Iniciação anal. História de uma obsessão proibida. A Alicia nunca praticou sexo anal. Até agora, nunca tinha se preocupado com isso, mas depois de algumas conversas com várias amigas que garantem que essa prática é especialmente prazerosa, ela começa a ficar obcecada. Quer experimentar. Perto dos seus quarenta anos, Alicia se considerava plenamente satisfeita com a vida. Era razoavelmente feliz. Tinha saúde, que era o que ela considerava mais importante, um bom emprego fazendo algo que a realizava, uma família que a adorava, um apartamento super fofo no centro da cidade, um lindo Mini-Cooper, um monte de amigos muito bons e liberdade total para tocar o dia a dia como bem entendesse, sem estresse, sem restrições, sem pressão. A única coisa que não tinha era um relacionamento sério. Mas por enquanto não queria. Já tinha tido no passado, e por isso preferia viver sozinha. Tentou um par de vezes, mas nenhuma das duas deu certo. Era e sabia que era gostosa. Se cuidava bem e dedicava ao corpo todo o tempo que podia. Sempre se vestia de forma elegante, estilosa e jovem, com bom gosto. Podia ter todos os caras, e os nem tão caras assim, que quisesse. Sabia disso, e usava isso quando achava conveniente. Estava naquela faixa de idade em que atraía tanto os jovens quanto os nem tão jovens. Curtia tanto a solitude quanto os relacionamentos temporários. Nos seus planos de curto prazo não tinha casamento, nem filhos, nem obrigações domésticas. Só o trabalho, a carreira profissional e o prazer pessoal, fosse com a família ou com os amigos. Quando algum namorado ficava muito enjoado e passava mais tempo na casa dela do que ela achava necessário, dava um pé na bunda. Sem mais. Sem drama nem chilique. Sem lágrimas. Ela respeitava todo mundo e tratava com educação e cortesia quem quisesse estar ao lado dela, mas só Ela decidia o tempo que alguém podia passar ao lado dela. Essa forma tão seletiva de escolher seus relacionamentos, de começar e terminar, tinha dado a oportunidade de conhecer vários caras. Ela sempre se empolgava com cada um deles, e de todos aprendia algo novo. Mas na cabeça dela sempre pairava a ideia de permanecer livre e sem se comprometer. Pelo menos, por enquanto. Ela se deixava ser querida e desempenhava perfeitamente o papel de mulher desejada. Não era uma piranha, mas também não fingia ser a típica mulher bobinha que os homens tanto gostam. Ela sabia bem o que queria, e não hesitava em conseguir. Deixava-se elogiar, encenava com maestria suas artimanhas de sedução, e levava os caras exatamente até onde ela queria para alcançar seus objetivos. Também não era uma aproveitadora que usava os homens como bem entendia e depois os descartava como se fossem lenços usados. Era respeitosa, educada, justa e gentil. E o mais importante, tratava as pessoas de forma parecida com que era tratada. Assim, era extremamente gostosa com quem a respeitava, mas infernalmente rancorosa se percebia que alguém se aproximava só para se aproveitar dela. Não era fácil transar com ela se esse fosse o único objetivo do pretendente. Não era mulher de uma noite só. Se alguém a atraía, ela dava pra ele, isso ela tinha muito claro porque podia fazer, mas não costumava fazer só pra se divertir uma única noite. De qualquer forma, era ela quem decidia, não o "candidato". Geralmente buscava relacionamentos legais que permitissem estabelecer algo mais sólido que uma simples amizade, mas sem chegar ao extremo do compromisso pra vida toda. Gostava de sair com os caras por semanas, meses, ou até às vezes mais de um ano, mas sem amarras, sem precisar assinar nada que a obrigasse a algo sério. Às vezes até tinha ficado com mais de um cara ao mesmo tempo. Não escondia isso, e se algum dos caras com quem ela saía ficasse muito Ciumento e pesado, sem dúvida, ela esquecia dele. Esse jeito de viver os relacionamentos fez com que ela conhecesse vários caras ao longo dos últimos anos. Com alguns, foram experiências maravilhosas, e com outros nem tanto, mas de todos eles ela aprendeu alguma coisa e de cada um conseguiu tirar sua própria conclusão. Uns eram delicados e carinhosos com ela. Outros eram mais brutos. Alguns ela gostava pelas atividades que propunham pra se divertir, como viagens, aventuras de fim de semana, etc. Outros ela adorava pelo que faziam ela sentir na cama. Outros, pelo que agregavam em cada saída e pelas conversas que conseguia ter com eles. E assim com cada um. Ela tinha experimentado praticamente de tudo na vida, desde drogas (só pra provar), até experiências das mais variadas. Mas tinha uma coisa que nunca tinha feito e queria experimentar. Não que fosse obcecada por isso ou que tirasse o sono dela, mas sempre que o assunto surgia nas conversas de amigas nas baladas de fim de semana, ela ficava meio com vontade. Algumas amigas dela diziam já ter experimentado. Outras, não. E as que conheciam, falavam que não só não era desagradável, como também dava muito prazer. E tudo isso foi entrando na cabeça de Alicia aos poucos. Ela nunca foi uma santinha, e se gabava de ter feito praticamente de tudo, mas aquilo era algo que ela não conhecia e não aguentava ficar no time das que não tinham experimentado. Dava pra dizer que o sexo anal era o próximo objetivo dela. As primeiras experiências, depois de conversar um pouco mais sério com alguma amiga mais experiente que ela, foram totalmente solitárias. Ainda não tinha criado coragem suficiente pra propor pra nenhum ficante ou amigo que ela queria experimentar sexo anal. Era algo delicado demais e pessoal, então ela começou com testes simples, sozinha, na intimidade da casa dela. E pra surpresa dela, exatamente como as amigas mais abertas e experientes tinham tinham prometido, não foi nada desagradável. Muito pelo contrário. Começou suas primeiras explorações apenas com os próprios dedos. Com a lubrificação e a higiene que a água e o gel de banho proporcionam, ela simplesmente se sentou no box do chuveiro e, a uma de suas sessões habituais de masturbação, que não eram poucas, adicionou suas primeiras investidas anais. No começo, não quis introduzir nada e se limitou a roçar e estimular os arredores do esfíncter com o dedo médio. Não demorou para aprender que a área era altamente erógena, e que a estimulação ali era gostosa. No entanto, o que mais a excitou não foi só o fato de estar explorando uma zona nova para ela, mas que a ação conjunta de duas estimulações, a anal e a vaginal, a deixava louca. Era como se de repente tivesse descoberto que se dar prazer em dois lugares ao mesmo tempo não multiplicava o gozo por dois, mas triplicava, no mínimo. E embora tenha tido orgasmos como nunca antes, ela nem sequer conseguiu vencer a resistência do esfíncter. Tentou e pressionou com o dedo com relativa força, mas nunca conseguiu enfiá-lo. Um ato reflexo que ela não conseguia controlar fazia com que o anel se fechasse sozinho e oferecesse resistência demais para que qualquer coisa entrasse por ali. Tentou várias vezes com um pouco mais de afinco, mas com o mesmo resultado. Era como se o próprio corpo dela se recusasse a sofrer qualquer tipo de dano. Parecia que sabia que por ali só vinha dor, e os músculos internos se contraíam para evitar a penetração. Pensou que precisaria de uma ajuda extra, e que seria necessário um pouco mais de lubrificação. Não tinha um lubrificante anal específico, então testou com vários cremes e óleos corporais do nécessaire. Fez alguns avanços e aprendeu que a lubrificação generosa ajudava na erotização da área, mas ainda assim não conseguia introduzir nada. Começava a ficar um pouco frustrada. Um pouco obcecada pelo progresso nulo que teve em várias semanas. seguidas, decidiu pedir ajuda pra uma amiga. Ela ficava meio envergonhada de confessar suas intenções, mas sabia que tinha total confiança nela, e que essa amiga era uma das que falavam com mais naturalidade sobre sexo anal e admitia abertamente já ter feito com vários caras. No fim, criou coragem e contou. Marcou um encontro numa cafeteria e desabafou sobre seus problemas. Sentiu que ia morrer de vergonha na hora de confessar, mas no final explicou — não sem antes garantir que ninguém estava ouvindo no café — como tinha dado os primeiros passos, as brincadeiras no chuveiro, o sabonete e tudo mais. A amiga não se surpreendeu com a informação toda e deu um sorrisinho safado enquanto ela contava cada detalhe. Tranquilizou ela pra caramba e disse, com toda a naturalidade e normalidade que conseguiu, que sexo anal exige preparação e um pouco de treino se quiser ser prazeroso. Explicou como ela mesma tinha passado exatamente pelos mesmos problemas que estavam atormentando a amiga naquele momento, e disse que não tinha motivo pra se preocupar. Muito menos pra se envergonhar. Aquelas palavras acalmaram a Alicia até certo ponto. A amiga começou falando sobre a importância da higiene, já que a área exige isso pra evitar problemas. Depois explicou os detalhes mais importantes sobre a preparação física e mental. Deu uma ênfase especial na parte mental, que era justamente a que mais incomodava a Alicia. Sexo anal é questão de atitude, explicou. Tem que abrir a mente antes de abrir o buraquinho. Se você não abrir primeiro aqui em cima, disse apontando pra própria têmpora, vai ser impossível se abrir lá embaixo. São duas partes do corpo totalmente ligadas e sincronizadas. — Olha — explicou a amiga —, o normal é que por ali não entre nada. É feito só pra expelir, e por isso o próprio esfíncter, controlado pelo seu cérebro, se protege e tende a se fechar quando nota que algo o ameaça. Mas se você conseguir controlá-lo e fazer com que ele reaja aos seus estímulos e ordens, vai se surpreender com o que ele é capaz. — Já — continuou Alice —, mas é que por mais que eu insistisse e empurrasse, não tinha jeito. Doía muito e… meio que fechava. — Você tem que ir devagar — tranquilizou ela. — Te garanto que ninguém consegue na primeira tentativa. Nem depois de várias vezes. E quem disser o contrário, está mentindo. A primeira coisa que você tem que fazer é aprender a relaxar o esfíncter. E para isso, você precisa estar relaxada também. Se você não estiver calma — disse apontando de novo para a cabeça —, lá embaixo também não vai estar. Comece estimulando a área como tinha começado, com os dedos, mas sem tentar enfiá-los. Isso vem depois. Simplesmente acaricie a área e rodeie ela mil vezes, mas sem fazer pressão. Deixe ela se acostumar a ser estimulada. Passe os dedos de cima para baixo, se acariciando suavemente e sem tentar vencer a resistência. Nem foque só no cu. Brinque em toda a área. A ideia é que você mesma se acostume a sensibilizar toda a região e a perder o medo aos poucos. É melhor usar também um lubrificante específico em vez de sabonete. Isso ajuda muito. Conforme você for se acostumando a se estimular ali, você mesma vai avançando, fazendo pressões cada vez maiores até estar pronta para introduzir algo, seja um dedo ou qualquer objeto que te der na telha. Alice estava perplexa com o que a amiga estava contando. Parecia que ela era uma verdadeira expert e, com certeza, tudo o que dizia fazia sentido. E ainda combinava com tudo o que ela tinha lido por conta própria na internet e em vários fóruns sobre o assunto. Sabia que queria experimentar, mas também queria conhecer os riscos e os possíveis problemas de fazer isso. Por isso, buscou toda a informação que pôde para formar melhor a própria opinião. — Quando você achar que está pronta para testar — continuou a amiga —, não faça com algo grande. É contraproducente. Use algo fino e delgado que o cu não tenha muita dificuldade em aceitar. Eu comecei com um lápis daqueles de madeira. É fino o suficiente para não exigir um grande trabalho de dilatação do esfíncter, e me permitiu sentir pela primeira vez o que era notar algo lá dentro. Claro, não faça pela ponta, mas pela parte arredondada de trás. Depois você terá tempo de usar outras coisas, como todo mundo. E não tenha vergonha de fazer isso. Tem gente que usa cenouras, bananas, pepinos ou abobrinhas, e outros cem objetos estranhos. Mas eu recomendo que você passe longe disso. Se realmente quer fazer direito, vá a um sexshop e compre um vibrador. É o mais seguro, e estou falando da sua integridade e da sua satisfação. E claro, é o mais higiênico e limpo. Hoje em dia tem de todo tipo, e até fazem especiais e específicos para isso. Você pode escolher entre milhões de formas, cores, tamanhos e grossuras. Inclusive tem kits com vários brinquedos para iniciantes e poder ir devagar. A cara da Alicia deve ter sido um poema depois de tudo que a amiga revelou. — Mas o mais importante — continuou a expert —, é que quando for fazer de verdade com um cara, peça paciência e respeito. Se ele for delicado e souber se ajustar ao seu ritmo, vocês dois vão aproveitar muito. Mas se for bruto, impaciente e egoísta, vai ser um fracasso total, e é possível que você até decida nunca mais tentar. E seria uma pena. O sexo anal é uma coisa maravilhosa se for bem feito, e pode dar um prazer extremo para os dois, mas pode ser uma experiência horrível se não tomar os cuidados adequados, inclusive os mentais. — Caralho, nem sei como te agradecer! — exclamou. — É tão difícil falar dessas coisas com alguém. Mas acho que você tirou todas as minhas dúvidas. — Na real, não tem o que agradecer — respondeu a amiga. — Esse é exatamente o problema. Tem tabu demais em volta desse assunto que o É proibido e condenado pela sociedade, quando deveria ser algo natural. Afinal, é algo que se faz desde que o homem é homem e, embora sempre escondam, não deveria ser assim. Elas continuaram na cafeteria por quase mais duas horas. O papo foi muito gostoso e, além de tirar as dúvidas da Alicia sobre o assunto que a preocupava, ficaram falando de mil outras coisas como duas boas amigas. No final, a Alicia pagou as consumações e se despediram na porta da rua com dois beijinhos e a promessa de se manterem informadas mutuamente sobre os progressos. Com todos os conselhos que recebeu, a Alicia se esforçou pra não ficar obcecada com o assunto e fazer os avanços necessários. Mas sem pressão, sem marcar datas nem prazos. Ela visitou uma sex shop, como a amiga recomendou, e alucinou com a quantidade de coisas que tinha lá disponíveis pra isso e pra muitas outras coisas também. E exatamente como a amiga sugeriu, comprou um lubrificante específico pra uso anal, e também um kit de consolos com vários plugs, dildos, tiras de bolinhas, e até vibradores pra iniciar no prazer anal. Chamou a atenção dela que nenhum era grande e grosso e que, exceto um, que até simulava parecer um pouco mais com um pênis de verdade, com ventosa e tudo, quase todos eram lisos e meio pequenos, principalmente finos. Por isso eram pra iniciar. Já na intimidade da casa dela, leu todas as bulas, instruções e recomendações dos brinquedos novos, e começou a experimentar com eles. A primeira coisa que usou foi o lubrificante e os próprios dedos. E exatamente como a amiga tinha prometido, o toque escorregadio e sedoso do óleo melhorou visivelmente o prazer que ela sentia comparado aos dias em que tinha usado só sabonete. O gel de banho até que era bom, mas assim que ela pressionava um pouco no esfíncter, já sentia um leve ardor causado pelo pH do produto. Já o lubrificante, além de dar um toque muito mais deslizante e gostoso, não ardia nem irritava. Diria que era até calmante. Ela se surpreendeu passando generosamente por toda a área entre o ânus e o clitóris, e aproveitou a nova lubrificação para se masturbar com as duas mãos, uma na frente e outra atrás. Estava fazendo progressos e sentindo muito prazer ao tocar e estimular o ânus com certas pressões, mesmo sem ainda penetrá-lo. Tentou fazer isso algumas vezes, mas apesar da menor resistência com o lubrificante, ele continuava se fechando de forma reflexa e ela não conseguia seu objetivo. Lembrou então do que a amiga explicou sobre relaxamento mental e o lápis, e decidiu mudar de estratégia. Levou todos os brinquedos do banheiro para a cama, e lá se deitou e relaxou o máximo que pôde. Colocou um disco da Enya no aparelho de som para criar um clima, e desconectou o telefone para ninguém incomodá-la. Depois, acendeu uns incensos aromáticos, baixou as persianas e acendeu algumas velas. Precisava se concentrar e, acima de tudo, relaxar. Completamente esticada e nua na cama, deixou tocar as duas ou três primeiras músicas sem fazer absolutamente nada, só relaxar. Manteve os olhos fechados e a mente vazia, e se limitou a deixar que a música, a calma e os cheiros invadissem todo o seu ser. Se não fosse porque estava sexualmente excitada, provavelmente teria dormido, mas depois de alguns minutos, começou a ação. Virou de lado, em posição fetal sobre o lado esquerdo e, aplicando uma quantidade generosa de lubrificante nas pontas dos dedos da mão direita, levou-os até a bunda e começou a espalhar suavemente por todo o vale que dividia suas nádegas. Sentiu um leve arrepio no começo ao sentir a temperatura fresca do lubrificante, mas logo começou a se acariciar para cima e para baixo, desde o cóccix até os próprios lábios vaginais, e em pouco tempo o líquido viscoso pegou o calor do corpo. que ela já exalava. Fazia isso suavemente, sem pressa, sentindo-se tranquila e serena, sincronizada com os milhares de coros da música celestial de Enya, de olhos fechados e, acima de tudo, profundamente relaxada. Estava alcançando o estado de relaxamento mental necessário que sua amiga havia mencionado. Os primeiros movimentos e estímulos foram suaves, sem vontade de penetrar em lugar nenhum. Nem na buceta dela. Encontrava um grande prazer no simples ato de fazer seu dedo médio percorrer todo o seu vale e espalhar o lubrificante da forma mais uniforme possível. A quantidade dele tinha sido generosa, e logo a secreção do seu próprio lubrificante e a mistura com o artificial fizeram com que toda a área ficasse muito molhada. Jurava até que podia sentir como parte da mistura viscosa escapava da sua entreperna e começava a escorrer para a coxa esquerda, até chegar ao colchão. Não ligou a mínima para o fato de poder manchar os lençóis. Estava realmente relaxada e concentrada. Após vários minutos de estímulo, começou a fazer pequenas pressões e incursões bem leves em áreas mais internas. Para não perder a concentração e o nível de excitação, fez isso primeiro na área da buceta. Não era a primeira vez que se masturbava, nem de longe, e sabia bem como fazer. Percorreu com as pontas dos dedos os lábios externos, e sentiu a inchação e a altíssima temperatura que eles já tinham. Fez isso inúmeras vezes, tamanho era seu prazer e sua falta de pressa. Depois, passou alguns minutos rodeando e torturando seu clitóris e, quando ela mesma percebeu que tinha começado a ofegar levemente, penetrou a buceta com dois dedos e apertou as pernas com força. Imaginou que estava com um cara e que estavam transando. Como um ato reflexo, também se encolheu um pouco mais, exagerando a posição fetal, e fazendo com que a bunda ficasse mais saliente e exposta. Foi nesse momento que sentiu a necessidade de atender Sua parte traseira e, sem esquecer a buceta, ela mudou a posição das mãos, de forma que agora era a esquerda que a penetrava pela frente e entre as pernas, e a direita passou por cima do quadril para voltar à região anal. Agora ela tinha uma mão estimulando externamente cada um dos seus dois buracos de entrada e, embora com uma fizesse pequenas penetrações entre os lábios, com a outra, por enquanto, só roçava, rodeava e pressionava bem de leve o portão dos fundos. Era uma puta delícia o prazer que sentia ao combinar os dois tipos de estímulo, e, embora cada um deles separado já fosse de tirar o fôlego, a união dos dois simplesmente a fazia perder o controle. Na verdade, quase teve o primeiro orgasmo. Mas por enquanto queria evitar porque o que ela realmente queria era aprender a curtir a novidade do sexo anal. Se segurou e parou de se masturbar na buceta para não chegar ao ápice e depois dar aquela caída. Tinha conseguido o estado de relaxamento mental máximo e, ao mesmo tempo, o de maior excitação sexual. Era hora de seguir em frente com sua iniciação. Sem abandonar a posição fetal de lado, pegou um dos brinquedos que tinha espalhados na cama na frente dela e se preparou para usá-lo. Era uma tira longa e flexível de bolas de borracha ligadas entre si, e cujo diâmetro ia aumentando. A menor era tão pequena quanto um piercing redondo de umbigo, localizada numa das pontas da tira, e a maior devia ter uns três centímetros de diâmetro. Entre as duas, tinha uma amostra completa de bolinhas que variavam gradualmente o diâmetro, de forma que quem usasse podia parar ou estabelecer o limite no tamanho que melhor lhe servisse. A verdade é que a Alicia achava difícil acreditar que alguém conseguisse enfiar no cu as maiores, mas estava claro que o brinquedo foi feito pra isso, já que, depois da última bola, tinha uma argola. pra enfiar o dedo e puxar o brinquedo inteiro caso ele tenha desaparecido completamente dentro de alguém. Mesmo assim, e sem querer ficar obcecada de novo com a questão dos tamanhos, decidiu na hora que usaria a tira de bolinhas primeiro na buceta dela pra se familiarizar bem com o funcionamento e também pra lubrificar e molhar o máximo possível. Além disso, era um brinquedo novo que nunca tinha experimentado e que tava com vontade de conhecer. Nas sessões de punheta dela, geralmente só usava os dedos e, em raras ocasiões, já tinha enfiado algum objeto, tipo uma banana enfiada numa camisinha, algum outro legume ou um consolo. Foi um que uma vez compraram entre várias amigas pra uma despedida de solteira e que no fim ficou na casa dela. Mas ela tinha tanta vergonha de ter aquilo e de alguém descobrir, que acabou se livrando dele. Sem muito esforço, já que tava tão excitada e, principalmente, tão molhada, as bolinhas foram entrando uma a uma com maior facilidade na buceta dela. Quando chegou mais ou menos nas do meio, parou e usou o argolinha da ponta final. Puxou de leve pra fora e todas as bolas que tinham entrado, aos poucos foram saindo, fazendo os lábios se abrirem e fecharem com cada bola extraída, se adaptando assim a cada tamanho. Quando só faltava uma bola pra tirar, inverteu o movimento de novo, voltando a enfiar elas outra vez. Chegou quase até o fim, deixando pra fora só as duas últimas, as de maior diâmetro. Sem nem perceber, logo começou a se masturbar metendo e tirando as bolas sem parar e curtindo o prazer que vinha da mudança constante de tamanho da bola que tava penetrando ela. Não sabia como tinha conseguido viver tanto tempo sem aquele brinquedo. Era simplesmente maravilhoso. E não precisava de pilha! Por orgulho próprio, se obrigou a usar até a última bola e se surpreendeu com o brinquedo inteiro dentro dela. Tudo exceto o anel do final para puxar de volta. Não foi muito difícil enfiar todas, porque, embora a última bola fosse grandinha, ela já tinha conhecido algum pau de diâmetro maior. Não era problema pra buceta dela engolir e aguentar aquela grossura. Diferente seria com o cu. Decidida a continuar com o que a tinha levado até aquela situação, puxou a tira inteira e, vendo que estava mesmo encharcada e lubrificada até o anel, começou a brincar com a ponta e a bolinha menor na entrada do cu. A área ainda estava bem lubrificada, ela muito relaxada e a disposição intacta, então a primeira bolinha entrou quase sem esforço, graças ao tamanho minúsculo. Sentiu prazer, embora não soubesse definir direito. Quis ter certeza de que estava fazendo tudo certo e, antes de se arriscar com a segunda, tirou a primeira. E, pra surpresa dela, achou que sentiu mais prazer ao tirar do que ao colocar. Repetiu a ação de novo e viu que era muito fácil meter e tirar o primeiro elo da corrente. E que, assim como acontecia com a buceta, o prazer vinha da adaptação ao tamanho invasor e depois da volta à posição natural. Era a abertura e o fechamento do cu que lhe dava o tesão, não o fato de ter algo lá dentro. Tava aprendendo. Ao tentar colocar a segunda, percebeu que o esfíncter fechava e resistia a receber qualquer coisa de diâmetro maior. Tentou de novo, mas com o mesmo resultado. E ainda tentou mais umas duas vezes, mas aquilo não funcionava. Doía e ela não se via capaz de se machucar. Não conseguia. Prestes a se frustrar e desistir, lembrou das palavras e dos conselhos da amiga e se esforçou pra tentar mais uma vez, mas dessa vez tentando relaxar o máximo possível. Lembrou que a amiga explicou que, quando precisava colocar um supositório em algum dos sobrinhos menores, só conseguia quando distraía a atenção deles por um momento com alguma brincadeira ou piada. relaxavam o esfíncter, se desprotegendo. Então ela tentou e fez uns testes, tentando contrair e expandir o buraco usando a musculatura da área, e percebeu que conseguia. Ela se concentrou e coordenou o movimento de relaxamento do anel com a pressão do pulso empurrando a tira de bolinhas quando o cu tendia a abrir. E como num passe de mágica, a segunda bolinha desapareceu engolida sem esforço e sem dor. Ela sorriu orgulhosa pelo triunfo. Tirou de novo, e sentiu prazer ao notar que o anel dilatava pra permitir a extração, embora dessa vez tenha doído um pouco mais que com a primeira bola. Mas percebeu que, depois de já ter aceitado a segunda, o cu dela tolerava a primeira sem nenhum esforço, o que finalmente fez ela entender de vez os conselhos da amiga quando disse que, além de relaxamento, precisava de prática. Repetiu o processo mais uma vez, e quando se sentiu confortável colocando e tirando a segunda bolinha sem quase dor ou dificuldade, se atreveu com a terceira. O processo foi exatamente o mesmo. Muita resistência no começo, até um pouco de dor, mas sucesso imediato quando relaxou o esfíncter e os músculos dilatavam pra admitir novos corpos estranhos. Tava claro que era um processo progressivo e que a única coisa que precisava fazer era treinar o cu pra acostumar ele a ir aceitando aos poucos diâmetros maiores. Num dado momento, tirou o brinquedo inteiro e viu com admiração que agora, fruto da prática e da quantidade de lubrificante na área, conseguia meter também um dos dedos. Não à toa, a terceira bolinha que conseguiu enfiar tinha um pouco mais de grossura que o dedo médio dela. Ela se surpreendeu gostosamente ao ver que agora sentia um puta prazer em meter e tirar o dedo do buraco traseiro. Era tipo quando ela se masturbava normalmente, mas por trás. E ela gostava! Os pontos de prazer eram diferentes dos habituais, e As sensações também eram um pouco diferentes, mas, talvez pela novidade, ela estava enlouquecendo de prazer. Sentia um pouco de ardor e queimação, sem dúvida pela falta de costume, ou possivelmente pelos aditivos do lubrificante, mas de qualquer forma, o incômodo era bem menor do que quando começou com o gel no chuveiro. Voltou para a fileira de bolinhas e, já mais decidida e ousada, continuou aprendendo a colocar aos poucos as de tamanho médio. Quando se deu conta, era capaz de fazer sumir mais de meia dúzia de bolinhas lá dentro, e se surpreendeu querendo ir ainda mais longe e usar todas as bolas. Não conseguiu nessa sessão, mas prometeu a si mesma que em breve chegaria até o anel. Exausta pelas quase duas horas de novas experiências, guardou todos os brinquedos, trocou os lençóis e se lavou no banheiro com um banho longo e gostoso. Fez questão de caprichar na virilha e no cu para eliminar todo resquício de lubrificante e algum restinho de cocô. Estava feliz e orgulhosa de si mesma. Passaram-se vários dias até que ela se decidiu a experimentar de novo. Ainda não tinha contado nada pra amiga, mas queria contar. Decidiu que só falaria dos seus progressos quando conseguisse usar a última bolinha ou algum dos outros brinquedos que vieram no kit que comprou. Alguns dos plugs eram meio intimidadores e, embora não fosse obcecada com o assunto, não parava de pensar que precisava estar bem preparada caso, no dia em que topasse com um cara, ele tivesse um pau largo demais. A primeira metade da fileira de bolinhas não custou nada pra conquistar de novo na segunda sessão. Já pro resto do brinquedo, ela precisou de várias tentativas e novas doses de relaxamento porque o corpo ainda resistia a aceitar alguns tamanhos. Mas com esforço, determinação e relaxamento, não demorou muito pra conseguir fazer sumir a última bolinha e deixar só o anel de segurança pra fora. Ficou imóvel por uns instantes com o brinquedo inteiro dentro, como saboreando o triunfo e, de repente, decidiu que precisava ver no espelho sua conquista. Sem pensar muito, levantou da cama e foi pro banheiro conferir o que tinha conseguido. Levantou um pé até a pia de mármore e sorriu ao ver no espelho a imagem do próprio cu com uma argola de borracha simpática aparecendo pra fora. Puxou ela com decisão e, embora a primeira bolinha tenha doído um pouco ao sair, foi tirando todas de novo até que a tira inteira estivesse completamente fora. Depois inverteu o processo e se deliciou com a visão que o espelho devolvia: ver o cu se abrindo e fechando a cada bolinha que engolia de novo. Se entreteve em tirar e colocar todas as bolas da primeira metade numa certa velocidade, como se quisesse simular as estocadas de um ato sexual com companhia, em vez de sozinha. Insistiu em enfiar todas de novo e, quando conseguiu um par de vezes, já controlando a dor e o prazer à vontade, voltou pra cama pra experimentar outros brinquedos. E fez isso com a tira inteira de bolas enfiada até a argola, então a caminhada do banheiro até o quarto lhe deu uma sensação nova, até então desconhecida pra ela. Andar, e o movimento natural das pernas ao se deslocar, fez ela sentir um baita prazer também, porque a cada passo o brinquedo lembrava que tava ali dentro, roçando e apertando as paredes do reto dela. Isso fez ela decidir, ao chegar na cama, pelas bolas chinesas. Elas tinham menos diâmetro que a bola maior que ela tava carregando naquele momento, então achou que não ia ser difícil usar. Mesmo assim, e igual fez na primeira sessão com a tira de bolas, testou elas primeiro de forma vaginal, mesmo que só pra lubrificar bem. Sem tirar a tira do cu, enfiou as duas bolas na buceta sem dificuldade, e sorriu ao ver o cordão que tinha de ficaram de fora para recuperá-las. Não pôde evitar pensar nos absorventes. Com um brinquedo enfiado em cada uma das suas duas cavidades, a corrente no cu e as bolinhas chinesas na buceta, começou a andar em direção à cozinha pra ver o efeito que a vibração natural das bolas de metal causava. E pra sua surpresa, a sensação foi simplesmente alucinante. A cada passo que dava, cada uma das duas bolas fazia chocar e vibrar a que estava dentro dela. Também as duas grandes se chocavam entre si, então cada passo era como se uma vibração constante ou uma corrente elétrica atravessasse sua xota e subisse por toda a sua espinha. O corredor da casa dela era consideravelmente comprido, e ela o percorreu várias vezes em cada direção, indo da cozinha até o quarto e vice-versa pra prolongar ainda mais a sensação incrível. Não acreditava no quão gostoso era ter objetos estranhos dentro dela, tanto na frente quanto atrás. E não teria sido capaz de decidir qual das duas sensações ela gostava mais. Mas fiel ao seu objetivo, voltou pro banheiro pra tirar a corrente de bolas do cu e substituí-la pelo par de bolas que agora se lubrificavam e esquentavam na sua buceta. Seu esfíncter já tinha se acostumado a ficar fechado mas com a corrente inteira lá dentro, então quando ela pegou a argola pra puxar, sentiu uma dor relativamente forte e não conseguiu tirar na primeira tentativa. Mesmo assim, lembrou dos exercícios de relaxamento, e sincronizou o movimento de puxar com o pulso com o de expulsão dos músculos do cu, e finalmente a bola mais próxima da argola saiu. E atrás dela, o resto da corrente com menos esforço até tirar o brinquedo completamente. Deixou a corrente dentro da pia e repetiu o processo de tirar, mas dessa vez com as bolas de metal que ainda estavam na buceta dela. Foi muito mais fácil tirá-las e, como já imaginou, saíram totalmente lubrificadas e Brilhantes, não só por serem cromadas com acabamento espelhado, mas também pela película que agora as revestia. Estavam meladas e escorregadias por causa da mistura dos próprios fluidos dela com o lubrificante que tinha comprado para sua iniciação. Sem demorar muito pra não perder a excitação, enfiou as duas bolas prateadas por trás e ficou imóvel por alguns segundos, como se quisesse se acostumar com o novo corpo invasor. Quando o cu se fechou de novo depois da passagem da segunda, fez uns movimentos pélvicos pra conferir como vibravam lá dentro. E se o prazer que ela teve com essas mesmas bolas na buceta foi maravilhoso, o que sentiu com elas no reto foi simplesmente sublime, apoteótico, espetacular. Cada vibração de qualquer uma das duas bolas, e das que elas carregavam dentro, não só estimulava e excitava o interior do cu dela, mas também, a cada reverberação, subia um tremendo arrepio desde o próprio ânus até a nuca, percorrendo as costas na velocidade da luz, fazendo estragos na tranquilidade dos pelos e arrepiando tudo na hora. Ela não sabia como tinha conseguido ficar tanto tempo sem conhecer esse tipo de brinquedo e, pior ainda, sem ter experimentado o prazer do sexo anal. Era delicioso e maravilhoso. Saiu do banheiro de novo e repetiu as caminhadas pelo corredor até a cozinha e de volta várias vezes. Fez isso em velocidades diferentes, desde andando devagar e calmamente até praticamente correndo pra ver a diferença na forma de vibrar das bolas gêmeas. Qualquer velocidade que escolhesse era um verdadeiro delírio pros sentidos dela. Simplesmente, ela amava aquilo e ficava louca de puro gozo. Na última caminhada, bem quando já tinha decidido que voltaria pro quarto pra testar outros brinquedos, pensou que precisava experimentar usar aquelas bolas num dia normal, talvez no trabalho ou simplesmente andando na rua, fazendo compras ou saindo alguma noite com seus amigos. Com certeza seria uma experiência inesquecível, embora duvidasse que ela teria coragem de fazer. Finalmente, tirou as bolas vibratórias e voltou para a cama, onde tinha o resto dos brinquedos expostos. Começou a testar praticamente todos eles, sem conseguir se decidir por nenhum em específico. Tinha tantos! O próximo foi um consolo liso e comprido que, por ter um diâmetro pequeno, não custou a enfiar quase até o fundo de primeira. Tinha vibração a pilha, então, assim que entrou, ligou o interruptor e se deliciou com o prazer que a vibração daquele aparelho produzia lá dentro em diferentes velocidades. Era uma sensação parecida com a das bolas anteriores, mas tinha a vantagem de poder ficar parada e relaxada, sem precisar se mexer, enquanto o brinquedo fazia o serviço sozinho. Era um brinquedo "mãos livres". Pensou que seria ideal para os momentos de masturbação mística, onde podia se deitar, ficar completamente imóvel, fechar os olhos e tocar o céu. A próxima coisa que testou foi um plug que tinha uma ventosa na parte de baixo e podia grudar em qualquer superfície lisa. Colou ele numa cadeira de madeira que tinha perto da escrivaninha do quarto, tirando a almofada, e aos poucos foi sentando em cima. Mas, embora a primeira metade fosse relativamente estreita e entrasse sem dificuldade, a segunda metade, e especialmente o final, era grossa demais, e por mais que tentasse e se forçasse, não conseguiu. Era demais. Muito mais do que ela conseguia dilatar no momento. Então, rapidamente descartou o brinquedo e passou para o próximo. O escolhido foi exatamente o que quis usar praticamente desde o começo, já que era uma réplica quase exata de um pênis humano, com todas as suas formas e relevos, a saliência da glande e até as veias do tronco, que subiam por ele como trepadeiras intrincadas. Pensou que, se um dia conseguisse ter sexo anal de verdade com algum cara, precisaria sentir-se à vontade usando aquele consolador. Era a coisa mais parecida com um pau de verdade. O diâmetro do brinquedo era bem parecido com o das bolas chinesas, então ela já sabia que não ia ser um esforço do caralho dilatar o esfíncter pra enfiar. Mas o que preocupava era que os quase dezoito centímetros de comprimento do brinquedo forçassem o anel anal a ficar dilatado, sem poder voltar ao lugar natural, o tempo todo que o brinquedo estivesse lá dentro. Afinal, as bolas abriam o esfíncter por um segundo ou dois, mas deixavam fechar de novo na hora depois de passar. Não pensou muito e, já que continuava excitada e bem lubrificada, colocou a cabeça artificial na entrada traseira e foi pressionando devagar. Não foi difícil vencer a resistência inicial e dilatar o suficiente pra cabeça do pau entrar. As práticas anteriores tinham dado resultado, e o relaxamento e o treino já deixavam ela controlar o esfíncter quase como quisesse. Empurrou com suavidade, mas com determinação, e, aos poucos, os dezoito centímetros de borracha foram sumindo dentro dela. Quando chegou no fim, inverteu o processo, e na mesma velocidade que enfiou, começou a tirar. Se tivesse que escolher, não saberia dizer o que dava mais prazer, meter ou tirar. Mas do que tinha certeza absoluta era que o que mais gostava era o movimento lento de entrar ou sair. Era o atrito contra o anel anal que deixava ela louca. O roçar e o relevo da cabeça e das veias faziam as costas dela arquear e centenas de arrepios percorrerem o corpo todo de cima a baixo. O medo inicial de que o anel ficasse aberto tempo demais e doesse logo se confirmou toda vez que ficava parada. Quando tinha ele enfiado até o fundo e parava, sentia uma dorzinha e percebia como o cu lutava pra fechar sem conseguir por causa do intruso. que abrigava. As tentativas sucessivas que ela fez para tentar se acostumar foram todas em vão. Se ficasse parada, não sentia prazer, mas se houvesse movimento do brinquedo pra frente ou pra trás, o prazer era infinito e os arrepios corriam soltos pelas costas como se fossem relâmpagos num céu tempestuoso. Então, ela simplesmente se dedicou a empurrar e puxar com movimentos do pulso aquele artefato fusiforme, desde a ponta da glande até o início da ventosa. Tudo menos ficar parada com aquilo dentro. Eram dois os momentos de máximo prazer naquela brincadeira. Por um lado, cada vez que ela tirava o brinquedo completamente e o cu conseguia se fechar de novo. Sentia um prazer extraordinário com isso, como um grande alívio. E, por outro lado, cada vez que chegava ao final dos dezoito centímetros e seu esfíncter era obrigado a se abrir o máximo possível, já que na área da ventosa o diâmetro do pau de borracha era maior do que na glande e no resto do tronco. Às vezes, ela tentava ficar parada com o brinquedo todo dentro e apertando firme pra não sair, mas o esfíncter protestava na forma de pequenas convulsões, ardências, coceiras e, por que não admitir, uma dor forte. Mas era justamente essa mistura entre a dor, a queimação e o prazer que a levava quase até a exaustão e o paroxismo. Ela estava se sodomizando e enlouquecendo de prazer ao fazer isso. Para sua surpresa, e diferente da estimulação vaginal, que exigia um certo ritmo, por trás a velocidade não era um fator principal. Na verdade, ela sentia muito mais prazer quando o brinquedo entrava e saía devagar do que quando fazia em alta velocidade. Era o atrito e o diâmetro que produziam os maiores níveis de prazer e, portanto, quanto mais tempo o anel fosse friccionado, e também forçado a ficar aberto e mais diâmetro fosse exigido, mais prazer ela experimentava. Por outro lado, se fizesse Depressa, a dor superava o prazer e ela não curtia tanto. Satisfeita consigo mesma por ter conseguido aprender a controlar o esfíncter na vontade, e também por ter conseguido dosar e manejar o prazer do jeito que queria, deu por encerrada a sessão e, juntando todos os brinquedos, foi pro banheiro tomar um banho e se limpar bem. Ainda praticou mais duas ou três sessões na solidão da casa dela pra treinar direitinho e, quando decidiu que tava contente e satisfeita com os resultados, disse pra si mesma que era hora de dar o próximo passo. E esse não era outro senão fazer com um pau de verdade.
Iniciação anal. História de uma obsessão proibida. A Alicia nunca praticou sexo anal. Até agora, nunca tinha se preocupado com isso, mas depois de algumas conversas com várias amigas que garantem que essa prática é especialmente prazerosa, ela começa a ficar obcecada. Quer experimentar. Perto dos seus quarenta anos, Alicia se considerava plenamente satisfeita com a vida. Era razoavelmente feliz. Tinha saúde, que era o que ela considerava mais importante, um bom emprego fazendo algo que a realizava, uma família que a adorava, um apartamento super fofo no centro da cidade, um lindo Mini-Cooper, um monte de amigos muito bons e liberdade total para tocar o dia a dia como bem entendesse, sem estresse, sem restrições, sem pressão. A única coisa que não tinha era um relacionamento sério. Mas por enquanto não queria. Já tinha tido no passado, e por isso preferia viver sozinha. Tentou um par de vezes, mas nenhuma das duas deu certo. Era e sabia que era gostosa. Se cuidava bem e dedicava ao corpo todo o tempo que podia. Sempre se vestia de forma elegante, estilosa e jovem, com bom gosto. Podia ter todos os caras, e os nem tão caras assim, que quisesse. Sabia disso, e usava isso quando achava conveniente. Estava naquela faixa de idade em que atraía tanto os jovens quanto os nem tão jovens. Curtia tanto a solitude quanto os relacionamentos temporários. Nos seus planos de curto prazo não tinha casamento, nem filhos, nem obrigações domésticas. Só o trabalho, a carreira profissional e o prazer pessoal, fosse com a família ou com os amigos. Quando algum namorado ficava muito enjoado e passava mais tempo na casa dela do que ela achava necessário, dava um pé na bunda. Sem mais. Sem drama nem chilique. Sem lágrimas. Ela respeitava todo mundo e tratava com educação e cortesia quem quisesse estar ao lado dela, mas só Ela decidia o tempo que alguém podia passar ao lado dela. Essa forma tão seletiva de escolher seus relacionamentos, de começar e terminar, tinha dado a oportunidade de conhecer vários caras. Ela sempre se empolgava com cada um deles, e de todos aprendia algo novo. Mas na cabeça dela sempre pairava a ideia de permanecer livre e sem se comprometer. Pelo menos, por enquanto. Ela se deixava ser querida e desempenhava perfeitamente o papel de mulher desejada. Não era uma piranha, mas também não fingia ser a típica mulher bobinha que os homens tanto gostam. Ela sabia bem o que queria, e não hesitava em conseguir. Deixava-se elogiar, encenava com maestria suas artimanhas de sedução, e levava os caras exatamente até onde ela queria para alcançar seus objetivos. Também não era uma aproveitadora que usava os homens como bem entendia e depois os descartava como se fossem lenços usados. Era respeitosa, educada, justa e gentil. E o mais importante, tratava as pessoas de forma parecida com que era tratada. Assim, era extremamente gostosa com quem a respeitava, mas infernalmente rancorosa se percebia que alguém se aproximava só para se aproveitar dela. Não era fácil transar com ela se esse fosse o único objetivo do pretendente. Não era mulher de uma noite só. Se alguém a atraía, ela dava pra ele, isso ela tinha muito claro porque podia fazer, mas não costumava fazer só pra se divertir uma única noite. De qualquer forma, era ela quem decidia, não o "candidato". Geralmente buscava relacionamentos legais que permitissem estabelecer algo mais sólido que uma simples amizade, mas sem chegar ao extremo do compromisso pra vida toda. Gostava de sair com os caras por semanas, meses, ou até às vezes mais de um ano, mas sem amarras, sem precisar assinar nada que a obrigasse a algo sério. Às vezes até tinha ficado com mais de um cara ao mesmo tempo. Não escondia isso, e se algum dos caras com quem ela saía ficasse muito Ciumento e pesado, sem dúvida, ela esquecia dele. Esse jeito de viver os relacionamentos fez com que ela conhecesse vários caras ao longo dos últimos anos. Com alguns, foram experiências maravilhosas, e com outros nem tanto, mas de todos eles ela aprendeu alguma coisa e de cada um conseguiu tirar sua própria conclusão. Uns eram delicados e carinhosos com ela. Outros eram mais brutos. Alguns ela gostava pelas atividades que propunham pra se divertir, como viagens, aventuras de fim de semana, etc. Outros ela adorava pelo que faziam ela sentir na cama. Outros, pelo que agregavam em cada saída e pelas conversas que conseguia ter com eles. E assim com cada um. Ela tinha experimentado praticamente de tudo na vida, desde drogas (só pra provar), até experiências das mais variadas. Mas tinha uma coisa que nunca tinha feito e queria experimentar. Não que fosse obcecada por isso ou que tirasse o sono dela, mas sempre que o assunto surgia nas conversas de amigas nas baladas de fim de semana, ela ficava meio com vontade. Algumas amigas dela diziam já ter experimentado. Outras, não. E as que conheciam, falavam que não só não era desagradável, como também dava muito prazer. E tudo isso foi entrando na cabeça de Alicia aos poucos. Ela nunca foi uma santinha, e se gabava de ter feito praticamente de tudo, mas aquilo era algo que ela não conhecia e não aguentava ficar no time das que não tinham experimentado. Dava pra dizer que o sexo anal era o próximo objetivo dela. As primeiras experiências, depois de conversar um pouco mais sério com alguma amiga mais experiente que ela, foram totalmente solitárias. Ainda não tinha criado coragem suficiente pra propor pra nenhum ficante ou amigo que ela queria experimentar sexo anal. Era algo delicado demais e pessoal, então ela começou com testes simples, sozinha, na intimidade da casa dela. E pra surpresa dela, exatamente como as amigas mais abertas e experientes tinham tinham prometido, não foi nada desagradável. Muito pelo contrário. Começou suas primeiras explorações apenas com os próprios dedos. Com a lubrificação e a higiene que a água e o gel de banho proporcionam, ela simplesmente se sentou no box do chuveiro e, a uma de suas sessões habituais de masturbação, que não eram poucas, adicionou suas primeiras investidas anais. No começo, não quis introduzir nada e se limitou a roçar e estimular os arredores do esfíncter com o dedo médio. Não demorou para aprender que a área era altamente erógena, e que a estimulação ali era gostosa. No entanto, o que mais a excitou não foi só o fato de estar explorando uma zona nova para ela, mas que a ação conjunta de duas estimulações, a anal e a vaginal, a deixava louca. Era como se de repente tivesse descoberto que se dar prazer em dois lugares ao mesmo tempo não multiplicava o gozo por dois, mas triplicava, no mínimo. E embora tenha tido orgasmos como nunca antes, ela nem sequer conseguiu vencer a resistência do esfíncter. Tentou e pressionou com o dedo com relativa força, mas nunca conseguiu enfiá-lo. Um ato reflexo que ela não conseguia controlar fazia com que o anel se fechasse sozinho e oferecesse resistência demais para que qualquer coisa entrasse por ali. Tentou várias vezes com um pouco mais de afinco, mas com o mesmo resultado. Era como se o próprio corpo dela se recusasse a sofrer qualquer tipo de dano. Parecia que sabia que por ali só vinha dor, e os músculos internos se contraíam para evitar a penetração. Pensou que precisaria de uma ajuda extra, e que seria necessário um pouco mais de lubrificação. Não tinha um lubrificante anal específico, então testou com vários cremes e óleos corporais do nécessaire. Fez alguns avanços e aprendeu que a lubrificação generosa ajudava na erotização da área, mas ainda assim não conseguia introduzir nada. Começava a ficar um pouco frustrada. Um pouco obcecada pelo progresso nulo que teve em várias semanas. seguidas, decidiu pedir ajuda pra uma amiga. Ela ficava meio envergonhada de confessar suas intenções, mas sabia que tinha total confiança nela, e que essa amiga era uma das que falavam com mais naturalidade sobre sexo anal e admitia abertamente já ter feito com vários caras. No fim, criou coragem e contou. Marcou um encontro numa cafeteria e desabafou sobre seus problemas. Sentiu que ia morrer de vergonha na hora de confessar, mas no final explicou — não sem antes garantir que ninguém estava ouvindo no café — como tinha dado os primeiros passos, as brincadeiras no chuveiro, o sabonete e tudo mais. A amiga não se surpreendeu com a informação toda e deu um sorrisinho safado enquanto ela contava cada detalhe. Tranquilizou ela pra caramba e disse, com toda a naturalidade e normalidade que conseguiu, que sexo anal exige preparação e um pouco de treino se quiser ser prazeroso. Explicou como ela mesma tinha passado exatamente pelos mesmos problemas que estavam atormentando a amiga naquele momento, e disse que não tinha motivo pra se preocupar. Muito menos pra se envergonhar. Aquelas palavras acalmaram a Alicia até certo ponto. A amiga começou falando sobre a importância da higiene, já que a área exige isso pra evitar problemas. Depois explicou os detalhes mais importantes sobre a preparação física e mental. Deu uma ênfase especial na parte mental, que era justamente a que mais incomodava a Alicia. Sexo anal é questão de atitude, explicou. Tem que abrir a mente antes de abrir o buraquinho. Se você não abrir primeiro aqui em cima, disse apontando pra própria têmpora, vai ser impossível se abrir lá embaixo. São duas partes do corpo totalmente ligadas e sincronizadas. — Olha — explicou a amiga —, o normal é que por ali não entre nada. É feito só pra expelir, e por isso o próprio esfíncter, controlado pelo seu cérebro, se protege e tende a se fechar quando nota que algo o ameaça. Mas se você conseguir controlá-lo e fazer com que ele reaja aos seus estímulos e ordens, vai se surpreender com o que ele é capaz. — Já — continuou Alice —, mas é que por mais que eu insistisse e empurrasse, não tinha jeito. Doía muito e… meio que fechava. — Você tem que ir devagar — tranquilizou ela. — Te garanto que ninguém consegue na primeira tentativa. Nem depois de várias vezes. E quem disser o contrário, está mentindo. A primeira coisa que você tem que fazer é aprender a relaxar o esfíncter. E para isso, você precisa estar relaxada também. Se você não estiver calma — disse apontando de novo para a cabeça —, lá embaixo também não vai estar. Comece estimulando a área como tinha começado, com os dedos, mas sem tentar enfiá-los. Isso vem depois. Simplesmente acaricie a área e rodeie ela mil vezes, mas sem fazer pressão. Deixe ela se acostumar a ser estimulada. Passe os dedos de cima para baixo, se acariciando suavemente e sem tentar vencer a resistência. Nem foque só no cu. Brinque em toda a área. A ideia é que você mesma se acostume a sensibilizar toda a região e a perder o medo aos poucos. É melhor usar também um lubrificante específico em vez de sabonete. Isso ajuda muito. Conforme você for se acostumando a se estimular ali, você mesma vai avançando, fazendo pressões cada vez maiores até estar pronta para introduzir algo, seja um dedo ou qualquer objeto que te der na telha. Alice estava perplexa com o que a amiga estava contando. Parecia que ela era uma verdadeira expert e, com certeza, tudo o que dizia fazia sentido. E ainda combinava com tudo o que ela tinha lido por conta própria na internet e em vários fóruns sobre o assunto. Sabia que queria experimentar, mas também queria conhecer os riscos e os possíveis problemas de fazer isso. Por isso, buscou toda a informação que pôde para formar melhor a própria opinião. — Quando você achar que está pronta para testar — continuou a amiga —, não faça com algo grande. É contraproducente. Use algo fino e delgado que o cu não tenha muita dificuldade em aceitar. Eu comecei com um lápis daqueles de madeira. É fino o suficiente para não exigir um grande trabalho de dilatação do esfíncter, e me permitiu sentir pela primeira vez o que era notar algo lá dentro. Claro, não faça pela ponta, mas pela parte arredondada de trás. Depois você terá tempo de usar outras coisas, como todo mundo. E não tenha vergonha de fazer isso. Tem gente que usa cenouras, bananas, pepinos ou abobrinhas, e outros cem objetos estranhos. Mas eu recomendo que você passe longe disso. Se realmente quer fazer direito, vá a um sexshop e compre um vibrador. É o mais seguro, e estou falando da sua integridade e da sua satisfação. E claro, é o mais higiênico e limpo. Hoje em dia tem de todo tipo, e até fazem especiais e específicos para isso. Você pode escolher entre milhões de formas, cores, tamanhos e grossuras. Inclusive tem kits com vários brinquedos para iniciantes e poder ir devagar. A cara da Alicia deve ter sido um poema depois de tudo que a amiga revelou. — Mas o mais importante — continuou a expert —, é que quando for fazer de verdade com um cara, peça paciência e respeito. Se ele for delicado e souber se ajustar ao seu ritmo, vocês dois vão aproveitar muito. Mas se for bruto, impaciente e egoísta, vai ser um fracasso total, e é possível que você até decida nunca mais tentar. E seria uma pena. O sexo anal é uma coisa maravilhosa se for bem feito, e pode dar um prazer extremo para os dois, mas pode ser uma experiência horrível se não tomar os cuidados adequados, inclusive os mentais. — Caralho, nem sei como te agradecer! — exclamou. — É tão difícil falar dessas coisas com alguém. Mas acho que você tirou todas as minhas dúvidas. — Na real, não tem o que agradecer — respondeu a amiga. — Esse é exatamente o problema. Tem tabu demais em volta desse assunto que o É proibido e condenado pela sociedade, quando deveria ser algo natural. Afinal, é algo que se faz desde que o homem é homem e, embora sempre escondam, não deveria ser assim. Elas continuaram na cafeteria por quase mais duas horas. O papo foi muito gostoso e, além de tirar as dúvidas da Alicia sobre o assunto que a preocupava, ficaram falando de mil outras coisas como duas boas amigas. No final, a Alicia pagou as consumações e se despediram na porta da rua com dois beijinhos e a promessa de se manterem informadas mutuamente sobre os progressos. Com todos os conselhos que recebeu, a Alicia se esforçou pra não ficar obcecada com o assunto e fazer os avanços necessários. Mas sem pressão, sem marcar datas nem prazos. Ela visitou uma sex shop, como a amiga recomendou, e alucinou com a quantidade de coisas que tinha lá disponíveis pra isso e pra muitas outras coisas também. E exatamente como a amiga sugeriu, comprou um lubrificante específico pra uso anal, e também um kit de consolos com vários plugs, dildos, tiras de bolinhas, e até vibradores pra iniciar no prazer anal. Chamou a atenção dela que nenhum era grande e grosso e que, exceto um, que até simulava parecer um pouco mais com um pênis de verdade, com ventosa e tudo, quase todos eram lisos e meio pequenos, principalmente finos. Por isso eram pra iniciar. Já na intimidade da casa dela, leu todas as bulas, instruções e recomendações dos brinquedos novos, e começou a experimentar com eles. A primeira coisa que usou foi o lubrificante e os próprios dedos. E exatamente como a amiga tinha prometido, o toque escorregadio e sedoso do óleo melhorou visivelmente o prazer que ela sentia comparado aos dias em que tinha usado só sabonete. O gel de banho até que era bom, mas assim que ela pressionava um pouco no esfíncter, já sentia um leve ardor causado pelo pH do produto. Já o lubrificante, além de dar um toque muito mais deslizante e gostoso, não ardia nem irritava. Diria que era até calmante. Ela se surpreendeu passando generosamente por toda a área entre o ânus e o clitóris, e aproveitou a nova lubrificação para se masturbar com as duas mãos, uma na frente e outra atrás. Estava fazendo progressos e sentindo muito prazer ao tocar e estimular o ânus com certas pressões, mesmo sem ainda penetrá-lo. Tentou fazer isso algumas vezes, mas apesar da menor resistência com o lubrificante, ele continuava se fechando de forma reflexa e ela não conseguia seu objetivo. Lembrou então do que a amiga explicou sobre relaxamento mental e o lápis, e decidiu mudar de estratégia. Levou todos os brinquedos do banheiro para a cama, e lá se deitou e relaxou o máximo que pôde. Colocou um disco da Enya no aparelho de som para criar um clima, e desconectou o telefone para ninguém incomodá-la. Depois, acendeu uns incensos aromáticos, baixou as persianas e acendeu algumas velas. Precisava se concentrar e, acima de tudo, relaxar. Completamente esticada e nua na cama, deixou tocar as duas ou três primeiras músicas sem fazer absolutamente nada, só relaxar. Manteve os olhos fechados e a mente vazia, e se limitou a deixar que a música, a calma e os cheiros invadissem todo o seu ser. Se não fosse porque estava sexualmente excitada, provavelmente teria dormido, mas depois de alguns minutos, começou a ação. Virou de lado, em posição fetal sobre o lado esquerdo e, aplicando uma quantidade generosa de lubrificante nas pontas dos dedos da mão direita, levou-os até a bunda e começou a espalhar suavemente por todo o vale que dividia suas nádegas. Sentiu um leve arrepio no começo ao sentir a temperatura fresca do lubrificante, mas logo começou a se acariciar para cima e para baixo, desde o cóccix até os próprios lábios vaginais, e em pouco tempo o líquido viscoso pegou o calor do corpo. que ela já exalava. Fazia isso suavemente, sem pressa, sentindo-se tranquila e serena, sincronizada com os milhares de coros da música celestial de Enya, de olhos fechados e, acima de tudo, profundamente relaxada. Estava alcançando o estado de relaxamento mental necessário que sua amiga havia mencionado. Os primeiros movimentos e estímulos foram suaves, sem vontade de penetrar em lugar nenhum. Nem na buceta dela. Encontrava um grande prazer no simples ato de fazer seu dedo médio percorrer todo o seu vale e espalhar o lubrificante da forma mais uniforme possível. A quantidade dele tinha sido generosa, e logo a secreção do seu próprio lubrificante e a mistura com o artificial fizeram com que toda a área ficasse muito molhada. Jurava até que podia sentir como parte da mistura viscosa escapava da sua entreperna e começava a escorrer para a coxa esquerda, até chegar ao colchão. Não ligou a mínima para o fato de poder manchar os lençóis. Estava realmente relaxada e concentrada. Após vários minutos de estímulo, começou a fazer pequenas pressões e incursões bem leves em áreas mais internas. Para não perder a concentração e o nível de excitação, fez isso primeiro na área da buceta. Não era a primeira vez que se masturbava, nem de longe, e sabia bem como fazer. Percorreu com as pontas dos dedos os lábios externos, e sentiu a inchação e a altíssima temperatura que eles já tinham. Fez isso inúmeras vezes, tamanho era seu prazer e sua falta de pressa. Depois, passou alguns minutos rodeando e torturando seu clitóris e, quando ela mesma percebeu que tinha começado a ofegar levemente, penetrou a buceta com dois dedos e apertou as pernas com força. Imaginou que estava com um cara e que estavam transando. Como um ato reflexo, também se encolheu um pouco mais, exagerando a posição fetal, e fazendo com que a bunda ficasse mais saliente e exposta. Foi nesse momento que sentiu a necessidade de atender Sua parte traseira e, sem esquecer a buceta, ela mudou a posição das mãos, de forma que agora era a esquerda que a penetrava pela frente e entre as pernas, e a direita passou por cima do quadril para voltar à região anal. Agora ela tinha uma mão estimulando externamente cada um dos seus dois buracos de entrada e, embora com uma fizesse pequenas penetrações entre os lábios, com a outra, por enquanto, só roçava, rodeava e pressionava bem de leve o portão dos fundos. Era uma puta delícia o prazer que sentia ao combinar os dois tipos de estímulo, e, embora cada um deles separado já fosse de tirar o fôlego, a união dos dois simplesmente a fazia perder o controle. Na verdade, quase teve o primeiro orgasmo. Mas por enquanto queria evitar porque o que ela realmente queria era aprender a curtir a novidade do sexo anal. Se segurou e parou de se masturbar na buceta para não chegar ao ápice e depois dar aquela caída. Tinha conseguido o estado de relaxamento mental máximo e, ao mesmo tempo, o de maior excitação sexual. Era hora de seguir em frente com sua iniciação. Sem abandonar a posição fetal de lado, pegou um dos brinquedos que tinha espalhados na cama na frente dela e se preparou para usá-lo. Era uma tira longa e flexível de bolas de borracha ligadas entre si, e cujo diâmetro ia aumentando. A menor era tão pequena quanto um piercing redondo de umbigo, localizada numa das pontas da tira, e a maior devia ter uns três centímetros de diâmetro. Entre as duas, tinha uma amostra completa de bolinhas que variavam gradualmente o diâmetro, de forma que quem usasse podia parar ou estabelecer o limite no tamanho que melhor lhe servisse. A verdade é que a Alicia achava difícil acreditar que alguém conseguisse enfiar no cu as maiores, mas estava claro que o brinquedo foi feito pra isso, já que, depois da última bola, tinha uma argola. pra enfiar o dedo e puxar o brinquedo inteiro caso ele tenha desaparecido completamente dentro de alguém. Mesmo assim, e sem querer ficar obcecada de novo com a questão dos tamanhos, decidiu na hora que usaria a tira de bolinhas primeiro na buceta dela pra se familiarizar bem com o funcionamento e também pra lubrificar e molhar o máximo possível. Além disso, era um brinquedo novo que nunca tinha experimentado e que tava com vontade de conhecer. Nas sessões de punheta dela, geralmente só usava os dedos e, em raras ocasiões, já tinha enfiado algum objeto, tipo uma banana enfiada numa camisinha, algum outro legume ou um consolo. Foi um que uma vez compraram entre várias amigas pra uma despedida de solteira e que no fim ficou na casa dela. Mas ela tinha tanta vergonha de ter aquilo e de alguém descobrir, que acabou se livrando dele. Sem muito esforço, já que tava tão excitada e, principalmente, tão molhada, as bolinhas foram entrando uma a uma com maior facilidade na buceta dela. Quando chegou mais ou menos nas do meio, parou e usou o argolinha da ponta final. Puxou de leve pra fora e todas as bolas que tinham entrado, aos poucos foram saindo, fazendo os lábios se abrirem e fecharem com cada bola extraída, se adaptando assim a cada tamanho. Quando só faltava uma bola pra tirar, inverteu o movimento de novo, voltando a enfiar elas outra vez. Chegou quase até o fim, deixando pra fora só as duas últimas, as de maior diâmetro. Sem nem perceber, logo começou a se masturbar metendo e tirando as bolas sem parar e curtindo o prazer que vinha da mudança constante de tamanho da bola que tava penetrando ela. Não sabia como tinha conseguido viver tanto tempo sem aquele brinquedo. Era simplesmente maravilhoso. E não precisava de pilha! Por orgulho próprio, se obrigou a usar até a última bola e se surpreendeu com o brinquedo inteiro dentro dela. Tudo exceto o anel do final para puxar de volta. Não foi muito difícil enfiar todas, porque, embora a última bola fosse grandinha, ela já tinha conhecido algum pau de diâmetro maior. Não era problema pra buceta dela engolir e aguentar aquela grossura. Diferente seria com o cu. Decidida a continuar com o que a tinha levado até aquela situação, puxou a tira inteira e, vendo que estava mesmo encharcada e lubrificada até o anel, começou a brincar com a ponta e a bolinha menor na entrada do cu. A área ainda estava bem lubrificada, ela muito relaxada e a disposição intacta, então a primeira bolinha entrou quase sem esforço, graças ao tamanho minúsculo. Sentiu prazer, embora não soubesse definir direito. Quis ter certeza de que estava fazendo tudo certo e, antes de se arriscar com a segunda, tirou a primeira. E, pra surpresa dela, achou que sentiu mais prazer ao tirar do que ao colocar. Repetiu a ação de novo e viu que era muito fácil meter e tirar o primeiro elo da corrente. E que, assim como acontecia com a buceta, o prazer vinha da adaptação ao tamanho invasor e depois da volta à posição natural. Era a abertura e o fechamento do cu que lhe dava o tesão, não o fato de ter algo lá dentro. Tava aprendendo. Ao tentar colocar a segunda, percebeu que o esfíncter fechava e resistia a receber qualquer coisa de diâmetro maior. Tentou de novo, mas com o mesmo resultado. E ainda tentou mais umas duas vezes, mas aquilo não funcionava. Doía e ela não se via capaz de se machucar. Não conseguia. Prestes a se frustrar e desistir, lembrou das palavras e dos conselhos da amiga e se esforçou pra tentar mais uma vez, mas dessa vez tentando relaxar o máximo possível. Lembrou que a amiga explicou que, quando precisava colocar um supositório em algum dos sobrinhos menores, só conseguia quando distraía a atenção deles por um momento com alguma brincadeira ou piada. relaxavam o esfíncter, se desprotegendo. Então ela tentou e fez uns testes, tentando contrair e expandir o buraco usando a musculatura da área, e percebeu que conseguia. Ela se concentrou e coordenou o movimento de relaxamento do anel com a pressão do pulso empurrando a tira de bolinhas quando o cu tendia a abrir. E como num passe de mágica, a segunda bolinha desapareceu engolida sem esforço e sem dor. Ela sorriu orgulhosa pelo triunfo. Tirou de novo, e sentiu prazer ao notar que o anel dilatava pra permitir a extração, embora dessa vez tenha doído um pouco mais que com a primeira bola. Mas percebeu que, depois de já ter aceitado a segunda, o cu dela tolerava a primeira sem nenhum esforço, o que finalmente fez ela entender de vez os conselhos da amiga quando disse que, além de relaxamento, precisava de prática. Repetiu o processo mais uma vez, e quando se sentiu confortável colocando e tirando a segunda bolinha sem quase dor ou dificuldade, se atreveu com a terceira. O processo foi exatamente o mesmo. Muita resistência no começo, até um pouco de dor, mas sucesso imediato quando relaxou o esfíncter e os músculos dilatavam pra admitir novos corpos estranhos. Tava claro que era um processo progressivo e que a única coisa que precisava fazer era treinar o cu pra acostumar ele a ir aceitando aos poucos diâmetros maiores. Num dado momento, tirou o brinquedo inteiro e viu com admiração que agora, fruto da prática e da quantidade de lubrificante na área, conseguia meter também um dos dedos. Não à toa, a terceira bolinha que conseguiu enfiar tinha um pouco mais de grossura que o dedo médio dela. Ela se surpreendeu gostosamente ao ver que agora sentia um puta prazer em meter e tirar o dedo do buraco traseiro. Era tipo quando ela se masturbava normalmente, mas por trás. E ela gostava! Os pontos de prazer eram diferentes dos habituais, e As sensações também eram um pouco diferentes, mas, talvez pela novidade, ela estava enlouquecendo de prazer. Sentia um pouco de ardor e queimação, sem dúvida pela falta de costume, ou possivelmente pelos aditivos do lubrificante, mas de qualquer forma, o incômodo era bem menor do que quando começou com o gel no chuveiro. Voltou para a fileira de bolinhas e, já mais decidida e ousada, continuou aprendendo a colocar aos poucos as de tamanho médio. Quando se deu conta, era capaz de fazer sumir mais de meia dúzia de bolinhas lá dentro, e se surpreendeu querendo ir ainda mais longe e usar todas as bolas. Não conseguiu nessa sessão, mas prometeu a si mesma que em breve chegaria até o anel. Exausta pelas quase duas horas de novas experiências, guardou todos os brinquedos, trocou os lençóis e se lavou no banheiro com um banho longo e gostoso. Fez questão de caprichar na virilha e no cu para eliminar todo resquício de lubrificante e algum restinho de cocô. Estava feliz e orgulhosa de si mesma. Passaram-se vários dias até que ela se decidiu a experimentar de novo. Ainda não tinha contado nada pra amiga, mas queria contar. Decidiu que só falaria dos seus progressos quando conseguisse usar a última bolinha ou algum dos outros brinquedos que vieram no kit que comprou. Alguns dos plugs eram meio intimidadores e, embora não fosse obcecada com o assunto, não parava de pensar que precisava estar bem preparada caso, no dia em que topasse com um cara, ele tivesse um pau largo demais. A primeira metade da fileira de bolinhas não custou nada pra conquistar de novo na segunda sessão. Já pro resto do brinquedo, ela precisou de várias tentativas e novas doses de relaxamento porque o corpo ainda resistia a aceitar alguns tamanhos. Mas com esforço, determinação e relaxamento, não demorou muito pra conseguir fazer sumir a última bolinha e deixar só o anel de segurança pra fora. Ficou imóvel por uns instantes com o brinquedo inteiro dentro, como saboreando o triunfo e, de repente, decidiu que precisava ver no espelho sua conquista. Sem pensar muito, levantou da cama e foi pro banheiro conferir o que tinha conseguido. Levantou um pé até a pia de mármore e sorriu ao ver no espelho a imagem do próprio cu com uma argola de borracha simpática aparecendo pra fora. Puxou ela com decisão e, embora a primeira bolinha tenha doído um pouco ao sair, foi tirando todas de novo até que a tira inteira estivesse completamente fora. Depois inverteu o processo e se deliciou com a visão que o espelho devolvia: ver o cu se abrindo e fechando a cada bolinha que engolia de novo. Se entreteve em tirar e colocar todas as bolas da primeira metade numa certa velocidade, como se quisesse simular as estocadas de um ato sexual com companhia, em vez de sozinha. Insistiu em enfiar todas de novo e, quando conseguiu um par de vezes, já controlando a dor e o prazer à vontade, voltou pra cama pra experimentar outros brinquedos. E fez isso com a tira inteira de bolas enfiada até a argola, então a caminhada do banheiro até o quarto lhe deu uma sensação nova, até então desconhecida pra ela. Andar, e o movimento natural das pernas ao se deslocar, fez ela sentir um baita prazer também, porque a cada passo o brinquedo lembrava que tava ali dentro, roçando e apertando as paredes do reto dela. Isso fez ela decidir, ao chegar na cama, pelas bolas chinesas. Elas tinham menos diâmetro que a bola maior que ela tava carregando naquele momento, então achou que não ia ser difícil usar. Mesmo assim, e igual fez na primeira sessão com a tira de bolas, testou elas primeiro de forma vaginal, mesmo que só pra lubrificar bem. Sem tirar a tira do cu, enfiou as duas bolas na buceta sem dificuldade, e sorriu ao ver o cordão que tinha de ficaram de fora para recuperá-las. Não pôde evitar pensar nos absorventes. Com um brinquedo enfiado em cada uma das suas duas cavidades, a corrente no cu e as bolinhas chinesas na buceta, começou a andar em direção à cozinha pra ver o efeito que a vibração natural das bolas de metal causava. E pra sua surpresa, a sensação foi simplesmente alucinante. A cada passo que dava, cada uma das duas bolas fazia chocar e vibrar a que estava dentro dela. Também as duas grandes se chocavam entre si, então cada passo era como se uma vibração constante ou uma corrente elétrica atravessasse sua xota e subisse por toda a sua espinha. O corredor da casa dela era consideravelmente comprido, e ela o percorreu várias vezes em cada direção, indo da cozinha até o quarto e vice-versa pra prolongar ainda mais a sensação incrível. Não acreditava no quão gostoso era ter objetos estranhos dentro dela, tanto na frente quanto atrás. E não teria sido capaz de decidir qual das duas sensações ela gostava mais. Mas fiel ao seu objetivo, voltou pro banheiro pra tirar a corrente de bolas do cu e substituí-la pelo par de bolas que agora se lubrificavam e esquentavam na sua buceta. Seu esfíncter já tinha se acostumado a ficar fechado mas com a corrente inteira lá dentro, então quando ela pegou a argola pra puxar, sentiu uma dor relativamente forte e não conseguiu tirar na primeira tentativa. Mesmo assim, lembrou dos exercícios de relaxamento, e sincronizou o movimento de puxar com o pulso com o de expulsão dos músculos do cu, e finalmente a bola mais próxima da argola saiu. E atrás dela, o resto da corrente com menos esforço até tirar o brinquedo completamente. Deixou a corrente dentro da pia e repetiu o processo de tirar, mas dessa vez com as bolas de metal que ainda estavam na buceta dela. Foi muito mais fácil tirá-las e, como já imaginou, saíram totalmente lubrificadas e Brilhantes, não só por serem cromadas com acabamento espelhado, mas também pela película que agora as revestia. Estavam meladas e escorregadias por causa da mistura dos próprios fluidos dela com o lubrificante que tinha comprado para sua iniciação. Sem demorar muito pra não perder a excitação, enfiou as duas bolas prateadas por trás e ficou imóvel por alguns segundos, como se quisesse se acostumar com o novo corpo invasor. Quando o cu se fechou de novo depois da passagem da segunda, fez uns movimentos pélvicos pra conferir como vibravam lá dentro. E se o prazer que ela teve com essas mesmas bolas na buceta foi maravilhoso, o que sentiu com elas no reto foi simplesmente sublime, apoteótico, espetacular. Cada vibração de qualquer uma das duas bolas, e das que elas carregavam dentro, não só estimulava e excitava o interior do cu dela, mas também, a cada reverberação, subia um tremendo arrepio desde o próprio ânus até a nuca, percorrendo as costas na velocidade da luz, fazendo estragos na tranquilidade dos pelos e arrepiando tudo na hora. Ela não sabia como tinha conseguido ficar tanto tempo sem conhecer esse tipo de brinquedo e, pior ainda, sem ter experimentado o prazer do sexo anal. Era delicioso e maravilhoso. Saiu do banheiro de novo e repetiu as caminhadas pelo corredor até a cozinha e de volta várias vezes. Fez isso em velocidades diferentes, desde andando devagar e calmamente até praticamente correndo pra ver a diferença na forma de vibrar das bolas gêmeas. Qualquer velocidade que escolhesse era um verdadeiro delírio pros sentidos dela. Simplesmente, ela amava aquilo e ficava louca de puro gozo. Na última caminhada, bem quando já tinha decidido que voltaria pro quarto pra testar outros brinquedos, pensou que precisava experimentar usar aquelas bolas num dia normal, talvez no trabalho ou simplesmente andando na rua, fazendo compras ou saindo alguma noite com seus amigos. Com certeza seria uma experiência inesquecível, embora duvidasse que ela teria coragem de fazer. Finalmente, tirou as bolas vibratórias e voltou para a cama, onde tinha o resto dos brinquedos expostos. Começou a testar praticamente todos eles, sem conseguir se decidir por nenhum em específico. Tinha tantos! O próximo foi um consolo liso e comprido que, por ter um diâmetro pequeno, não custou a enfiar quase até o fundo de primeira. Tinha vibração a pilha, então, assim que entrou, ligou o interruptor e se deliciou com o prazer que a vibração daquele aparelho produzia lá dentro em diferentes velocidades. Era uma sensação parecida com a das bolas anteriores, mas tinha a vantagem de poder ficar parada e relaxada, sem precisar se mexer, enquanto o brinquedo fazia o serviço sozinho. Era um brinquedo "mãos livres". Pensou que seria ideal para os momentos de masturbação mística, onde podia se deitar, ficar completamente imóvel, fechar os olhos e tocar o céu. A próxima coisa que testou foi um plug que tinha uma ventosa na parte de baixo e podia grudar em qualquer superfície lisa. Colou ele numa cadeira de madeira que tinha perto da escrivaninha do quarto, tirando a almofada, e aos poucos foi sentando em cima. Mas, embora a primeira metade fosse relativamente estreita e entrasse sem dificuldade, a segunda metade, e especialmente o final, era grossa demais, e por mais que tentasse e se forçasse, não conseguiu. Era demais. Muito mais do que ela conseguia dilatar no momento. Então, rapidamente descartou o brinquedo e passou para o próximo. O escolhido foi exatamente o que quis usar praticamente desde o começo, já que era uma réplica quase exata de um pênis humano, com todas as suas formas e relevos, a saliência da glande e até as veias do tronco, que subiam por ele como trepadeiras intrincadas. Pensou que, se um dia conseguisse ter sexo anal de verdade com algum cara, precisaria sentir-se à vontade usando aquele consolador. Era a coisa mais parecida com um pau de verdade. O diâmetro do brinquedo era bem parecido com o das bolas chinesas, então ela já sabia que não ia ser um esforço do caralho dilatar o esfíncter pra enfiar. Mas o que preocupava era que os quase dezoito centímetros de comprimento do brinquedo forçassem o anel anal a ficar dilatado, sem poder voltar ao lugar natural, o tempo todo que o brinquedo estivesse lá dentro. Afinal, as bolas abriam o esfíncter por um segundo ou dois, mas deixavam fechar de novo na hora depois de passar. Não pensou muito e, já que continuava excitada e bem lubrificada, colocou a cabeça artificial na entrada traseira e foi pressionando devagar. Não foi difícil vencer a resistência inicial e dilatar o suficiente pra cabeça do pau entrar. As práticas anteriores tinham dado resultado, e o relaxamento e o treino já deixavam ela controlar o esfíncter quase como quisesse. Empurrou com suavidade, mas com determinação, e, aos poucos, os dezoito centímetros de borracha foram sumindo dentro dela. Quando chegou no fim, inverteu o processo, e na mesma velocidade que enfiou, começou a tirar. Se tivesse que escolher, não saberia dizer o que dava mais prazer, meter ou tirar. Mas do que tinha certeza absoluta era que o que mais gostava era o movimento lento de entrar ou sair. Era o atrito contra o anel anal que deixava ela louca. O roçar e o relevo da cabeça e das veias faziam as costas dela arquear e centenas de arrepios percorrerem o corpo todo de cima a baixo. O medo inicial de que o anel ficasse aberto tempo demais e doesse logo se confirmou toda vez que ficava parada. Quando tinha ele enfiado até o fundo e parava, sentia uma dorzinha e percebia como o cu lutava pra fechar sem conseguir por causa do intruso. que abrigava. As tentativas sucessivas que ela fez para tentar se acostumar foram todas em vão. Se ficasse parada, não sentia prazer, mas se houvesse movimento do brinquedo pra frente ou pra trás, o prazer era infinito e os arrepios corriam soltos pelas costas como se fossem relâmpagos num céu tempestuoso. Então, ela simplesmente se dedicou a empurrar e puxar com movimentos do pulso aquele artefato fusiforme, desde a ponta da glande até o início da ventosa. Tudo menos ficar parada com aquilo dentro. Eram dois os momentos de máximo prazer naquela brincadeira. Por um lado, cada vez que ela tirava o brinquedo completamente e o cu conseguia se fechar de novo. Sentia um prazer extraordinário com isso, como um grande alívio. E, por outro lado, cada vez que chegava ao final dos dezoito centímetros e seu esfíncter era obrigado a se abrir o máximo possível, já que na área da ventosa o diâmetro do pau de borracha era maior do que na glande e no resto do tronco. Às vezes, ela tentava ficar parada com o brinquedo todo dentro e apertando firme pra não sair, mas o esfíncter protestava na forma de pequenas convulsões, ardências, coceiras e, por que não admitir, uma dor forte. Mas era justamente essa mistura entre a dor, a queimação e o prazer que a levava quase até a exaustão e o paroxismo. Ela estava se sodomizando e enlouquecendo de prazer ao fazer isso. Para sua surpresa, e diferente da estimulação vaginal, que exigia um certo ritmo, por trás a velocidade não era um fator principal. Na verdade, ela sentia muito mais prazer quando o brinquedo entrava e saía devagar do que quando fazia em alta velocidade. Era o atrito e o diâmetro que produziam os maiores níveis de prazer e, portanto, quanto mais tempo o anel fosse friccionado, e também forçado a ficar aberto e mais diâmetro fosse exigido, mais prazer ela experimentava. Por outro lado, se fizesse Depressa, a dor superava o prazer e ela não curtia tanto. Satisfeita consigo mesma por ter conseguido aprender a controlar o esfíncter na vontade, e também por ter conseguido dosar e manejar o prazer do jeito que queria, deu por encerrada a sessão e, juntando todos os brinquedos, foi pro banheiro tomar um banho e se limpar bem. Ainda praticou mais duas ou três sessões na solidão da casa dela pra treinar direitinho e, quando decidiu que tava contente e satisfeita com os resultados, disse pra si mesma que era hora de dar o próximo passo. E esse não era outro senão fazer com um pau de verdade.
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