Florencia está de quatro, pelada, rente à cama dela, com a bunda bem empinada, a cabeça apoiada no travesseiro. Eu tava de pé na cama, metendo nela, com as pernas flexionadas e as mãos apoiadas na cintura dela. A dois metros, numa mesinha, a gente tinha deixado o celular gravando a gente, num plano fechado que mostrava a bunda, a buceta da Flor e meu pau abrindo os lábios vaginais cada vez que entrava. É uma posição muito física e cansativa, mas a fricção que causa, junto com o ângulo de penetração, deixa ela muito gostosa.
Já tava um tempão assim, eu sentia os músculos da coxa queimando, mas a cada metida o pau dobrava de um jeito muito gostoso, enquanto a Flor sentia ele roçando a parede frontal da vagina dela, estimulando o ponto G. Ela já tinha tido vários orgasmos pequenos, o que fazia que cada vez que eu metia saísse mais fluido. Tudo nela tava super quente. Senti minha essência percorrendo meu corpo e indo embora pelo meu cano, mas nessa hora ela começou a ter um orgasmo forte e a vagina dela agiu tipo aspirador, o que fez eu descarregar meu primeiro e mais potente jato de leite dentro dela. Tirei um pouco meu cano e coloquei entre os lábios dela, e três potentes descargas se encarregaram de embelezar aquele quadro.
A gente ficou largado na cama tentando se recuperar. Essa era nossa segunda transa da tarde. Enquanto descansávamos, peguei o celular pra ver a gravação. Tava perfeita: a sequência, a descarga, nosso orgasmo, principalmente como ficou — a buceta dela cheia de porra e dos fluidos dela. E pra finalizar, meti de novo e o sêmen que tava dentro dela jorrou pra fora.
Esse era nosso último vídeo. A gente tinha começado uma guerra com minha meia-irmã. Era a Guerra Fria 2.0. Pra todo mundo, as coisas estavam bem, mas por baixo dos panos a gente se matava. Pra mim, isso começou quando eu vi ela no carro com o namorado dela; e pra ela, começou quando eu mandei o vídeo do boquete que a Flor fez em mim. Desde esse momento, eu já tinha mandado 5 vídeos curtos pra ela. diferentes situações sexuais, sempre gozando. E ela tinha me mandado 3 fotos pelada, nessas fotos ela tomava cuidado pra não mostrar o rosto, igual eu fazia nos meus vídeos. As fotos vinham acompanhadas de frases tipo:
Não aguentei mais, levei ela pra cama, coloquei ela de barriga pra cima, os pés dela nos meus ombros, e de pé meti fundo nela. Enquanto com uma mão amassava os peitos dela, apertava forte e beliscava os bicos. Metia fundo, claro que minha gozada dentro junto com os sucos dela ajudava pra caralho.
Juntei as duas pernas dela no meu ombro direito pra sentir ela mais apertada e continuei metendo forte. A Flor tava fervendo de tesão igual a mim. Dava pra ouvir minhas bolas batendo na bunda dela, era a glória. Quando a gente ouviu a porta bater, era a mãe da Flor que tinha voltado. Ela sempre entrava fazendo barulho pra gente ouvir. Nosso tempo tinha acabado.Flor:Minha mãe.Fernando:Só goza, e não se prive de gritar, pra sua mãe saber como a filha dela é boa, como é uma putinha submissa.
Dei um tapinha leve nela e ela continuou como se nada tivesse acontecido, me obedeceu. A gente sabia que a mãe dela já tinha nos ouvido algumas vezes, e eu adorava isso. No começo me incomodava, mas quando vi como a mãe também era submissa e como isso nos ajudava, fiquei mais encorajado a continuar. Pra ser sincero, não aguentei muito tempo. Entre a putaria do vídeo e a mãe ouvindo tudo, foi demais, e eu enchi ela de porra de novo. Tinha sido uma tarde muito boa pra mim.
Naquela noite, mandei o vídeo pra Laura. Dessa vez ela não respondeu. E no dia seguinte, agiu como se nada tivesse acontecido comigo, praticamente me ignorou, pode-se dizer.
Naquela noite, eu tava treinando na academia. Depois de quase uma hora, já terminando os exercícios físicos e indo pra parte técnica da luta, fui até minha mochila e peguei meu cantil de água. Ele é preto, com imagens do Mortal Kombat. Tirei a tampa e levei à boca, mas mal saiu água. Tentei de novo, mesma coisa, mas ele ainda tava pesado, cheio de líquido. Fui até a pia, desrosquei a tampa, e tinha uma coisa preta entupindo. Não entendia o que era. Esvaziei e caiu um pano preto. Quando peguei, percebi que era uma calcinha rendada preta. Fiquei tentando raciocinar e percebi que só podia ser uma pessoa. Peguei meu celular na mochila e tinha um WhatsApp da Laura.
Essa última foi fácil, porque tinha acontecido fora das instalações, e quem nos atendeu foi o mesmo cara que foi me ver no hospital quando eu tomei a surra dos quatro valentões, embora eu não tenha escapado do sermão sobre a conduta que se espera dos alunos de tão honrada instituição. Eu fui depor na delegacia com meu pai e o advogado — que também era parceiro de academia, tudo uma grande família — e fomos dar nosso depoimento bem na hora que a minha vítima saía de dar o testemunho dela.Pai do Valentão:É esse?" — perguntava pro filho, apontando pra mim com o dedo — "Você é um covarde, um animal."
O advogado e meu pai se colocaram entre ele e eu.Padre:Meu filho só se defendeu do valentão que tava enchendo o saco dele – Apontei com o dedo, igual o outro fez – aquele merda e os amigos dele mandaram meu filho pro hospital, que covarde você tem que ser pra bater em alguém em quatro.Pai do Valentão:Mas quem é que você pensa que é?Padre:Logo vocês vão saber quem somos.
Já na delegacia foi tudo mais tranquilo, meu pai conhecia o delegado e mais alguns caras. A gente entregou uma lista de testemunhas, tudo amigo da academia, e vários vídeos também. Eles ficavam mostrando os vídeos uns pros outros, dando risada. Um deles veio, me deu um tapinha nas costas e falou que eu era um touro. Mais calmos no escritório do delegado, tomando um café, me disseram que não ia dar muito problema, o mais provável era arquivarem o caso, mas por enquanto era melhor eu me afastar daquele cara e das confusões. Era melhor eu chegar como um cordeirinho que se defendeu do lobo, o delegado falou isso dando risada.
No dia seguinte, vi o meu valentão na faculdade. Ele tava com o orgulho ferido e me olhava com raiva e ódio, porque por minha causa ele tinha perdido o status dele. Fui almoçar no bandejão da faculdade com meus amigos nerds. Eles tavam adorando a atenção extra, e até tinham feito amizade com algumas minas que chegavam perto. A gente tava nessa quando um dos meus novos amigos, digamos assim, chegou, me chamou de lado e falou que meu valentão favorito tava juntando um grupo de jogadores de rugby pra me dar uma surra à tarde, quando eu atravessasse o parque na frente da universidade. Agradeci pela dica e mandei uma mensagem pro meu pai.
Ele respondeu que ia dar um jeito, ia organizar um rolezinho de airsoft. Na real, a única coisa que me preocupava era a recomendação que me deram: não arrumar confusão, pelo menos até esclarecerem o processo judicial contra mim.
Saí da universidade nervoso, sem saber o que esperar. Atravessei a rua e fiquei olhando pra todo lado. Entrei no parque e já vi um dos amigos do valentão, aquele gordo que me bateu, indo com outro cara que eu não conhecia. Olhei pra direita e vi mais dois, também não conhecia um deles. De relance, vi que atrás de mim vinha o marombequinho com outro amigo.
Continuei andando. O mais perto tava a uns 30 metros de mim. Eu ia por uma trilha e tava quase cruzando uma rua interna, quando... Outro lugar era o ideal pra me emboscar, por isso eles chegaram o mais perto possível. Quando eu tava prestes a atravessar e eles já estavam a uns dois metros de mim, apareceram na rua duas caminhonetes, uma era do meu pai. Elas pararam bem na minha altura, desceram 5 caras, meu pai me abraçou.Padre:Que cheiro de merda que tem aqui—olho ao redor e cravo o olhar no valentão—ah, já entendi por quê.
Todo mundo veio vestido de roupa tática e com armas nos coletes, era de airsoft, mas eles não sabiam. Dentro da caminhonete deram pra ver uns fuzis, do mesmo jogo.
Atrás das caminhonetes parou um carro branco, um Ford Focus. Dele desceram três policiais, justamente os mesmos que estavam na delegacia quando fui prestar depoimento. Eles nos cumprimentaram e foram falar com o grupo de rugby.Polícia:Rapaziada, venham aqui e mostrem suas identificações.Rugbier:Tem algo oficial?Polícia:Sim, foi reportado um grupo de pedófilos rondando as escolas da área, e vocês se encaixam na descrição.
Outro dos policiais falava pelo rádio, a gente vazou de lá, era óbvio que meu pai tinha algo a ver com aquilo. Quando saímos, vi chegar mais duas viaturas. A gente riu pra caralho da cara deles quando viram meu pai e os amigos descendo das caminhonetes, eles devem ter se cagado de medo, com certeza.
Pelo que fiquei sabendo, levaram eles pra delegacia pra identificar e checar os antecedentes, tiveram que fazer desse jeito porque o sistema tinha acabado de dar pau na hora, passaram umas horas muito divertidas. Outra coisa que nos contaram é que na delegacia deixaram eles umas duas horas incomunicáveis e tiraram as impressões digitais e dados pra identificar, tipo à moda antiga.
Quando deixaram eles fazerem a ligação, veio o pai de um deles, que é advogado, e mandaram ele ouvir uma chamada pros números de emergência, onde uma senhora descrevia uns caras suspeitos rondando as escolas da área e enchendo o saco das meninas, a descrição era exata desses seis energúmenos. Mas o pior veio quando fizeram uma revista completa, acharam cigarros de maconha, um canivete e um cassetete retrátil.
A nobre senhora que tinha ligado de um telefone não identificado não era outra senão a Maria, a secretária do meu pai. Na real, isso era um recado e acho que foi mais direcionado pros amigos do valentão, que já não acharam tão boa ideia dar uma força pro amigo deles.
Naqueles dias, eu tinha esquecido de tudo que não fosse esse problema, aliás, tinha deixado de lado a Flor, ela era um anjo, ou melhor dizendo, uma boa submissa. Também tinha deixado de lado a guerra com minha meia-irmã. Eu a via bem viajando, no mundo dela. Tive a oportunidade de conversar várias vezes com o namorado dela, Segundo era o nome dele, na real ele me pareceu um cara legal, só um pouco aristocrático, ou seja, era de classe alta e se achava um pouco superior, embora Ela disfarçava muito bem, mas senti que faltava caráter nele, principalmente com a Laura.
Eles saíam bastante, passeavam, e acho que a Laura estava começando a sentir algo genuíno por ele. Ele mimava ela em tudo e tratava como uma rainha, mas não só no material, que era pra caralho, dava pra ver que eram bem juntos e muito parceiros.
Eu não tinha tomado nenhuma atitude por causa da calcinha fio dental no meu galão de água, não achei que era a hora. Na verdade, devolvi ela pro cesto de roupa suja, com certeza a Laura ia receber de volta quando a mãe dela ou a mulher que ajuda em casa subisse as roupas. Dois dias depois, voltei do treino tarde da noite, entrei no meu quarto e a calcinha tava em cima da minha cama. Não deu pra fazer outra coisa senão rir. Quando cheguei com meu pai, a Laura e a mãe dela estavam saindo, iam jantar com umas amigas. Uns minutos depois, recebi um WhatsApp.Laura:Te dei de presente, é pra te ajudar — e vinha acompanhado das imagens de um pau e um balde de porra.
Essa mina não parava de me surpreender, eu achava que ela tinha se cansado de joguinhos e ia ser uma namorada exemplar. Mas tava provocando o próprio irmão. Isso não podia ficar assim, eu tinha que devolver na mesma moeda.
Na manhã seguinte, acordei cedo e fui pra cozinha, coloquei a cafeteira. Gabriela e o pai apareceram, tomaram o café deles, mas tavam com pressa, tinham que resolver umas paradas no banco, então ficavam indo e vindo catando o que pudesse faltar, quase nem me deram bola. Ouvi Laura descendo as escadas, peguei uma xícara que tinha separado e servi pra ela — ela tomava café com porra, deixei na mesa. Ela chegou meio sonolenta, mal cumprimentou. Gabriela pediu pro pai o dinheiro que ele tinha guardado pra depositar, e foram buscar. Laura tava adoçando a xícara dela com adoçante, aproveitei e mandei um vídeo curto de três segundos.
Ela pegou o celular, viu que era eu mas nem me olhou. Quando deu play, levantou os olhos por cima do telefone e me encarou. O vídeo mostrava a calcinha fio dental dela enrolada no meu pau, e eu me masturbando e soltando muita porra dentro de uma xícara — não tinha transado em dias, então a produção leiteira tava boa. Era a mesma xícara que ela segurava naquele momento. Nisso, nossos pais entraram.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Esse café com porra tá muito bom hoje, mamãe" - disse isso sem parar de me olhar e sorrir, enquanto tomava o café com porra ou sêmen dele.Gabriela:O Fernando prepara e eu nem tive tempo de tomar o meu, a gente vai embora - falou pra Laura.
Eu ia trabalhar com meu pai e ela ia com a mãe dela. Enquanto a gente ia pros carros, ela me disse.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Maninho, você vai ter que fazer alguma coisa, a porra tava meio azeda pro meu gosto — e a filha da puta foi embora rindo.
Já tava um tempão assim, eu sentia os músculos da coxa queimando, mas a cada metida o pau dobrava de um jeito muito gostoso, enquanto a Flor sentia ele roçando a parede frontal da vagina dela, estimulando o ponto G. Ela já tinha tido vários orgasmos pequenos, o que fazia que cada vez que eu metia saísse mais fluido. Tudo nela tava super quente. Senti minha essência percorrendo meu corpo e indo embora pelo meu cano, mas nessa hora ela começou a ter um orgasmo forte e a vagina dela agiu tipo aspirador, o que fez eu descarregar meu primeiro e mais potente jato de leite dentro dela. Tirei um pouco meu cano e coloquei entre os lábios dela, e três potentes descargas se encarregaram de embelezar aquele quadro.
A gente ficou largado na cama tentando se recuperar. Essa era nossa segunda transa da tarde. Enquanto descansávamos, peguei o celular pra ver a gravação. Tava perfeita: a sequência, a descarga, nosso orgasmo, principalmente como ficou — a buceta dela cheia de porra e dos fluidos dela. E pra finalizar, meti de novo e o sêmen que tava dentro dela jorrou pra fora.
Esse era nosso último vídeo. A gente tinha começado uma guerra com minha meia-irmã. Era a Guerra Fria 2.0. Pra todo mundo, as coisas estavam bem, mas por baixo dos panos a gente se matava. Pra mim, isso começou quando eu vi ela no carro com o namorado dela; e pra ela, começou quando eu mandei o vídeo do boquete que a Flor fez em mim. Desde esse momento, eu já tinha mandado 5 vídeos curtos pra ela. diferentes situações sexuais, sempre gozando. E ela tinha me mandado 3 fotos pelada, nessas fotos ela tomava cuidado pra não mostrar o rosto, igual eu fazia nos meus vídeos. As fotos vinham acompanhadas de frases tipo:
Te mando isso pra você se tocar pensando em mim.
Enquanto você se toca com essas fotos, eu tô comendo outro.
Gosto que você coma sua namorada pensando em mim e no que nunca vai ter.
Enquanto eu editava o vídeo, a Flor ia me dando ideias. Nós dois estávamos bem quentes desde que começamos a nos gravar, e a guerra com a Laura já durava duas semanas. Eu continuava na edição enquanto ela massageava minhas bolas bem de leve, e de vez em quando meu pau recebia uns carinhos. Tava tão concentrado que nem percebi a puta ereção que eu tinha de novo. Meio sem vontade, comecei a apertar um peito dela, sabia que os bicos tavam bem sensíveis, durinhos. Ela realmente curtia esse jogo.
Não aguentei mais, levei ela pra cama, coloquei ela de barriga pra cima, os pés dela nos meus ombros, e de pé meti fundo nela. Enquanto com uma mão amassava os peitos dela, apertava forte e beliscava os bicos. Metia fundo, claro que minha gozada dentro junto com os sucos dela ajudava pra caralho.
Juntei as duas pernas dela no meu ombro direito pra sentir ela mais apertada e continuei metendo forte. A Flor tava fervendo de tesão igual a mim. Dava pra ouvir minhas bolas batendo na bunda dela, era a glória. Quando a gente ouviu a porta bater, era a mãe da Flor que tinha voltado. Ela sempre entrava fazendo barulho pra gente ouvir. Nosso tempo tinha acabado.Flor:Minha mãe.Fernando:Só goza, e não se prive de gritar, pra sua mãe saber como a filha dela é boa, como é uma putinha submissa.
Dei um tapinha leve nela e ela continuou como se nada tivesse acontecido, me obedeceu. A gente sabia que a mãe dela já tinha nos ouvido algumas vezes, e eu adorava isso. No começo me incomodava, mas quando vi como a mãe também era submissa e como isso nos ajudava, fiquei mais encorajado a continuar. Pra ser sincero, não aguentei muito tempo. Entre a putaria do vídeo e a mãe ouvindo tudo, foi demais, e eu enchi ela de porra de novo. Tinha sido uma tarde muito boa pra mim.
Naquela noite, mandei o vídeo pra Laura. Dessa vez ela não respondeu. E no dia seguinte, agiu como se nada tivesse acontecido comigo, praticamente me ignorou, pode-se dizer.
Naquela noite, eu tava treinando na academia. Depois de quase uma hora, já terminando os exercícios físicos e indo pra parte técnica da luta, fui até minha mochila e peguei meu cantil de água. Ele é preto, com imagens do Mortal Kombat. Tirei a tampa e levei à boca, mas mal saiu água. Tentei de novo, mesma coisa, mas ele ainda tava pesado, cheio de líquido. Fui até a pia, desrosquei a tampa, e tinha uma coisa preta entupindo. Não entendia o que era. Esvaziei e caiu um pano preto. Quando peguei, percebi que era uma calcinha rendada preta. Fiquei tentando raciocinar e percebi que só podia ser uma pessoa. Peguei meu celular na mochila e tinha um WhatsApp da Laura.
Quanto ao meu lado social, surgiram uns problemas. Na faculdade, eu ainda tinha fama de bandido ou mafioso. Alguns se aproximavam de mim e as minas puxavam conversa, principalmente o grupo das gostosas, as amigas da minha querida meia-irmã. Mas não foi esse o problema. O problema foi que o pai do valentão que eu surrei voltou de viagem — já tinham passado várias semanas — e aí ficou sabendo da surra que deram no filho. Então ele mesmo fez uma denúncia criminal e uma reclamação na Universidade.Te dou de presente, assim você não precisa roubar eles pra se masturbar.
Essa última foi fácil, porque tinha acontecido fora das instalações, e quem nos atendeu foi o mesmo cara que foi me ver no hospital quando eu tomei a surra dos quatro valentões, embora eu não tenha escapado do sermão sobre a conduta que se espera dos alunos de tão honrada instituição. Eu fui depor na delegacia com meu pai e o advogado — que também era parceiro de academia, tudo uma grande família — e fomos dar nosso depoimento bem na hora que a minha vítima saía de dar o testemunho dela.Pai do Valentão:É esse?" — perguntava pro filho, apontando pra mim com o dedo — "Você é um covarde, um animal."
O advogado e meu pai se colocaram entre ele e eu.Padre:Meu filho só se defendeu do valentão que tava enchendo o saco dele – Apontei com o dedo, igual o outro fez – aquele merda e os amigos dele mandaram meu filho pro hospital, que covarde você tem que ser pra bater em alguém em quatro.Pai do Valentão:Mas quem é que você pensa que é?Padre:Logo vocês vão saber quem somos.
Já na delegacia foi tudo mais tranquilo, meu pai conhecia o delegado e mais alguns caras. A gente entregou uma lista de testemunhas, tudo amigo da academia, e vários vídeos também. Eles ficavam mostrando os vídeos uns pros outros, dando risada. Um deles veio, me deu um tapinha nas costas e falou que eu era um touro. Mais calmos no escritório do delegado, tomando um café, me disseram que não ia dar muito problema, o mais provável era arquivarem o caso, mas por enquanto era melhor eu me afastar daquele cara e das confusões. Era melhor eu chegar como um cordeirinho que se defendeu do lobo, o delegado falou isso dando risada.
No dia seguinte, vi o meu valentão na faculdade. Ele tava com o orgulho ferido e me olhava com raiva e ódio, porque por minha causa ele tinha perdido o status dele. Fui almoçar no bandejão da faculdade com meus amigos nerds. Eles tavam adorando a atenção extra, e até tinham feito amizade com algumas minas que chegavam perto. A gente tava nessa quando um dos meus novos amigos, digamos assim, chegou, me chamou de lado e falou que meu valentão favorito tava juntando um grupo de jogadores de rugby pra me dar uma surra à tarde, quando eu atravessasse o parque na frente da universidade. Agradeci pela dica e mandei uma mensagem pro meu pai.
Ele respondeu que ia dar um jeito, ia organizar um rolezinho de airsoft. Na real, a única coisa que me preocupava era a recomendação que me deram: não arrumar confusão, pelo menos até esclarecerem o processo judicial contra mim.
Saí da universidade nervoso, sem saber o que esperar. Atravessei a rua e fiquei olhando pra todo lado. Entrei no parque e já vi um dos amigos do valentão, aquele gordo que me bateu, indo com outro cara que eu não conhecia. Olhei pra direita e vi mais dois, também não conhecia um deles. De relance, vi que atrás de mim vinha o marombequinho com outro amigo.
Continuei andando. O mais perto tava a uns 30 metros de mim. Eu ia por uma trilha e tava quase cruzando uma rua interna, quando... Outro lugar era o ideal pra me emboscar, por isso eles chegaram o mais perto possível. Quando eu tava prestes a atravessar e eles já estavam a uns dois metros de mim, apareceram na rua duas caminhonetes, uma era do meu pai. Elas pararam bem na minha altura, desceram 5 caras, meu pai me abraçou.Padre:Que cheiro de merda que tem aqui—olho ao redor e cravo o olhar no valentão—ah, já entendi por quê.
Todo mundo veio vestido de roupa tática e com armas nos coletes, era de airsoft, mas eles não sabiam. Dentro da caminhonete deram pra ver uns fuzis, do mesmo jogo.
Atrás das caminhonetes parou um carro branco, um Ford Focus. Dele desceram três policiais, justamente os mesmos que estavam na delegacia quando fui prestar depoimento. Eles nos cumprimentaram e foram falar com o grupo de rugby.Polícia:Rapaziada, venham aqui e mostrem suas identificações.Rugbier:Tem algo oficial?Polícia:Sim, foi reportado um grupo de pedófilos rondando as escolas da área, e vocês se encaixam na descrição.
Outro dos policiais falava pelo rádio, a gente vazou de lá, era óbvio que meu pai tinha algo a ver com aquilo. Quando saímos, vi chegar mais duas viaturas. A gente riu pra caralho da cara deles quando viram meu pai e os amigos descendo das caminhonetes, eles devem ter se cagado de medo, com certeza.
Pelo que fiquei sabendo, levaram eles pra delegacia pra identificar e checar os antecedentes, tiveram que fazer desse jeito porque o sistema tinha acabado de dar pau na hora, passaram umas horas muito divertidas. Outra coisa que nos contaram é que na delegacia deixaram eles umas duas horas incomunicáveis e tiraram as impressões digitais e dados pra identificar, tipo à moda antiga.
Quando deixaram eles fazerem a ligação, veio o pai de um deles, que é advogado, e mandaram ele ouvir uma chamada pros números de emergência, onde uma senhora descrevia uns caras suspeitos rondando as escolas da área e enchendo o saco das meninas, a descrição era exata desses seis energúmenos. Mas o pior veio quando fizeram uma revista completa, acharam cigarros de maconha, um canivete e um cassetete retrátil.
A nobre senhora que tinha ligado de um telefone não identificado não era outra senão a Maria, a secretária do meu pai. Na real, isso era um recado e acho que foi mais direcionado pros amigos do valentão, que já não acharam tão boa ideia dar uma força pro amigo deles.
Naqueles dias, eu tinha esquecido de tudo que não fosse esse problema, aliás, tinha deixado de lado a Flor, ela era um anjo, ou melhor dizendo, uma boa submissa. Também tinha deixado de lado a guerra com minha meia-irmã. Eu a via bem viajando, no mundo dela. Tive a oportunidade de conversar várias vezes com o namorado dela, Segundo era o nome dele, na real ele me pareceu um cara legal, só um pouco aristocrático, ou seja, era de classe alta e se achava um pouco superior, embora Ela disfarçava muito bem, mas senti que faltava caráter nele, principalmente com a Laura.
Eles saíam bastante, passeavam, e acho que a Laura estava começando a sentir algo genuíno por ele. Ele mimava ela em tudo e tratava como uma rainha, mas não só no material, que era pra caralho, dava pra ver que eram bem juntos e muito parceiros.
Eu não tinha tomado nenhuma atitude por causa da calcinha fio dental no meu galão de água, não achei que era a hora. Na verdade, devolvi ela pro cesto de roupa suja, com certeza a Laura ia receber de volta quando a mãe dela ou a mulher que ajuda em casa subisse as roupas. Dois dias depois, voltei do treino tarde da noite, entrei no meu quarto e a calcinha tava em cima da minha cama. Não deu pra fazer outra coisa senão rir. Quando cheguei com meu pai, a Laura e a mãe dela estavam saindo, iam jantar com umas amigas. Uns minutos depois, recebi um WhatsApp.Laura:Te dei de presente, é pra te ajudar — e vinha acompanhado das imagens de um pau e um balde de porra.
Essa mina não parava de me surpreender, eu achava que ela tinha se cansado de joguinhos e ia ser uma namorada exemplar. Mas tava provocando o próprio irmão. Isso não podia ficar assim, eu tinha que devolver na mesma moeda.
Na manhã seguinte, acordei cedo e fui pra cozinha, coloquei a cafeteira. Gabriela e o pai apareceram, tomaram o café deles, mas tavam com pressa, tinham que resolver umas paradas no banco, então ficavam indo e vindo catando o que pudesse faltar, quase nem me deram bola. Ouvi Laura descendo as escadas, peguei uma xícara que tinha separado e servi pra ela — ela tomava café com porra, deixei na mesa. Ela chegou meio sonolenta, mal cumprimentou. Gabriela pediu pro pai o dinheiro que ele tinha guardado pra depositar, e foram buscar. Laura tava adoçando a xícara dela com adoçante, aproveitei e mandei um vídeo curto de três segundos.
Ela pegou o celular, viu que era eu mas nem me olhou. Quando deu play, levantou os olhos por cima do telefone e me encarou. O vídeo mostrava a calcinha fio dental dela enrolada no meu pau, e eu me masturbando e soltando muita porra dentro de uma xícara — não tinha transado em dias, então a produção leiteira tava boa. Era a mesma xícara que ela segurava naquele momento. Nisso, nossos pais entraram.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Esse café com porra tá muito bom hoje, mamãe" - disse isso sem parar de me olhar e sorrir, enquanto tomava o café com porra ou sêmen dele.Gabriela:O Fernando prepara e eu nem tive tempo de tomar o meu, a gente vai embora - falou pra Laura.
Eu ia trabalhar com meu pai e ela ia com a mãe dela. Enquanto a gente ia pros carros, ela me disse.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Maninho, você vai ter que fazer alguma coisa, a porra tava meio azeda pro meu gosto — e a filha da puta foi embora rindo.
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