Minha primeira vez no dentista

Meu nome é José de Jesús Castañón Gomez, vou contar pra vocês como foi que me interessei em ser dentista. Se um dia quiserem me visitar, estou em SLP, San Luis Potosí, México. Pois ontem liguei pra ele, já que por causa do meu trabalho ele me atende às 8 da manhã, quando geralmente atende a partir das 10. Ontem ele disse: "claro que sim, seu Jesus, te espero lá". Então hoje me apresentei, como sempre pontual, e ele já estava lá, sem a secretária assistente, só me entregou um protetor noturno e pronto. Falei que uma amálgama estava raspando minha língua, ele se aproximou pra examinar, acendeu a lâmpada, o rosto dele a uns 10 cm do meu, com um hálito fresco, gostoso. Ele me olhou de um jeito diferente e eu, aos meus 50 anos, senti o coração bater forte. Me arrisquei de vez: fechei a boca durante o exame, coloquei a mão na nuca dele e o puxei pra perto do meu rosto pra um beijo entre homens, um beijo que durou uns 5 minutos, nossas línguas brincando, nossos dentes se chocando, e minha mão apertando aquela bunda empinada de homem jovem que tanto desejei. Levei a mão dele pro meu pau, e ele tratou de liberá-lo da calça pra dominar com a boca. Chupou gostoso, muito gostoso, enquanto eu continuava aproveitando a bunda dele já sem calça, e de vez em quando pegava no pau dele, muito grande e grosso por sinal, bem maior que o meu. O pau dele lubrificava tanto que cheguei a pensar que ele tava gozando. Nunca chupei, fica pra próxima. Meu tempo tava acabando, então levantei da poltrona e ajoelhei ele na cadeira giratória pra ver aquele cu lisinho, apertado, sem um único pelo. Ele me ofereceu uma camisinha, coloquei e, usando minha saliva como lubrificante, enfiei devagar, até onde a dor dele permitiu. Quando a dor passou, a gente se encaixou no meu ritmo de foda: eu pra frente, ele pra trás, só o barulho da bunda dele batendo e as rodas da cadeira se mexendo, junto com nossas exclamações. Tudo junto parecia uma sinfonia sexual que todo mundo conhece. Foi rápido, delicioso, logo estourei e gozei. Ele tirou a camisinha. Ele embrulhou o preservativo no papel e guardou. Sentou no meu colo pra me oferecer os lábios de novo. Em silêncio, eu ajeitei a calça e fui embora. Lá fora, percebi que não paguei. Será que isso vai ser a desculpa pra eu voltar? Ele também atende minha esposa, e ela adora ele. Meu filho de 20 anos não entende como a gente pode ter um gay como dentista. Ele não gosta dele, e isso me dá uma certa vergonha. Se ele soubesse o que a gente fez hoje...Minha primeira vez no dentista

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