Essa história não é minha. Oi, meu nome é Vanessa Paola Hall, tenho 29 anos, sou do Panamá. Há uns 5 ou 6 anos, vivo algo realmente safado e quente com meu pai, mas vamos começar do início. Moro com meus pais: minha mãe é uma senhora de 48 anos, já aposentada; meu pai tem apenas 50, é alto, forte, moreno. Quase sempre ficava sozinha em casa, já que trabalho de lá, entre tarefas e outras coisas, o tempo voa. Então, basicamente, não saio pra pegar ninguém nem nada disso. Com o tempo, toda minha tensão sexual foi se acumulando cada vez mais. Eu me masturbava toda noite, tentando não gemer pra meus pais não ouvirem. Minha mãe viaja demais com o dinheiro da aposentadoria, sai com as amigas, viaja muito. E fazia tempo que eu tava distante do meu pai, mal se beijavam. Então, tudo começou quando eu tinha 22 anos. Naquele dia, minha mãe tinha viajado por dois dias, e eu tava sozinha em casa. Terminei meus serviços e tava super tarada, comecei a me tocar. Me despi e, como sabia que tava sozinha, nem me preocupei em fechar a porta. Coloquei um pornô na TV e comecei a enfiar os dedos, primeiro um, depois dois. Tava em êxtase, muito molhada e quente, que nem percebi que meu pai tinha chegado. Naquele dia, tinham liberado eles mais cedo do trabalho, quase nunca acontecia, mas às vezes rola. Quando ele me viu, acho que ficou observando o show uns minutos. — Vanessa! O que você tá fazendo? Meu corpo se arrepiou, tentei me cobrir com os lençóis. — Pai! O que cê faz aqui? — respondi, mas naquela hora vi: ele tava com o pau pra fora, se masturbando enquanto me via me masturbar. Tava super duro e lubrificado, era bem grande, uns 18cm, super moreno e venoso, com a cabeça rosada. — O que cê tá fazendo, pai? A voz tremia, mas fazia tempo que não via um pau. Senti uma fraqueza percorrer meu corpo todo. Naquele momento, ele começou a se aproximar da cama, e eu não sabia o que fazer. , a adrenalina estava no máximo — que deliciosa você tava de pernas abertas, filha. Essas palavras, meu deus, há quanto tempo eu tava me vendo? Isso realmente tava acontecendo? Eu tava tão perdida nos meus pensamentos que nem percebi que o lençol não tava cobrindo um dos meus peitos. Meu pai sentou na cama ao meu lado e aproximou a cabeça dos meus peitos, começou a passar a língua. Meu deus, era uma sensação nova e perigosamente deliciosa — Não! Pai, isso é estranho, eu disse, mas meu corpo não respondia, não me afastei. Meu pai pegou minha mão e fez eu agarrar a rola dele, tava tão quente e eu sentia como pulsava — Filha, você tá há muito tempo sem namorado, e eu tô há vários meses sem fazer amor com sua mãe. Inconscientemente, comecei a estimular aquela rola linda, e em pouco tempo senti ele abrir minhas pernas debaixo dos lençóis. Os dedos dele passaram pela minha buceta e um calor se soltou em mim — Mmm, sim, pai — Você tá com ela muito molhada, filha, dizia meu pai enquanto levava os dedos à boca pra provar meus sucos. Ele se levantou e tirou toda a roupa, eu não podia acreditar. E naquele momento, tudo saiu do controle. Ele tirou o lençol de cima de mim e eu fiquei nua, com as pernas querendo se abrir. Ele se abaixou e comeu minha buceta como ninguém nunca tinha feito, enfiava os dedos a cada lambida, a língua dele explorava cada centímetro da minha vulva, cada dobra dos meus lábios. Ele sugava eles e era a melhor sensação do universo. Minha respiração tava no máximo, minha buceta tava um mar, meu pai bebendo cada gota. Naquele momento, ele se levantou e eu tava toda corada, quente e suada. Ele aproximou a rola da minha boca e eu, sem pensar, comecei a chupar. Sentia que tava me afogando, ele ia até o fundo da minha garganta. Ele não se importava com nada naquele momento, meus olhos lacrimejavam da sensação de sufocamento. Então, depois de vários minutos deliciosos, senti um jorro quente encher minha boca. Ele tinha gozado na minha boca, eu tinha o sêmen do meu pai na boca e comecei a engolir —você é uma putinha, né, adora a porra do papai. As palavras dele me esquentaram e me aproximei pra beijá-lo, nos fundimos num beijo delicioso, sentei em cima dele e peguei seu pau — sim papai, sou uma puta gostosa, por favor me enche de porra. Comecei a enfiar o pau dele na minha buceta e ele começou a me foder tão gostoso, o pau dele preenchia cada centímetro da minha buceta, enquanto me fodia senti um dos dedos dele entrando no meu cu — aaaaah, filho da puta. Meu pai me calou com um beijo, não sei quanto tempo passou, mas senti de novo o jorro quente enchendo meu útero, minha buceta. Fiquei em cima dele com o pau dele dentro, quando finalmente recuperamos o fôlego, ele se levantou, pegou a roupa dele e me deixou largada na cama como se fosse um brinquedo, e basicamente nisso eu tinha me transformado. Era o começo de algo realmente doentio entre nós. Os dias seguintes foram tensos, mas dava pra ver o desejo nos nossos olhares, desejando de novo ficar sozinhos em casa pra poder aproveitar de novo...
3 comentários - Com o papai