Por julho de 1995, eu vinha de um churrasco bem tarde, bastante bêbado e com tesão. Era umas 4 da manhã e com bastante neblina, na beira da ruta 202, antes de chegar em Torcuato, vejo um par de travestis paradas numa esquina. Era comum naquela época, perto do Campo de Mayo, parecerem travestis. Naquela época, fazia pouco tempo que eu tinha começado a me aventurar no mundo de comer travestis. Uma dessas minas parecia bem gostosa, então, como pude, fiz o retorno em U e virei na direção delas. Quando tava chegando na esquina, estacionei um pouco mais atrás, porque já tinha um carro parado com elas. O carro abre a porta, uma sobe e elas vão embora. Ao me aproximar da esquina, percebo que a transexual que me pareceu gostosa era a que tinha ido embora. A outra que ficou parecia o Paolo, o roqueiro, mas com peitos. Sinceramente, não curti nada. Justo quando tava indo embora, na minha frente para um carro e descem duas minas. Uma me chamou a atenção: a baixinha. Ao descer do carro, em vez de ficarem paradas na esquina, continuaram andando até o ponto de ônibus, que era a poucos metros. Deixei o Paolo roqueiro pra lá e mandei o carro na direção dessas minas pra ver qual era. Paro do lado delas, e a mais alta era bem gostosa. Muito magra, mas bem feminina. A outra não era baixinha, era uma anã, com proporções de anã, uma imagem meio bizarra. Perguntei pra magra sobre o serviço dela, e ela disse que tava esperando o ônibus pra ir embora. Insisti um pouco mais, e ela continuou me recusando. Nessa hora, a anã abriu o casacão dela e, por baixo, só tava de calcinha e sutiã. Enquanto mostrava o corpinho, ela dizia: — Vai perder esse bombonzão? Sinceramente, tava bem frio, e o corpinho da anã parecia interessante. Combinei o preço, ela subiu no carro e fui direto pro hotel. Era engraçado ver as perninhas dela balançando no banco do carro. Já no quarto, ela tirou da bolsa um par de camisinhas, lubrificante e lenços de papel, e me pediu pra pagar. Assim que resolvido. Enquanto eu arrumava umas toalhas na cama, ela me pedia pra eu me despir. Aí ela tirou o casaco dela e eu pude ver o corpinho esplêndido dela, os bracinhos curtos, os peitinhos redondos, a bunda perfeita e o volume não tão pequeno que ela tinha por baixo da calcinha. "Deita na cama que já vou", ela dizia enquanto passava batom na frente do espelho. O corpinho dela era de uma mulher anã, mas o rosto não era nem feminino nem masculino, tinha cara de anã, não sei bem como explicar. Não era feia, mas também não era bonita, a imagem era bem bizarra. Agora, quando ela virava de costas, a bunda e o quadril eram perfeitos, mesmo naquele tamanho. Ela veio até a cama, subiu nela e, enquanto eu tirava a cueca, ela montou em cima de mim quando eu fiquei sentado na cama, apoiado na cabeceira. As perninhas dela rodeavam meu peito, ela aproximou o rosto do meu e começou a me beijar com a boquinha dela. Com meus lábios, dava pra sentir um pouco de resto de bigode. Enquanto a beijava, agarrei a bundinha redonda dela e aproveitei pra tocar na cabeça da piroca que aparecia por cima da calcinha. Muito rápido, a piroca dela ficou bem dura e, enquanto eu já chupava os peitos dela, tirei a piroca pra fora e comecei a bater uma pra ela. Aí percebi o pedaço de piroca que ela tinha, mesmo com as pernas grossas, parecia muito grande. Ela ficou de pé na minha frente, a piroca dela ficou na altura do meu rosto, ela segurou com a mãozinha pequena e enfiou de uma vez na minha boca. Eu chupava a piroca bem grossa dela e ela começou a comer minha boca. Em pé na minha frente, ela comia minha boca bem rápido. Até que, sem avisar, ela soltou um jorrinho de porra na minha boca. Tentei tirar a piroca da boca pra ela parar de gozar, mas com as mãozinhas ela segurou minha cabeça pra continuar gozando dentro da minha boca enquanto me dizia pra tomar toda a porra. Depois, ela se inclinou até meu rosto e me beijou, procurando com a língua os restos de sêmen que eu tinha na boca. Enquanto me beijava, sem perceber, ela procurou uns... Lenços de papel, ela me deu pra eu cuspir a porra neles. Enquanto eu cuspia a porra, ela ia descendo pelo meu peito, me beijando até chegar no meu pau. Aí começou a chupar bem devagar, enquanto as mãozinhas dela batiam uma pra mim e massageavam minhas bolas. A língua dela dava chicotadas na ponta do meu pau enquanto ela pegava uma camisinha pra colocar em mim. Quase sem perceber, ela colocou a camisinha, encheu a bunda de lubrificante e, bem devagar, sentou no meu pau. Pensei que aquela bunda ia ser difícil de entrar, mas pelo contrário, entrou como se fosse nada. Quando meu pau entrou até o fundo, ela começou a subir e descer bem rápido. O pau dela tinha endurecido de novo e balançava no vai e vem da cavalgada que ela tava me dando. Mas eu tinha me apaixonado por aquela bunda e queria ver, então pedi pra ela ficar de quatro. Coloquei vários travesseiros debaixo da pélvis dela pra ficar mais confortável pra mim. Era uma imagem linda estar atrás daquela bunda e daquelas pernas gordinhas. Apontei meu pau pro cu dela e meti de uma vez. Como me excitava rebater meu corpo naquele corpinho. Ela gemia como uma louca e gritava sem parar pra eu comer ela mais forte. Até que não aguentei mais, me agarrei na cintura dela e, com a pélvis bem encostada na bunda dela, gozei dentro do cu dela. Quando tirei meu pau do cu dela, ela se virou em cima dos travesseiros e tava com o pau duro igual um cacete. Como o pau dela ficava bem na minha frente, só com uma pequena inclinação do meu corpo, eu fiz isso e me agarrei de novo naquele pau duro. Ela deixou eu chupar por um bom tempo e, de repente, tirou meu pau da boca e começou a colocar uma camisinha. Aí eu percebi que ela queria me comer. Até então, eu nunca tinha comido um pau tão grosso e grande. De repente, ela passou pra trás de mim e começou a passar lubrificante no meu cu, e aí eu falei que não ia deixar ela me comer. "Ok, sem problema", ela disse enquanto saía da cama e ia pro banheiro. Saiu um tempo depois e começou a se vestir. Quase sem perceber, ela se despediu e disse que ia embora sozinha. Peguei o busão na porta. Me vesti e fui embora pensando que, por medo, perdi a chance de ser comido por uma anã trans. Depois daquele dia, em outras oportunidades, passei no lugar pra ver se ela tava, mas nunca mais vi. Uns 20 anos depois, numa dessas viagens que faço pra Santiago do Chile pra fazer compras, uma noite tava andando pela zona vermelha atrás de algo interessante e, de repente, numa esquina, vejo uma prostituta anã. Me fez lembrar da anã trans. Dei a volta e fui pegar ela. Direto abri a porta pra ela subir no carro e aí percebo que essa anã era uma travesti. A pele dela era meio mulata, mas diferente da outra anã trans que eu tinha pegado, essa era bem pequena, não tinha traços de nanismo. Na minha lembrança, essa trans era menor que a outra. Enquanto subíamos no elevador pro apartamento, percebi que eu tenho 1,82 e essa anã, a boca dela ficava bem na altura do meu pau. Ao entrar no apartamento e depois de resolver o pagamento, fomos pro quarto e ela, quase sem eu perceber, já tava de calcinha e sutiã. Enquanto eu me despia, ela subiu em cima da cama e começou a me beijar. Eu agarrei ela e joguei na cama, me joguei por cima, tirei o sutiã dela e comecei a chupar os peitinhos, que parecia que ela tava hormonizando fazia pouco tempo. Enquanto chupava os peitinhos, tirei a calcinha fio dental dela e, quando meti a mão na virilha, percebi que ela tinha um micropênis. Comecei a massagear até que, igual um caramujo, um pinto pequeno apareceu do escroto dela. Comecei a bater uma pra ela e não chegou a ser muito maior que uma pilha média. Ela gemia de prazer enquanto eu batia. De repente, agarrei ela e coloquei de quatro, comecei a chupar a bunda dela enquanto continuava batendo uma pro micro pau dela. A bunda dela era redonda e perfeita. Minha língua percorria o cu dela até as bolas. Virei ela de novo e mergulhei na virilha dela, comecei a chupar o pintinho dela. Realmente, não deu Cresceu mais, mas ficou muito, mas muito dura. Parecia que era de madeira de tão dura que tava. Chupei ela mais um pouco e mandei ela ficar de pé no chão, e encostei meu pau na cara dela. Ela meteu ele inteiro na boca de uma vez. Chupava como se fosse um sorvete enquanto as mãozinhas dela batiam uma pra mim. Deu uma vontade danada de sentir a boca toda dela, então segurei a cabeça dela firme e enfiei o pau até o fundo da garganta, até ela engasgar. Quando olhava pra cara dela, os olhos tavam todos lacrimejando. Aí peguei uma camisinha e dei pra ela colocar em mim. Já com a camisinha, deitei ela de bruços na beirada da cama, e como ela é alta, a bunda dela ficou numa altura boa pra eu comer. Antes de meter, me abaixei e comecei a chupar o cu dela de novo. Cada vez que eu enfiava a língua no cu, ela se arrepiava, e às vezes soltava uns peidinhos na minha boca. Por sorte não tinham cheiro ruim. Enquanto eu fazia isso, ela não parava de pedir pra eu comer ela. Meu pau tava começando a amolecer com a camisinha. Então comecei a esfregar ele no cu dela enquanto batia uma. Quando ficou bem duro, cuspi no cu dela e meti sem avisar. As perninhas dela, que pendiam da cama, esticaram bem e tremeram quando enfiei até o fundo. Coloquei as mãos no ombro pequeno dela e comecei a aproveitar a bundinha dela. O cu dela apertava bem o meu pau. Depois de alguns minutos, o cu dela já tinha dilatado tanto que eu tirava e colocava o pau com muita facilidade. E de repente, bem quando tava com o pau pra fora, comecei a gozar e meti de novo com tudo no cu dela pra terminar de gozar dentro. Quando saí do cu dela, virei ela, com saudade do pau da outra travesti anã que tinha estado comigo antes. O pintinho dela quase tinha sumido de novo. Pulei em cima dela e fiquei beijando enquanto massageava a virilha dela de novo. Quando senti que tava endurecendo, desci com a cabeça e comecei a chupar o pintinho dela de novo. Eu chupava feito louco. Ela gemia muito enquanto me dizia que raramente gozava. Na minha cabeça, eu tinha decidido que queria fazê-la gozar de qualquer jeito. Então caprichei com minha boca e minha língua na piroca dela. De vez em quando, eu mordia um pouco. Ela se contorcia de prazer. Me ajoelhei no chão pra ficar mais confortável, e as perninhas dela penduradas na borda da cama enquanto eu mantinha a pijinha dela na minha boca. Enquanto massageava os ovinhos dela, comecei a descer com dois dedos até o cu dela e enfiei. Comecei a comer o cu dela enquanto chupava a piroca dela mais rápido. Meus dedos procuravam a próstata dentro do cu dela. Até que parece que encontrei, porque ela se arrepiou e eu senti na minha boca um líquido bem grosso. Ela mexia a pélvis como se estivesse fodendo minha boca enquanto continuava soltando jorros de porra. Quando ela parou de gozar, me aproximei da boca dela pra passar o gozo dela. Ela meio que recusou, mas eu segurei o queixo dela e beijei, soltando todo o gozo na boca dela. Pude ver como ela engoliu com nojo. Quando me levantei, minha piroca tava dura de novo. Pergunto se posso foder ela de novo. Ela responde que rápido, porque já passou muito tempo comigo. Coloquei a camisinha rápido e segurei as duas perninhas dela, levantando pra que o cu dela ficasse mais confortável na altura da minha piroca. Assim, com as perninhas dela sobre meu peito, encostei a piroca no cu dela e meti de novo com força. Os olhos dela, com toda a maquiagem borrada pelas lágrimas, me olhavam fixamente enquanto ela se deixava foder do meu jeito. Ela começou a rebolar o cu pra eu gozar mais rápido. Não aguentei muito mais e gozei no cu dela. Quando tirei a piroca, percebi que tinha restos de sangue. Não sei se machuquei ela com meus dedos ou se foi quando meti de uma vez. Ela ficou deitada um tempo de barriga pra cima, com as perninhas penduradas. Depois pediu pra tomar banho, e logo aproveitei quando levei uma toalha pra ver o corpinho dela debaixo do chuveiro. Depois do banho, ela se vestiu e se maquiou, e tive que levá-la de volta pro lugar onde a peguei. Tive a sorte de Poder ficar com 2 travestis anãs em 2 oportunidades. Na primeira, perdi a chance de ser comido, e na segunda, consegui aproveitar o micro pinto delas. Embora não fosse meu primeiro micro pinto num travesti, era a primeira vez numa anã, que era muito menor. Se alguém estiver por Santiago do Chile, procurem a transexual anã que vocês vão se acabar de gozar.
1 comentários - Trans enanas