Brincando de a três

Grindr hoje em dia é complicado, muita mensagem, pouca ação, salvo algumas exceções rápidas. No meio das minhas buscas, sempre focadas em ativos acima de 40 anos, eu elimino um monte de mensagens de gente que não encaixa no perfil que procuro. Umas semanas atrás, abri uma mensagem de um passivo, 22 anos, o nome dele é Tommy, estranhamente, me chamou a atenção e resolvi responder, não tinha muito o que pescar no lago haha. Começamos a conversar, era um guri muito agradável, 22 anos, super passivo como eu, amante dos machões maduros e dominantes, quase um sósia meu. Mora a quase 30 minutos da minha casa. Embora não esteja num relacionamento, tem um rolo fixo, quase exclusivo, me disse que era um cara mais velho, 55 anos, pau sempre duro com quem tem um sexo ótimo. Me contou também que está na busca de fazer algo diferente, ter um trio com outro passivo parecido, eu que sou tarado e muito promíscuo, me empolguei na hora. Trocamos nossos números e a conversa continuou no WhatsApp. Embora quem estivesse na busca fosse o próprio Tommy, o Charlie, o macho dele, estava sabendo. Durante vários dias ficamos conversando, trocando ideias sobre nossos gostos, trocando fotos, ele era um gatinho muito atraente, dava pra ver de longe que era passivo, corpinho magro, cabelos claros, uma bundinha pequena mas bem redondinha e rosada, em algumas das fotos dava pra ver que tinha uma dilatação muito boa. Quando vi as fotos do Charlie, meu cu até tremeu, um puta gostoso!!! Moreno, grisalho, elegante, um pauzão muito bom, grosso e cheio de veias. Pelo que meu amigo me contava, era um cara tranquilo, reservado, mas na cama se transformava numa besta quente e tarada. Embora muitas vezes brincassem com outros ativos, amigos do Charlie, nunca tinham estado com outro passivo. Combinamos de nos ver primeiro só nós dois e tomar um café pra nos conhecer. Era quinta-feira, a tarde estava bem cinzenta e fria. Cheguei no café na área de Palermo, onde ele morava, e em poucos minutos o Tommy entrou, reconheci ele de Imediato, jeans celeste, tênis branco, moletom branco folgado, era uma gostosa promíscua. Me cumprimentou, começamos a conversar e rir como se nos conhecêssemos há uma vida inteira, tinha muita conexão, gostos muito parecidos e, como não podia faltar, uma vontade incontrolável de transar. Ela me perguntou se a gente podia brincar naquela mesma tarde, e eu respondi que sim!!! Infelizmente, ela mandou uma mensagem pro macho dela e ele disse pra marcar pra outro dia, tava cheio de trabalho. Fiquei decepcionado e já me imaginava abrindo o Grindr de novo ou mandando mensagem pra outros caras, alguém que pudesse saciar minha vontade. A gente conversou mais um pouco até que Tommy me diz:
- T: Tive uma ideia, vai no banheiro do shopping, eu pago e te alcanço.
- Eu: Cê tá louco, boy? Cê é lindo, mas eu quero uma rola, não uma bunda kkk
- T: Já sei, bobinho, eu também, mas acho que a gente pode fazer alguma coisa pra convencer o Charlie.
- Eu: Mmmm, ok, bora. Com dúvida, atravessei pro shopping e esperei ele no banheiro, ele entrou comigo, a gente se trancou num cubículo e ele disse:
- T: Abaixa a calça e mostra essa bunda linda. Eu tava muito tesudo e já não pensava em mais nada, só queria sexo, sexo pesado e tarado. Abaixei a calça, por baixo tava usando uma tanguinha bem pequenininha, branca com tirinhas rosa, bem enterrada na minha bunda lisa e totalmente depilada.
- T: Ahhh, pelo amor de Deus, olha essa raba que tu tem, não sabe o quanto meu macho pode ficar louco por você.
- Eu: Siiim, que ele faça o que tiver vontade. Ele me deu um tapinha, pegou o celular e tirou uma foto da minha bunda junto com a cara dele, fez várias fotos, beijava, foto, mordia, foto, encostava a língua no meu buraquinho, foto, a gente se deu um beijo de língua quente que foi filmado em vídeo. Ajeitamos nossas roupas e saímos do banheiro antes que nos descobrissem. Tommy me mostrou as fotos e disse:
- T: Bom, agora vamos pescar, se com isso a gente não tiver empalado na casa dele em uma hora, eu… não entendo. mas nada kkkk Mandei as fotos e o vídeo pro Charlie com a mensagem: "Que pena que você não pode agora, olha o que você tá perdendo…" Em 5 minutos chegou uma mensagem:
- Ch: Em 20 minutos tô em casa… Nos vemos lá.
A gente se olhou e começou a rir.
- T: Viu? Eu te falei, conheço ele, sabia que ia cair. Vamos pra casa dele, é perto.
- Eu: Show, já não aguento mais!!!

Mesmo estando a umas 10 quadras da casa do Charlie, pegamos um táxi porque queríamos chegar, nos preparar e receber ele. Não vou negar, toda vez que encontro um cara que não conheço, fico com dúvidas e um pouco nervosa, mas a tesão sempre vence. Além disso, eu nunca tinha feito um menage com outro passivo e era uma conta pendente que eu tinha.

Chegamos num prédio muito bonito, subimos até o 6º andar, entramos num apartamento muito elegante, sóbrio, espaçoso. A sala tinha um sofá grande perto da janela da sacada e outro sofá em "L". Deixamos nossas coisas, perguntei onde era o banheiro e fui me higienizar. Me preparei com cuidado, coloquei um plug anal tamanho médio, troquei minha calcinha fio dental por uma preta, ainda menor que a anterior, umas meias pretas semi-transparentes, arrumei o cabelo e saí.

Na sala, o Tommy já estava me esperando. Ele estava radiante, só com uma camiseta branca que cobria metade da bunda dele, uma calcinha fio dental azul celeste, meias de algodão brancas, um rabinho no cabelo e um pouco de maquiagem nos olhos e maçãs do rosto. Me ofereceu um drink e disse: "Você é linda, muito gostosa, ele vai amar você."

Uns minutos depois, o Charlie entrou… Por favor, ele era mais lindo e imponente do que eu tinha visto nas fotos. Expressão séria, mas educado. Vestia jeans azul, coturno cinza claro, camiseta cinza chumbo e blazer esportivo azul. Era lindo demais!!! Ele ficou parado na porta, nos olhou sorrindo e se aproximou do Tommy.
- T: Oi baby, como cê tá? Não era que você tinha muito trabalho? Kkkk
- Ch: Oi meu anjo, às vezes o trabalho pode esperar. O que não posso é deixar vocês esperando. no sofá, tomando meu drink -
T: Finalmente te apresento meu amiguinho Santy -
Ch: Oi gostoso, que lindo você é!!!
Ele segurou meu rosto, olhei na hora pro Tommy como quem buscava aprovação, ele retribuiu o olhar balançando a cabeça com um sorriso e eu me deixei beijar. O beijo dele foi suave, ele me segurou pela cintura e disse: -
Ch: É muito mais bonito do que você me mostrou nas fotos. -
T: Te falei, é uma gracinha… Tudo pra você. -
Ch: Pra nós…
Ele se desculpou, foi pro quarto, voltou, a gente esperou ele com um drink, ele sentou no sofá, batemos um papo por uns minutos, o que você faz, onde mora, etc. Coisas normais pra quebrar o gelo. Quem tomou a iniciativa foi o Tommy, sentou no colo dele e começou a beijá-lo com paixão, a mão dele procurava desesperadamente o pau dele, esfregava por cima da calça, eu olhava na expectativa e com tesão, esperando o sinal pra entrar. Tommy saiu do colo dele e com um gesto me mandou chegar perto. Charlie me segurou pela cintura e começou a me beijar enquanto Tommy liberava o pau dele, começou a chupar de cima pra baixo, lambia as bolas e voltava a engolir a cabecinha roxa brilhante. O nosso macho, por sua vez, mordia de leve meu pescoço, beliscava meus peitinhos e apertava minha bunda, quando quis brincar com meus dedos, tocou no vidro do plug e disse: -
Ch: Uffa a neném que você trouxe, já vem preparada, olha o brinquedinho…
Ele dava batidinhas com a ponta dos dedos, fazendo pressão e enfiando o plug mais pra dentro. Tommy se aproximou, puxou minha calcinha fio dental pro lado e passou a língua no contorno do brinquedo e no meu buraquinho dilatado, pegou com os dentes e foi tirando devagar, deixando meu cu aberto e pulsando. Charlie sentou de novo, já completamente nu, com o pau apontando pro teto, era enorme, grosso, duríssimo, com centenas de veias que o percorriam, estava encharcado dos fluidos dele e da saliva do Tommy. Passei minha língua pela cabeça roxa deliciosa dele, saboreei o tronco e as bolas. Duras como laranjas e de uma só bocada, enfiei até o fundo da minha garganta. Nosso macho gemia e inclinava a cabeça pra trás, as mãos dele acariciavam minha cabeça e empurravam pra meter ainda mais o pau na minha garganta. Tomas se aproximou e começamos a curtir juntas aquela maravilha de carne. Chupávamos aquele pau, nossas línguas se encontravam na cabeça dele, nos beijamos, depois alternávamos, enquanto uma chupava o pau dele, a outra cuidava das bolas cheias de porra. Foi um tempão de prazer a duas línguas. Charlie estava no céu, a respiração ofegante dele mostrava isso. Tommy abandonou o pau por um momento e se colocou atrás de mim, acariciou minha bunda, beijou, lambeu, mordeu, foi dilatando meu cu com os dedos, um por um foi enfiando, fazendo um vai e vem suave, um, dois, três, quatro dedos dentro de mim. Eu, com o pau na boca, gemia e mexia a bunda mostrando que tava adorando. Ele voltou a subir no sofá, dessa vez pra beijar nosso homem, os dedos de Charlie se enterravam no cu dele com muita facilidade, Tommy gemia e dizia:
- T: Me come, por favor, me enche de pau. Charlie segurou ele com as duas mãos na cintura, manejando como se fosse um boneco de pano. Tirou o pau da minha boca e, apontando pro cu dele, enfiou com violência, Tommy deu um grito de prazer e dor e se agarrou no corpo dele, beijava com paixão, com loucura, eu tinha uma visão perfeita, em primeiro plano podia ver a centímetros dos meus olhos, como aquela vigorosa vara de carne entrava e saía do cu da minha nova melhor amiga, às vezes saía inteira, deixando ele perfeitamente aberto. Comeu ele por longos minutos, eu lambia as bolas dele, mordia as nádegas, esperava ansiosa minha vez. Tommy, ofegante, desceu da montaria e me ordenou que ficasse de quatro no sofá com os cotovelos apoiados no encosto, olhando pela enorme janela, enquanto caía a tarde fria e cinzenta. Tommy se colocou atrás de mim, abriu minha bunda enquanto chupava, pegava meu cu com a língua, umedecia, cuspiava, enfiava os dedos em mim e chupava eles, deitou do meu lado, e abrindo minhas nádegas com as mãos, mandou o Charlie me foder. - T: Isso bebê, fode bem forte essa puta que eu trouxe pra você, fode ela toda. Charlie, sem dizer uma palavra, só com a respiração ofegante, pegou o pau dele e apoiou a cabeça na entrada do meu cu, fez uma leve pressão e, segurando minha cintura, enfiou até o fundo sem dó, sem piedade. A estocada foi violenta e profunda, as bolas dele, coladas na minha bunda, faziam batente, meus cotovelos cederam, me deixei cair no encosto, eu gritei, mas não foi necessariamente de dor, foi mais que isso, foi prazer, tesão, paixão, desejo. Aquele macho me possuía na frente da parceira dele como se meu cu fosse dele por direito e de verdade, já era dele. Tomas segurava minhas nádegas abertas e nosso macho foi tirando o pau devagar até deixar só a cabeça dentro, de novo, outra estocada brutal, as mãos dele me puxavam pra perto e o pau dele se alojava no fundo do meu ser. - T: Olha que aberta que tá, que gulosa que é, engole como se nada, tá toda dentro… Ele chegou perto da minha boca e enquanto nosso homem me fazia delirar num vai e vem brutal, Tomas abafava meus gritos e gemidos com os beijos dele, a língua dele se enroscava na minha, éramos duas vadias gostosas brincando com nosso macho. Charlie me fodeu um bom tempo nessa posição até o Tommy deitar do meu lado, também de quatro, também oferecendo o cu dele. Charlie alternava entre as duas, me fodia brutalmente, três, quatro, cinco estocadas fundas, tirava deixando meu cu aberto e enfiava no Tommy, também, três, quatro, cinco estocadas e de novo comigo. Era um delírio total, era pura luxúria. Ele sentou de novo no sofá, o Tommy montou nele de frente, a boca dele procurava os peitinhos duros dele, chupava, beijava, dava pequenas mordidas… Na sala toda, só se ouviam nossos gemidos e gritinhos de putas, o plaf plaf plaf dos seus ovos quicando nas coxas dela. Charlie me pegou pela cintura e, enquanto comia a outra puta, me beijava na boca, mordia meu pescoço, minhas orelhas, brincava com os dedos no meu cu, tirava e dava pro Tomas chupar. Tirei ele de cima dela e, me manejando dessa vez como se o boneco fosse eu, me sentei no pau dele, de costas, com meus pés apoiados no sofá, me servindo de apoio. O pau dele estava no fundo do meu cu, eu gemia e balbuciava obscenidades. Tommy ficou na nossa frente e começou a chupar meu pau, não demorou nem um minuto e, num grito abafado, soltei meu orgasmo na boca dele. O pau que eu tinha no cu não parava de me comer, eu gozava com aquela viga no meu rabo e meu pau nos lábios do Tomas, foi uma sensação única, quente, irrepetível e irresistível. Tommy dividiu meu gozo comigo mesmo com um delicioso beijo branco, beijo que Charlie também se juntou... Ficamos um tempinho mais nessa posição, até que, me virando de novo, ele me deixou deitada no sofá, de barriga pra cima, com minhas pernas abertas. Ele ficou na minha frente e, me pegando pelos tornozelos, me abriu toda e me comeu por vários minutos nessa posição, sentia o membro dele chegando quase no estômago, ele me comia, tirava, Tommy chupava e colocava de novo, eu sentia que tava no céu. Tommy subiu em cima de mim, deixando a bundinha dele parada, exposta pro nosso macho, que não demorou a furar com violência. Enquanto o cu dele era arrombado por aquela barra de carne, a gente se beijava loucamente, eu gostava daquela situação, gostava dos beijos dele, aquele menino era tudo que tava certo. Foram longos minutos até que, entre beijos, Tomas começou a gemer e gritar, o pau dele derramando gozo na minha barriga e na dele, ele se esfregava em mim e não parava de gemer e gritar. Como pude, saí do meu lugar e deixei eles comerem, Charlie atravessava o cu dele com violência, se enterrava até o fundo. Eu juntava com meus dedos os restos de gozo que Tomas tinha derramado em mim. Os Os movimentos de Charlie ficaram mais acelerados e, com um gemido gutural de macho, ele encheu a buceta dela com o creme grosso dele. Os jatos inundavam a bunda dela, mete e tira, mete e tira, mete e tira, cada vez mais rápido, mais forte. Da bunda dela escorria o sêmen. Charlie tirou o pau dele, e eu devorei ela até deixar totalmente limpa. Nosso macho, exausto, se recostou no sofá. Enfiei minha língua no cu do Tommy, limpando ele, abrindo as nádegas dele pra tirar toda aquela porra e juntar com a língua. Me aproximei dele e nos beijamos de novo, agora sim, saboreando a porra daquele homem que tinha comido tão bem nós duas. Ali estávamos, ajoelhadas no chão, brincando com nossas línguas, provando porra de macho aos pés de Charlie, que nos olhava com prazer e satisfação, como quem olha pra alguém ou algo que lhe pertence. Sabia que, a partir daquele momento, eu era parte deles. Nos recuperamos, fomos juntas pro banheiro, tomamos banho uma na outra, rimos e comentamos como tinha sido bom. Fiquei até de madrugada com eles, conversamos, brincamos de novo os três e combinamos de repetir. Me falaram que tinham um amigo próximo com quem brincavam sempre, e a gente podia se organizar pra nos vermos os quatro. Claramente eu disse sim. A gente não pode passar a vida recusando propostas tão tentadoras, mas isso é pra próxima… Voltei pra casa exausta, mas feliz e satisfeita, já com vontade de planejar um novo encontro em breve…Jugando de a tres-

1 comentários - Brincando de a três

Ayyy me encantoooo q hermoso compartir un macho con una puta como una, con 2 machos tmb es épico, y vos jugando a la lesbiana con tu amiguita mientras te garchan