Trio com um colega do trampo

Muita gente passa por isso: nos relacionamentos, a monotonia ou cair na rotina cansa a gente a ponto do sexo não satisfazer mais e, por causa disso, a gente nem curte. Por mim, sempre quis experimentar coisas novas e, entre elas, a que mais me dá vontade é fazer um menage onde minha esposa seja o prato principal, ver ela se divertindo com outro cara que não sou eu e, ao mesmo tempo, eu participar também.

Vou dar um resumo de como é minha esposa: ela se chama [nome], tem 1,60m de altura, cabelo preto, peitos grandes do jeito que a maioria dos homens gosta, e a bunda dela é redonda e bem volumosa, uma coisa que sempre chama a atenção dos caras.

O que vou contar aconteceu meses atrás.

Já em casa:
— Oi, meu amor, como você tá? Como foi seu dia?
— Bem, minha vida, hoje tive muito ocupada com os afazeres. E você, como foi o trabalho?
— Excelente, não teve contratempos e tudo saiu de maravilha. Queria te falar que hoje o Juan vem aqui em casa. Convidei ele pra ver o jogo da final e tomar umas. O que você acha, querida, sem problema?
— Não, meu amor, de jeito nenhum. Eu sei que você não dorme se não ver um jogo e não pode perder esse, kkkk.
— Meu amor, vou comprar umas bebidas e umas carnes pra gente passar a noite numa boa, assim você não precisa se preocupar em preparar nada.
— Do jeito que você quiser, céu. Tá ótimo, acho uma boa ideia.

Saí de casa e comprei umas cervejas, uma garrafa de Jagermeister e umas carnes, como tinha dito pra minha esposa, tudo pra passar a noite sem faltar bebida. Já ouvi falar que o Jagger é um bom drink pra esquentar as mulheres e ia botar isso em prática, então comprei aquela garrafa pra ela. Precisava voltar logo pra casa, porque o convidado principal já devia estar quase chegando.

Minha esposa se vestiu com algo não muito chamativo. Ela tava usando um vestido que realçava os atributos dela.

A campainha tocou e fui abrir. Lá estava meu amigo, que trouxe da parte dele uma garrafa de vinho como de costume.
—Pode entrar, Luis, cara, pensei que você não vinha mais!!!
—Tive um pequeno atraso no caminho, mas já tô aqui. Oi, Marilyn, como você tá?
—Oi, Juan, muito bem e você, fazia tempo que não nos visitava?
—É, a gente andou muito ocupado no trabalho, além de que o Juan tava há um tempão sem me convidar kkk.
—Sim, mas como você disse, já tá aqui e é o que importa, senta aí que já já começa o jogo.
A gente sentou e minha esposa foi pra cozinha pegar umas cervejas pra nós, além das carninhas que a gente tinha comprado. Na mão dela vinha a garrafa de Jagermeister e uns copinhos pra brindar, mas eu ia tentar fazer com que só ela bebesse daquele licor pra esquentar ela rapidinho, já que a gente tinha uma garrafa de uísque e as cervejas.
O tempo passou e o jogo já tava no intervalo, meu amigo e eu já tínhamos tomado umas 4 cervejas e uns 8 doses que minha esposa tinha servido, e ela umas cinco doses do Jagger que tinha trazido pra ela.
—Meu amor, já tô me sentindo tonta, acho que bebi demais.
—Meu amor, deve ser que você tá fraca e acha que tá tonta!!!
—Mas eu não acho que você bebeu muito, Marilyn kkkk, como o Luis disse, deve ser que você tá fraca…
—Isso é o que você diz, Juan kkkk, tenho certeza que bebi mais do que vocês dois.
Nisso ela tenta se levantar e se aproximar de onde eu tava, sem perceber senta no meu colo e as pernas dela ficaram abertas na direção do meu amigo Juan, que não perdeu a chance de olhar por dentro do vestido e ver a calcinha dela. Eu, por minha vez, não fiz nada pra ela se cobrir, porque queria que as coisas esquentassem e pelo visto tava funcionando, já que Juan não tirava os olhos da minha esposa.
Sugeri pra passar o tempo enquanto começava o segundo tempo do jogo jogar cartas, minha esposa não reclamou, acho que por estar tão bêbada, e meu amigo tava claramente Interessado. Eu disse que o jogo seria cada um pegar uma carta do baralho, quem tivesse a mais alta ganhava e quem tivesse a mais baixa, lógico, perdia e tinha que cumprir um desafio ou uma punição.
Então botamos a mão na massa, sentamos no chão e colocamos as cartas no meio de nós três.
— Primeiro eu pego uma carta, depois você, meu amor, e a próxima o Juan pega. Depois que todo mundo tiver a sua, a gente mostra ou joga no chão.
— Beleza, tudo bem, mas não vale trapacear, minha vida.
Eu peguei a minha, minha esposa pegou a dela e o Juan pegou a dele. Agora era só olhar e jogar onde todo mundo pudesse ver.
Eu joguei a minha: “Tirei um 10”.
O Juan jogou a dela e tirou um 6.
Minha esposa jogou a dela e tirou um 9, então o Juan era o perdedor. E como eu tinha ganhado, cabia a mim escolher um desafio ou uma punição.
— O que você quer, Juan, desafio ou punição?
— Prefiro punição, senão vão me botar um desafio difícil, hahaha.
Enquanto eu pensava na punição, servi uma dose pra minha esposa pra ela continuar bebada, e ela virou de um gole só, então eu e o Juan caímos na risada.
— Parece que os drinques já não te afetam mais, Marilyn?
— Ahhh, é pra você ver que eu aguento qualquer coisa.
Aí eu respondi: Será que você aguenta mesmo qualquer coisa? Espero que sim. Falei com um tom debochado e desafiador.
— Ela me olhou de novo com olhos safados e respondeu: Você sabe que eu aguento qualquer coisa, bem que você sabe… e caiu na risada junto com meu amigo, que entendeu a indireta.
— Ok, quero ver se é verdade!!! Juan, já tenho sua punição: você tem que dar um beijo na boca da minha esposa por um minuto.
Minha esposa e o Juan me olharam de novo, ela ficou vermelha e ele me disse:
— Tem certeza, Luis? Não vai ser que sua esposa me dê um tapa?
— Fica tranquilo, Juan, ela disse que aguenta qualquer coisa, vamos ver se é verdade… né, meu amor?
Aí minha esposa respondeu:
— Tá bom, mas só um beijo e nada mais.
Minha esposa ficou na frente do Juan e ele segurou ela pela cintura pra puxar ela pra perto e ali mesmo os dois começaram a cumprir o castigo, que na verdade não era castigo nenhum pro meu amigo. Ela tava de olhos fechados, igual o Juan, e dava pra ver que ele tava adorando, porque eu vi a língua dos dois se encontrando dentro da boca um do outro.
Passou o minuto e eles se separaram, dava pra sentir um nervosismo da parte da minha esposa, que veio até mim e tentava esconder o rosto, então eu falei:
— Fica tranquila, amor, agora a gente vai continuar jogando; é minha vez de puxar a primeira carta.
Fiz isso e dessa vez tirei um 5, minha esposa puxou a dela e tirou um 8, e o Juan fez o mesmo, puxou a carta dele e tirou um rei, então quem ganhou foi o Juan e quem perdeu fui eu.
— Beleza, Juan, você ganhou, agora é sua vez de me dar um desafio ou um castigo, você escolhe.
— Tá bom… Bem, acho que vou pedir um desafio: você vai tirar a roupa que a Marilyn tá usando por baixo do vestido.
Minha esposa virou pra mim e só sorriu e falou:
— Acho que não vai ser difícil pra você fazer isso, meu amor.
— Tomara que seja verdade, haha, minha vida, então bora meter a mão na massa.
Juan não tirava os olhos pra ver como eu ia tirar a calcinha fio dental dela.Trio com um colega do trampopra minha esposa, era fato que eu ia fazer de tudo pra ele não perder nenhum detalhe do que tinha debaixo do vestido dela. Mandei ela sentar na cadeira e abrir as pernas, ela sentou na hora e eu comecei a tirar a calcinha dela, abri as pernas dela o máximo que dava pro meu amigo poder dar aquela olhada e era fato que o que eu tava fazendo tava funcionando porque ele tava com o olho grudado na entreperna da minha esposa. Finalmente tirei a calcinha dela, que tava na minha mão, e ela ainda com as pernas abertas deixou por uns instantes a buceta dela à mostra, bem depiladinha.

Ela fechou as pernas e eu peguei a calcinha que tava na minha mão e corri pra jogar no meu amigo, que pegou e levou direto pro nariz dele. Minha esposa virou pra mim e falou:

— Não, por que você deu pra ele? Não vê que tá suja?

E meu amigo com um sorrisão no rosto falou alto:

— Bom, acho que isso é um troféu e o Luís tá me dando...

Depois que ele falou isso, minha esposa ficou vermelha de vergonha.

Ele pegou a calcinha da minha esposa e guardou no bolso da calça como troféu, e ela não reclamou, só disse:

— Você me deve uma calcinha nova!!!

A gente nem tinha percebido que o jogo já tinha começado, ou a verdade é que já não tava mais interessado, e por mim eu não queria nem terminar de ver.

— Bom, sentem aí, vamos continuar jogando. Love, pega sua carta, e aqui está a sua, Juan...

Dessa vez eu tinha trapaceado porque enquanto eles estavam sentando, eu arrumei as cartas de um jeito que minha esposa perdesse e o Juan ganhasse, eu precisava subir o nível e botar um desafio ou um castigo mais pesado pra esquentar as coisas de uma vez por todas.

— Que cartas vocês têm? Eu tirei um 9, e você, Juan?

— Eu tirei uma rainha!!!

— E você, meu love?

— Meu love, não vale, aposto que você tá trapaceando, eu tirei um 2.

O Juan caiu na risada e percebeu que tinha ganhado, então agora era a vez de quem tinha que pagar era minha esposa. Agora eu ia ver se as coisas rolavam ou não. Mas antes disso, sugeri tomar mais um drink, e enchi mais o copo da minha esposa porque achei que o efeito do álcool tinha passado… Ela pegou o copo e virou quase na hora.
—Beleza, agora sim, é hora de pagar, meu amor… mas dessa vez vou pedir pro Juan decidir entre um desafio ou um castigo… e eu vou escolher o que vai ser.
Minha esposa não reclamou nada. Eu esperava que o Juan usasse a lógica e se desse bem com o que ia falar. Meu amigo só conseguiu dizer:
—Escolho um castigo…
Agora sim, era só eu escolher o castigo dela com sabedoria e as coisas subirem de nível, tentando que minha esposa não mudasse de ideia, ficasse puta ou não quisesse mais jogar, já que até agora não tinha criado caso…
—Beleza, seu castigo vai seer… sentar no colo do Juan e fazer uma dança na virilha dele, dar uma roçada nele!!!
—Não, meu amor, como você pede isso, que vergonha, além disso, lembra que não tô de calcinha?
—Lembra que você topou jogar, além disso não é nada demais, só um minuto, relaxa…
—Tá bom, depois não quero reclamação. Juan, isso sim, nada de mão boba, tá claro?
—Tão claro quanto água, vou obedecer, Mary.
—Beleza, agora sim… o tempo começa a contar… já…
Minha esposa chegou perto do Juan, virou de costas pra ele e, assumindo a posição, começou a esfregar a bunda em cima da virilha dele, que claramente queria pegar as nádegas dela mas com certeza tava com medo dela ficar brava. Eu olhei pra ele e fiz um sinal pra ele meter a mão. Na hora, o Juan me obedeceu e começou a agarrar as duas nádegas da minha esposa e apertar contra o pau dele.
Minha esposa, por sua vez, continuava se mexendo e dava pra ver que tava gostando, porque ela fechava os olhos enquanto se movia cada vez mais e não reclamou nada. Infelizmente, o tempo tinha acabado e minha esposa Se levantou tirando as mãos de Juan da bunda dela, e ao se erguer de cima do Juan, não percebeu ou esqueceu que não tava usando nada, e a gente pôde ver as duas partes da bunda redonda dela, além de um pedaço da buceta dela no ar.
Juan, por outro lado, tava engolindo seco com o que tava rolando e com o que acabou de ver. Parece que ele curtiu pra caralho. Minha esposa se aproximou e sentou perto de mim, e só fala baixinho:
— Tão curtindo pra porra, hein? Espero que depois disso você não venha encher o saco ou reclamar, porque foi você quem começou tudo e eu sei o que você tá procurando!!!
Eu respondi:
— Fica tranquila, meu amor, aqui não aconteceu nada ou ainda não, e o que rolar aqui vai ficar só entre nós dois…
Sorri pra ela e logo depois dei um beijo na boca dela, que ela retribuiu com tesão. Tava tudo feito, tudo tinha saído do jeito que eu queria, só faltava dar o golpe final e ela transar com o Juan pra realizar minha fantasia de ver minha esposa sendo comida por outro cara, e claro, participar também…
— Beleza, vamos continuar o jogo.
Peguei as cartas, embaralhei, dei umas rodadas… tinha que tentar trapacear de novo pra minha esposa perder, mas sem ficar na cara. De qualquer forma, ela já tava animada e sabia onde esse jogo podia terminar… Agora era hora de distribuir as cartas: entreguei a dela, a do Juan e peguei a minha.
— Agora vamos virar as cartas os três juntos, ao mesmo tempo, na contagem de 1, 2 e 3…
— Pô, que surpresa, meu amor, parece que você não tem sorte com as cartas, hein kkk…
— Parece que seu marido tem razão, Mary, você não teve sorte…
— Ou vocês dois é que têm sorte demais…
Eu tinha tirado um 10, igual ao meu amigo Juan, e minha esposa tinha tirado um 7.
— Então, meu amor, agora é sua vez de pagar a conta. Você pede um castigo ou um desafio?
— Beleza, peço um desafio. Já vi que os castigos não tão dando muito certo pra mim…
— Tá bom… O castigo vai ser como eu vi que desde que Juan chegou e não tirava os olhos dos seus peitos. Você deixou ele acariciar, mas não por cima do vestido — quero que você os tire pra ele poder tocar à vontade.
— Ei, nãooo... Isso não vale, acho que é muito abusado o que você tá pedindo...
— Bom, você já sabe qual é a resposta...
Juan não podia acreditar no que eu tinha dito, e dava pra ver que ele tava eufórico, mas tentando não parecer abusador, falou:
— Não, Luís, se ela não quer, tudo bem, não tem por que obrigar.
— É que não tá obrigando, além do mais, eu sei que você também quer ter esse par de peitos nas suas mãos, ou tô errado?
Juan ficou mudo e só ficava olhando pra minha esposa, esperando que ela dissesse algo. E foi o que aconteceu:
— Tá bom, não quero ser chata, mas só isso... no máximo 1 minuto...
— Tá bom, meu amor, vai ser só um minuto. Então, Juan, agora aproveita e faz o teu...
Juan foi até onde ela estava, e minha esposa se levantou. Em seguida, ela baixou parte do vestido, deixando os peitões enormes de fora, fazendo Juan se surpreender com o tamanho deles. Depois, Juan começou a tocar timidamente, e eu falei:
— Vamos, Juan, você pode fazer melhor, lembra que é só um minuto, hehehe
Então Juan começou a brincar com os mamilos da minha esposa. Notei que a respiração dela acelerava um pouco, e vi que ela fechava os olhos. Quando ela fechou os olhos, Juan se jogou nos peitos dela e começou a chupar sem parar de tocar. Minha esposa olhou pra ele de novo e tentou se afastar, mas o êxtase tava pregando uma peça nela — já tava completamente excitada. De repente, ela segurou a cabeça de Juan, apertando mais os peitos contra ele pra que ele não parasse de chupar os mamilos.
Nessa hora, eu já tava excitado, não acreditava que minha esposa tava sendo usada por outro homem que não era eu. Passou o minuto, e cada um se levantou, voltando pros seus lugares como se nada tivesse acontecido, cada um pegando de novo as taças com parte... dos tragos que ainda não tinham tomado.
Minha esposa se aproximou um pouco de mim só pra me dar um beijo e ali notei que ela estava suando, acho que era pelo que tinha acabado de acontecer.
— Bom, continuamos jogando… Então aqui vão suas cartas.
Comecei a distribuir as cartas, dessa vez sem fazer nenhuma trapaça, porque já vi que não precisava.
— Que carta você tirou, Juan?
— Tirei um 8.
— E você, meu amor, o que tirou?
— Eu tirei um J.
— Então acho que quem perdeu dessa vez fui eu, tirei um 4.
Minha esposa sorriu, virou pra mim e disse:
— Você perdeu e eu ganhei, então eu escolho o que você vai fazer, mas vou deixar o Juan decidir entre castigo ou desafio e o que você vai ter que fazer. Vamos ver, Juan, o que você escolhe?
— Bom, Luis, você vai levar um castigo… e o castigo vai ser deixar sua esposa tocar no seu pau.
Eu ia aceitar, claro, mas não ia deixar só ela tocar, ia fazer ela colocar na boca. Tirei meu pau pra fora e ela começou a tocar com uma mão e depois com as duas. Puxei a cabeça dela pro meu pau e fiz ela meter na boca.
Minha esposa na hora ficou vermelha, porque com certeza tinha vergonha do Juan ver ela com meu pau na boca, mas ela sabia que não podia reclamar, já que tinha feito coisas que ela mesma nunca tinha feito antes.
Tirei meu pau completamente da calça e fiz um sinal pra minha esposa se aproximar mais e cumprir o castigo, que pra mim não era castigo, era mais pra ela. Minha esposa chegou perto de mim, se inclinou, arrumou o cabelo e em seguida pegou meu pau com as mãos e colocou na boca. Eu tava mais excitado sabendo que o Juan tava ali vendo minha esposa mostrar que era uma puta boqueteira e que sabia fazer de um jeito fenomenal.
O Juan não aguentou muito a cena e tirou o pau dele, que era bem maior que o meu e mais grosso, e começou a se masturbar. Eu peguei a cabeça da minha esposa pra ela virar e ver o que meu amigo tava fazendo, e ela ficou impressionada com o tamanho dele. tamanho, me virei pra olhar e ela disse:
–É enorme, meu bem, acho que seu amigo te superou kkk
Fiz um gesto com a cabeça confirmando que sabia que era maior que a minha e falei pra minha esposa:
–Que tal dar uma provada na rola do Juan? Afinal, a gente tá de boa e sei que você ia gostar.
–Não sei, meu amor, e lembra das condições!!!
–Fica tranquila, meu amor, vai ser só um beijinho na ponta e nada mais…
Ela continuou chupando meu pau e não falou mais nada, aí aproveitei pra fazer um sinal com o dedo pro Juan se aproximar. Ele chegou perto e já sabia qual seria o próximo passo, segurou a cabeça da minha esposa e começou a enfiar o pau dele na boquinha dela, que já tava durasso. Ela tentava não engasgar porque o negócio era realmente grande e a boca dela era pequena demais pra aguentar aquele volume todo.
Ela engolia o pau do Juan e se alternava pra chupar o meu. Enquanto ela me chupava, o Juan ficou atrás da minha esposa, levantou o resto do vestido dela, deixando a bunda dela à mostra, e começou a apalpar. Depois, ele se jogou nela e passou a língua pelas nádegas até chegar no cuzinho, onde enfiou a língua, fazendo ela pular cada vez que ele fazia isso, tendo que tirar meu pau da boca pra soltar gemidos que me deixavam cada vez mais excitado.
O Juan me olhou com uma cara de safado e disse:
–Meu amigo, me deixa curtir sua esposa?
–Tem que pedir pra ela. O que você acha, meu amor? Deixa o Juan brincar um pouco?
Ela ergueu os olhos pra mim porque ainda não tinha soltado meu pau, e os olhos dela disseram tudo: ela queria que o Juan metesse nela. Eu indiquei pro Juan que podia continuar, e ele, sem mais, só molhou o pau com saliva, encostou na buceta da minha esposa e foi enfiando aquele troço todo dentro dela.
Minha esposa já não se aguentava mais e começou a gritar, não sei se era de dor ou de de prazer, mas era evidente que alguém estava comendo alguém.
Eu me afastei dela pra que ela pudesse curtir aquela metida e sacada que meu amigo tava dando e mandei o Juan sentar no chão pra ela poder montar nele. Juan deitou no chão e minha esposa tirou completamente o vestido que ainda tava usando, ficando totalmente nua pra nós dois. Ela foi e enfiou o pau do Juan dentro da buceta dela, mas antes deu uns pulinhos pra se ajeitar melhor.
Aí começou uma metida e sacada lenta, que foi pegando mais e mais velocidade. Minha esposa se inclinou sobre o Juan e os dois começaram a se beijar, era um beijo longo e sensual, igualzinho ao de dois apaixonados, as línguas deles entrando e saindo um na boca do outro. Eu, na hora, só queria poder curtir aquela cena, então de um sofá eu tava batendo uma, sabia que minha maior fantasia tava sendo realizada e que, além disso, minha esposa tava colaborando e se divertindo ao mesmo tempo.
Minha esposa se levantou e fez um sinal pra eu chegar perto, o que eu fiz, me aproximei e ela começou a me beijar suave e depois me fez sinal pra eu me jogar no chão. Dessa vez seria eu que minha esposa ia montar. Me joguei no chão e minha esposa se posicionou em cima de mim e, de uma vez só, enfiou meu pau dentro dela, pude sentir que ela tava super molhada e não dava pra mais, porque o Juan tinha dado uma fodida de cinema nela.
Eu tava saboreando minha esposa, mas dessa vez era completamente diferente, eu sentia nela; ela tava mais solta e mais pegada, mais excitada. Ela se mexia de um jeito que tava quase me fazendo gozar, mas eu sabia que tinha que segurar.
Enquanto isso, o Juan, que tava vendo de longe, se aproximou da gente, algo me dizia que o que vinha era o melhor, porque ele tava acariciando a bunda da minha esposa, mordendo as nádegas dela e brincando com o cu. Ela dava pulinhos cada vez que ele passava os dedos perto do buraquinho do rabo dela. Ela já sabia o que ia passar, e eu sabia o que ela tinha me dito, que não queria sexo anal, mas também tinha dito que não queria sexo oral e já tinha feito, então tudo era possível.
João molhou os dedos com saliva e passou um pouco no cu da minha esposa, aproximou o pau do buraco dela, minha esposa tentou se soltar, mas eu segurei ela para não conseguir escapar, sabia que João estava prestes a meter aquele pau enorme dentro do rabo da minha esposa e isso me fazia estar prestes a gozar só de saber que ela ia receber a primeira dupla penetração dela.
— Aiii aiii, tá doendo, mete devagar que você tá machucando…
Aí percebi que finalmente o pau do João já estava dentro da minha esposa. João dava pequenas estocadas no cu da minha esposa e foi aumentando o ritmo até o ponto em que eu podia ouvir as bolas dele batendo entre as nádegas dela.
— Aiii continua, continua, ahhh… tô gozando…
Minha esposa explodiu num orgasmo violento, pude sentir os fluidos dela molharem minhas pernas, sei que ela já tinha gozado várias vezes, mas dessa vez foi diferente, dava pra perceber pelos gemidos contínuos e pelos espasmos que pareciam não ter fim. Eu estava prestes a terminar e sabia que não aguentaria muito mais, dava pra perceber também no João.
João tirou o pau do cu da minha esposa, ela quase não conseguia respirar, ainda estava extasiada com todo o sexo que estava recebendo. Ela saiu de cima de mim e eu me levantei do chão. Ela estava de joelhos na nossa frente, João se aproximou dela e colocou o pau na boca dela, e ela sem hesitar começou a chupar. Tenho certeza de que ela já sabia que a gente queria gozar na boca dela, então ela se posicionou, nós dois, João e eu, nos aproximamos mais dela e colocamos nossos paus ao alcance dela, ela esfregava um enquanto o outro estava dentro da boca dela.
Lembrei que entre as tantas coisas que ela não queria fazer era que a outra pessoa gozasse na boca dela, mas Parecia que ela já não ligava mais pra isso, porque tava prestes a receber a gozada na boca dela. Ela chupava como se fosse uma competição, ou só queria que o Juan visse que ela fazia igual uma campeã.
Eu vi que o Juan tava terminando, porque ele fazia caretas no rosto que era nítido que ia estourar. Minha esposa focou total no pau do Juan e não parava de chupar nem um segundo, quando de repente comecei a ver saindo da boca dela uns restinhos de porra do Juan. Ela tentava não deixar escapar uma gota, e conseguiu: engoliu tudo que saiu do meu amigo. Ela lambeu o pau inteiro dele com a língua, de cima a baixo, chupava os ovos dele e apertava como se quisesse tirar até a última gota de porra.
Eu não aguentei mais e puxei a boca dela pro meu pau, que explodiu na cara dela. Ela abriu a boca o máximo que conseguiu, parte da minha porra caiu no rosto dela e a outra parte na boca, que ela engoliu inteirinha, saboreando como se fosse um doce.
— Bom, rapazes, acho que já tão satisfeitos. Vou ali no banheiro.
Meu amigo Juan tava sentado e falou:
— Valeu, Luis. Acho que isso eu nunca vou esquecer. A Marilyn é a mulher que todo homem devia ter.
— Fica tranquilo, meu amigo. Além disso, isso é algo que eu sempre quis fazer, mas nunca consegui, e graças a você finalmente realizei minha fantasia. E sei que minha esposa também vai te agradecer.
Nisso, minha esposa voltou pra onde a gente tava sentado. Ela veio com um pijama rosa, com um sorriso no rosto de satisfação total. Sentou no meu colo e me deu um beijo na boca.
Meu amigo falou:
— Bom, vou nessa. Muito obrigado por tudo, a festa foi imbatível, kkkk.
Ele chegou perto de mim, apertou minha mão, e deu um beijo na boca da minha esposa, que não hesitou em corresponder.
— Muito obrigada, Juan. Quando quiser nos visitar, vai ser super bem recebido, né, meu amor?
— Isso mesmo, já sabe, meu amigo. Minha esposa já te convidou. pra quando você quiser vir nos visitar.
– Será um verdadeiro prazer, disso não duvidem.
Depois, ele abriu a porta e saiu da minha casa. Minha esposa se aproximou de mim e me deu outro beijo, dizendo:
– Valeu, meu amor, a verdade é que eu não sabia o que estava perdendo. Vamos repetir quantas vezes você quiser.

6 comentários - Trio com um colega do trampo

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