Blanca Rosa, a matrona voluptuosa (05) Um baita pau preto. Com esse sonho há muito não realizado, Blanca deixou o marido semidesmaiado depois da grande punheta matinal, e rumou com suas carnes sensuais para a associação senegalesa. Fazia dias que Blanca Rosa estava com vontade de bater uma pra um belo pau. Não o do marido, que ela já conhecia de cor e salteado. Além disso, na mente dela, sua mão branca aparecia segurando um verdadeiro cock preto, de dimensões monstruosas. Isso só significava uma coisa: ela precisava visitar a associação senegalesa. Esses negos são famosos pelas pirocas e pela resistência deles. Então, depois de acabar com o marido de sessenta e três anos esfregando a bunda enorme na cara dele, Blanca Rosa o deixou estirado, meio desfalecido, com os olhos vidrados e uma grande mancha de porra na calça do pijama. Deu um olhar de carinho pra ele e saiu com seu elegante terno cinza, e seu passo voluptuoso marcando as carnes firmes do corpo de sessenta e dois anos. No caminho, recebeu muitos elogios, mas com toda determinação continuou seguindo pra associação senegalesa. Entrou na associação consciente do impacto que suas tetas enormes e sua bunda não menos enorme estavam causando nos negos gostosos, e perguntou pra um negão de mais de um metro e oitenta onde ficava o balcão. O nego seguiu ela com o olhar fixo na bunda fantástica da matrona sensual. No balcão, eram todos negos, alguns muito altos e muito pretos. Blanca lambeu os lábios, pensando nas possibilidades. Um grandalhão enorme se aproximou, parecendo ser o maître. — Em que posso servi-la, senhora? — Blanca achou a palavra "servir" muito interessante e oportuna. — Talvez você possa tirar minha dúvida, jovem. É verdade o que se diz sobre as picas senegalesas? — O rapaz primeiro se surpreendeu, mas depois olhou pra ela com um olhar insinuante. — O que a senhora ouviu falar...? — Que os senegaleses têm uns paus enormes, e que podem ficar de pé por horas. – O senegalês sorriu pra ela, claramente lisonjeado. – Bom, se dizem isso, por algum motivo deve ser... – Pois eu não acredito nisso – cortou Blanca, com um olhar ao mesmo tempo sensual e desafiador. – Claro que poderia acreditar se o senhor tivesse a gentileza de me convencer... – E como é que a senhora espera que eu a convença? – disse o homem, lambendo os lábios. – Pra começar, poderia me mostrar seu aparelho. Suponho que ele sobe... Sim, já vejo que sim – terminou ao baixar o olhar para a calça do rapaz. O senegalês sentiu que o prestígio da raça dele estava em jogo. Então, deixando outro negro no lugar dele, guiou Blanca Rosa até um reservado. Lá dentro, sem mais palavras, o enorme negro puxou o pau pra fora. Ao vê-lo, Blanca Rosa ficou com água na boca. O volume que ela tinha percebido na calça do homem não era de um pau duro. O que acontecia é que ele era tão grande que fazia um baita volume. – Me permite, moço? – Blanca estendeu a mão para a mangueirona preta do negro. O negro sentou-se com displicência no sofá do reservado, orgulhoso do que mostrava, e sabendo do efeito que aquela visão causava nas mulheres. E Blanca sentou-se ao lado dele, sem largar o pauzão enorme, que com o calor da mão dela e da situação, começava a se erguer majestosamente. A matrona não conseguia fechar a mão e estava maravilhada com o que estava segurando. Então continuou com as carícias, até que a vara atingiu o máximo esplendor. Sem largar a presa, a matrona começou a bater uma punheta pra ele. O negrão olhava pra ela com olhos divertidos. Mas conforme Blanca continuava com a masturbação, os olhos do negro foram ficando meio turvos. Indiferente a tudo que não fosse o aparelho colossal que tinha nas mãos, a matrona prosseguiu com sabedoria e deliberação a carícia depravada. A buceta dela borbulhava de excitação. E ela concordou com a opinião do marido de que os Negros não são inferiores aos brancos. A cabeça enorme da glande dessa porra monstra devia medir uns seis centímetros de diâmetro, no mínimo. E a Blanca via ela aparecer uma e outra vez por causa dos movimentos que a nossa respeitável veterana fazia de propósito. O negro começou a gemer, e a Blanca, segura do seu poder, acelerou os movimentos das mãos até sentir que o moleque tava prestes a gozar. Então, abrindo bem a boca, colocou ela em volta da glande enorme e se preparou pra receber as porradas que vinham. Quando elas vieram, no meio dos roncos do negão, a Blanca recebeu na boca, que encheu na hora, mal deu tempo de saborear antes de engolir e esperar a próxima, que foi igualmente grossa. Nossa matrona comparou com as gozadas do Alberto, o marido dela, e concordou de novo com ele sobre a não inferioridade dos negos em relação aos brancos, amarelos e outras cores. A terceira gozada também foi bem grossa, tanto que a Blanca teve que meter a mão por baixo da saia pra acariciar a buceta dela, que tava doida. Pois é, foram nove gozadas grossas, e na última a matrona já tinha gozado. O negro tava deitado de costas, mas a sessentona não deu descanso pro aparelho enorme dele, então quando viu que a mangueira começou a amolecer, começou a beijar com gosto. O negro suspirou e deixou rolar. Não sabia o que vinha pela frente, mas aquela matrona apaixonada tava fazendo um bom trabalho. A Blanca tirou a calça dele pra mostrar os ovos e a bunda musculosa do negro. Tudo isso sem largar a homenagem que tava fazendo pro poder da raça negra. Vinte minutos levaram as mãos e a boca dela pra fazer o negro gozar de novo. Sentiu a piroca inchar, e os gemidos do moleque, cada vez mais rápidos, avisaram que uma nova gozada tava chegando. De novo encheu a boca boca com o primeiro jato, e Blanca continuou chupando e engolindo loucamente. Dessa vez, o senegalês ficou meio desmaiado com a nova gozada. Mas a voluptuosa coroa sabia como reanimá-lo. Deixando o jovem deitado no sofá, a coroa se despiu, deixando seus peitões enormes e sua bunda redonda à mostra. E se colocando de quatro num sessenta e nove sobre o preto, deixou seu cuzão tentador ao alcance da boca do homem, e começou a chupar o tremendo pau que, embora tivesse amolecido um pouco, ainda media uns bons vinte e quatro centímetros. Parecia irremediavelmente vencido, mas Blanca estava determinada a confirmar a fama dos senegaleses, então continuou beijando e chupando. Logo sentiu as mãozonas do preto agarradas em seus quadris e sua linguona lambendo sua bunda. Como a porra do preto era tão comprida, Blanca Rosa não teve problema em ter sua bunda ao alcance do senegalês, já que pra ele o pauzão passava do umbigo. Não demorou muito para as mãos quentes da luxuriosa coroa e sua boca igualmente quente e muito suculenta conseguirem uma nova ereção do preto. Claro que no caminho Blanca teve dois novos orgasmos provocados pelas investidas da língua do negão no seu cu. Mas nossa amiga estava empenhada em sua verificação sobre as virtudes amorosas da raça negra, versão senegalesa, e mexeu a bunda com tanta vontade sobre o rosto do preto que o pauzão voltou a cuspir sua crema branca dentro da boca da nossa representante. Blanca ficou um tempo exausta sobre o corpanzil do preto. Até que, picada pelo bichinho da malícia, recuou um pouco sua parte traseira até acomodar sua buceta cheirosa na cara do rapaz. Depois de esfregá-la por um tempinho, observou que o pauzão voltava a crescer. Dessa vez ficou um pouco mole, mas Blanca mesmo assim continuou punhetando ele sem parar. Quando sua vítima começou a lamber apaixonadamente a bucetona, ela respondeu com uma masturbação frenética que produziu uma Nova rodada. Não tão abundante quanto as anteriores, é verdade, mas ainda assim o dobro ou o triplo da primeira rodada do marido dela. Que, aliás, era a única de cada dia. Depois, sentou-se ao lado do corpo deitado do negão e continuou brincando com a mangueirona grossa, balançando-a de um lado para o outro e olhando pra ela com olhos gulosos. O negão, exausto, se deixava fazer. E essa foi a perdição dele. Porque quando Blanca Rosa enfiou um dedo entre as nádegas musculosas do preto, o homem se ergueu de novo. Sensível à situação, a matrona lasciva começou a cutucar o buraquinho dele com o dedo médio, e o negão gemeu de novo. Dessa vez, levou mais de meia hora pra dama conseguir uma nova descarga de esperma, que saiu com o dedo lindo dela enterrado no cu do negão. Mas Blanca não largou a gloriosa pica, colocou um dos peitões enormes na boca carnuda do negão, e nossa heroína fez uma masturbação inevitável na já francamente mole rola do preto. Ela adorava o tamanho mesmo. Então continuou o trabalho além da vontade do negão, que, quase desmaiado, só tinha consciência pra chupar mecanicamente o mamilão gordo e irresistível dela. No total, o negão gozou nove vezes sob o tratamento sábio e perverso da nossa matrona, até que os últimos jatos foram quase insignificantes. Blanca Rosa engoliu eles mesmo assim, mas a partir daí não tinha mais o que fazer. A mangueirona mole do negão estava definitivamente vencida. Então nossa dama se vestiu calmamente e saiu do quarto reservado, deixando pra trás um negão destruído e inútil pra mais nada naquele dia, e possivelmente por vários. Mas feliz por ter podido bater uma pra uma pica dessas. "O que não se acha em casa", pensou, "tem que procurar fora." Outro dia voltaria pra experimentar como é ser enfiada por um instrumento desses. Se o negão fugisse apavorado ao vê-la chegar, com certeza encontraria outro voluntário. Tem muito homem por aí. desprevenidos neste mundo, com os quais Blanca Rosa fazia seu festim.
Blanca Rosa, a matrona voluptuosa (05) Um baita pau preto. Com esse sonho há muito não realizado, Blanca deixou o marido semidesmaiado depois da grande punheta matinal, e rumou com suas carnes sensuais para a associação senegalesa. Fazia dias que Blanca Rosa estava com vontade de bater uma pra um belo pau. Não o do marido, que ela já conhecia de cor e salteado. Além disso, na mente dela, sua mão branca aparecia segurando um verdadeiro cock preto, de dimensões monstruosas. Isso só significava uma coisa: ela precisava visitar a associação senegalesa. Esses negos são famosos pelas pirocas e pela resistência deles. Então, depois de acabar com o marido de sessenta e três anos esfregando a bunda enorme na cara dele, Blanca Rosa o deixou estirado, meio desfalecido, com os olhos vidrados e uma grande mancha de porra na calça do pijama. Deu um olhar de carinho pra ele e saiu com seu elegante terno cinza, e seu passo voluptuoso marcando as carnes firmes do corpo de sessenta e dois anos. No caminho, recebeu muitos elogios, mas com toda determinação continuou seguindo pra associação senegalesa. Entrou na associação consciente do impacto que suas tetas enormes e sua bunda não menos enorme estavam causando nos negos gostosos, e perguntou pra um negão de mais de um metro e oitenta onde ficava o balcão. O nego seguiu ela com o olhar fixo na bunda fantástica da matrona sensual. No balcão, eram todos negos, alguns muito altos e muito pretos. Blanca lambeu os lábios, pensando nas possibilidades. Um grandalhão enorme se aproximou, parecendo ser o maître. — Em que posso servi-la, senhora? — Blanca achou a palavra "servir" muito interessante e oportuna. — Talvez você possa tirar minha dúvida, jovem. É verdade o que se diz sobre as picas senegalesas? — O rapaz primeiro se surpreendeu, mas depois olhou pra ela com um olhar insinuante. — O que a senhora ouviu falar...? — Que os senegaleses têm uns paus enormes, e que podem ficar de pé por horas. – O senegalês sorriu pra ela, claramente lisonjeado. – Bom, se dizem isso, por algum motivo deve ser... – Pois eu não acredito nisso – cortou Blanca, com um olhar ao mesmo tempo sensual e desafiador. – Claro que poderia acreditar se o senhor tivesse a gentileza de me convencer... – E como é que a senhora espera que eu a convença? – disse o homem, lambendo os lábios. – Pra começar, poderia me mostrar seu aparelho. Suponho que ele sobe... Sim, já vejo que sim – terminou ao baixar o olhar para a calça do rapaz. O senegalês sentiu que o prestígio da raça dele estava em jogo. Então, deixando outro negro no lugar dele, guiou Blanca Rosa até um reservado. Lá dentro, sem mais palavras, o enorme negro puxou o pau pra fora. Ao vê-lo, Blanca Rosa ficou com água na boca. O volume que ela tinha percebido na calça do homem não era de um pau duro. O que acontecia é que ele era tão grande que fazia um baita volume. – Me permite, moço? – Blanca estendeu a mão para a mangueirona preta do negro. O negro sentou-se com displicência no sofá do reservado, orgulhoso do que mostrava, e sabendo do efeito que aquela visão causava nas mulheres. E Blanca sentou-se ao lado dele, sem largar o pauzão enorme, que com o calor da mão dela e da situação, começava a se erguer majestosamente. A matrona não conseguia fechar a mão e estava maravilhada com o que estava segurando. Então continuou com as carícias, até que a vara atingiu o máximo esplendor. Sem largar a presa, a matrona começou a bater uma punheta pra ele. O negrão olhava pra ela com olhos divertidos. Mas conforme Blanca continuava com a masturbação, os olhos do negro foram ficando meio turvos. Indiferente a tudo que não fosse o aparelho colossal que tinha nas mãos, a matrona prosseguiu com sabedoria e deliberação a carícia depravada. A buceta dela borbulhava de excitação. E ela concordou com a opinião do marido de que os Negros não são inferiores aos brancos. A cabeça enorme da glande dessa porra monstra devia medir uns seis centímetros de diâmetro, no mínimo. E a Blanca via ela aparecer uma e outra vez por causa dos movimentos que a nossa respeitável veterana fazia de propósito. O negro começou a gemer, e a Blanca, segura do seu poder, acelerou os movimentos das mãos até sentir que o moleque tava prestes a gozar. Então, abrindo bem a boca, colocou ela em volta da glande enorme e se preparou pra receber as porradas que vinham. Quando elas vieram, no meio dos roncos do negão, a Blanca recebeu na boca, que encheu na hora, mal deu tempo de saborear antes de engolir e esperar a próxima, que foi igualmente grossa. Nossa matrona comparou com as gozadas do Alberto, o marido dela, e concordou de novo com ele sobre a não inferioridade dos negos em relação aos brancos, amarelos e outras cores. A terceira gozada também foi bem grossa, tanto que a Blanca teve que meter a mão por baixo da saia pra acariciar a buceta dela, que tava doida. Pois é, foram nove gozadas grossas, e na última a matrona já tinha gozado. O negro tava deitado de costas, mas a sessentona não deu descanso pro aparelho enorme dele, então quando viu que a mangueira começou a amolecer, começou a beijar com gosto. O negro suspirou e deixou rolar. Não sabia o que vinha pela frente, mas aquela matrona apaixonada tava fazendo um bom trabalho. A Blanca tirou a calça dele pra mostrar os ovos e a bunda musculosa do negro. Tudo isso sem largar a homenagem que tava fazendo pro poder da raça negra. Vinte minutos levaram as mãos e a boca dela pra fazer o negro gozar de novo. Sentiu a piroca inchar, e os gemidos do moleque, cada vez mais rápidos, avisaram que uma nova gozada tava chegando. De novo encheu a boca boca com o primeiro jato, e Blanca continuou chupando e engolindo loucamente. Dessa vez, o senegalês ficou meio desmaiado com a nova gozada. Mas a voluptuosa coroa sabia como reanimá-lo. Deixando o jovem deitado no sofá, a coroa se despiu, deixando seus peitões enormes e sua bunda redonda à mostra. E se colocando de quatro num sessenta e nove sobre o preto, deixou seu cuzão tentador ao alcance da boca do homem, e começou a chupar o tremendo pau que, embora tivesse amolecido um pouco, ainda media uns bons vinte e quatro centímetros. Parecia irremediavelmente vencido, mas Blanca estava determinada a confirmar a fama dos senegaleses, então continuou beijando e chupando. Logo sentiu as mãozonas do preto agarradas em seus quadris e sua linguona lambendo sua bunda. Como a porra do preto era tão comprida, Blanca Rosa não teve problema em ter sua bunda ao alcance do senegalês, já que pra ele o pauzão passava do umbigo. Não demorou muito para as mãos quentes da luxuriosa coroa e sua boca igualmente quente e muito suculenta conseguirem uma nova ereção do preto. Claro que no caminho Blanca teve dois novos orgasmos provocados pelas investidas da língua do negão no seu cu. Mas nossa amiga estava empenhada em sua verificação sobre as virtudes amorosas da raça negra, versão senegalesa, e mexeu a bunda com tanta vontade sobre o rosto do preto que o pauzão voltou a cuspir sua crema branca dentro da boca da nossa representante. Blanca ficou um tempo exausta sobre o corpanzil do preto. Até que, picada pelo bichinho da malícia, recuou um pouco sua parte traseira até acomodar sua buceta cheirosa na cara do rapaz. Depois de esfregá-la por um tempinho, observou que o pauzão voltava a crescer. Dessa vez ficou um pouco mole, mas Blanca mesmo assim continuou punhetando ele sem parar. Quando sua vítima começou a lamber apaixonadamente a bucetona, ela respondeu com uma masturbação frenética que produziu uma Nova rodada. Não tão abundante quanto as anteriores, é verdade, mas ainda assim o dobro ou o triplo da primeira rodada do marido dela. Que, aliás, era a única de cada dia. Depois, sentou-se ao lado do corpo deitado do negão e continuou brincando com a mangueirona grossa, balançando-a de um lado para o outro e olhando pra ela com olhos gulosos. O negão, exausto, se deixava fazer. E essa foi a perdição dele. Porque quando Blanca Rosa enfiou um dedo entre as nádegas musculosas do preto, o homem se ergueu de novo. Sensível à situação, a matrona lasciva começou a cutucar o buraquinho dele com o dedo médio, e o negão gemeu de novo. Dessa vez, levou mais de meia hora pra dama conseguir uma nova descarga de esperma, que saiu com o dedo lindo dela enterrado no cu do negão. Mas Blanca não largou a gloriosa pica, colocou um dos peitões enormes na boca carnuda do negão, e nossa heroína fez uma masturbação inevitável na já francamente mole rola do preto. Ela adorava o tamanho mesmo. Então continuou o trabalho além da vontade do negão, que, quase desmaiado, só tinha consciência pra chupar mecanicamente o mamilão gordo e irresistível dela. No total, o negão gozou nove vezes sob o tratamento sábio e perverso da nossa matrona, até que os últimos jatos foram quase insignificantes. Blanca Rosa engoliu eles mesmo assim, mas a partir daí não tinha mais o que fazer. A mangueirona mole do negão estava definitivamente vencida. Então nossa dama se vestiu calmamente e saiu do quarto reservado, deixando pra trás um negão destruído e inútil pra mais nada naquele dia, e possivelmente por vários. Mas feliz por ter podido bater uma pra uma pica dessas. "O que não se acha em casa", pensou, "tem que procurar fora." Outro dia voltaria pra experimentar como é ser enfiada por um instrumento desses. Se o negão fugisse apavorado ao vê-la chegar, com certeza encontraria outro voluntário. Tem muito homem por aí. desprevenidos neste mundo, com os quais Blanca Rosa fazia seu festim.
0 comentários - A parteira gostosa