Era inocente e eu, um canalha que ia tirar proveito disso. A filha do pastor da igreja. Aos 24 anos, eu era o típico rebelde, o tal "bad boy". Hoje, um pouco mais velho, posso dizer que tinha um parafuso solto na cabeça, e um pai que bancava tudo pra mim, algo que sempre retribuía sendo um aluno nota 10. Analisando meu comportamento com as mulheres, acho que pode ser culpa do meu velho. Ele sempre foi um putanheiro. Desde moleque, me fazia de cúmplice nas mentiras que usava com as amantes dele.
Talvez por isso que pra mim fidelidade nunca foi uma opção, na real perdi a virgindade aos 17 e meu primeiro relacionamento sério foi só aos 19, eu amava ela de verdade, mas mesmo assim não fui fiel… Naqueles anos eu passei o tempo comendo tudo que aparecia. Meu melhor amigo, tão atrofiado quanto eu, tinha os mesmos "valores". Éramos como irmãos, só que ele era loiro e eu moreno. Numa manhã de sábado eu tava de férias, dormindo pra me recuperar da noite anterior, era quase meio-dia e meu amigo foi lá em casa, precisava da minha ajuda, pediu como se fosse uma emergência, tamanha a desesperação que fiquei preocupado. Acontece que a mãe dele tava viajando, então ele tava com a casa só pra ele, uma mina que deixava ele doido aceitou almoçar com ele, mas ia levar uma amiga, aí que entrava minha ajuda. Pra não me alongar muito, a gente tinha quase 24, a do meu amigo 19 e a outra 18…
De sobremesa, a gente propôs jogar "o rei manda". O jogo é basicamente pegar um baralho, tirar um rei e uma carta pra cada jogador (só um rei). Distribuir. Quem pegar o rei manda desafios, prendas ou faz perguntas pros outros. O bom é que a gente tinha as cartas marcadas. O jogo começou tranquilo e a gente foi esquentando… Depois de um pouco de álcool, eu coloquei como prenda que tal número e tal número fossem pra um quarto sozinhos por meia hora. Eram meu amigo e a namorada dele. Fiquei sozinho com a outra mina, gostosa, bem inocente, tava na cara que era virgem. Comecei a conversar sobre tudo, sempre fingia interesse, mas dessa vez não precisei fingir. Ela me contou como os pais dela eram rígidos, que a vida inteira dela era julgada por versículos bíblicos, que tinha terminado fazia 2 dias com o namorado de 2 anos, e por isso a amiga dela sugeriu dar uma espairecida e sair. Não tenho orgulho do que vem a seguir, mas vou tentar contar tudo exatamente como aconteceu.
— Se quiser esvaziar a cabeça, conheço um jeito. + Qual? Me aproximei pra beijar ela e ela me rejeitou — Desculpa, achei que tinha clima. + É que… sei lá… desculpa (ela ficou vermelha e nervosa) — Tudo bem, se você não gostou de mim, não é obrigada a me beijar. + É que você é muito gato, mas vocês são uns gatos! Mentem pra todas só por uma coisa. — Eu te conheci hoje, por que você não me dá uma chance em vez de me julgar por besteiras que os invejosos falam? (Como era fácil conhecer uma adolescente, me surpreendia.) Voltei a me aproximar e nos beijamos. Fiz a gente ficar de pé e, sem parar de nos beijar, com um pouco de objeção que eu resolvi com mais frases idiotas, levei ela pra um quarto. Ao entrar, nosso beijo já era intenso. Eu apalpava a bunda dela, que era firme como um muro, e os peitos dela. Mal entramos, tirei meu pau esperando que ela chupasse… Ela quase desmaiou de emoção, susto e sei lá mais o que passava por ela. Aí ela me contou que nunca tinha estado assim com alguém. — Entendo, você é virgem. + Sim, mas nunca tinham me beijado assim… É muita coisa isso. — Mas você gosta? Ela concordou balançando a cabeça.
Tava muito nervosa, me contou que o namorado largou ela porque nunca tinha transado, tipo, nem chupado ela, nem batido punheta pra ela, nem sequer tocado nela. Óbvio que ela contou com outras palavras e cheia de rodeios… Eu fingia que tava com pena dela, e lamentava tudo. Mentira! Tava rindo por dentro. Era um desafio, a partir daí me identifico como um canalha… + se você me deixar, posso te ensinar tudo, não entendo como tem caras que não sabem tratar uma mulher gostosa como você… gostou dos meus beijos? Te garanto que todo o resto vai te agradar mais… e vai nos unir muito… hoje à noite, quando a gente der um rolê na minha moto e você me abraçar, vai sentir que a gente se conhece há uma vida inteira… Os olhos dela se encheram de amor… e em homenagem à página, vou dar detalhes do que fiz com ela… Tirei a calcinha dela, que tava encharcada, não era só nervoso, ela tava com tesão. Deitei ela e lambi a buceta virgem dela… ela curtia sentir uma língua pela primeira vez, depois aproximei meu pau da boca dela, ela não sabia o que fazer.
Faz como se fosse um doce… não usa os dentes, babaca bastante, se escorrer pela sua boquinha deixa… adoraria ver isso… Ela fechou os olhos e começou a chupar meu pau, por dentro eu ria do idiota do ex dela… dois anos e nem uma punheta ele fez ela gozar, eu em duas horas já tinha ela escorrendo porra pela boca. Enfiei um pouco pra ela ter a experiência completa, queria ver a carinha angelical dela lacrimejando no meu pau. Depois chegou a hora de comer ela… ainda tava na dúvida se deixava ou não… … como se fosse o melhor namorado do mundo, falei no ouvido dela + isso a gente faz junto, linda, a partir de agora você e eu vamos ser um… e eu quero ser seu, ela me beijou e abraçou apaixonadíssima, Aproximei meu pau e passei minha glande entre os lábios da buceta dela, ela suspirava e gemia. – vai doer muito? +primeiro um pouco, meu amor, mas se me deixar te garanto que vai gostar. Ela pediu pra eu fazer dela minha. Em honra à minha pouca cavalheirismo, devo dizer que sim, curti o momento, fiz do jeito mais amoroso possível. Mas também deixo claro que fiz devagar, fiz com força, de quatro, perninhas no ombro, de barriga pra baixo, ela por cima, 69 e contra a parede ela de costas pra mim, são as posições que lembro que a gente fez ah! E de lado, achava que não ia ver ela de novo, queria deixar «minha marca» nela, a do canalha que fez dela mulher…
Só por falta de tempo não meti no cu dela, mas ela me prometeu que mais pra frente seria meu. Fiquei comendo ela por mais de 4 horas (claro, com umas pausas). Nunca mais atendi o telefone dela, ela veio me procurar em casa, falava com minha mãe dizendo que tava apaixonada por mim… enfim… o tempo fez o dele, a água passou por baixo da ponte. Me formei, viajei, atualmente tô (ou pelo menos até hoje tava) felizmente casado, cuido das empresas da minha família, onde temos mais de 500 funcionários diretos. Toda essa primeira parte ficou no meu passado até hoje. Por causa de negócios, voltei pra aquela cidade depois de décadas, fomos no supermercado e cruzei com ela. Obviamente os anos mudaram nossos corpos, mas ainda dá pra reconhecer. Quis pedir desculpas, perdão, explicar que não sou mais aquele idiota. Ela tava com quem imaginei ser o marido dela, então não soube o que fazer, não fiz nada, mesmo quase tendo um infarto quando vi um jovem chamando ela de mãe. Parecia um clone meu, a semelhança era impressionante. Ela, suponho, tava igual a mim. Pra evitar o desastre que podia rolar, pediu pro garoto procurar alguma coisa. Segui ele e, com uma desculpa besta, perguntei a idade dele (os números bateram certinho). Ele me contou que trabalha como pedreiro, que largou os estudos por falta de grana, mais umas coisas. Me segurei pra não chorar. Como se já não bastasse, o pai dele — porque nessa história (pelo menos até agora) eu sou só o genitor — o pai dele é o ex do qual eu ri inúmeras vezes… Não sei o que fazer… mas pelo menos isso é um jeito de aliviar um pouco a pressão que tô sentindo.
Talvez por isso que pra mim fidelidade nunca foi uma opção, na real perdi a virgindade aos 17 e meu primeiro relacionamento sério foi só aos 19, eu amava ela de verdade, mas mesmo assim não fui fiel… Naqueles anos eu passei o tempo comendo tudo que aparecia. Meu melhor amigo, tão atrofiado quanto eu, tinha os mesmos "valores". Éramos como irmãos, só que ele era loiro e eu moreno. Numa manhã de sábado eu tava de férias, dormindo pra me recuperar da noite anterior, era quase meio-dia e meu amigo foi lá em casa, precisava da minha ajuda, pediu como se fosse uma emergência, tamanha a desesperação que fiquei preocupado. Acontece que a mãe dele tava viajando, então ele tava com a casa só pra ele, uma mina que deixava ele doido aceitou almoçar com ele, mas ia levar uma amiga, aí que entrava minha ajuda. Pra não me alongar muito, a gente tinha quase 24, a do meu amigo 19 e a outra 18…
De sobremesa, a gente propôs jogar "o rei manda". O jogo é basicamente pegar um baralho, tirar um rei e uma carta pra cada jogador (só um rei). Distribuir. Quem pegar o rei manda desafios, prendas ou faz perguntas pros outros. O bom é que a gente tinha as cartas marcadas. O jogo começou tranquilo e a gente foi esquentando… Depois de um pouco de álcool, eu coloquei como prenda que tal número e tal número fossem pra um quarto sozinhos por meia hora. Eram meu amigo e a namorada dele. Fiquei sozinho com a outra mina, gostosa, bem inocente, tava na cara que era virgem. Comecei a conversar sobre tudo, sempre fingia interesse, mas dessa vez não precisei fingir. Ela me contou como os pais dela eram rígidos, que a vida inteira dela era julgada por versículos bíblicos, que tinha terminado fazia 2 dias com o namorado de 2 anos, e por isso a amiga dela sugeriu dar uma espairecida e sair. Não tenho orgulho do que vem a seguir, mas vou tentar contar tudo exatamente como aconteceu.
— Se quiser esvaziar a cabeça, conheço um jeito. + Qual? Me aproximei pra beijar ela e ela me rejeitou — Desculpa, achei que tinha clima. + É que… sei lá… desculpa (ela ficou vermelha e nervosa) — Tudo bem, se você não gostou de mim, não é obrigada a me beijar. + É que você é muito gato, mas vocês são uns gatos! Mentem pra todas só por uma coisa. — Eu te conheci hoje, por que você não me dá uma chance em vez de me julgar por besteiras que os invejosos falam? (Como era fácil conhecer uma adolescente, me surpreendia.) Voltei a me aproximar e nos beijamos. Fiz a gente ficar de pé e, sem parar de nos beijar, com um pouco de objeção que eu resolvi com mais frases idiotas, levei ela pra um quarto. Ao entrar, nosso beijo já era intenso. Eu apalpava a bunda dela, que era firme como um muro, e os peitos dela. Mal entramos, tirei meu pau esperando que ela chupasse… Ela quase desmaiou de emoção, susto e sei lá mais o que passava por ela. Aí ela me contou que nunca tinha estado assim com alguém. — Entendo, você é virgem. + Sim, mas nunca tinham me beijado assim… É muita coisa isso. — Mas você gosta? Ela concordou balançando a cabeça.
Tava muito nervosa, me contou que o namorado largou ela porque nunca tinha transado, tipo, nem chupado ela, nem batido punheta pra ela, nem sequer tocado nela. Óbvio que ela contou com outras palavras e cheia de rodeios… Eu fingia que tava com pena dela, e lamentava tudo. Mentira! Tava rindo por dentro. Era um desafio, a partir daí me identifico como um canalha… + se você me deixar, posso te ensinar tudo, não entendo como tem caras que não sabem tratar uma mulher gostosa como você… gostou dos meus beijos? Te garanto que todo o resto vai te agradar mais… e vai nos unir muito… hoje à noite, quando a gente der um rolê na minha moto e você me abraçar, vai sentir que a gente se conhece há uma vida inteira… Os olhos dela se encheram de amor… e em homenagem à página, vou dar detalhes do que fiz com ela… Tirei a calcinha dela, que tava encharcada, não era só nervoso, ela tava com tesão. Deitei ela e lambi a buceta virgem dela… ela curtia sentir uma língua pela primeira vez, depois aproximei meu pau da boca dela, ela não sabia o que fazer.
Faz como se fosse um doce… não usa os dentes, babaca bastante, se escorrer pela sua boquinha deixa… adoraria ver isso… Ela fechou os olhos e começou a chupar meu pau, por dentro eu ria do idiota do ex dela… dois anos e nem uma punheta ele fez ela gozar, eu em duas horas já tinha ela escorrendo porra pela boca. Enfiei um pouco pra ela ter a experiência completa, queria ver a carinha angelical dela lacrimejando no meu pau. Depois chegou a hora de comer ela… ainda tava na dúvida se deixava ou não… … como se fosse o melhor namorado do mundo, falei no ouvido dela + isso a gente faz junto, linda, a partir de agora você e eu vamos ser um… e eu quero ser seu, ela me beijou e abraçou apaixonadíssima, Aproximei meu pau e passei minha glande entre os lábios da buceta dela, ela suspirava e gemia. – vai doer muito? +primeiro um pouco, meu amor, mas se me deixar te garanto que vai gostar. Ela pediu pra eu fazer dela minha. Em honra à minha pouca cavalheirismo, devo dizer que sim, curti o momento, fiz do jeito mais amoroso possível. Mas também deixo claro que fiz devagar, fiz com força, de quatro, perninhas no ombro, de barriga pra baixo, ela por cima, 69 e contra a parede ela de costas pra mim, são as posições que lembro que a gente fez ah! E de lado, achava que não ia ver ela de novo, queria deixar «minha marca» nela, a do canalha que fez dela mulher…
Só por falta de tempo não meti no cu dela, mas ela me prometeu que mais pra frente seria meu. Fiquei comendo ela por mais de 4 horas (claro, com umas pausas). Nunca mais atendi o telefone dela, ela veio me procurar em casa, falava com minha mãe dizendo que tava apaixonada por mim… enfim… o tempo fez o dele, a água passou por baixo da ponte. Me formei, viajei, atualmente tô (ou pelo menos até hoje tava) felizmente casado, cuido das empresas da minha família, onde temos mais de 500 funcionários diretos. Toda essa primeira parte ficou no meu passado até hoje. Por causa de negócios, voltei pra aquela cidade depois de décadas, fomos no supermercado e cruzei com ela. Obviamente os anos mudaram nossos corpos, mas ainda dá pra reconhecer. Quis pedir desculpas, perdão, explicar que não sou mais aquele idiota. Ela tava com quem imaginei ser o marido dela, então não soube o que fazer, não fiz nada, mesmo quase tendo um infarto quando vi um jovem chamando ela de mãe. Parecia um clone meu, a semelhança era impressionante. Ela, suponho, tava igual a mim. Pra evitar o desastre que podia rolar, pediu pro garoto procurar alguma coisa. Segui ele e, com uma desculpa besta, perguntei a idade dele (os números bateram certinho). Ele me contou que trabalha como pedreiro, que largou os estudos por falta de grana, mais umas coisas. Me segurei pra não chorar. Como se já não bastasse, o pai dele — porque nessa história (pelo menos até agora) eu sou só o genitor — o pai dele é o ex do qual eu ri inúmeras vezes… Não sei o que fazer… mas pelo menos isso é um jeito de aliviar um pouco a pressão que tô sentindo.
4 comentários - La hija del pastor