Ele tinha uma piroca bem grossa... e arrebentou meu cu. Finalmente consegui enfiar a cabeça toda no meu cu… agora começava a percorrer devagar todo o meu interior… num momento senti que chegava no limite, a pélvis dele batendo em mim... Antigamente, quando todo mundo viajava muito mais de ônibus de longa distância, essas coisas aconteciam. Depois, apareceram os aviões, mas sinceramente, o banheiro é muito, muito pequeno, e é complicado fazer alguma coisa lá dentro. Isso aconteceu com uma amiga num ônibus, voltando pra casa, depois de umas férias na cidade de Buenos Aires. “Tava um calorão, eu tava usando uma saia bem curta e uma camiseta branca com um decote grande, bem do jeito que meu marido gosta que eu use, porque ele diz que dá pra ver só 50% das minhas tetas enormes, e os outros 50% eles podem imaginar à vontade… Finalmente chegou o ônibus que ia me levar de volta pra casa, mesmo tendo curtido essas férias bem mais do que imaginava, são muitos dias de calor e umidade em Buenos Aires, e eu não tô acostumada com isso. Fila interminável de gente subindo no ônibus, claro que eu deixo todo mundo subir, e espero todos estarem lá em cima pra poder subir depois, tranquila… Percebi que éramos três que pensávamos igual, dois homens e eu. Notei o olhar dos dois se fixando na minha bunda, já que ao subir antes deles, dei uma vista única… Subi pro andar de cima do ônibus e fui pro meu lugar, que tinha pegado no fundão. Torcia pra não ter ninguém sentado do meu lado, já que na última viagem tive que aturar os roncos de um velhinho que viajou do meu lado. Ao chegar na parte de trás do ônibus, vi que os últimos 4 assentos estavam vazios, logo pensei que isso era uma armadilha do destino, porque não podia ter tanta sorte assim. Sentei e me ajeitei pra passar uma viagem sossegada… mas o destino tava rindo de mim, porque um dos dois homens que estavam lá embaixo vinha andando atrás de mim, e sentou num Os assentos que ficam do lado do meu, mas do outro lado do corredor. E como se isso não bastasse, o outro cara que subiu depois de mim também vinha andando e, pra minha sorte, sentou bem na frente do meu assento. Não podia ser tão perfeito (pensei enquanto sorria) — o destino sempre me prega essas peças… Depois de umas duas horas de viagem, percebi pela quinta vez que o homem do meu lado (do outro lado do corredor) não parava de me olhar. De vez em quando, virava a cabeça na minha direção e, sem tentar passar despercebido, me encarava por alguns segundos… Nas primeiras duas vezes, eu olhei de volta (erro de novata, eu repetia pra mim mesma). Depois disso, toda vez que notava que ele me olhava, eu seguia minha vida como se não tivesse percebido (pelo menos, sem deixar ele saber que eu tinha notado). Pensei que, se ele me olhasse várias vezes e visse que eu não olhava mais, ele ia se cansar e parar… Tinha algo naquele homem que pedia pra eu olhar, então, bem disfarçadamente, virei a cabeça e observei ele por uns segundos, porque tinha algo nele que me chamava a atenção e eu não conseguia descobrir o que era. Isso… finalmente descobri o que me chamava tanto a atenção naquele desconhecido… e era justamente que ele era muito parecido com um amigo do meu marido, que a gente não via há anos porque ele tinha se mudado de cidade. Era bem parecido, mas esse desconhecido devia ter uns 10 anos a menos que o Víctor (o amigo do meu marido). Além disso, tinha cabelo preto e era bem mais magro que o Víctor, que há uns anos já era grisalho e bem gordinho, e naquela época eu calculava que ele devia estar completamente grisalho e com uma barriga enorme. Foi lembrando da barriga dele que eu baixei o olhar e vi como o cara estava se tocando no pau por cima da calça. Dava pra ver que ele estava duro, e com todo cuidado ele se acariciava por cima da roupa. De repente, me vi com o olhar Olhar e o sorriso safado dele, e ele encontrou o meu sorriso também, não sei bem por quê, mas isso me excitava pra caralho. Aproveitei que já era quase noite pra baixar mais o decote da minha regata e, ao ver como os olhos dele se arregalaram, decidi ir além e fazer algo que sempre deixa os homens loucos. Então enfiei a mão por baixo da regata e desabotoei o sutiã, sem tirar a regata… tirei ele pela manga do meu braço e guardei na bolsa, sem parar de olhar pra cara de espanto dele. Quando me olhei, dava pra ver meus mamilos aparecendo de tesão que eu tava, mas não sabia se aquele desconhecido ia perceber da posição dele. Mas acho que sim, porque a resposta dele foi puxar o pau pra fora da calça e deixar ele no ar. O tamanho não me surpreendeu nada, parecia médio, mas a grossura e a largura dele sim… Dessa vez fui eu que fiz cara de espanto. E ele, nem lerdo nem preguiçoso, levantou do banco e veio sentar do meu lado. Continuou se masturbando devagar enquanto olhava meus peitos de perto. Lembro que quando sentou do meu lado, senti o cheiro do perfume dele mais forte, e isso me deixava ainda mais louca… Ele se aproximou de mim como se fosse me beijar, parando a uns 5 centímetros dos meus lábios, como se esperasse que eu percorresse esse pedaço final. Não resisti e percorri esses 5 centímetros que separavam nossas bocas. Assim que senti os lábios dele, comecei a notar a língua dele se abrindo caminho entre os meus lábios, procurando a minha língua. Ficamos nos beijando por uns minutos, quando vi de relance que o homem sentado na minha frente levantou e foi embora. Essa é a minha chance, pensei, e me abaixei e enfiei aquele pau grosso na boca, ou pelo menos tentei, porque não conseguia enfiar ele todo. Mas pouco me importou, porque com cuidado me coloquei por cima dele e, com um movimento, levantei a saia e puxei a calcinha fio dental pro lado… queria provar aquele pau já… queria ele dentro de mim… Sentei. sobre ela e ao sentir na porta da minha buceta, eu parei e coloquei bem na entrada, pra me deixar cair devagar em cima dela e… Ahhh que prazer que aquela peça de carne me fazia sentir dentro da minha ppk… se antes eu já tinha sentido rolas grandes dentro de mim, nunca tinha entrado uma tão grossa, e tenho que admitir que era muito, mas muito bom ter uma assim dentro. Comecei a cavalgá-la devagar, enquanto a gente continuava se beijando. Aquela rola tava me deixando louca, era tão grossa que roçava nas paredes da minha buceta e no clitóris ao mesmo tempo, era uma sensação que eu nunca tinha sentido antes. Enquanto eu continuava cavalgando, ele parou de me beijar e me empurrou devagar até eu encostar as costas no banco da frente, e aí ele levantou minha camiseta e começou a acariciar primeiro, e depois a chupar meus peitos. Que prazer que ele tava me dando com a língua e os dentes, mordiscando de leve meus bicos e brincando com eles. Eu não conseguia parar de me mexer pra enfiar cada vez mais aquela rola linda que me preenchia toda (pelo menos de largura), pensei que pra ser perfeita ela devia ter uns 5 ou 10 centímetros a mais, mas assim, grossa, era excelente, pelo menos pra cavalgar em silêncio, no banco de trás de um ônibus cheio de gente e de madrugada. Ele não parava de chupar e brincar com meus peitos, e eu tava que não aguentava mais, até que finalmente explodi num orgasmo incrível. Fiquei parada por uns segundos, curtindo meu orgasmo. Tentei tirar meus peitos da boca dele, mas não consegui, ele tava tão grudado neles quanto um carrapato. Quando desisti de tirar, vi de relance uma sombra do nosso lado. Virei a cabeça e vi ele… o homem que tava sentado na minha frente antes, agora tava sentado no banco do lado, mas do outro lado do corredor. Ele tava com a rola na mão, se masturbando enquanto olhava pra gente. Quando olhei bem, vi que a rola dele, na verdade, era uma piquitinha minúscula, bem pequena. Naquele momento, minha amante saiu de entre meus peitos e conseguiu ver o homem também. Pareceu não se importar muito quando o viu, e voltou a mergulhar entre minhas tetonas pra chupar meus bicos de novo. Falei pro meu amante não se preocupar com o cara sentado do nosso lado, que era meu marido, e que ele sempre gostava de me ver dando pra homens de verdade, enquanto batava uma pra aquela pica minúscula que ele tem, que nunca me satisfaz por causa do tamanho. Eu sei, Ana, meu amante falou, enquanto enfiava meu bico na boca de novo. Ana: Como você sabe meu nome? Meu amante: Porque te conheço, sempre sonhei em chupar essas tetonas lindas que você tem. Ana: Você não seria… Victor? Victor: Não me diga que não percebeu… Ana: Por um momento achei que era você, mas pensei que não, porque já devia estar mais gordo e mais velho e grisalho, pensei… Victor: Viu o que a solteirice pode fazer? Ana: Tô vendo, você se cuida muito mais agora… Victor: Há uns dias encontrei seu marido por acaso, e ele me contou que vocês iam voltar hoje pra cidade, e eu ia também uns dias depois, então adiantei minha viagem pra coincidir com a de vocês. Aí olhei pro meu marido, e vi na cara dele aquele sorriso cúmplice, mistura de safado e perverso, e aí entendi tudo… Hugo: Já te comeu com essa pica grossa? Ana: Não, a gente só começou, mas não sei… Hugo: Meu amor, eu sei o quanto você adora dar o cu, e também sei que sempre quis experimentar com uma pica desse diâmetro no seu cu… essa é a chance, vai fundo!!!! Victor: Hugo me disse que você adora levar no cu. Ana: Sim, meu marido sabe do que eu gosto… Victor: Também disse que você ama pica grossa… Ana: Sim, ele sabe também, é minha fraqueza… Victor: Então vira que hoje é seu dia de sorte, você vai sentir minha pica no seu cu. E falando isso, me ajudou a virar, de costas pra ele, e começou a enfiar um dedo no meu cu, depois dois, e os movia em círculos, pra dentro e pra fora, bem do jeito que eu gostava. Imaginei que isso também fosse recomendação do meu marido. De repente, ele tirou os dedos e colocou o pau na entrada do meu cu, eu me inclinei o máximo que pude e me soltei pra receber. Senti que começava a entrar, devagar, mas não terminava nunca de entrar, era tão grosso que me fazia doer, me lembrou a primeira vez que fiz pelo cu, doeu pra caralho, mais do que eu gostaria de admitir. Por fim, conseguiu enfiar a cabeça toda no meu cu… agora começava a percorrer devagar todo o meu interior… num momento senti que chegava no limite, a pélvis dele batendo em mim, queria que aquilo nunca acabasse, porque na real faltavam uns 10 centímetros pra eu me sentir empalada. Comecei a sentir ele se mexendo dentro de mim, pra dentro e pra fora, devagar no começo, e ganhando velocidade com o tempo. Enquanto as mãos dele massajavam meus peitos, ele beliscava meus mamilos com força, mas nessa altura já estavam quase dormentes de tanto que ele mordiscou, e eu não sentia dor, só prazer, um prazer que vinha do meu cu, da surra de cu que o amigo do meu marido tava me dando com o pau gordo dele. Victor: Desde que te conheço, sonhei com esse momento, com ter você enfiada assim no meu pau, arrombando seu cu, e agarrado com força nas suas tetonas, Ana, sempre sonhei com esse momento… até quando comia minha esposa, sonhava em ter você assim, enfiada no meu pau, apalpando suas tetas, e prestes a encher seu cu com meu leite!!!!! Não sei se foi o pau gordo dele, os movimentos, as mãos apertando meus peitos, ou as coisas que ele tava me falando no ouvido, mas de repente senti um orgasmo crescendo dentro de mim… daqueles que raramente vêm… daqueles que são enormes… E não me enganei… enquanto Victor me sussurrava no ouvido as vezes que se masturbou ou comeu a esposa pensando em mim, eu via meu marido gozando também, espalhando porra no banco da frente e no chão, nesse momento… eu explodi em Um orgasmo do caralho, que se intensificou ainda mais ao sentir ele enchendo meu cu com a porra quente dele... era inacreditável sentir aquele orgasmo, misturado com a porra dele, que era bem abundante no meu cu. O pau dele não parava de pulsar, sinal de que ainda estava me enchendo de porra... Ficamos um tempão sem nos mexer, sabendo que quando eu me levantasse, um jorro de porra ia sair do meu cu... e foi o que aconteceu... me levantei o mais rápido que pude, e muita porra escorreu do meu cu dolorido, indo parar no chão do micro-ônibus. Outra parte escorreu pelas minhas pernas, e ainda um pouco acabou sujando a calça do Victor. Enquanto o Victor tirava a calça como podia pra trocar por outra que ele tinha numa mochila, o Hugo se ajoelhou no meio do corredor pra limpar com a língua toda a porra que escorria pelas minhas pernas. Não demorou nem 15 segundos pra me limpar e engolir toda a porra das minhas pernas. E quando terminou de limpar minhas pernas, continuou pelo meu cu, mas mal conseguiu lamber por uns segundos, porque pedi pra ele parar, já que tava ardendo pra caralho. Parece que o Victor tinha me arrebentado... igualzinho acontecia toda vez que algum macho de pau bom me comia pelo cu, sempre acabava com meu cu arrombado. Doía... mas valia a pena...
Ele tinha uma piroca bem grossa... e arrebentou meu cu. Finalmente consegui enfiar a cabeça toda no meu cu… agora começava a percorrer devagar todo o meu interior… num momento senti que chegava no limite, a pélvis dele batendo em mim... Antigamente, quando todo mundo viajava muito mais de ônibus de longa distância, essas coisas aconteciam. Depois, apareceram os aviões, mas sinceramente, o banheiro é muito, muito pequeno, e é complicado fazer alguma coisa lá dentro. Isso aconteceu com uma amiga num ônibus, voltando pra casa, depois de umas férias na cidade de Buenos Aires. “Tava um calorão, eu tava usando uma saia bem curta e uma camiseta branca com um decote grande, bem do jeito que meu marido gosta que eu use, porque ele diz que dá pra ver só 50% das minhas tetas enormes, e os outros 50% eles podem imaginar à vontade… Finalmente chegou o ônibus que ia me levar de volta pra casa, mesmo tendo curtido essas férias bem mais do que imaginava, são muitos dias de calor e umidade em Buenos Aires, e eu não tô acostumada com isso. Fila interminável de gente subindo no ônibus, claro que eu deixo todo mundo subir, e espero todos estarem lá em cima pra poder subir depois, tranquila… Percebi que éramos três que pensávamos igual, dois homens e eu. Notei o olhar dos dois se fixando na minha bunda, já que ao subir antes deles, dei uma vista única… Subi pro andar de cima do ônibus e fui pro meu lugar, que tinha pegado no fundão. Torcia pra não ter ninguém sentado do meu lado, já que na última viagem tive que aturar os roncos de um velhinho que viajou do meu lado. Ao chegar na parte de trás do ônibus, vi que os últimos 4 assentos estavam vazios, logo pensei que isso era uma armadilha do destino, porque não podia ter tanta sorte assim. Sentei e me ajeitei pra passar uma viagem sossegada… mas o destino tava rindo de mim, porque um dos dois homens que estavam lá embaixo vinha andando atrás de mim, e sentou num Os assentos que ficam do lado do meu, mas do outro lado do corredor. E como se isso não bastasse, o outro cara que subiu depois de mim também vinha andando e, pra minha sorte, sentou bem na frente do meu assento. Não podia ser tão perfeito (pensei enquanto sorria) — o destino sempre me prega essas peças… Depois de umas duas horas de viagem, percebi pela quinta vez que o homem do meu lado (do outro lado do corredor) não parava de me olhar. De vez em quando, virava a cabeça na minha direção e, sem tentar passar despercebido, me encarava por alguns segundos… Nas primeiras duas vezes, eu olhei de volta (erro de novata, eu repetia pra mim mesma). Depois disso, toda vez que notava que ele me olhava, eu seguia minha vida como se não tivesse percebido (pelo menos, sem deixar ele saber que eu tinha notado). Pensei que, se ele me olhasse várias vezes e visse que eu não olhava mais, ele ia se cansar e parar… Tinha algo naquele homem que pedia pra eu olhar, então, bem disfarçadamente, virei a cabeça e observei ele por uns segundos, porque tinha algo nele que me chamava a atenção e eu não conseguia descobrir o que era. Isso… finalmente descobri o que me chamava tanto a atenção naquele desconhecido… e era justamente que ele era muito parecido com um amigo do meu marido, que a gente não via há anos porque ele tinha se mudado de cidade. Era bem parecido, mas esse desconhecido devia ter uns 10 anos a menos que o Víctor (o amigo do meu marido). Além disso, tinha cabelo preto e era bem mais magro que o Víctor, que há uns anos já era grisalho e bem gordinho, e naquela época eu calculava que ele devia estar completamente grisalho e com uma barriga enorme. Foi lembrando da barriga dele que eu baixei o olhar e vi como o cara estava se tocando no pau por cima da calça. Dava pra ver que ele estava duro, e com todo cuidado ele se acariciava por cima da roupa. De repente, me vi com o olhar Olhar e o sorriso safado dele, e ele encontrou o meu sorriso também, não sei bem por quê, mas isso me excitava pra caralho. Aproveitei que já era quase noite pra baixar mais o decote da minha regata e, ao ver como os olhos dele se arregalaram, decidi ir além e fazer algo que sempre deixa os homens loucos. Então enfiei a mão por baixo da regata e desabotoei o sutiã, sem tirar a regata… tirei ele pela manga do meu braço e guardei na bolsa, sem parar de olhar pra cara de espanto dele. Quando me olhei, dava pra ver meus mamilos aparecendo de tesão que eu tava, mas não sabia se aquele desconhecido ia perceber da posição dele. Mas acho que sim, porque a resposta dele foi puxar o pau pra fora da calça e deixar ele no ar. O tamanho não me surpreendeu nada, parecia médio, mas a grossura e a largura dele sim… Dessa vez fui eu que fiz cara de espanto. E ele, nem lerdo nem preguiçoso, levantou do banco e veio sentar do meu lado. Continuou se masturbando devagar enquanto olhava meus peitos de perto. Lembro que quando sentou do meu lado, senti o cheiro do perfume dele mais forte, e isso me deixava ainda mais louca… Ele se aproximou de mim como se fosse me beijar, parando a uns 5 centímetros dos meus lábios, como se esperasse que eu percorresse esse pedaço final. Não resisti e percorri esses 5 centímetros que separavam nossas bocas. Assim que senti os lábios dele, comecei a notar a língua dele se abrindo caminho entre os meus lábios, procurando a minha língua. Ficamos nos beijando por uns minutos, quando vi de relance que o homem sentado na minha frente levantou e foi embora. Essa é a minha chance, pensei, e me abaixei e enfiei aquele pau grosso na boca, ou pelo menos tentei, porque não conseguia enfiar ele todo. Mas pouco me importou, porque com cuidado me coloquei por cima dele e, com um movimento, levantei a saia e puxei a calcinha fio dental pro lado… queria provar aquele pau já… queria ele dentro de mim… Sentei. sobre ela e ao sentir na porta da minha buceta, eu parei e coloquei bem na entrada, pra me deixar cair devagar em cima dela e… Ahhh que prazer que aquela peça de carne me fazia sentir dentro da minha ppk… se antes eu já tinha sentido rolas grandes dentro de mim, nunca tinha entrado uma tão grossa, e tenho que admitir que era muito, mas muito bom ter uma assim dentro. Comecei a cavalgá-la devagar, enquanto a gente continuava se beijando. Aquela rola tava me deixando louca, era tão grossa que roçava nas paredes da minha buceta e no clitóris ao mesmo tempo, era uma sensação que eu nunca tinha sentido antes. Enquanto eu continuava cavalgando, ele parou de me beijar e me empurrou devagar até eu encostar as costas no banco da frente, e aí ele levantou minha camiseta e começou a acariciar primeiro, e depois a chupar meus peitos. Que prazer que ele tava me dando com a língua e os dentes, mordiscando de leve meus bicos e brincando com eles. Eu não conseguia parar de me mexer pra enfiar cada vez mais aquela rola linda que me preenchia toda (pelo menos de largura), pensei que pra ser perfeita ela devia ter uns 5 ou 10 centímetros a mais, mas assim, grossa, era excelente, pelo menos pra cavalgar em silêncio, no banco de trás de um ônibus cheio de gente e de madrugada. Ele não parava de chupar e brincar com meus peitos, e eu tava que não aguentava mais, até que finalmente explodi num orgasmo incrível. Fiquei parada por uns segundos, curtindo meu orgasmo. Tentei tirar meus peitos da boca dele, mas não consegui, ele tava tão grudado neles quanto um carrapato. Quando desisti de tirar, vi de relance uma sombra do nosso lado. Virei a cabeça e vi ele… o homem que tava sentado na minha frente antes, agora tava sentado no banco do lado, mas do outro lado do corredor. Ele tava com a rola na mão, se masturbando enquanto olhava pra gente. Quando olhei bem, vi que a rola dele, na verdade, era uma piquitinha minúscula, bem pequena. Naquele momento, minha amante saiu de entre meus peitos e conseguiu ver o homem também. Pareceu não se importar muito quando o viu, e voltou a mergulhar entre minhas tetonas pra chupar meus bicos de novo. Falei pro meu amante não se preocupar com o cara sentado do nosso lado, que era meu marido, e que ele sempre gostava de me ver dando pra homens de verdade, enquanto batava uma pra aquela pica minúscula que ele tem, que nunca me satisfaz por causa do tamanho. Eu sei, Ana, meu amante falou, enquanto enfiava meu bico na boca de novo. Ana: Como você sabe meu nome? Meu amante: Porque te conheço, sempre sonhei em chupar essas tetonas lindas que você tem. Ana: Você não seria… Victor? Victor: Não me diga que não percebeu… Ana: Por um momento achei que era você, mas pensei que não, porque já devia estar mais gordo e mais velho e grisalho, pensei… Victor: Viu o que a solteirice pode fazer? Ana: Tô vendo, você se cuida muito mais agora… Victor: Há uns dias encontrei seu marido por acaso, e ele me contou que vocês iam voltar hoje pra cidade, e eu ia também uns dias depois, então adiantei minha viagem pra coincidir com a de vocês. Aí olhei pro meu marido, e vi na cara dele aquele sorriso cúmplice, mistura de safado e perverso, e aí entendi tudo… Hugo: Já te comeu com essa pica grossa? Ana: Não, a gente só começou, mas não sei… Hugo: Meu amor, eu sei o quanto você adora dar o cu, e também sei que sempre quis experimentar com uma pica desse diâmetro no seu cu… essa é a chance, vai fundo!!!! Victor: Hugo me disse que você adora levar no cu. Ana: Sim, meu marido sabe do que eu gosto… Victor: Também disse que você ama pica grossa… Ana: Sim, ele sabe também, é minha fraqueza… Victor: Então vira que hoje é seu dia de sorte, você vai sentir minha pica no seu cu. E falando isso, me ajudou a virar, de costas pra ele, e começou a enfiar um dedo no meu cu, depois dois, e os movia em círculos, pra dentro e pra fora, bem do jeito que eu gostava. Imaginei que isso também fosse recomendação do meu marido. De repente, ele tirou os dedos e colocou o pau na entrada do meu cu, eu me inclinei o máximo que pude e me soltei pra receber. Senti que começava a entrar, devagar, mas não terminava nunca de entrar, era tão grosso que me fazia doer, me lembrou a primeira vez que fiz pelo cu, doeu pra caralho, mais do que eu gostaria de admitir. Por fim, conseguiu enfiar a cabeça toda no meu cu… agora começava a percorrer devagar todo o meu interior… num momento senti que chegava no limite, a pélvis dele batendo em mim, queria que aquilo nunca acabasse, porque na real faltavam uns 10 centímetros pra eu me sentir empalada. Comecei a sentir ele se mexendo dentro de mim, pra dentro e pra fora, devagar no começo, e ganhando velocidade com o tempo. Enquanto as mãos dele massajavam meus peitos, ele beliscava meus mamilos com força, mas nessa altura já estavam quase dormentes de tanto que ele mordiscou, e eu não sentia dor, só prazer, um prazer que vinha do meu cu, da surra de cu que o amigo do meu marido tava me dando com o pau gordo dele. Victor: Desde que te conheço, sonhei com esse momento, com ter você enfiada assim no meu pau, arrombando seu cu, e agarrado com força nas suas tetonas, Ana, sempre sonhei com esse momento… até quando comia minha esposa, sonhava em ter você assim, enfiada no meu pau, apalpando suas tetas, e prestes a encher seu cu com meu leite!!!!! Não sei se foi o pau gordo dele, os movimentos, as mãos apertando meus peitos, ou as coisas que ele tava me falando no ouvido, mas de repente senti um orgasmo crescendo dentro de mim… daqueles que raramente vêm… daqueles que são enormes… E não me enganei… enquanto Victor me sussurrava no ouvido as vezes que se masturbou ou comeu a esposa pensando em mim, eu via meu marido gozando também, espalhando porra no banco da frente e no chão, nesse momento… eu explodi em Um orgasmo do caralho, que se intensificou ainda mais ao sentir ele enchendo meu cu com a porra quente dele... era inacreditável sentir aquele orgasmo, misturado com a porra dele, que era bem abundante no meu cu. O pau dele não parava de pulsar, sinal de que ainda estava me enchendo de porra... Ficamos um tempão sem nos mexer, sabendo que quando eu me levantasse, um jorro de porra ia sair do meu cu... e foi o que aconteceu... me levantei o mais rápido que pude, e muita porra escorreu do meu cu dolorido, indo parar no chão do micro-ônibus. Outra parte escorreu pelas minhas pernas, e ainda um pouco acabou sujando a calça do Victor. Enquanto o Victor tirava a calça como podia pra trocar por outra que ele tinha numa mochila, o Hugo se ajoelhou no meio do corredor pra limpar com a língua toda a porra que escorria pelas minhas pernas. Não demorou nem 15 segundos pra me limpar e engolir toda a porra das minhas pernas. E quando terminou de limpar minhas pernas, continuou pelo meu cu, mas mal conseguiu lamber por uns segundos, porque pedi pra ele parar, já que tava ardendo pra caralho. Parece que o Victor tinha me arrebentado... igualzinho acontecia toda vez que algum macho de pau bom me comia pelo cu, sempre acabava com meu cu arrombado. Doía... mas valia a pena...
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