Fui pego no flagra durante uma entrevista

Tudo começou por causa da minha necessidade no trampo, já que com meu emprego atual não dá pra chegar lá. Era umas 18h quando entrei nessa entrevista. O entrevistador era um cara alto, uns 1,80m ou mais, corpulento, pele morena, uns olhos claros lindos, com um olhar que seduzia qualquer mulher, super simpático e animado, com uns 40 anos, mais ou menos.

A entrevista começou como todas, minha apresentação e, da parte dele, a da empresa e as necessidades de contratar pessoal. Conforme a entrevista ia rolando, o homem sentado atrás da mesa se levantou e ficou na minha frente, sentando na borda da mesa. Senti uma sensação estranha que não consigo descrever. Como eu estava sentada, minha vista ficou na altura da calça dele quando ele apoiou a bunda na mesa. Era difícil olhar nos olhos dele, porque quando eu baixava o olhar, esbarrava na calça dele, que, por sinal, dava pra ver que guardava algo interessante por baixo. Embora o que ele guardava não me preocupasse tanto, me incomodava que estivesse na altura dos meus olhos. Num momento, ele pede minha mão, envolve ela com as mãos grandes dele, e me diz pra me acalmar, ficar tranquila, que as entrevistas são assim. Eu ia dizer que não era a entrevista que me incomodava, mas sim a vista na altura dos meus olhos, que era a calça dele. Nisso, continuamos conversando com uma das minhas mãos nas mãos dele. Não quero afirmar se foi intencional ou não, mas de repente ele faz minha mão encostar na altura do pau dele. Me assustei, queria tirar, mas também não queria. Optei pela última opção: deixei lá, porque gostei de como senti o pau dele. Dava pra sentir que era grosso e grande.

O cara continua conversando como se nada tivesse acontecido, enquanto isso eu me concentrei em sentir o pau dele debaixo da minha mão. Nessa altura, já nem sabia mais o que tava respondendo, porque minha mente tava toda no que eu segurava. Ele agia normal, natural, como se nada estivesse rolando — pra mim não era a mesma coisa. Tava meio nervosa, mas também tava adorando o que sentia na minha mão. De repente, ele se levanta. Fiquei puta por ele ter feito isso, mas ao mesmo tempo gostei, porque quando ele ficou de pé, minha mão percorreu, por sorte, uma boa parte daquele pacote que ele guardava dentro da calça, o que me fez pensar: qual será o tamanho real daquilo? Ele dá umas voltas pelo escritório até que se aproxima de mim, fica atrás de mim, e sinto as mãos dele nos meus ombros. Ele diz: "Você tá tensa, deixa eu te dar uma massagem." Como é que eu não ia estar tensa? Nem nos meus momentos mais safados eu tinha imaginado um pau tão grande quanto aquele cacete que eu senti. As mãos dele começam a se mover com habilidade entre minha nuca, meu pescoço e minhas costas. A massagem era gostosa e relaxante, adorei a destreza dele.

Naquele dia, lembro perfeitamente que eu tava usando uma blusa, uma saia mini na altura do meio da coxa e saltos altos, por baixo um sutiã de renda meia-taça e uma calcinha fio-dental bem pequenininha, do jeito que eu gosto, bem miúda, também de renda, muito bonita e provocante.

O cara que continuava com a massagem tava me causando uma onda de relaxamento e excitação que não consigo descrever, mesmo depois de tanto tempo. Era uma delícia sentir os movimentos dele na minha nuca, no meu pescoço e nos meus ombros. Aí, sinto as mãos dele indo pros meus peitos. Ia parar ele, mas o jeito que ele massageava me seduziu. Até aquele momento, não tinha passado pela minha cabeça que tudo podia acabar do jeito que foi, mas as mãos habilidosas dele me davam um prazer sem igual, então deixo ele pegar meus peitos nas mãos. Ele aperta com força, mas suave, por cima da minha roupa, uma e outra vez. Depois, as mãos dele soltam meus peitos e ele começa a abrir minha blusa, desabotoa três botões, abre e deixa meu sutiã e meus peitos à mostra. Enfia as mãos por dentro do sutiã, tira meus peitos pra fora e volta a massagear de novo. O prazer era uma delícia. Agora ele pega meus peitos com força, aperta entre as mãos, e soltei um "uuufff" como resposta ao aperto. Nisso, ele pega meus mamilos e puxa até causar uma dorzinha, que ao invés de me incomodar, me agradou. O cara me deixou semi nua à disposição dele, e eu não fazia nada pra parar, acho que nunca passou pela minha cabeça fazer isso. Nessa altura, a entrevista tinha ido pra outro nível com a massagem dele. Ele para, se vira e fica na minha frente, me olha nos olhos, aproxima a boca da minha e a gente se beija por uns segundos. Minha reação foi instintiva, não quero dizer que queria beijar ele ou sim, bom, sei lá, mas o jeito dele beijar era maravilhoso. O cara sabia fazer um beijo na boca incrível. Enquanto a gente se beijava, ele tira minha blusa de dentro da saia. Depois de nos beijarmos, ele termina de desabotoar a blusa e tira de mim, tira meu sutiã. Eu, vermelha de vergonha e excitação, tava com todo o torso nu na vista dele. O cara pega meus peitos, aperta com mais força que das outras vezes, eu gemi de prazer. Ele percebeu que a dor bem dada me agradava. Nisso, ele puxa meu mamilo com força, mas apertando, e sinto o dobro. De dor, da boca dele só saíam palavras elogiando minha beleza, embora eu tivesse adorado ouvir coisas mais pesadas naquele momento, mas ele me fazia derreter de prazer com o jeito dele agir.

Quando senti a boca dela nos meus peitos, beijando, passando a língua, mordendo, apertando meu mamilo com os dentes de um jeito que meu marido nunca tinha feito, quase perdi o equilíbrio de tanto prazer. Enquanto a boca dela se divertia com meus peitos, uma das mãos amassava minha bunda, como se quisesse arrancar ela de mim, apertava cada nádega com uma força que me fazia ficar na ponta dos pés. De repente, ela para, me vira, se ajoelha e começa a desabotoar e abaixar o zíper da minha minissaia, que cai no chão com o puxão dela. Não sei se é verdade o que ela disse, mas a expressão foi: "Você tem uma bunda de puta". E completa: "Tem uma bunda gostosa, adoro como a tanga se perde no seu rabo". Começa a amassar minhas nádegas — a mulher sabe o que faz. Me dá umas palmadas tão boas que, mais do que doer, me agradam. É gostosa a sensação daqueles tapas secos, fortes e cheios, batendo nas minhas bandas. Nisso, ela se levanta e sussurra no meu ouvido: "Sempre soube que quem usa esse tipo de tanga tão pequenininha é tudo puta". Essas palavras me esquentaram ainda mais. Quando ela me vira e vê a forma da minha tanga na frente, comenta: "Não tenho dúvida de que você é uma puta. Adoro como é pequenininha. Sabe", ela diz, "sou fetichista e amo as calcinhas de puta como você, pequenininha e provocante".

Ele começa a me tocar no contorno da minha calcinha fio dental até chegar na minha entrepernas e me apalpa, suave, tão delicadamente que me fez tremer. Era tão gostoso o que ele fazia que me obrigou a abrir as pernas. Nisso, ele manda eu me ajoelhar, se aproxima e fico com meu rosto na altura do pau dele. Faço o que tem que fazer nessa posição: tiro a calça dele depois de desabotoar e abaixar o zíper. Agora dá pra ver ainda mais perfeitamente através da cueca o pauzão dele. Parece grande. Quando eu abaixo a cueca dele, não tem dúvida de que é grande, mas muito grande. Não quero mentir, mas esse tronco deve ter mais de 20 cm, fácil, quando tá totalmente duro. Aliás, quando peguei ele com as duas mãos, não só a cabeça ficava pra fora.

Pego a masculinidade dele meio dura com minhas mãos, me excita a grossura do tronco e o tamanho da cabeça, puxo o pano pra trás, uauuu me assusta mas eu gosto, dá pra ver que é poderoso e potente, tomara que meu marido tivesse esse pedaço de carne, isso eu não pensei na hora, tô falando agora porque não só chuparia o dia inteiro. Me aproximo da cabeça dele, dou um beijo, outro e mais outro, aí estico minha língua e começo a passar por aquela cabeça que cada vez me agrada mais, enquanto minhas mãos apalpam ele por toda a extensão até os ovos grandes dele, que estavam cheios de porra, o homem enquanto eu começava meu trabalho, tira a roupa toda e começa a me tratar do jeito que eu gosto, com palavras fortes e obscenas, “mmm puta, que gostosa como você vai...”, continuo passando a língua naquela cabeça, agora abro minha boca gulosa o máximo que posso e enfio toda aquela cabeça, fecho a boca, sinto ele grande, mexo a língua como dá dentro da boca pra tocar a cabeça desse pica enorme, sinto um tremor no homem, tiro esse assassino com um chupão, peguei ele desprevenido, a única reação dele foi tirar o matador de mim e falar “puta como você come” e olha que eu mal tinha enfiado a cabeça na boca, depois disso foi um espetáculo, ver ele se mexendo por causa do meu trabalho, chupei ele, enfiei tudo que dava na boca várias vezes, comi os ovos dele com minha boca e língua.

O cara tava quase louco e desesperado, até que gozou na minha boca, não posso mentir nem exagerar, mas o cara tinha um leite guardado, tomei toda a porra dele, era grossa, com cheiro forte mas não desagradável. Quando terminei de limpar a beleza dele, não sei se é comum em um homem da idade dele, mas já tava pronto, com o pau duro, até parecia maior. Tenho que ser sincera, mesmo sabendo que o único destino daquele pau agora era minha buceta. O cara me põe de pé, tira minha calcinha fio dental, senta na cadeira, com o tronco na mão e me fala: "vem, puta, senta sozinha, quero ver o quão puta você é". Ele puxa minha mão e me aproxima, abro minhas pernas, sinto a cabeça do pau dele na minha buceta, é grande, separo meus lábios e começo a sentar, grito. O cara me fala pra continuar, que ninguém vai me ouvir. Sinto que estou enfiando uma estaca enorme, ele ri e fala: "isso, puta, viu que consegue engolir tudo sozinha?". Quando sinto a cabeça toda dentro de mim e ele vai me abrindo, tenho a impressão que minha buceta quer devorar ele e comer cada vez mais daquele pedaço, e eu também. Chego na base do tronco dele, falo que comi tudo, ele ri com um tom irônico e fala: "mas se você é uma prostituta, como não ia comer tudo?". Ele me fazia sentir mais tesão quando me chamava de prostituta.

Ele me manda subir e descer, vou devagar, começo a me acostumar, é uma delícia, adoro como me sinto e como sinto ele, me preenche toda, custa a me mexer mas é gostoso pra caralho. O homem não para de me xingar, me apalpa e maltrata meus peitos, também usa a boca, beija, morde e tudo mais. No meio de tanta coisa junto, não aguentei e gozei meu primeiro orgasmo gritando, desesperada, até chorei. Não sei quanto tempo mais fiquei naquela vara até ele mandar parar, tira o pau de dentro de mim, se levanta, manda eu sentar na mesa dele, levanta minhas pernas, olha pra minha buceta e fala: “Mmmmm, você tem uma buceta linda, sua puta, adoro cachorra que tem os lábios iguais aos seus, dá pra ver que te comem gostoso, confessa, você é uma prostituta, né? Fala quanto cobra, tem uma buceta deliciosa e apertadinha.” Nisso, ele me olha nos olhos e fala “sua puta” e enfia de novo. Agora, o vai e vem na minha buceta é foda, somado ao jeito que ele tratava meus peitos e como mexia no meu clitóris, dessa vez gozei mais rápido que antes. O homem, o tempo todo que me comeu na mesa, não parava de me xingar e, pela primeira vez, quando ele me chama de puta infiel, me senti tão gata e tão puta que falo que sim, que era uma puta infiel, uma vagabunda, uma biscate, uma prostituta e que me comesse até me deixar morta. O homem ri e fala: “Sabia que você era uma prostituta.” Só ouvi até aí, porque me concentrei no meu segundo orgasmo, que, igual ao primeiro, gozei gritando e desesperada como nunca.

Ele, cansado da posição que me segurava, para, manda eu me deitar no chão de barriga pra cima, manda eu segurar nas minhas pernas e deixo toda a minha buceta, que eu sentia aberta como nunca, à disposição dele. Ele se aproxima com o pau na mão e eu vejo ele enfiando cada vez mais fundo dentro de mim até que a pélvis dele bate na minha. Ele falava algo tipo: "Isso, puta, puta gostosa, aposto que seu marido não sabe o quanto você é safada, puta idiota". Primeira vez que eu gostei de ser insultada em relação ao meu estado civil e ele fazendo isso uma e outra vez, eu achava morbidamente excitante. Ele me coloca de quatro e começa a meter na minha bunda.

no momento em que eu estava prestes a ter outro orgasmo, sinto o pau dele ficar mais grosso e percebo que o gozo dele vai percorrendo aquele cano comprido, grosso e quente até explodir na cabeça, saindo com uma força incomum pra mim. o homem se encaixou bem dentro de mim antes de gozar, deixando todo o leite dele lá dentro. sentir o choque do orgasmo dele com o meu me desesperou tanto que me fez sentir um prazer único.



Ao sair de lá já eram quase 21h. Quando me deitei, não parava de pensar naquele homem. Aí meu marido me disse que queria transar, eu falei que não queria dar, que tava cansada, embora isso não me importasse muito porque eu teria feito mesmo. Como já disse antes, não gosto de mentir. Naquela noite, eu até tava com vontade de fazer, só que minha mente tava na pica daquele homem e isso me fazia ficar toda molhada. Foi tanta tesão que, depois de ter certeza de que meu marido tinha dormido bem, tirei a calcinha fio dental do baby doll que eu tava usando e me masturbei até gozar. Pobre do meu marido, dormindo enquanto sua amada esposa — ou a esposa puta que eu tinha virado — gozava num orgasmo pensando e dedicando aquilo a outro homem que não era ele. Um homem que eu mal sabia o nome. Fiquei pensando naquele homem por dois dias, lembrava especialmente de como ele se mexia com aquele pauzão dentro de mim, e isso já bastava pra me deixar molhada. Quando ficava sozinha em casa, depois que meu marido saía e minha filha dormia, eu ia pra minha cama, me deitava, tirava a calcinha pequenininha e acabava me masturbando até gozar. Adorei ter sido comida daquele jeito e como gosto de me sentir tão desejada.

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