Liam: Moleque de 17 anos, aparência meiga, cabelo até os ombros com cachos, traços e corpo femininos, magro e com quadril largo (1,67m de altura e 63kg), usa roupas largas e pretas. Tá estudando com planos de ir pra faculdade (embora nessa história ele acabou de terminar o curso e tem 2 meses de férias). 🔴NARRA LIAM🔴 Desde os 13 ou 14 anos, venho duvidando seriamente da minha sexualidade, até que recentemente concluí que tenho que aceitar que sou praticamente gay (quase só passivo), embora sinta uma leve atração por mulheres. Também curto me vestir um pouco mais "feminino" (cê sabe, uma roupa íntima mais afeminada que às vezes pego emprestado da minha mãe e talvez umas meias longas que pareçam meia-calça) na intimidade, e adoraria que algum homem pudesse me ver assim se a gente transasse. Muitas vezes quando tô com tesão, entrava em sites de chat de temática gay pra conversar com algum cara que tivesse procurando um jovenzinho passivo como eu, mas nunca criava coragem porque, sendo virgem, queria que essa primeira vez fosse "especial", com alguém que realmente importasse pra mim. Foi aí que conheci o Leo, um estudante que chegou novo no meu colégio e que rapidamente me chamou a atenção. Era um cara alto e relativamente musculoso (1,87m e 86kg), com um estilo alternativo, tipo uma estética grunge com jeans largos e rasgados e camisas por cima, cabelo meio comprido e bagunçado. No primeiro dia, ele sentou do meu lado, não sei se por acaso ou de propósito, e a gente começou a conversar. Descobrimos que curtíamos a mesma música e ambos éramos apaixonados por cinema, então ficamos bem próximos. Depois de um mês ou um pouco mais conversando na aula e nos intervalos, entraram de férias, então decidimos sair. Eu sentia atração por ele, mas nem pensei que pudesse rolar algo porque nem achava que ele fosse gay. A gente se encontrou num parque, fomos pegar 2 refrigerantes e, depois de dar uma volta, sentamos num banco. Começamos a falar sobre coisas diferentes quando a conversa ficou um pouco mais íntima, falando sobre se a gente já tinha tido parceiro e tal. No fim, os dois eram igualmente inexperientes e, não sei como ele descobriu, mas do nada me deu um selinho nos lábios e se afastou, me olhando nos olhos. Devolvi o beijo, mas esse foi bem mais intenso e acabamos num beijo de língua. Foi o primeiro dos dois e eu fiquei encantado. Tudo foi muito romântico, a gente continuou se vendo e rapidinho viraram encontros umas 2 ou 3 vezes por semana. Os dois éramos tímidos e quando a gente se pegava, ele era super cuidadoso pra eu não me sentir desconfortável, e eu fazia o mesmo. Eventualmente, levei as mãos dele pra minha cintura e depois pra minha bunda, mas a gente não passava daquilo. Eu sentia o volume dele às vezes, mas nunca tocava porque não queria apressar as coisas. Eu gostava muito dele, e ele de mim. A gente conversou bastante nessa época e tocou no assunto das nossas sexualidades. Eu disse que era praticamente gay e ele contou que era bissexual, mas preferia homens. Quando ele me pediu em namoro, mesmo já estando claro naquele momento, eu aceitei. Depois de quase 2 meses saindo assim, ele me convidou pra ir na casa dele pela primeira vez. Eu tava pronto pro próximo passo e esperava que ele também. Os dois éramos virgens e eu queria dar aquela parte de mim pra ele, e que ele me desse a dele, embora não fosse pressionar. Por via das dúvidas, resolvi me preparar, só por garantia. Não tinha muito pelo, mas mesmo assim me depilei inteiro: o pouco que tinha na barriga, nas pernas, na virilha e, claro, minha bunda. Fiz uma limpeza anal, tomei banho e passei hidratante nas áreas depiladas. Na hora de me vestir, resolvi arriscar e coloquei umas calcinhas fio dental que consegui comprar pela internet sem minha mãe saber. Eram rosa com detalhes pretos, de algodão, não era lingerie, era casual, do jeito que eu gosto. Queria me ver feminino, e que o Leo me visse assim, que me visse como eu sou. Além disso, se a gente chegasse na intimidade... sentia que me veria mais sexy e limpo assim, e a ideia de abraçar meu lado femboy durante o sexo sempre me atraiu. Além disso, coloquei uma calça de moletom cinza comprida e uma camiseta preta oversized normal. Saí e peguei o trem pra ir na casa dele. Tava muito nervoso e minhas pernas tremiam, nem sabia se ia rolar alguma coisa, mas sabia o quanto eu queria e o quanto desejava que Leo fosse o primeiro. No caminho, pensei que a gente nunca tinha falado sobre nosso papel sexual, os dois evitavam falar de sexo pra não deixar o outro desconfortável, mas pensei que quando um é 20cm mais alto, tem um corpo musculoso e aparência masculina, e o outro é pequeno, magro e com corpo de femboy, seria óbvio. Fiquei preocupado que ele fosse ser passivo porque, embora eu seja versátil, sempre me imaginei assumindo o outro papel, especialmente numa primeira vez, mesmo que não tivesse problema. Também me preocupei que ele não gostasse da minha roupa íntima, mas confiava nele o suficiente pra que, se não fosse do gosto dele, não ligasse muito. Aí o trem chegou na minha parada. Ao chegar no prédio dele, bati na porta e ele abriu. Ele também tava com uma calça de moletom e uma camiseta vinho. A gente se cumprimentou e deu um selinho nos lábios. Sentamos no sofá e conversamos um pouco até decidirmos ver um filme, aquele filme ruim da Netflix que você coloca quando quer ter algo pra fazer por uma hora e meia. A gente trocava beijinhos e acabei deitado com a cabeça no peito dele, numa pose bem feminina, e ele me abraçava. A gente se olhava e ele me deu um beijo, eu acompanhei e acabamos nos pegando. Ele me segurou pelas cintura e dessa vez finalmente decidi ir um pouco além e sentar no colo dele pra continuar o beijo. Eu abraçava ele forte e ele começou a apalpar minha bunda. Continuamos assim por um tempo e ele começou a brincar com o elástico da minha calça, como se quisesse enfiar a mão por baixo. Ele me perguntou se podia, de um jeito bem inocente, aí Claramente respondi que sim. Os dois estávamos excitados, dava pra sentir a ereção dele e ele provavelmente sentia a minha. Ele enfiou a mão e, assim que tocou minha pele, senti um arrepio que percorreu meu corpo inteiro. Quando sentiu minha calcinha fio-dental, ele olhou nos meus olhos, sorriu e me chamou de fofo. Começou a massagear minhas nádegas. Enquanto ele me acariciava, eu fui descendo minha mão lentamente pelo peito e abdômen dele, até chegar no volume dele, que acariciei por cima da calça. Era enorme e dava pra sentir demais. Ele também levou a mão pro meu pau, mas voltou pra minha bunda — verdade seja dita, eu gostava mais e me sentia meio envergonhado do meu tamanho. Continuamos assim até ficarmos nos olhando com desejo, sabendo o que viria. Enfiei a mão por baixo da camiseta dele e comecei a tocar os abdominais, até que não aguentei mais de vontade e voltei pro volume dele. Parei o beijo e comecei a puxar a calça dele pra baixo. Vi a cueca dele segurando aquela rola enorme e, tentando me controlar, perguntei se podia. Quando ele disse que sim, não demorei pra enfiar a mão por baixo e sentir um pau na minha mão pela primeira vez. Puxei a cueca dele pra baixo e finalmente pude apreciar: devia ter uns 20cm, depilado e com a cabecinha ainda coberta pelo prepúcio. Enquanto comecei a bater uma pra ele, dei um selinho antes de me ajoelhar no chão pra ficar com ele na altura do meu rosto. Fiquei vermelho, segurei ele com a mão e aproximei minha língua da cabecinha. Comecei a usar meus lábios e, aos poucos, comecei a mamar de verdade. Olhava nos olhos dele e ele gemia e se contorcia de prazer enquanto dizia como eu tava fazendo ele se sentir bem. Meu pau tava vazando líquido pré-gozo. Aí ele separou minha cabeça e me levantou do chão, me jogando no sofá. Me beijou e foi descendo devagar pelo meu pescoço até chegar na minha calça. Com as mãos firmes, tirou minha calça, deixando à mostra meu pequeno volume por baixo da fio-dental. Me chamou de lindo, me beijou de novo e puxou minha calcinha pra baixo, deixando Meu pau pequeno no ar. Antes que ele pudesse ver, tampei com a mão. Quando ele parou o beijo e percebeu, pediu pra eu deixar ele ver que não tinha problema. Ele me fez sentir seguro, então acabei afastando a mão, expondo meu pedaço de carne feminino de apenas 12cm. Ele beijou minhas coxas e acabou dando um beijinho no meu pau, até que enfiou na boca e começou a chupar. Eu tava fazendo o maior esforço pra não gozar. Aos poucos, ele foi descendo até chupar minhas bolinhas recém-depiladas e, levantando minha bunda com as mãos, chegou no meu cu. Ficou brincando com a língua ali até que eu não aguentei mais. Falei que já queria que ele metesse, e perguntei se não era melhor ir pra cama. O Léo me pegou no colo como se eu fosse uma namorada e me levou pra cama dele enquanto me beijava. Lá, eu virei de quatro automaticamente e ele enfiou um dedo enquanto chupava. "Comprei isso, pra você ficar bem" — ele disse, apontando pra um pote de lubrificante lacrado. Ele colocou um pouco no meu cu e encheu o pau dele também, ajudei a espalhar e ergui a bunda de novo. Não dava mais pra esperar, pedi pra ele meter. Ele segurou minha cintura e esfregou o pau dele no meu cu, eu tava muito excitado, até que finalmente enfiou a ponta no meu buraquinho virgem. Ele foi muito cuidadoso e devagar, perguntando se tava doendo. Tava doendo sim, mas o prazer era tão grande que neguei com a cabeça, já nem conseguia falar. Ele acabou enfiando tudo e, quando começou a tirar pra meter de novo devagar, senti o maior prazer que já senti na vida. Eu gemia que nem uma putinha e, na terceira enfiada, não aguentei mais e jorrei tudo sem nem me tocar, nunca tinha gozado tanto na minha vida. Não me perguntem como, mas meu pau endureceu na hora ao sentir que ele ainda tava dentro e, depois de menos de 10 enfiadas, ele também avisou que ia gozar. Supliquei pra ele gozar dentro, e então ele segurou meu pau e fez a gente gozar junto, minha segunda gozada. Amei aquela sensação quente. Dentro de mim, sentir a semente do meu namorado no meu cu e, mesmo não tendo durado mais de 5 minutos, foi extremamente prazeroso. Coloquei o pau dele na minha boca para provar os restos de sêmen, e ele chupou o meu para limpar os restos. Nós dois nos olhamos com um sorriso, embora tenhamos acabado caindo exaustos na cama dele. Nos abraçamos, nos beijamos e dormimos, eu ainda sentindo o sêmen no meu cu. Quando acordei, no dia seguinte, ainda estava agarrado ao meu namorado. Sentia meu buraco ainda pegajoso e doía um pouco. Ao notar que eu me mexia, Leo também acordou.
LEO: Oi, bebê
EU: Bebê? Isso é novo, hahaha.
LEO: É que combina com você, agora que percebi como você é fofo. — ele me dá um selinho nos lábios.
EU: Valeu, meu rei. — falei, corado.
LEO: Vai ter que tomar um banho, né?
EU: Pois é, você me deixou cheio ontem à noite.
Nós dois nos levantamos, ainda nus. Ficamos nos olhando, admirando o corpo um do outro. Eu estava meio envergonhado de estar mostrando meu pau mole, que nesse estado mal chega a 6 cm. O dele, por outro lado, continuava enorme, o que combinava perfeitamente com o corpo perfeito dele. Suponho que isso também se aplica a mim: corpo feminino, pênis feminino. Nós dois começamos a ficar duros só de nos olhar. Ele se aproximou de mim e me beijou de língua, de forma muito apaixonada. Sentia o pauzão dele contra minha barriga, e isso me encantava.
LEO: Continuamos no chuveiro?
EU: Não quero esperar até o chuveiro — falei enquanto pegava no pau dele com a mão.
Em seguida, me abaixei para chupá-lo. Dessa vez eu estava mais calmo, então aproveitei cada centímetro daquele pedaço de carne. Usei minha língua na ponta, mas não demorei para começar a mamar. Aproveitei o cheiro dele, aquele cheiro de um pouco de suor misturado com muita testosterona, o sabor, um pouco salgado e doce ao mesmo tempo. Também descia até as bolas dele, que me excitavam. Não conseguia parar de masturbá-lo. Eu estava começando a me tocar, e ele, quando percebeu isso, me jogou na cama e me colocou na posição de 69. Eu chupava o enorme virilidade, e o meu pequeno sexo. "Vou gozar" consegui dizer antes de soltar minha carga. "Eu também" respondeu. Não tirei da minha boca, engoli tudo, que era muito. Não sei como aconteceu, mas a gente se beijou e, embora ambos tivéssemos acabado de gozar, estávamos prontos de novo. Agora me virei de frente pra ele, segurando minhas pernas pra ficar aberto e com minha coisinha pequena exposta. Leo se abaixou pra chupar meu cu e não demorei pra implorar pra ele meter. Ele passou lubrificante no dedo e aplicou com cuidado, me dilatando pra ficar pronto. Não demorei pra pedir pela pica dele, então ele passou um pouco no pau dele e meteu, de novo, devagarzinho. Agora não doía mais, era só prazer. Falei pra ele deitar e comecei a pular que nem louco em cima enquanto beijava ele até que, de novo sem me tocar, gozei. Rapidão tirei o pau dele do meu cu e comecei a bater uma e chupar até ele dar tudo de novo na minha boquinha, eu queria aquele gosto de novo. Agora sim fomos pro chuveiro, ligamos a água, entramos e ensaboamos um ao outro, e, sim, ficamos excitados de novo. Não tem muito o que contar, pulamos as preliminares e ele meteu direto, gozamos em 5 minutos e continuamos nos lavando. Eu esfreguei o pau e os abdominais dele primeiro, e ele meu cu, meus peitos e meu pintinho. Depois, aos poucos, fomos pro resto: ensaboei as pernas dele, ele as minhas, ensaboei os braços dele, ele os meus, e por aí vai. Saímos, nos secamos e fomos pegar nossas roupas. Não sei por que, mas ele colocou a tanga que eu tava usando. Quando me viu com ela e sem mais nada, sorriu e me beijou, então decidi só vestir a camiseta e ficar só de calcinha por baixo. Ele fez o mesmo e vestiu só a cueca e a camiseta dele. Naquele fim de semana, ele também me pediu ajuda pra medir, e descobri que tinha levado 21cm o fim de semana inteiro, 17 mole. Normal que doesse. Ele insistiu pra eu deixar ele medir a minha e, apesar das minhas objeções, acabei aceitando. Mede 12 duro e não chega a 6 mole, mais. bem 5. Como eu imaginava. Não tem muito mais o que contar daquele fim de semana. Fiquei pra dormir de novo e a gente deve ter transado umas 10 vezes a mais durante os 2 dias que passei lá, por pouco não engravidei. Minha buceta doía um pouco, mas todo aquele sexo foi me dilatando e nas vezes seguintes só doía na hora que ele enfiava.
A partir daí, ficamos ainda mais próximos. Eu já conseguia falar abertamente sobre meus gostos por roupas femininas na hora do sexo. Contei que queria ter mais, mas que sempre tive vergonha de comprar, e que tinha medo de pedir pela internet e guardar em casa com receio da minha mãe achar. Ele disse que eu podia esconder lá, que tinha um lugar perfeito, e ainda me ajudou a escolher e pedir sem que ninguém me pegasse. Peguei umas meias pretas, uma saia branca e mais algumas calcinhas, além de um fio dental que deixava minha bunda de fora. Não precisava de mais nada. Obviamente, eu desfilava tudo pra ele e, em troca, ele enfiava inteiro.
Nosso relacionamento ficou perfeito. A gente se via quase todo dia e alternava entre encontros românticos e sexo selvagem, fosse na casa dele ou na minha. Em cada "sessão", gozávamos umas 3 vezes. Nos fins de semana, quando o pai dele viajava e a casa ficava só pra gente, eu dormia lá.
Também conversamos um pouco sobre nossos papéis na cama. Ele disse que era versátil de verdade, embora eu ache que ele prefere ser ativo, e eu falei que também era, mas deixei claro que tinha uma preferência enorme por ser passiva. Isso acabou fazendo com que, eventualmente, eu experimentasse enfiar, mas isso é história pra outra ocasião.
DESSA HISTÓRIA VÃO SURGIR VÁRIAS OUTRAS DEPOIS, MESMO QUE SEJAM "RAMOS" DIFERENTES. ESSES RAMOS VÃO SER INDICADOS COM 🔴, 🟢, 🔵, ETC., VARIANDO A COR DE ACORDO COM A LINHA.
OBRIGADO POR LER
LEO: Oi, bebê
EU: Bebê? Isso é novo, hahaha.
LEO: É que combina com você, agora que percebi como você é fofo. — ele me dá um selinho nos lábios.
EU: Valeu, meu rei. — falei, corado.
LEO: Vai ter que tomar um banho, né?
EU: Pois é, você me deixou cheio ontem à noite.
Nós dois nos levantamos, ainda nus. Ficamos nos olhando, admirando o corpo um do outro. Eu estava meio envergonhado de estar mostrando meu pau mole, que nesse estado mal chega a 6 cm. O dele, por outro lado, continuava enorme, o que combinava perfeitamente com o corpo perfeito dele. Suponho que isso também se aplica a mim: corpo feminino, pênis feminino. Nós dois começamos a ficar duros só de nos olhar. Ele se aproximou de mim e me beijou de língua, de forma muito apaixonada. Sentia o pauzão dele contra minha barriga, e isso me encantava.
LEO: Continuamos no chuveiro?
EU: Não quero esperar até o chuveiro — falei enquanto pegava no pau dele com a mão.
Em seguida, me abaixei para chupá-lo. Dessa vez eu estava mais calmo, então aproveitei cada centímetro daquele pedaço de carne. Usei minha língua na ponta, mas não demorei para começar a mamar. Aproveitei o cheiro dele, aquele cheiro de um pouco de suor misturado com muita testosterona, o sabor, um pouco salgado e doce ao mesmo tempo. Também descia até as bolas dele, que me excitavam. Não conseguia parar de masturbá-lo. Eu estava começando a me tocar, e ele, quando percebeu isso, me jogou na cama e me colocou na posição de 69. Eu chupava o enorme virilidade, e o meu pequeno sexo. "Vou gozar" consegui dizer antes de soltar minha carga. "Eu também" respondeu. Não tirei da minha boca, engoli tudo, que era muito. Não sei como aconteceu, mas a gente se beijou e, embora ambos tivéssemos acabado de gozar, estávamos prontos de novo. Agora me virei de frente pra ele, segurando minhas pernas pra ficar aberto e com minha coisinha pequena exposta. Leo se abaixou pra chupar meu cu e não demorei pra implorar pra ele meter. Ele passou lubrificante no dedo e aplicou com cuidado, me dilatando pra ficar pronto. Não demorei pra pedir pela pica dele, então ele passou um pouco no pau dele e meteu, de novo, devagarzinho. Agora não doía mais, era só prazer. Falei pra ele deitar e comecei a pular que nem louco em cima enquanto beijava ele até que, de novo sem me tocar, gozei. Rapidão tirei o pau dele do meu cu e comecei a bater uma e chupar até ele dar tudo de novo na minha boquinha, eu queria aquele gosto de novo. Agora sim fomos pro chuveiro, ligamos a água, entramos e ensaboamos um ao outro, e, sim, ficamos excitados de novo. Não tem muito o que contar, pulamos as preliminares e ele meteu direto, gozamos em 5 minutos e continuamos nos lavando. Eu esfreguei o pau e os abdominais dele primeiro, e ele meu cu, meus peitos e meu pintinho. Depois, aos poucos, fomos pro resto: ensaboei as pernas dele, ele as minhas, ensaboei os braços dele, ele os meus, e por aí vai. Saímos, nos secamos e fomos pegar nossas roupas. Não sei por que, mas ele colocou a tanga que eu tava usando. Quando me viu com ela e sem mais nada, sorriu e me beijou, então decidi só vestir a camiseta e ficar só de calcinha por baixo. Ele fez o mesmo e vestiu só a cueca e a camiseta dele. Naquele fim de semana, ele também me pediu ajuda pra medir, e descobri que tinha levado 21cm o fim de semana inteiro, 17 mole. Normal que doesse. Ele insistiu pra eu deixar ele medir a minha e, apesar das minhas objeções, acabei aceitando. Mede 12 duro e não chega a 6 mole, mais. bem 5. Como eu imaginava. Não tem muito mais o que contar daquele fim de semana. Fiquei pra dormir de novo e a gente deve ter transado umas 10 vezes a mais durante os 2 dias que passei lá, por pouco não engravidei. Minha buceta doía um pouco, mas todo aquele sexo foi me dilatando e nas vezes seguintes só doía na hora que ele enfiava.
A partir daí, ficamos ainda mais próximos. Eu já conseguia falar abertamente sobre meus gostos por roupas femininas na hora do sexo. Contei que queria ter mais, mas que sempre tive vergonha de comprar, e que tinha medo de pedir pela internet e guardar em casa com receio da minha mãe achar. Ele disse que eu podia esconder lá, que tinha um lugar perfeito, e ainda me ajudou a escolher e pedir sem que ninguém me pegasse. Peguei umas meias pretas, uma saia branca e mais algumas calcinhas, além de um fio dental que deixava minha bunda de fora. Não precisava de mais nada. Obviamente, eu desfilava tudo pra ele e, em troca, ele enfiava inteiro.
Nosso relacionamento ficou perfeito. A gente se via quase todo dia e alternava entre encontros românticos e sexo selvagem, fosse na casa dele ou na minha. Em cada "sessão", gozávamos umas 3 vezes. Nos fins de semana, quando o pai dele viajava e a casa ficava só pra gente, eu dormia lá.
Também conversamos um pouco sobre nossos papéis na cama. Ele disse que era versátil de verdade, embora eu ache que ele prefere ser ativo, e eu falei que também era, mas deixei claro que tinha uma preferência enorme por ser passiva. Isso acabou fazendo com que, eventualmente, eu experimentasse enfiar, mas isso é história pra outra ocasião.
DESSA HISTÓRIA VÃO SURGIR VÁRIAS OUTRAS DEPOIS, MESMO QUE SEJAM "RAMOS" DIFERENTES. ESSES RAMOS VÃO SER INDICADOS COM 🔴, 🟢, 🔵, ETC., VARIANDO A COR DE ACORDO COM A LINHA.
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4 comentários - Perdiendo mi virginidad siendo femboy (relato gay)