
Recentemente comecei a trabalhar num programa novo como debatedora, verdade que não era nada demais, mas como não tava em posição de recadar nada, aproveitei pra comemorar sozinha num bar à noite. Meu relacionamento não tava lá essas coisas, então quis ficar um pouco na minha e espairecer a cabeça. Tava tudo bem tranquilo quando apareceu um cara moreno, alto, com sotaque cubano ou caribenho, puxando papo — "Ei, você é a Magui que aparece no programa da tarde?" — "Sou eu sim, beleza?" — "Nossa, que gostosa, posso tirar uma foto com você?" — "Pode, mas rápido, tá?" (não tinha cara boa e eu não tava a fim de aturar nem eu mesma) — "Valeu, obrigado" — "De nada". Voltei pro meu canto, tomando uns drinks sozinha, enquanto percebia que o cara não parava de me olhar. Até quando ele se aproximou, notei que tava de olho nas minhas tetas, mas não dei muita bola. Ele continuava me encarando, e cada vez mais focando na minha bunda, já que eu tava no balcão e ele nunsas mesas separadas. Achei que era o típico punheteiro que só olha pra mulher pela raba. Quando já paguei e tô indo embora, ele aparece de novo — "Ei, gatinha, te vi aqui sozinha e achei que você queria companhia". Já irritada com a situação, falei — "Não, obrigada, a última coisa que preciso é da sua companhia". Virei as costas, peguei minha bolsa e fui pro banheiro. Quando saí de lá, só queria voltar pra casa, dormir e ficar em paz. Quando viro numa rua deserta, deixo cair o batom. Vou pegar e, quando agarro ele, sinto algo me segurando por trás. Era o mesmo preto que tava me seguindo na espreita. — "O que cê tá fazendo?" — falei. — "Quis se fazer de doida pra mim" — ele disse com um tom sinistro demais. Nisso, dou um tapa nele, mas ele me joga contra a parede. — "AGORA SIM". Tentei me defender, mas ele me segurou pelos braços enquanto sussurrava no meu ouvido — "Se você se comportar, não vai acontecer nada grave". Gritar era inútil, porque a música abafava tudo. Nisso, o cara puxa a rola pra fora, mostrando uns 20 cm de carne preta, e aí já era. me viava bem – devagar


Só falei isso e o negão rasgou minha legging com uma força terrível e enfiou a pica em mim, na minha buceta, sem esperar nada. Soltei um grito só da dor que senti. Ele me comia tão forte que eu me sentia perdida, a pica dele me perfurava enquanto ele dizia: — Ahhh, Rosita, você é tão apertadinha.

Meu cu tava apanhando enquanto com a outra mão ele apertava meus peitos. O cara, não satisfeito com isso, começa a me comer o cu — vou te dar no teu cuzinho, puta. Quando ouço isso, tento me mexer, mas ele me bate e fala — vou te fazer minha, melhor. Então ele me abaixa e começa a meter ainda mais forte.

Quando já começava a doer tudo, ele goza dentro de mim, usa a palavra: buceta e me deixa toda cheia do sêmen dele, uma carga gigante que parecia que tinha enchido meu útero. Humilhada, eu me desnudo, brinco um pouco com meus peitos e ele foi embora rindo.

Embora ele tenha me humilhado, acho que faz tempo que ninguém me comeu assim, capaz que eu procure ele de novo. PS: DEIXO CLARO QUE ISSO É PURA FANTASIA. Se deixarem seus pontos, virão mais.
3 comentários - Relato: Magui bravi e o cubano