O vizinho cresceu, preciso dar pra ele

Vou contar pra vocês uma experiência com o Carlos, um gatinho de 18 anos que tinha só 0h cH 0 anos quando ele e os pais chegaram como vizinhos da frente.O vizinho cresceu, preciso dar pra eleNo fim de semana passado, eu ia ficar sozinha em casa. Era sexta-feira, umas 11 da noite, quando eu tava indo dormir e ouvi a campainha. Aí vesti o roupão e desci pra abrir a porta.

Era minha vizinha com o filho dela, Carlos, e o marido.

— Desculpa incomodar a essa hora, a gente tem uma situação familiar complicada fora da cidade e nos chamaram. Não parece grave, mas não vou ficar tranquila até ir ver. Enfim, queria te pedir se você podia ficar com o Carlos esse fim de semana. Sei que é um baita favor, mas mesmo com a idade que ele tem, não confio nem um pouco nele e não quero deixar ele sozinho em casa.

Aquilo me pegou de surpresa, mas conhecia meus vizinhos há muitos anos e eles já tinham me feito favores antes, então não pude recusar.

— Fica tranquila, o Carlos pode ficar aqui o tempo que precisar. Agora o importante é que sua família fique bem.

— Muito obrigada.

— Imagina. Vem, Carlos, entra pra você dormir.

Preparei o sofá pro Carlos. Ele é bem grande e confortável, até sobrava espaço. Também deixei ele tomar um banho, porque a mãe dele disse que ele costuma tomar banho de noite pra dormir melhor.

Enquanto isso, eu já me preparava pra finalmente ir pra cama, mas antes de chegar no quarto, ouvi o Carlos me chamar.

— Com licença, não encontro as toalhas.

No banheiro nunca tinha toalhas. Prefiro deixá-las secas e prontas no meu quarto. Então peguei uma toalha, levei pro Carlos e entrei no banheiro pra entregar, quando o que vi me deixou pasma.

Assim que entrei e ele ouviu a porta, Carlos se virou completamente nu, do jeito que tava, e na minha frente apareceu o maior pau que eu já tinha visto na vida. Fiquei paralisada, sem dizer nada.

— Desculpa, me assustei quando ouvi a porta.

— Não, eu que não devia ter entrado assim. Foi mal.

Ele se aproximou de mim e pegou a toalha da minha mão, enquanto eu continuava pregada no lugar, sem conseguir parar de olhar praquilo. Ferramenta enorme. Rapidamente ele se cobriu com a toalha e eu consegui desviar o olhar.

-Tá tudo bem?

-Foi mal, Carlos, não pensei que você estivesse pelado, achei que ainda não tinha tirado a roupa.

-Não, mas relaxa, não tem problema, até porque não é a primeira vez que você me vê nu.

De fato não era a primeira vez que eu via o Carlos pelado, mas a última vez que tinha visto ele assim foi uns 10 anos atrás, num daqueles verões que a gente passava junto com os pais dele no apartamento que eles tinham na praia. Por acidente, o short dele caiu na água, foi engraçado, mas constrangedor pra ele, óbvio. E, bom, ele mudou pra caramba desde aquela época.

-É verdade, mesmo assim me desculpa. Descansa aí.

Saí do banheiro, já no meu quarto me certifiquei de trancar a porta com o ferrolho pra fazer o que sempre fazia nas noites que passava sozinha em casa. Procurei na gaveta de baixo da minha mesinha e tirei um consolador. Mas aquela noite foi diferente. Assim que tirei o consolador da mesinha, veio na minha cabeça a imagem do pau do Carlos. Devia ter a grossura do meu pulso e uns 20 centímetros de comprimento. Pelo que vi, era maior que o brinquedo de plástico que eu tinha nas mãos. E quando me despi e comecei a me masturbar, não consegui, por mais que tentasse, tirar da cabeça a imagem daquela pica jovem.

Acabei me masturbando pensando na pica daquele guri me penetrando.

Mas não era suficiente, e um pensamento doido entrou na minha cabeça. Talvez o tesão do momento tenha me feito pensar assim, mas me deu uma vontade doida de ver aquele pau de novo.

Passou meia hora desde o incidente da toalha e o Carlos já tava dormindo no sofá.

O nervosismo e o medo me invadiram, mas o desejo falou mais alto. Então coloquei minha calcinha fio dental e minha regata, e comecei a descer as escadas devagar, confirmando se ele já tava dormindo.

Desci até ficar perto dele. Ele não tava completamente coberto pelo cobertor, só... as pernas, devo dizer que ele estava gostoso até dormindo.
A ideia era só abaixar a pijama dele e observar o pau, então bem devagar aproximei minhas mãos e comecei a abaixar a pijama.
Os roncos dele eram suaves, mas ele se mexia um pouco, o que me preocupava que pudesse acordar, mesmo assim, continuei com meu objetivo.
Pra minha sorte, o Carlos não usava cueca pra dormir, então quando abaixei a pijama, pude apreciar o que queria: aquele pau enorme e lindo, com só um pouco de pelo, com umas bolas perfeitas.
Queria meter ele na minha boca, na minha buceta, mas não queria acordá-lo, então comecei a brincar com meus dedos na minha buceta, movimentos suaves enquanto admirava aquele pau. Meu desejo era forte, e aumentei a intensidade, enfiei meus dedos mais fundo e, sem querer, soltei um grito de prazer.

- Ahhhh - e tampei a boca.

Mas naquele momento, o Carlos abriu os olhos e se assustou.

- Mas, o que você tá fazendo?

- Ehh, eu, desculpa, não sei, só te vi, me desculpa - falei gaguejando, assustada.

- Haha, relaxa, não tem problema

- É que eu não devia, desculpa, mas verdade seja dita, gostei do que vi, mas foi errado.

- Gostou mesmo? Não é grande coisa

- Pra mim é, você já cresceu bastante, em todos os sentidos, quem for sua namorada é sortuda.

- Terminei com minha namorada, faz um mês, ela me traiu com outro.

- Sinto muito, deve ter sido difícil

- O mais difícil é a falta de sexo, desculpa as palavras, mas adorava possuir ela sempre que dava.

- Que delícia, jiji, desculpa.

- Não precisa se desculpar, sexo é algo natural, hehe.

Era óbvio o que ele tava me dizendo, queria trepar ali mesmo também, e verdade seja dita, não pensei muito, não deixei ele falar mais e dei um beijo nele, apaixonado, desesperada, queria que ele sentisse minha vontade reprimida.
Ele começou a apertar minha bunda, a tocar meus peitos.

- Tem certeza disso? Eu também te quero, mas é meio inesperado.

- Só cala a boca e se deixa levar, chupa meus peitos, me faz sua, Carlos

Eu levantei a blusinha e ele começou a chupar meus peitos com muito desejo e fascinação, eram os primeiros peitos de uma coroa que ele tinha na frente. Ahhh sim, adorava sentir aquela língua molhada nos meus mamilos.
Ele baixou a mão e, com um pouco de jeito no começo, começou a me masturbar, eu guiei ele um pouco e então fiz o mesmo, com minha mão peguei aquele pênis enorme e comecei a bater uma punheta pra ele, uma masturbação mútua, a gente tava gozando. Que delícia!

— Sabe, me dá um pouco de vergonha falar, mas nunca fiz um 69. Posso?

— Claro que sim, meu bem, vou te satisfazer — falei

A gente se ajeitou no sofá bem na posição, guiei a cabeça dele direto na minha buceta, o pênis dele tava totalmente duro, comecei a lamber ele devagar, era tipo um pirulito que eu tanto queria provar, ia aproveitar. Por outro lado, comecei a sentir a língua dele entrando devagar na minha pussy, ahhh porra, ele também tava fazendo devagar.
Enfiei ele inteiro na minha boca e comecei a fazer um boquete bem gostoso, queria que ele sentisse como nunca, com certeza ele já viu porno, então fiz igual uma puta de porno, lambia e enfiava pra dentro, engasgava e beijava ele.
Ele só lambia e lambia minha pussy igual um cachorrinho, mas pra mim aquilo era glorioso.sexo casual-Ohh porra, não aguento mais, tenho que comer ela.

-Pode ir, gatinho, me faz tua, quero sentir ela toda. Mas antes, coloca uma camisinha, tenho uma por ali.

Fui pro meu quarto, costumo ter pra qualquer situação inesperada numa gaveta.

Felizmente ele ainda tava duro, peguei a camisinha e coloquei nela puxando o pau dele, masturbando um pouco mais, até nisso queria que ele aproveitasse.

Ele já tava desesperado por sexo.

Enfiou o pênis com força, e começou a me comer rápido, ohhh uau, que energia!!

Mesmo eu preferindo devagar e depois ir acelerando, não me incomodei dele ser rápido, era um garoto novo, desesperado por sexo, nunca tinha estado com uma coroa, entendi completamente.

Ele me metia com tanta força uma e outra vez, apertava meus peitos, já tava uns 10 minutos e o suor na testa e no peito dele eram visíveis, porra, que poder, que paixão e energia!

-Ahhh sim, ohhh sim, me dá assim, assiiiim, não quero que você diminua a velocidade, sou sua, sou sua.

-ohhh você me encanta, já te desejava assim há anos, me masturbava pensando nesse dia, ohh você é uma delícia.

-Ahh então me fode com a paixão que você batia punheta, me aproveita.cogidasNão diminuía o ritmo, as suas estocadas eram deliciosas, eu já estava toda suada, não queria que aquilo acabasse, já estávamos há 20 minutos nessa.

— Ahhh, porra, não aguento mais, ahhh que gostosaaa

— Vamos, vamos gozar juntos, amor, me come com força, adoro esse pau, adoro como você me pega, ahh sim amor, me faz gozar, ahhh

— Ahhh, toma isso, ahhh, já vai

— Ahhh, porra, ahhh, ahhhh, assim, assiiiim, ahhhh

— Ahhhh

Explodimos de prazer com um orgasmo mútuo tremendo, que delícia, me senti no paraíso, há anos não transava assim naquela velocidade, com aquela energia, com alguém tão jovem, foi incrível.

Ficamos deitados no sofá, ele me abraçou forte e me beijava com muita paixão.

— Ahh, porra, você é uma deusa, ahh sim, que delícia, que sexo gostoso você me deu, eu te adoro.

— Você me fez mais feliz ainda, Carlos, ahh, esse pau é uma maravilha, adoro ele.

— Bom, estarei aqui amanhã também, talvez possa te tomar no café da manhã.

— Umm sim, o café da manhã vai ser delicioso.

Nos beijamos mais um pouco, até cairmos no sono.DEIXA PONTOS E ME SEGUE, EM BREVE MAIS RELATOS. LÊ OS ANTERIORES TAMBÉM

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