Post anterior
Post seguinte
Compêndio IIIDIA 3
Na manhã seguinte, Hannah estava mais ousada. Dormiu usando um dos meus moletons, mal cobrindo a bunda dela. Se inclinou sobre o balcão da cozinha, me provocando enquanto tomava o café.Mas o encanto foi quebrado temporariamente quando meu celular tocou.
Era meu rouxinol, pra ver como eu estava e avisar que os preparativos pra voltar estavam começando. Me perguntou como eu me sentia.
Como contei, tive que ficar em casa durante nossas férias por causa de uma falha no mainframe da empresa e tínhamos que consertar os dados. Mas na época em que Hannah me contatou, já tínhamos resolvido o problema, mas não valia a pena me juntar à minha amada esposa e minhas meninas, se eu mal podia ficar uns dias antes de voltar.
Conversamos em espanhol, deixando Hannah na expectativa, e contei pra minha esposa que estava transando com Hannah.
Em vez de ficar brava, a Marisol ficou extremamente excitada. Sempre tentei ser bem honesto sobre minhas amantes com ela, e a Hannah é uma das favoritas dela, já que minha rouxinol sabe que ela me lembra dela mesma na época em que a gente tava namorando.Minha esposa me pediu pra garantir que a Hannah se divertisse e mostrasse tudo que eu fazia com ela quando voltasse. A gente se despediu e desliguei.
Enquanto a Hannah trabalhava, eu ficava perturbando ela com dedadas. Ela reclamava e gemia, mas eu não parei, nem ela queria que eu parasse. Ajoelhei e comecei a chupar a buceta dela, deixando ela louca.
Suas pernas me envolveram pelo pescoço e ela começou a gozar nos meus lábios. Ela tinha sentido tanto a minha falta, assim como eu senti a dela.No chuveiro, a gente transou de novo. Na luta, nunca tínhamos tempo pra fazer quantas vezes quiséssemos. Sempre era uma rapidinha antes de ir trabalhar, uma pausinha durante o almoço e transar um pouquinho antes de dormir.
Mas só num dia, no dia anterior à nossa partida, a gente deu um jeito de transar o máximo que podia.
A água estava quente, caindo no corpo dela, deixando a pele rosada. Ela se apoiou na parede do chuveiro, os olhos semi-cerrados de prazer enquanto eu metia nela. O barulho da água quente batendo nos azulejos era a única coisa que se ouvia, além dos nossos gemidos abafados e suspiros. Beijei o pescoço dela, minha língua seguindo o caminho da água escorrendo pelo corpo dela. As mãos dela estavam no meu peito, as unhas arranhando minha pele.Foi diferente da noite anterior. Não foi frenético nem desesperado. Foi lento, deliberado. Parecia que a gente tava curtindo cada momento. Como se tivéssemos todo o tempo do mundo.
Eu abusei dos peitos dela, acariciando, chupando, amando eles. Hannah derretia debaixo dos meus lábios. Eu sabia que a maioria dos homens olhava pra bunda dela. Na real, no trampo, ela costumava levar uns tapas ou dois no começo, até quebrar a mandíbula de um mineiro com uma chave inglesa em legítima defesa. Mas eu acabei sendo o único sortudo que viu ela completamente pelada.
E também sabia que os peitos da Marisol eram enormes comparados com os dela. Mesmo assim, eu sempre lembrava a Hannah que ela tinha um peito ainda mais liso que o dela quando a gente saía, então os seios dela viraram um assunto polêmico: Ela me amava por como eu devorava eles; me odiava porque eu gostava de peitos maiores.
• Marco! – gemeu, a voz dela ecoando nas paredes do chuveiro. – Marco, me come mais forte!
As palavras dela foram como um feitiço que me deu energia. Obedeci e meus quadris bateram contra os dela enquanto a água nos atingia. As pernas de Hannah me envolveram pela cintura e os calcanhares dela me apertaram, acompanhando meu ritmo. O vapor do chuveiro embaçava os espelhos e transformava nosso reflexo numa rara mistura de tesão.Os gemidos dela ficaram mais intensos e eu sabia que ela ia gozar de novo. Enfiei a mão entre nossos corpos e esfreguei o clitóris dela com o polegar enquanto continuava metendo com força. Ela abriu os olhos de repente e me olhou com uma mistura de surpresa e safadeza.
• Marco! – gemeu com uma voz suplicante.
- Mhm? – perguntei, com meus lábios ocupados adorando o pescoço dela.
• Marco, não aguento mais! – ofegou Hannah, com a voz trêmula.
Suas unhas cravaram mais fundo nas minhas costas, deixando pequenas meias-luas na minha pele. Senti os primeiros sinais do orgasmo dela percorrerem o corpo e sabia que o meu também não estava longe.— Vai com calma, Hannah! — sussurrei no ouvido dela, segurando-a firme, e ela obedeceu, o corpo dela tremendo em espasmos por cima do meu.
Ela mordeu o lábio para segurar o grito, com os olhos fechados, como se estivesse concentrando todo o prazer que finalmente estava liberando.
Ver ela na agonia da paixão ficou quase insuportável, mas me segurei na base do esforço, aproveitando o momento.
O orgasmo dela desencadeou o meu, e eu gozei dentro dela. O calor do corpo dela me envolveu, e senti uma onda de alívio e pertencimento que não experimentava há um tempo. Ficamos ali por um tempo, ofegando e tremendo, enquanto a água continuava nos lavando.
Quando conseguimos nos separar, Hannah saiu do chuveiro e se enrolou numa toalha. Na real, não sei o que dá em mim: fiquei excitado na hora, empurrei ela contra a cômoda do banheiro e fiz ela minha de quatro.
Seus gemidos ecoaram pela casa toda, mas eu não ligava. Não éramos assim tão selvagens e insaciáveis há anos. Já não éramos colegas de trabalho ou amigos com benefícios. Éramos só duas pessoas que há tempos não transavam direito e estavam tentando compensar o tempo perdido.Minhas mãos seguraram firme sua cintura enquanto metia forte por trás, os peitos dela batendo contra a porcelana fria. Ela estava apertada, tão apertada que eu precisava apertar os dentes pra não gozar cedo. Mas queria fazê-la gritar de novo, queria ouvi-la implorar por mais.
A buceta dela estava molhada e convidativa, o barulho dos nossos corpos se chocando enchendo meu banheiro modesto. Fazia anos que não ficávamos tão próximos e a sensação era como uma droga: familiar, mas ao mesmo tempo viciante e nova. Dava pra sentir as paredes internas dela se contraindo e, mais uma vez, sabia que ela estava perto.
•Marco, vou…! – ela conseguiu gemer, antes de ser interrompida pelo orgasmo.
Ela se apoiou na pia, os nós dos dedos brancos de tanto segurar a borda. Não parei, nem diminui o ritmo. Queria mantê-la ali, no limite, sentindo tudo.
O corpo dela tremia a cada estocada e eu via cada gotinha escorrendo pelas costas dela, fazendo a pele brilhar. Foi uma visão que ficou gravada na minha memória pra sempre: Hannah, perdida no prazer, o corpo dela se movendo com o meu como se fosse uma dança que nunca esquecemos.
Depois, decidimos nos vestir nos nossos próprios quartos. Hannah sabia que eu pularia nela se a visse se vestindo e também sabia que não teria forças pra me impedir.
Enquanto almoçávamos, a ansiedade era palpável: os dois queríamos continuar. Mas a consciência workaholic da Hannah a segurava.
-Vamos, Hannah! Você sabe muito bem que ninguém tá trabalhando lá! – eu discutia enquanto metia com violência nela no sofá. - Tão tudo procurando aquela cápsula idiota!
• Eu sei! — Ela gemia enquanto eu metia até o fundo. — Mas tenho relatórios… análises… — Prioridades, Hannah! Prioridades! — eu exigia, enquanto enchia ela de novo.
Passamos a tarde inteira transando.
Na sala, na mesa da cozinha, no quarto, até no quintal.
Parecíamos adolescentes, sem conseguir controlar as mãos. Os dois éramos adultos com responsabilidades, mas naqueles momentos, estávamos livres. Livres do peso do mundo, livres das nossas próprias inibições.
Quando fomos preparar o jantar, os dois estávamos pelados. O notebook dela descarregou depois de ficar parado por horas. Os dois parecíamos cansados enquanto eu esquentava um macarrão. Mas os dois sabíamos que depois de comer, íamos meter de novo.
A pele dela tava vermelha, as bochechas rosadas de cansaço da nossa tarde. Ela sentou na mesa com as pernas cruzadas. Eu não conseguia evitar de olhar pros peitos dela balançando de leve a cada movimento. Ela me pegou olhando e sorriu, dando um gole na cerveja da garrafa dela.Naquela noite, a Hannah dormiu na nossa cama, mas “dormir” é um jeito bonito de dizer. A gente transou sem parar, cada buraco, cada curva do corpo dela explorado e esticado com meu pau enorme e grosso.
Minha mão percorreu as costas dela enquanto a gente descansava na cama, o suor dos nossos corpos criando um brilho pegajoso nos lençóis. O quarto cheirava a sexo e suor, uma essência que me incendiava o sangue só de pensar.
Não podia acreditar no que a gente tinha feito. Eu era casado, a Hannah divorciada, cada um com uma vida que já não incluía o outro diretamente. Mas ali estávamos, perdidos na nossa paixão, incapazes de resistir à atração do nosso passado.Post seguinte
0 comentários - Solteirão de Verão (8): Hannah! (III)