Corno de sempre. Cap. III - Viva os noivos!

Espero que vocês curtam essa nova edição. Deixo aqui os primeiros capítulos pra vocês irem entrando na história. Se não tiverem tempo, podem ler esse capítulo de boa, não precisa de muito contexto. Cap. III - “Viva os noivos”.Corno de sempre. Cap. III - Viva os noivos!Agora que já apresentei nossos protagonistas e como é a vida deles hoje, acho que é o momento perfeito para contar como foi o momento mais feliz da vida deles: o casamento. Desde que se conheceram e se apaixonaram, ainda no quarto ano do Colégio San Bernardo, perceberam que eram um para o outro. Assim começou um relacionamento amoroso em que ambos tinham o que desejavam e precisavam do outro, enquanto Juliana buscava em outros lugares o que não conseguia ter com Emi, sem que seu amado namorado desconfiasse muito. Tão apaixonado quanto estava, aos 22 anos, quando já estavam juntos há 7 anos, Emilio já era um gênio da tecnologia da informação e tinha conseguido um emprego importante como desenvolvedor numa empresa internacional que pagava em dólares, e muito. Com toda essa grana no bolso e ainda mais amor no coração por sua querida Juli, ele pediu ela em casamento numa escapada romântica que fizeram para as montanhas, numa cena de filme em que ele tirou a aliança e se ajoelhou diante dela no topo de um morro espetacular. Juliana não hesitou e disse sim automaticamente. A felicidade dos dois era total, como sempre. O casamento foi totalmente planejado por Juliana, acompanhada por um casal de wedding planners, enquanto Emilio só se dedicou a bancar a festa e dizer sim para cada uma das vontades da sua namorada e futura esposa. Assim, numa noite de fevereiro de 2019, eles reuniram todos os seus afetos, familiares, amigos, colegas de trabalho e ex-colegas de escola numa chácara nos arredores da cidade para dizer sim diante do juiz. Lá estava Emilio, parado ansioso diante do altar, com alguns familiares ao redor. Vestia um terno justo e meio ridículo que a namorada tinha escolhido e o convenceu a usar, mesmo que para ele, que não tinha nenhuma noção de moda e senso estético, tivesse parecido um pouco estranho de vestir. No entanto, a felicidade estampada no rosto enquanto esperava... sua amada, ofuscava qualquer pensamento paranoico sobre como pareceria para os outros. O momento em que Juli fez sua aparição foi como se todo o universo tivesse parado. Acompanhada de seu pai, caminhou radiante em direção ao altar envolta em um vestido branco impressionante que fazia o resto da festa parecer as mais feias do mundo. Emilio temeu morrer de um infarto por um segundo. De mãos dadas deram o sim, e após os aplausos e as felicitações afetuosas de todos os convidados, em comunhão, atrás dos noivos todos se dirigiram ao salão para começar a celebração de verdade, acomodando-se cada um em sua mesa designada. Enquanto todos os convidados se acomodavam, os recém-casados tiraram alguns minutos com as wedding planners para planejar como seguiria essa noite dos sonhos. Era o primeiro momento do dia em que podiam ter um instante só para eles. Emilio a olhou com ternura, enquanto segurava sua mão, então Juliana lhe deu um beijo terno na bochecha.
- Te amo muito, meu amor. - disse ele, com um largo sorriso.
- Você é lindo, meu nerdzinho - ela retribuiu com cumplicidade. - Hoje vamos passar uma noite espetacular. Você vai tomar um pouquinho, né? Não vai ficar na bad? - perguntou ela pensando no que viria pela noite.
- Não sei, amor, tenho medo de passar mal e não curtir - respondeu ele temeroso.
- Ahh, vai, amor. Não comece com isso. Faz por mim, por favor - disse e logo em seguida puxou uma carinha de menininha pedindo doce na vendinha.
Ele simplesmente sorriu aceitando a derrota completamente.
- E se prepara para o final da festa, gostoso. Você vai morrer quando ver o que tem debaixo desse vestido lindo - disse piscando um olho segundos antes de se dirigir ao salão.
Emilio e Juliana fizeram sua entrada triunfal após os convidados, ao ritmo de uma música muito animada, para depois se envolverem em uma valsa que enterneceu todas as tias velhas de ambos. E bom, depois disso sim começou a farra, a cumbia, o reggaeton e todo mundo a mexer o esqueleto. Durante o resto da noite, Juliana levou taças de vinho para Emilio sempre que o via com as mãos vazias, e ele aceitava sem reclamar e bebia. Tudo isso foi gerando nele um estado de tontura e efusividade inédito. Foi a primeira vez que Juliana viu no namorado a capacidade de dançar e curtir as festas, que era seu objetivo. Conforme a noite foi passando, Emilio começou a se sentir cada vez mais exausto e com o corpo mais pesado. Depois das fotos, ele se sentia tão cansado que decidiu sentar na mesa dos noivos para comer alguma coisa e descansar, enquanto sua recém-casada esposa dançava descontrolada com qualquer convidado que cruzasse seu caminho. Os momentos de maior prazer, Emilio pôde ver, eram quando chegava na pista o grupo dos seus ex-colegas de escola. Lá ela dançava como costumava fazer nas festas do ensino médio, se comportando de forma sexy e concentrando os olhares luxuriosos de qualquer pessoa que a visse. Até se atrevia a dançar com os colegas homens, de forma sexy e desenfreada diante do olhar de todos. Principalmente com Joaquín e Diego, dois ex-colegas com quem parecia ter uma relação especial, e de vez em quando procurava na pista para se encontrar. Quando chegou o final da festa, todos já estavam bem cansados, principalmente Emilio, que não aguentava mais de tão bêbado que estava, para o espanto de todos. Ele despediu-se como pôde dos convidados, agradecendo por terem participado daquela noite tão especial e finalmente encontrou-se com Juliana para começar a noite de núpcias. Ao tentar se levantar para ir ao encontro dela, todo o álcool que tinha no sangue avisou que suas pernas não iriam funcionar como ele queria, e ele caiu no chão sem conseguir reagir. Juliana, que estava conversando animadamente com Joaquín e Diego, não conseguiu conter a risada e demorou alguns segundos para reagir e oferecer ajuda. Atrás dela apareceram os dois ex-colegas de escola dispostos a dar uma mão também.
- Meu amor, acho que você bebeu um pouquinho a mais. Tá se sentindo bem? - perguntou com toda a preocupação, agachando ao lado dele com a motricidade truncada que sua própria embriaguez permitia.
- Siii, meu amooor. Tô de boa. Vamô embora que eu quero chegar no quarto já com você - disse Emilio arrastando a língua, tentando ficar de pé e caindo de novo no chão.
- Ai, meu amor, você tá muito bêbado - disse ela um pouco ofendida, pensando em como sua noite de núpcias estava arruinada. Em seguida, mudou a expressão do rosto e se dirigiu a Joaquín e Diego, que a acompanhavam na cena:
- Gente, vocês podem me ajudar a levar o Emi pro hotel hoje? Acho que não consigo sozinha - jogou a pergunta.
- Mas é claro! O que você quiser! - responderam quase em uníssono, passando à frente e agarrando Emilio, um de cada lado, levantando-o no ar.
- Você só nos diz pra onde a gente vai - disse Diego com um entusiasmo repentino que fez Emilio olhar para ele como pôde, com o rosto todo torto, mas sem conseguir dizer uma palavra.

Todos os convidados já tinham ido embora, só restavam os olhares curiosos dos funcionários que trabalharam na festa, observando a cena sem esconder risadas e olhares cúmplices entre si. Diego e Joaquín, dois caras grandões, que pareciam ter saído de um campo de rugby, carregavam Emi pendurado em cada braço, com as perninhas no ar, como se fosse uma criança que adormeceu numa festa de adultos. À frente deles ia Juliana, completamente divertida e alegre por causa do álcool, oferecendo uma caminhada típica dela, que eles já sentiam falta desde a escola, com uns passinhos de dança enquanto atravessava a pista.

- O que vocês acham de irmos no meu carro? - perguntou Joaquín.
- Tô com ele estacionado ali - disse, apontando para o carro que os esperava solitário no estacionamento dos convidados.
- Ummm, a gente tinha combinado um carro pra nós. Mas não acho que ele leve todos os quatro. Então vamos, vamos no seu! — disse animada com a solução. Os caras chegaram ao carro, abriram a porta de trás e jogaram Emilio como se fosse um saco de batatas no banco. — Obrigada, meninos. Vocês são uns gênios mesmo, como sempre — disse Juli visivelmente alterada, abraçando-os, apertando-os contra si, esfregando um pouco os peitos nos dois. Os caras começaram a esquentar com toda a situação. A viagem até o hotel não levou mais de dez minutos. Juliana sentou no banco da frente e conversou animadamente com os dois, enquanto Emilio dormia e de vez em quando roncava ou fazia algum som de gemido, mas quase sem recuperar a consciência. Quando chegaram ao quarto, entraram os quatro e os caras jogaram Emilio em cima da cama, completamente desacordado. — Ai, obrigada, gênios. Me salvaram uma parte da noite de núpcias haha. Como posso agradecer? — disse fazendo uma cara meio putinha e meio menininha. — Se quiser, a gente pode ajudar a tirar o vestido. Deve ser complicado — disse Diego já jogado. — Ai sim, por favor. É que sozinha não vou conseguir — respondeu aceitando, com o mesmo gesto de menina inocente que fingia não saber o que estava acontecendo, embora fosse a que mais entendia a situação no quarto. Ao abaixar o zíper, o vestido caiu aos pés de Juliana, revelando uma roupa que fez as mandíbulas dos caras correrem risco de desencaixe. Ela estava usando um conjunto de lingerie super delicado, com meias e ligas, que rachava o chão. A calcinha era toda bordada, com babados, só um pouco maior que os fio-dental que ela costumava usar no dia a dia, e o sutiã, combinando com a parte de baixo, mal continha os peitos já operados de Juli que ameaçavam escapar. O véu de noiva, que ela ainda usava, a transformava num tipo de fetiche total de noiva em sua noite de núpcias, pronta para a guerra.namorada
casamento- Ahhhh, então, parece que vamos comer um bombom, mano - disse Joaquín para Diego, cutucando-o com cumplicidade, enquanto tomava a iniciativa de avançar até ela.
- É? Vão me comer? - perguntou ela, mantendo o personagem de menina boba e inocente, mordendo o lábio. - Eu imaginei que talvez vocês tivessem algo para eu comer. Não pude comer muito à noite e estou com um pouquinho de fome - disse e mostrou a língua, deixando o ponto ainda mais claro.
- Claro que temos, gata. Vem - Juli não soube qual dos dois falou, mas acatou a ordem e se ajoelhou no meio deles, enquanto ambos abriam os zíperes de suas calças, dispostos a oferecer seus paus.

Enquanto se ajoelhava no espaço que ficava entre seus ex-colegas de colégio, viu como seus paus iam saindo de suas calças. Ao vê-los, lembrou deles exatamente como eram no ensino médio, naquelas festas em casas de amigas que ela ia e aproveitava para dar chifre no Emilio, que ficava estudando em casa. A do Diego era um pau que sempre gostou, comprido, venoso e com a cabeça carnuda e rosada. A do Joaquín, diferente dessa, era um pouco mais curta, mas mais grossa. Mais de uma vez ela sofreu para enfiar aquilo dentro naquela época.

Enquanto isso acontecia, o recém-casado marido de Juli jazia inconsciente ao lado da cama king size que o quarto tinha. Por sorte para ela, sobrava muito espaço livre para poder fazer e desfazer com esses caras à vontade.
- Lembra deles? - perguntou Diego atrevidamente.
- Óbvio, lindos - respondeu com um sorriso malicioso, olhando alternadamente para os olhos de ambos. - Quero ver se têm o mesmo gosto de antes - disse e, em seguida, pegou um pau com cada mão e enfiou a cabeça de ambos na boca ao mesmo tempo, enquanto soltava uma risadinha maliciosa.
- Você também não mudou muito, pelo que vejo - disse agora Joaquín, enquanto colocava a mão na nuca de Juli, instando-a a ter preferência pela dele e chupá-la sozinha - . Diego não ficava atrás e oferecia a dele quando passavam mais de dez segundos sem que ela prestasse atenção nele, e assim estavam, alternando a boca de Juliana entre cada pau. Ela se dedicava a abrir a boca e pôr a língua para fora, enquanto ria divertida, e chupava como se não houvesse amanhã esses paus que sentia tanta falta. - Você não mudou nada, de verdade. Continua chupando o pau divinamente - comentou Diego enquanto mordia o lábio e olhava para o teto fechando os olhos, completamente extasiado pela chupada de pau da putinha da Juliana - . - É? Ainda tô chupando bem? - perguntou de forma retórica e voltou a devorar o pau dele uma e outra vez - Grup, glup, glap, glup - soava a boca da namorada de Emilio no pau de Diego - .infielEnquanto isso, Joaquín se dedicava a esfregar seu pau grosso, todo cheio de saliva, por todo o rosto da recém-casada, cuja maquiagem havia passado de princesa a parecer mais com a da Harley Quinn no final de uma longa cena de aventura, sorrindo como uma doida.
— Ai, quero ficar pertinho do meu maridinho — disse, levantando-se e deitando de costas na cama, a um metro de Emílio, que ainda dormia profundamente.
Joaquín e Diego tiraram as calças, ficando com um visual curioso e engraçado composto apenas por suas camisas sociais brancas e as meias pretas que combinavam com suas calças de terno preto.
Juliana levantou as pernas e as abriu, segurando-as em um ângulo perfeito, puxou sua calcinha que ainda estava branca como a neve, deixando à mostra sua buceta perfeitamente depilada, que já emanava líquidos por dentro devido ao tesão crescente que sentia desde que seus ex-colegas de escola se ofereceram para ajudar com a bebedeira de seu recém-casado.
Joaquín entendeu perfeitamente sua intenção e deitou de bruços à entrada de sua buceta para fazer das suas com sua língua. Enquanto isso, o outro amante da vez ofereceu seu pau para manter sua boca ocupada e assim acalmar sua ansiedade.
A cena era dantesca. Enquanto em um lado do quadro Emílio continuava roncando, sem fazer nenhum movimento sequer, no outro sua recente esposa, com as pernas abertas de par em par, recebia uma chupada de buceta de campeonato enquanto ocupava a boca com um grande pedaço de carne fálica.
Minutos depois, Joaquín parou a chupada na buceta. Até Emílio, que não sabia o que estava acontecendo ao seu lado, sabia que em segundos enfiariam o primeiro pau de casada em sua esposa.
Para surpresa de Juliana, que estava de olhos fechados chupando o pau de Diego sem parar, o pau de Joaquín entrou nela sem nenhum tipo de resistência por parte do seu corpo, ao contrário do passado, quando ele teria rasgado a buceta. - Ahhhh. Que quentinha você está com a buceta, sua puta - disse Joaquín a Juliana, que não pôde responder, por ter a boca ocupada e cheia de pau. - Perdoa ela, Joaco. A puta não pode te responder, está ocupada hahaha - respondeu Diego com ironia. Joaquín começou a comê-la com força e profundidade. As bolas do cara batiam forte contra suas nádegas, e seu corpo estava sendo tão sacudido que por um momento ela temeu acordar Emilio. Ela tirou o pau da boca e olhou para ele por um segundo, confirmando que ele estava como se tivesse tomado uma caixa inteira de remédios para dormir. Diego ficou excitado e pediu a Joaquín, quase de forma agressiva, que o deixasse comê-la um pouco. Com a permissão do amigo, inverteram os papéis; Diego a virou de bruços e, assim como estava, segurando-a pela cintura e empurrando-a contra o colchão, enfiou o pau de uma vez, fazendo Juliana soltar um gemido alto que foi ouvido no corredor do hotel. - Que rabo que você tem, hein! Você gosta de esquentar machos com esse rabo? - ele disse como se estivesse com raiva, enquanto castigava a buceta a pau. - Ah, ah, sim, sim, sim. Eu adoro! Adoro esquentar machos! Sim, sim - ela respondeu, cantando no ritmo da foda. - Olha o corno. Olha ele! - disse Joaquín agora, agarrando-a pelo cabelo, que a essa altura já havia perdido qualquer aparência de princesa que tinha no início do casamento - Você gosta de fazer ele de corno? - perguntou enquanto a pélvis de Diego continuava batendo ritmicamente em suas nádegas. - Sim! Sim! Eu adoro! Não consigo parar de fazer ele de corno! - ela respondeu aos gritos. - E você não vai parar, vai? - perguntou Diego agora, entrando na conversa, enquanto continuava metendo sem parar. - NUUUUNCA! - gritou Juliana enquanto gozava completamente no pau do seu ex-colega de escola. Os dois se revezaram para pegá-la de muitas maneiras diferentes por pouco mais de uma hora, sem qualquer medo de que Emilio acordasse e percebesse o quanto foi corno durante sua noite de núpcias. Talvez tenha ficado uma leve ideia gostosa do que aconteceu, que voltaria algumas noites na forma de um sonho molhado, fazendo-o acordar com a cueca encharcada. Ao acordar no dia seguinte, os recém-casados dividiram um café da manhã que foi levado ao quarto, enquanto relembravam animados a linda festa que tiveram e planejavam um futuro lindo juntos.
— Perdão por ter me matado de álcool ontem, meu amor. Eu sabia que isso ia acontecer. Espero que você não tenha ficado entediada na noite de núpcias — disse ele, completamente envergonhado.
— Do que você está falando, amor? Você foi incrível. Eu me diverti pra caralho, nunca fui comida melhor — respondeu ela com uma ironia imperceptível para seu corno.
— Sério? — respondeu ele, incrédulo.
— Óbvio, meu amor. Te amo — disse ela, piscando com cumplicidade e dando-lhe um beijo terno, com aqueles lábios carnudos dela, ainda com gosto do pau do Diego e do Joaquín.
(Continua)

Como sempre, vou cair na tentação de mendigar pontos, comentários sobre o que acharam, mensagens e que salvem o post nos favoritos se gostaram.
OBRIGADO!

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