Los Cuatro Ancianos. Parte 4

  Isabel nasceu em Toledo há vinte e dois anos. O pai morreu num acidente quando ela tinha só dez anos, e como tinha quatro irmãos mais novos, perdeu boa parte da infância cuidando deles. Não conseguiu estudar, e o único sonho quando chegou à maioridade foi se virar sozinha. Por sorte, nessa época o segundo irmão mais velho conseguiu substituí-la nas obrigações, e ela decidiu cair fora até a capital em busca de uma vida melhor. Logo descobriu que a vida sozinha era tão complicada quanto com companhia demais. Mas aí conheceu José. Com ele, descobriu o que era conexão, confiança, amor. E se surpreendeu com o quanto se sentiu à vontade com ele desde o começo. Ele era seu parceiro, e sentir o toque dele a fazia se sentir amada e desejada. Pelo menos foi assim até agora.
Era quase meia-noite. José tinha chegado, várias horas atrás, com um presente para Isabel. Uma lingerie sexy vermelha. Era o jeito dele de se desculpar com a esposa, que ele tinha negligenciado sexualmente na última semana. Assim que José tomou banho e se vestiu, saíram de casa para jantar num restaurante bacana.
José vestiu seu terno mais chique, mas sem gravata pra não parecer tão formal. Isabel usou seu vestido mais elegante. Um vestido preto de noite que deixava os ombros, o decote e boa parte das pernas de fora. Claramente não usou lingerie por baixo do vestido, porque teria chamado atenção demais, mas deixou guardada no banheiro pra quando chegassem. Isabel estava com o cabelo solto, de um castanho claro brilhante, e com uma trança grossa atrás. Bem penteada, com os lábios pintados de vermelho e a maquiagem na medida certa pra deslumbrar qualquer um. E olha que ela conseguiu mesmo. José teve que ignorar os olhares constantes e nada discretos de todo homem que passasse a dez metros de distância dela.
Depois de jantar com champanhe, resolveram dar um rolê pelos arredores na luz das estrelas. Não durou muito esse passeio planejado pelos arredores de Madrid de mãos dadas, porque não paravam de parar pra se beijar e se apalpar. Voltaram antes de completar um terço do que tinham planejado e foram pra casa finalizar a noite. Durante o trajeto de carro, a Isabel, mesmo indo de carona, usou bastante uma das alavancas de câmbio, e o José agradeceu, porque não parou de fazer zigue-zague o caminho inteiro.
Chegaram em casa e foram direto pro quarto. A Isabel nem se deu ao trabalho de vestir a lingerie sexy que ele tinha dado de presente. Pelo contrário, tudo que ela queria naquele momento era tirar a roupa. Sem parar de se beijar e se tocar, caíram na cama como se fossem um só. A Isabel achou difícil desabotoar a camisa do José enquanto o beijava com gosto, então soltou uma risadinha safada por causa disso. Enquanto isso, o José tentava tirar o vestido da mulher com todo cuidado. Tanto cuidado que tava atrapalhando o clima de tesão que tinha se formado. O José sempre foi muito gentil e atencioso, então não era surpresa que, mesmo naquela situação, ele pensasse em cuidar do vestido da mulher tanto quanto dela. A Isabel, porém, arrebentou os últimos botões da camisa do José e depois tirou o próprio vestido rápido e sem frescura. Não ia deixar uma roupa qualquer estragar o momento. Isso excitou ainda mais o José, que rapidamente baixou a calça e a cueca, e avançou com o pau duro. A Isabel já tava muito tarada, então se deitou de barriga pra cima e não colocou nenhum obstáculo nas intenções dele.
Isabel viu o pau do marido avançar e, sem querer, veio à mente o do sogro, mais grosso e maior. E Isabel se perguntou por que José não tinha herdado a rola do pai. Estranhamente, isso nunca tinha sido um problema antes, e ela se perguntou por que pensou nisso agora. Afastou esses pensamentos da cabeça e, com as mãos, acariciou as coxas do marido, que já começava a penetrá-la. Isabel suspirou de êxtase e apertou com as mãos as nádegas de José. No entanto, enquanto apertava a bunda do marido, ele gozou. Isabel reconheceu o gemido e os espasmos característicos nele, e então olhou para o rosto dele sem acreditar.
—Você terminou? —sussurrou pra ela.
José olhou pra ela por um instante sem responder nada, e finalmente concordou meio envergonhado.
—Me dá um minuto e a gente volta de novo. Isso não acabou, amor — ele garantiu pra ela.
Isabel sorriu de acordo e deu um beijo na boca dele. Ele retribuiu e, em seguida, recostou a cabeça, extasiado. Isabel não conseguiu evitar levar a mão esquerda até a buceta. Continuava muito tesuda e com vontade de dar um sprint de duzentos metros, tamanha era a energia que ainda estava acumulada no corpo dela. Isabel massageou o clitóris de um lado para o outro e sentiu o prazer a embriagando, aos poucos foi crescendo, assim como sua necessidade. Enfiou os dedos dentro da vagina e sentiu o esperma do marido lá dentro. Enfiou os dedos mais fundo, espalhando a porra por todo o interior da buceta de propósito. Isso a excitou pra caralho e ela não parou até sentir a necessidade urgente de receber algo mais contundente entre as pernas. Então, tirou três dedos com uma boa quantidade de esperma neles. Depois, levantou-os para olhar. Viu o esperma escorrendo viscoso da mão até a barriga e sentiu uma puta vontade de lamber os dedos. Ela estranhou, porque sempre achou nojento, mas naquele momento tava com muita vontade. Então, José virou a cabeça e ela afastou os dedos, envergonhada. Na hora, Isabel percebeu que o marido estava de olhos fechados.
— José — ela sussurrou pra acordar ele, mas não adiantou. Aí insistiu mais alto —. José!
Ele acordou e olhou pra mulher dele só com um olho, pra depois gaguejar.
—Só me dá um minuto, um minuto e já vou contigo.
Isabel concordou, sem muita convicção. Depois, colocou a palma da mão sobre o clitóris e esfregou com força e muita energia. Gemeu, mas a mesma sensação de insaciabilidade a tomou, e ela já queria ser penetrada. Olhou para o pau meio duro do marido e desceu em direção a ele. Enfiou na boca e a primeira coisa que sentiu foi a camada de porra que ainda o cobria. Mas descobriu que aquilo não a desagradava nem um pouco, pelo contrário. Continuou lambendo sem parar, extraindo todo o sabor, mas teve a impressão de que o membro de José estava ficando menor a cada momento. Como se fosse uma confirmação, o primeiro ronco do marido chegou bem na hora em que ela mal conseguia manter o pau na boca de tão pequeno e murcho que ele tinha ficado.
— José —ela disse mais uma vez, e depois mais duas. Mas dessa vez o marido não reagiu.
Isabel ainda sentia fogo por dentro e não queria saciar aquilo só com as mãos. Sem pensar duas vezes, levantou da cama e saiu no corredor completamente pelada e descalça. Isabel nem sentia o frio nos pés. A buceta escorria enquanto ela percorria o corredor. Era impossível parar de pensar na pica do sogro, venosa, grossa, grande. Sabia que estava cometendo um puta erro, mas a mente dela expulsou esses pensamentos como se fossem sujeira naquele momento. Na real, Isabel se apressou, como se tivesse medo de desistir se demorasse demais pra chegar.
Isabel abriu a porta do quarto onde Manuel dormia e entrou sem ser convidada. A janela grande do quarto estava escancarada, e a lua cheia daquela noite iluminava o cômodo com força. Isso fazia um friozinho, mas ela não ligou. O sogro já estava na cama, dormindo, com a cabeça virada de lado e sem roncar. Não se ouvia nada além do próprio coração de Isabel batendo a mil por hora. Com passos curtos e lentos, ela foi se aproximando, e a excitação só aumentava. Foi quando viu uma das calcinhas dela na beirada esquerda da cama. Era a calcinha que ele tinha jurado que tinha colocado pra lavar. Estranhamente, ela não se importou nem um pouco. Em vez disso, pegou o lençol e puxou, deixando Manuel completamente descoberto. Ele também estava pelado na cama, e aquele cheiro característico de homem velho a embriagou. Longe de incomodar, parecia excitá-la ainda mais. E foi aí que ele acordou.
Manuel abriu os olhos num instante e viu na sua frente a nora completamente pelada. No começo ficou todo confuso, mas se recompôs num piscar de olhos e observou como a luz da lua banhava toda a pele da Isabel. O peito dela subia e descia por causa da respiração acelerada. Mostrando em todo o seu esplendor os peitos dela, realmente perfeitos. Nem grandes demais nem caídos, nem tão pequenos que não tivesse nada pra pegar. Os bicos dos peitos dela estavam tão durinhos que podiam furar um balão. A buceta da Isabel parecia mais sombreada porque a perna direita estava um pouco na frente. Mas as mesmas pernas longas davam um ar de sensualidade exagerado. O rosto da Isabel olhava pra ele com nervosismo, mas com muito tesão. A cabeleira solta cobria parte do rosto e então a cabeça dela virou na direção do pau, completamente duro, do Manuel. A cabecinha vibrava, subia e descia como se tivesse fazendo flexão.
Isabel subiu na cama e montou direto no sogro. Não queria mais beijos nem carícias. Só queria ser fodida de uma vez, pra matar de vez a vontade. A nora excitada se posicionou por cima e esfregou a buceta no pau dele. Então Manuel agarrou a bunda dela com as mãos velhas e grandes. Espalmou as nádegas dela como se estivesse amassando farinha, de um lado pro outro, o que pareceu aumentar a excitação de Isabel de forma doida. Depois levantou a bunda dela o suficiente pra encaixar o pau bem na buceta dela. Um gemido de êxtase de Isabel mostrou que a encaixada tinha dado certo, e como se fosse um motor de locomotiva começando a pegar no tranco, ela começou a cavalgar cada vez com mais energia. O pau do sogro chegava até o fundo da buceta dela e Isabel acelerava como se não parasse de jogar carvão no motor da locomotiva. Manuel continuava ajudando no esforço enquanto segurava a bunda dela e espalmava do jeito que queria.
Isabel estava com a bunda vermelha, mas a última coisa que queria era que o sogro parasse de apalpar ela com aquelas mãos lascivas. Se sentia completamente invadida, ultrajada e penetrada, e estava adorando. Agora era ela quem estava gozando antes do tempo. Sentiu a onda de prazer embriagando cada centímetro da sua pele. Soltou vários gemidos altivos antes de lembrar que o marido estava em casa. Prendeu a respiração e as veias do pescoço ficaram marcadas de conter tamanho êxtase. Aos poucos, a locomotora foi diminuindo a marcha, em meio a espasmos de prazer incontroláveis.
Manuel, num rompante de vitalidade, virou Isabel e a colocou ao lado dele, pra depois se deitar por cima dela. Completamente submissa, Isabel só gemia baixinho, e não resistiu quando o sogro enfiou a língua na boca dela. Sem se desgrudar em nenhum momento, Manuel saboreou a língua da nora como um javali faminto. Ao mesmo tempo, apalpou as costas dela com firmeza e uma certa brutalidade, mas Isabel se contraiu de prazer com o toque. Em seguida, Manuel tirou a língua e um som gelatinoso ecoou quando as bocas se separaram, pra depois descer um pouco até os peitos dela e meter na boca o seio esquerdo inteiro. Ele lambeu o mamilo com gosto, e trocava de peito a cada vinte segundos. Isabel se divertia como uma criança e apertou o sogro com as pernas, enquanto passava as mãos nas costas dele cheia de desejo.
Após vários minutos, Manuel continuou descendo até a buceta, que ele devorou sem cerimônia. Isabel sentiu a língua do sogro lamber seus lábios inferiores, seu clitóris e, por fim, invadi-la bem lá dentro. A buceta de Isabel estava cheia de seus próprios fluidos, que se espalharam como uma fonte transbordante. Diante de tamanho prazer, ela foi se entregando cada vez mais.
Isabel tinha perdido a virgindade com o José. Pra ela, sexo sempre foi algo complementar num relacionamento, tipo viajar ou ir ao cinema. Até que conheceu o Manuel. Com ele, tava descobrindo a parte mais safada e depravada do seu ser. Uma parte que nem sabia que existia, que a envergonhava, mas que dominava ela completamente nesses momentos.
O coração de Isabel batia forte quando o sogro parou de chupar ela pra depois se levantar de novo até o rosto dela. Enquanto fazia isso, colocou o pau e começou a meter. Quando os rostos dos dois se encontraram, ele já tinha enfiado tudo até o fundo. Manuel beijou ela nos lábios e no queixo enquanto não parava de meter. Isabel sentia uns flashes de arrependimento na cabeça, mas eram abafados na hora pelo prazer. O sogro tava fodendo ela no pelo enquanto o marido dormia na mesma casa, mas ela só conseguia dar as boas-vindas, abrindo as pernas e esticando os braços num sinal de submissão.
Manuel continuou penetrando ela com cada vez mais força, aproveitando cada segundo e cada estocada. Não queria que o momento acabasse, então segurou várias vezes o orgasmo na base da força de vontade. Mas quando sentiu o corpo de Isabel se contrair mais do que o normal, quando alguns gemidos incontroláveis começaram a escapar, ele soube que ela estava tendo outro orgasmo — e nem toda a experiência dele o preparou pra aquilo. Manuel sentiu um formigamento percorrer o corpo inteiro e, um instante depois, gozou dentro dela por completo. Sentiu a porra jorrando como um gêiser milenar, e a respiração dos dois se descontrolou enquanto se olhavam.
Isabel soube que o sogro tinha gozado dentro dela. Isso tinha lhe dado muito prazer, mas agora uma onda de arrependimento a castigava que nem um capataz de escravos. Os olhares deles se cruzaram, mas ela não sabia o que dizer naquele momento. Não podia reclamar de nada, porque tinha sido ela quem tinha ido atrás dele, mas também não podia se mostrar satisfeita, porque os remorsos não deixavam.
—Já tenho que ir — sussurrou finalmente.
Manuel assentiu e se afastou de cima da nora. Quando ele tirou o pau de dentro dela, ouviu-se um som viscoso, igual ao de um ralo desentupindo. Ela sabia que a buceta inteira estava cheia de porra, e mesmo tendo curtido a sensação de ser preenchida, queria de algum jeito reclamar disso. Por sorte, Isabel sempre tomava a pílula certinho, mas ele não sabia disso, e ela ficava puta por ele nem sequer perguntar. Mesmo assim, Isabel estava sem palavras e só queria vazar. Levantou da cama e, sem se despedir, foi direto pro banheiro.
Manuel viu ela indo embora. A bunda dela tava vermelha e escorrendo pelas pernas o esperma dele e os próprios fluidos dela. Ela era realmente gostosa, sem dúvida a mulher mais linda que ele já tinha comido. O coração dele continuou batendo num ritmo acelerado por um bom tempo.



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