquer coisa que precisar.

Carolina sorriu para ela, mas assim que a vizinha foi embora, seu olhar mudou. Virou-se para Thiago, divertida e ao mesmo tempo tensa.

— Essa cobra vai começar a falar.
— E se você der alguma coisa pra ela calar a boca? — sugeriu ele, rindo.
— Não, melhor que ela fale — disse ela, lambendo o lábio inferior —. O risco me deixa excitada.mae do meu amigoEra uma terça-feira como qualquer outra, mas o Thiago não conseguia se livrar de uma ansiedade que não sabia explicar. Ele tinha combinado de passar na casa do Lucas para levar uns apontamentos antes de uma prova. Chegou pouco depois das cinco da tarde. Bateu na porta duas vezes. Quem abriu foi a Carolina. Ela vestia uma camiseta justa sem mangas e um shorts esportivo cinza que parecia uma provocação involuntária… embora ele já soubesse que, com ela, nada era involuntário. O cabelo solto, os pés descalços, o cheiro de perfume fresco misturado com um leve aroma de canela.

—Oi, Thiago — cumprimentou com um sorriso torto.

—O Lucas tá?

—Saiu. Foi na papelaria imprimir umas coisas. Mas se quiser, entra… certeza que ele não demora.

Ele entrou, tentando não mostrar o que sentia. Mas assim que se sentou no sofá, e a viu caminhando até a cozinha, com aquele balanço suave dos quadris, o sangue começou a correr mais rápido.

A Carolina voltou com dois copos d’água e sentou perto. Muito perto.

—Tudo bem? Você tá estranho — disse, com um tom brincalhão.

—Tô normal… só que é difícil me concentrar com você tão perto.

Ela riu baixinho.

—Difícil? Vamos ver…

Sem aviso, ela acariciou a coxa dele. E o Thiago não se moveu. Só a encarou. Ela entendeu. Inclinou-se sobre ele e o beijou. Um beijo molhado, profundo, que cresceu imediatamente em intensidade. A sede ainda estava viva nos dois.

Ela subiu nele como se o corpo já conhecesse o caminho. Se beijavam com desespero, com as mãos por baixo da roupa, com a urgência de duas pessoas que não podiam mais fingir distância.

O Thiago a levantou nos braços — sem esforço — e a apoiou sobre a mesa da sala de jantar. Ela tirou o shorts e abriu as pernas, convidando. Já estava molhada. O queria. E ele não pensava em fazê-la esperar.

Ele a pegou com força, e se fundiram. Ele enfiava na buceta dela com um ritmo firme, enquanto ela se agarrava no pescoço dele, com os olhos fechados e os lábios entreabertos, gemendo baixo, rouco, direto no ouvido.

—Isso… assim… mais forte… — ela dizia, enquanto ele a… metia como se fosse a última vez.relatos pornoEle mudou de posição. Colocou-a de costas contra a parede, segurou-a pelos quadris e a tomou por trás. Os corpos se chocavam, quentes, suados, e o som preenchia o silêncio da casa vazia. Ela mordia a própria mão para não gritar.
Eles se moveram até o sofá. Lá, ele a deitou, tirou a roupa completamente e a montou com o corpo inteiro. Os peitos dela se apertavam contra seu peito. Os quadris se encaixavam como peças de uma engrenagem selvagem. O ritmo ficou frenético, suado, delicioso.
O clímax chegou como uma tempestade. Ela o abraçou com força, cravando as unhas nas costas dele, enquanto ele gozava dentro, tremendo, ofegando como um animal liberto. Ficaram assim, entrelaçados, respirando rápido, com os corpos fundidos e a alma agitada.
Mas dessa vez, Thiago não se vestiu imediatamente. Sentou-se ao lado dela, olhou para ela com o cabelo despenteado, as bochechas vermelhas, o peito subindo e descendo. E então disse:
— Carolina… o que nós somos?
Ela ficou em silêncio.
Os olhos deles se encontraram. Pela primeira vez, sem riso, sem malícia, sem joguinho. Só verdade.
— Não sei — sussurrou ela —. Não sei o que somos… mas sei que você me faz sentir viva.
Thiago baixou o olhar, ainda nu, ainda com o cheiro dela na pele.
— Não quero que seja só sexo, Caro. Eu te quero pra mim.
Ela acariciou suavemente sua bochecha.
— E eu não quero te perder. Mas isso é perigoso… você é amigo do meu filho.
— E se eu não me importar?
Ela suspirou, beijou-o devagar… mas não respondeu.
A porta da frente bateu de repente.
— Mãe, cheguei! — gritou Lucas de fora.
Carolina levantou num pulo, recolhendo as roupas espalhadas pela sala.
— Depois a gente conversa — disse rápido —. Me espera.
Thiago se vestiu na velocidade da luz, o coração batendo feito um tambor.
Mas já não era só desejo.
Agora tinha algo mais.milf peitudaA semana passou devagar. Thiago não escreveu. Ela também não. Depois do encontro selvagem na casa, seguido daquela pergunta incômoda — o que somos? —, algo ficou suspenso no ar. Ele esperou uma mensagem. Um sinal. Mas nada. Até que na sexta à noite, Carolina ligou. Direto. Sem rodeios.

— Pode vir amanhã? Às dez. O Lucas vai estar na faculdade e meu marido já foi.

Thiago hesitou só um segundo, mas a voz dela, tão segura, o arrastou sem remédio.

— Sim. Vou.

No dia seguinte, quando chegou, ela o esperava na varanda, com uma xícara de café na mão. Estava de short leve e uma camisa solta, sem nada por baixo. O cabelo preso, os lábios pintados de um vermelho opaco.

— Pode entrar, por favor.

Thiago entrou. Mas antes de tocá-lo, antes mesmo de beijá-la, ela falou.

— Quero que escute isso claro, Thiago.

Ele assentiu, em silêncio.

Carolina o encarou firme, com aquela mistura de dureza e doçura que a tornava irresistível.

— Não me procure para algo mais. Não posso te dar isso. Sou casada, tenho um filho. E mesmo que meu casamento já não exista há tempos, ainda é minha casa, minha família. O que te ofereço é isso — fez um gesto com a mão entre eles —. Prazer. Desejo. Sexo quando pudermos, quando quiser. Mas só isso.

Thiago engoliu seco. Doeu mais do que ele esperava.

— Só isso?

— Só isso — repetiu ela, sem suavizar a voz —. Não porque não goste de você, não porque não me importe. Mas porque não posso me permitir me confundir.

Houve um silêncio tenso.

Ele a olhou com uma mistura de decepção e fogo nos olhos. E então, com raiva contida, se aproximou.

— Então me dê isso — disse, desafiador —. Me dê a única coisa que pode me dar.

Ela não precisou de mais. Empurrou-o para o sofá da sala, sentou-se sobre ele, beijou-o com fúria, com a paixão de uma mulher que se reprime todos os dias e explode de vez em quando. Arrancou-lhe a camiseta, baixou-lhe a calça, e tomou seu pau com a boca como se quisesse engolir a culpa, o desejo, o... medo. Ele a despiu devagar. Acariciou-a como se fosse a última vez. Ela se deixou levar. Montou nele, guiou o pau dele para dentro da sua buceta, e começaram a se mover com um ritmo frenético, sujo, delicioso. A sala se encheu de gemidos abafados, de respirações ofegantes, do som molhado de dois corpos que só se procuravam para se queimar. Num momento, ela se ajoelhou na frente dele, e esfregou o pau dele com os peitos, massageando, lambendo, rindo com os olhos.
—É isso que eu posso te dar, amor… isso… sempre que você me quiser.
Thiago gozou nela, com força, numa mistura de raiva e desejo. Ela se limpou com calma, beijou-o com ternura, e se vestiu de novo como se nada tivesse acontecido. Antes de ir embora, sussurrou no ouvido dele:
—Não me espere com flores. Mas me espere com vontade.
E desapareceu pelo corredor, como uma tempestade que vem, arrasa, e vai embora.vadia milfA primavera começava a se notar nas ruas, no ar, na forma como tudo parecia mais leve. Até o Thiago sentia. Depois de semanas de encontros clandestinos com a Carolina, algo dentro dele tinha começado a mudar. Não era que ele parasse de desejá-la —isso era impossível—, mas sentia que faltava algo. Algo além do corpo.

Foi o Lucas, sem saber, quem plantou a semente.
—Ei, sabia que a Cami perguntou por você? —disse uma tarde, na faculdade—. Ela me contou que te viu no Instagram e achou você bonitão. Quer que eu apresente?

Camila era uma garota do curso dele: doce, divertida, atraente. E, principalmente, livre.
Thiago aceitou.

Começaram a conversar, depois a sair. Cafezinhos, risadas, mensagens até tarde. Era diferente. Não era fogo imediato, mas era uma quentura sincera. Pela primeira vez em semanas, Thiago sentia algo que não o queimava... mas o envolvia.

O que ele não esperava era que o Lucas comentasse na frente da mãe dele.
—Mãe, sabia que o Thiago tá saindo com uma garota? A Camila, uma colega dele. Eles tão se conhecendo. Quem diria, né! O que não comia uma, agora não para.

Carolina sorriu com os lábios, mas não com os olhos.
—Olha só… que bom —disse, servindo o café sem olhar pra ninguém.

Naquela mesma noite, ela mandou mensagem.
> Carolina: Tem um tempinho amanhã? Passo no seu apartamento se você estiver sozinho.
> Thiago: Tenho. Te espero.

Quando a Carolina chegou, não houve palavras no começo. Beijou-o na entrada, empurrou-o contra a parede, o despiu com mãos ágeis e ansiosas. Chupou seu pau como se quisesse devorá-lo. Levou-o para a cama e montou nele com uma intensidade que quase doía.
—Quero sentir que você ainda me deseja… —murmurou, com a voz trêmula.111/2📑La Mamá de mi Amigo ~ Parte 2Thiago held her tightly. He entered her just as she had taught him: firm, deep, looking into her eyes. Pumping into her pussy. They changed positions. He took her from behind, from the side, on the table, their bodies crashing together, dirty words mingling with gasps. He came on her back, her hand guiding him. And when everything calmed down, when their bodies no longer trembled, Carolina spoke.

"I'm happy for you, really," she whispered, her head resting on his chest. "Even if it makes me a little jealous... you're young. You deserve more than this little corner of me I can give you."

Thiago didn't answer. He just stroked her hair.

She looked up, smiled, and winked at him.

"I just hope you put into practice everything you learned with me. And that you never forget... I'll always be here for you. With open arms. And open legs too."

Thiago laughed, the desire still simmering in his body. And he kissed her as if it were the last time. Even though they both knew... it wasn't.vadia


vadia

1 comentários - A Mãe do Meu Amigo ~ Parte 2