ziL e eu

Tudo começou num sábado à tarde, depois de beber com os amigos do trabalho, a gente decidiu ir num bar que tinha mulheres de programa — só pra deixar claro, não era um puteiro, mas se você tivesse grana pra pagar, elas aceitavam. Tinha poucas mulheres, só uma me chamou a atenção, mas mesmo assim eu não dava bola, apesar dela ficar me encarando. A gente passou o tempo bebendo e batendo papo no bar, até que começou a escurecer e cada um teve que ir pra sua casa. Pra ser sincero, não lembro como saí daquele bar, mas o bom é que cheguei em casa. Passou um tempo e a bebedeira foi passando, mas o tesão continuava firme. Resolvi entrar no site do Locanto e ver anúncios de acompanhantes, porque já fazia um tempo que eu tava de olho num anúncio de uma garota trans. De tanto pensar, acabei mandando uma mensagem — não seria minha primeira trans, na verdade seria minha terceira. Ela respondeu na hora e, melhor de tudo, tinha local próprio e era num lugar central, então não tinha risco de insegurança por qualquer motivo. Tomei banho o mais rápido que pude, liguei a moto e fui pro local. Era uma vila com um pátio bem grande e vários quartos. As inseguranças começaram a foder minha cabeça: medo de alguém me reconhecer, medo da mina ser feia, mas principalmente medo de alguém me ver naquele lugar. Mas vou dar um conselho pra vocês (ajam o mais natural possível diante de qualquer situação que te cause vergonha, porque quem se esconde sempre é pego, então ajam normal, cada um cuida da sua vida 😉). Me acalmei, sentei num banco e mandei mensagem. Ela respondeu pra eu bater na porta de número 11. Foi o que fiz, bati na porta e, sem demora, uma mina de óculos, cabelo bem comprido e uma voz meio fofinha abriu. Ela não tava vestindo nada sensual, na verdade tava de suéter e calça jeans, parecia bem nerd, mas cheirava uma delícia. O quarto era bem pequeno, mas era aconchegante. A gente conversou um pouco e, sério, ela era Gostosa, a ação começou na hora porque eu já tava muito tarado. Acabei tirando o suéter dela e vi que ela tinha uns peitinhos bem pequenos. Comecei a beijar ela e agarrar a bunda dela, baixei minha calça e mandei ela chupar minha pica. Mano, era uma delícia, ela deixava minha pica toda babada. Foi uma das melhores boquetas que já recebi. Ficamos nessa por um tempão até eu decidir baixar a calça dela. Ela tava de calcinha roxa.ziL e euDesci minha mão pra continuar acariciando a bunda macia dela, aí decidi passar a mão pela virilha dela pra sentir o pau, era um pau bem duro, quase do mesmo tamanho que o meu, era uma boa competição porque a gente tinha quase a mesma coisa entre as pernas. Tirei ele pra fora e deitei ela na cama, e sem pensar duas vezes comecei a chupar. Sério, tocar num pau que não é seu é uma parada estranha, é como tocar num pedaço de carne com uma textura diferente, entre flácido e duro. Enfiava ele até o fundo da minha boca e tinha um gosto gostoso, nunca chupei pau de um homem normal, só de garotas trans, e sério, aquele sabor é delicioso. Levantei pra colocar ela de quatro, mas aí perguntei se ela tinha proteção. Ela se levantou e começou a procurar nas coisas dela, tirando uma camisinha Prudence clássica. Coloquei com a boca e ela me passou um pouco de lubrificante, aí peguei ela de missionário e fiquei metendo um bom tempo enquanto batia uma pra ela e via a cara dela de êxtase.pequenininhaAcomodei ela de quatro sem tirar a rola. Tinha um espelho de corpo inteiro, então decidi filmar ela nessa posição, e puta que pariu, aquela cena ficou uma delícia.travestiFoi só um tempinho porque a posição tava meio desconfortável, já que a gente quase tinha a mesma altura. Acabei descansando e vi a camisinha bem murcha por causa do lubrificante. Aí resolvi tirar, ela não falou nada, mas percebi que eu agradei, porque não sou feio nem muito bonito. Ela continuou chupando minha rola e, no meio da putaria de beijos e esfregando nossos paus.travestiAcabei gozando na cara dela.muito gostosaA gente conversou um tempão pelados e pedi um favor pra ela: me emprestar o banheiro dela pra dar uma molhada, pra limpar o suor e o lubrificante. Aí saí do banho e a gente ficou mais um tempo conversando, até que decidi agradecer e me despedir com um beijo. Sério, sempre trato elas como qualquer outra mina, não tenho preconceito nenhum. Espero que curta meu relato real — tem mais partes disso, porque a gente saiu de novo e, pode-se dizer, ficou como se fosse namorado. Se quiser ler mais, espero seus comentários. Linda noite. ❤️ É isso que essas garotas curtem, porque sempre gosto de passar uma boa imagem.

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