A aula seguinte foi a prova, tudo girou em torno do questionário. Só na aula depois da prova é que perguntei pela minha tanga, e ele falou pra eu ir buscar na casa dele. Assim ele me enrolando por umas aulas, até que na quinta o professor trouxe as notas, nós dois passamos, por isso ele me chamou pra sair, pra comemorar. Combinamos e ele passou me buscar na terça seguinte, às 18h no trabalho. Fomos pra casa dele, e na garagem, em vez de ir pro apartamento, ele me levou pra visitar a mãe. Ela nos esperava com um bolo pra comemorar que a gente tinha passado na matéria. A mãe, feliz, preparou café, ele sumiu de novo, mas dessa vez me avisou que ia tomar banho. Voltou com um pacote embrulhado pra presente, me entregou e disse:
— Você esqueceu da última vez.
Devo ter ficado toda vermelha.
— Obrigada. — só consegui falar isso.
Tomei o café, ele pediu pra mãe algo gostoso pra jantar. A mãe perguntou a que horas a gente queria, ele respondeu depois das 22. No quartinho, ele me deu toalhas limpas, fui tomar banho, e entre as toalhas encontrei um conjunto de lingerie, preto, lindo. Entendi o recado.
Ele me esperava pelado, deitado na cama, se acariciando, deixando a rola durinha pra mim, deslumbrado por como o conjunto ficava bem em mim, não queria que eu tirasse. Me abraçou e, sem soltar meu sutiã, descobriu meus peitos e beijou e chupou. Me sentou na beirada da cama, se ajoelhou na minha frente e lambeu meus 5/6 lábios vaginais, enquanto procurava meu clitóris. Ficou um bom tempo me deliciando com a língua dele, até que se levantou, pegou a camisinha e, puxando minha calcinha de lado, começou a me comer. Como ele gozava em cima de mim, eu adorava, e assim eu gozei. Já o Ari, ele buscou gozar me colocando de quatro. Que prazer sentir as batidas da rola dele gozando enquanto tentava enfiar tudo dentro de mim.
Enquanto a gente se recuperava, ficamos nos amassos, aí ele me perguntou se podia me dar um presentinho. Eu disse que sim, ele se levantou e voltou com um pacotinho. Era... Um estojo de joias, dentro uma corrente de ouro com 5 pérolas de ouro, que formava o nome dele, ARIEL, com letras quase invisíveis. Quando eu disse que pensei que seria um presentinho sem importância, mas agora não sabia se aceitava. Ele insistiu, e eu aceitei. Ainda uso porque é muito bonito, meu marido nunca percebeu, acho que pensou que era uma bijuteria de metal dourado e nunca deu importância. Dei um beijão agradecendo pelo presente, e recomeçamos nossa preliminar, desci até o pau dele e devorei, estava entregue com o presente, comecei a sentir que estava prestes a explodir, então ele tentou me afastar, mas eu tinha decidido retribuir o presente dele com algo que ele já tinha insinuado várias vezes, derramar o esperma dele dentro de mim. Ofereci resistência para não me afastar e ele entendeu que eu estava disposta a engolir o gozo dele. Foi difícil, mas eu fui mais persistente e engoli o primeiro jatinho enquanto os outros batiam no meu rosto e nos meus peitos. Quando saiu a última gotinha, ele procurou minha boca, enfiou a língua procurando restos do licor seminal dele, e assim, me beijando e me acariciando cada vez com mais ternura, ele dormiu na minha barriguinha. A campainha do interfone acordou ele, ele me pediu para atender, a voz da mãe dele dizendo: — Gente, quando vocês quiserem, eu sirvo o jantar. — Já vamos, — respondi. Demoramos quase meia hora para sentar à mesa. Vi nos olhos da mãe aquele olhar misturado de alegria e cumplicidade, que me dizia “sei o que vocês fizeram e acho muito certo”. A mãe se desmanchava em atenções, estava procurando uma nora. Durante todo o quadrimestre, organizávamos nossas faltas para nos ver semanalmente, às vezes na casa dele, outras num hotel. As férias nos distanciaram, mesmo mantendo contato por telefone, nos reencontramos em fevereiro, na época da matrícula. Faltavam 6 matérias para mim e 4 para o Ariel, podíamos cursar três matérias juntos, nos inscrevemos em duas. Depois de terminar a matrícula, fomos tomar um café. Conversamos, naquele ano eu planejava terminar de de uma vez por todas. A conversa se estendeu mais do que devia, então pedi pra ele me levar pra casa.
Ele estacionou como sempre, um quarteirão antes, e a gente tinha uns minutos, então aceitei o convite de ficar mais um pouco conversando — lê-se "se pegando". Em dois minutos já estávamos no banco de trás, eu sentada no colo dele, jeans pelos joelhos. Bom, com toda aquela desconforto de um rapidinha no carro — ele com 35 e eu com 27 já tínhamos passado da fase de fazer isso que nem adolescente — então tirei o jeans, ele fez o mesmo com o dele, e começamos de novo, mas com mais liberdade de movimento. Sentei no colo dele de novo, ele enfiou as mãos por baixo da minha regata, procurando meus peitos, enquanto eu colocava o pau dele na minha buceta. A gente se beijou, ele me fez gozar. Me inclinei contra o banco e ele começou a buscar o orgasmo dele, quando de repente sinto que ele tira e goza fora. A camisinha tinha estourado, ele sentiu que ia romper e tirou antes de gozar. Ficamos todos melados! Me limpei com minha calcinha, ele com a cueca dele — a gente morreu de rir porque parecíamos uns adolescentes, a tesão tinha feito a gente fazer coisas de moleque que não tem lugar certo.
Me ajeitei o melhor que pude e fui andando aquele quarteirão até em casa, sob o olhar do Ariel que esperava eu chegar.
O espelho do elevador me mostrou agitada, despenteada, parecia o que eu era: tinha acabado de transar. Entrei e, com a desculpa de que tava apertada pra fazer xixi, fui direto pro banheiro, melhorei minha aparência, lavei a calcinha e saí pra cumprimentar meu marido, que me esperava pra jantar.
Naquele ano, continuamos nos vendo. A mãe dele recuperou a esperança de ser minha sogra, embora minhas limitações de tempo já dessem um aviso.
Naquele ano ele se formou em Direito. Fiquei o dia inteiro com ele esperando o exame oral e depois a carteirinha da OAB — era 20 de dezembro. Eu ainda tinha uma matéria, Direito Internacional Público, que ia prestar em março.
Tomamos a decisão de nos afastar, porque eu não podia dar pra ele o que ele já precisava de mim.
— Você esqueceu da última vez.
Devo ter ficado toda vermelha.
— Obrigada. — só consegui falar isso.
Tomei o café, ele pediu pra mãe algo gostoso pra jantar. A mãe perguntou a que horas a gente queria, ele respondeu depois das 22. No quartinho, ele me deu toalhas limpas, fui tomar banho, e entre as toalhas encontrei um conjunto de lingerie, preto, lindo. Entendi o recado.
Ele me esperava pelado, deitado na cama, se acariciando, deixando a rola durinha pra mim, deslumbrado por como o conjunto ficava bem em mim, não queria que eu tirasse. Me abraçou e, sem soltar meu sutiã, descobriu meus peitos e beijou e chupou. Me sentou na beirada da cama, se ajoelhou na minha frente e lambeu meus 5/6 lábios vaginais, enquanto procurava meu clitóris. Ficou um bom tempo me deliciando com a língua dele, até que se levantou, pegou a camisinha e, puxando minha calcinha de lado, começou a me comer. Como ele gozava em cima de mim, eu adorava, e assim eu gozei. Já o Ari, ele buscou gozar me colocando de quatro. Que prazer sentir as batidas da rola dele gozando enquanto tentava enfiar tudo dentro de mim.
Enquanto a gente se recuperava, ficamos nos amassos, aí ele me perguntou se podia me dar um presentinho. Eu disse que sim, ele se levantou e voltou com um pacotinho. Era... Um estojo de joias, dentro uma corrente de ouro com 5 pérolas de ouro, que formava o nome dele, ARIEL, com letras quase invisíveis. Quando eu disse que pensei que seria um presentinho sem importância, mas agora não sabia se aceitava. Ele insistiu, e eu aceitei. Ainda uso porque é muito bonito, meu marido nunca percebeu, acho que pensou que era uma bijuteria de metal dourado e nunca deu importância. Dei um beijão agradecendo pelo presente, e recomeçamos nossa preliminar, desci até o pau dele e devorei, estava entregue com o presente, comecei a sentir que estava prestes a explodir, então ele tentou me afastar, mas eu tinha decidido retribuir o presente dele com algo que ele já tinha insinuado várias vezes, derramar o esperma dele dentro de mim. Ofereci resistência para não me afastar e ele entendeu que eu estava disposta a engolir o gozo dele. Foi difícil, mas eu fui mais persistente e engoli o primeiro jatinho enquanto os outros batiam no meu rosto e nos meus peitos. Quando saiu a última gotinha, ele procurou minha boca, enfiou a língua procurando restos do licor seminal dele, e assim, me beijando e me acariciando cada vez com mais ternura, ele dormiu na minha barriguinha. A campainha do interfone acordou ele, ele me pediu para atender, a voz da mãe dele dizendo: — Gente, quando vocês quiserem, eu sirvo o jantar. — Já vamos, — respondi. Demoramos quase meia hora para sentar à mesa. Vi nos olhos da mãe aquele olhar misturado de alegria e cumplicidade, que me dizia “sei o que vocês fizeram e acho muito certo”. A mãe se desmanchava em atenções, estava procurando uma nora. Durante todo o quadrimestre, organizávamos nossas faltas para nos ver semanalmente, às vezes na casa dele, outras num hotel. As férias nos distanciaram, mesmo mantendo contato por telefone, nos reencontramos em fevereiro, na época da matrícula. Faltavam 6 matérias para mim e 4 para o Ariel, podíamos cursar três matérias juntos, nos inscrevemos em duas. Depois de terminar a matrícula, fomos tomar um café. Conversamos, naquele ano eu planejava terminar de de uma vez por todas. A conversa se estendeu mais do que devia, então pedi pra ele me levar pra casa.
Ele estacionou como sempre, um quarteirão antes, e a gente tinha uns minutos, então aceitei o convite de ficar mais um pouco conversando — lê-se "se pegando". Em dois minutos já estávamos no banco de trás, eu sentada no colo dele, jeans pelos joelhos. Bom, com toda aquela desconforto de um rapidinha no carro — ele com 35 e eu com 27 já tínhamos passado da fase de fazer isso que nem adolescente — então tirei o jeans, ele fez o mesmo com o dele, e começamos de novo, mas com mais liberdade de movimento. Sentei no colo dele de novo, ele enfiou as mãos por baixo da minha regata, procurando meus peitos, enquanto eu colocava o pau dele na minha buceta. A gente se beijou, ele me fez gozar. Me inclinei contra o banco e ele começou a buscar o orgasmo dele, quando de repente sinto que ele tira e goza fora. A camisinha tinha estourado, ele sentiu que ia romper e tirou antes de gozar. Ficamos todos melados! Me limpei com minha calcinha, ele com a cueca dele — a gente morreu de rir porque parecíamos uns adolescentes, a tesão tinha feito a gente fazer coisas de moleque que não tem lugar certo.
Me ajeitei o melhor que pude e fui andando aquele quarteirão até em casa, sob o olhar do Ariel que esperava eu chegar.
O espelho do elevador me mostrou agitada, despenteada, parecia o que eu era: tinha acabado de transar. Entrei e, com a desculpa de que tava apertada pra fazer xixi, fui direto pro banheiro, melhorei minha aparência, lavei a calcinha e saí pra cumprimentar meu marido, que me esperava pra jantar.
Naquele ano, continuamos nos vendo. A mãe dele recuperou a esperança de ser minha sogra, embora minhas limitações de tempo já dessem um aviso.
Naquele ano ele se formou em Direito. Fiquei o dia inteiro com ele esperando o exame oral e depois a carteirinha da OAB — era 20 de dezembro. Eu ainda tinha uma matéria, Direito Internacional Público, que ia prestar em março.
Tomamos a decisão de nos afastar, porque eu não podia dar pra ele o que ele já precisava de mim.
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