Verão em Família 5

Capítulo 5: O começo do final felizNos dias seguintes, Erica e eu passávamos o dia inteiro fodendo como coelhos em cada oportunidade. Sempre existia o perigo de Susana nos pegar, o que só aumentava ainda mais nossa excitação. Toda vez que Susana saía para trabalhar, era sinal de uma tarde cheia de sexo. Além disso, minha relação com ela tinha ficado monótona — Erica era definitivamente muito melhor em todos os aspectos do que a mãe. Já Brenda ficava tomando sol na piscina, nos deixando sozinhos dentro de casa. Acho que ela se sentia incomodada em ouvir os gemidos da Erica. Toda vez que passava por ela, Brenda me olhava com cara feia, mas suas roupas estavam cada vez mais provocantes e reveladoras. Uma vez, até peguei ela com um vibrador na buceta, bem no sofá, sabendo que a gente estava em casa. Quando comentei mais tarde, durante uma das poucas refeições que compartilhamos: — Bom, preciso de algo que me satisfaça, e não vou deixar que só você e Erica se divirtam — disse ela, cruzando os braços.

Um dia, Susana precisava resolver uns papéis na cidade natal dela e ia viajar o dia inteiro. Então, decidimos aproveitar ao máximo. Foi uma decisão crucial que mudou tudo. Se a gente tivesse conseguido se segurar, talvez nunca tivesse acontecido.

Só alguns minutos depois de Susana ter ido embora, Erica estava deitada de costas no sofá da sala, com as pernas abertas de cada lado de mim. Eu estava de pé na frente dela, deslizando meu pau grande e duro pra dentro e pra fora da bucetinha apertada e molhada dela. Os dois de cabeça baixa, vendo meu pau entrar e sair sensual da bocetinha apertada dela.

— Isso é tão gostoso, papai! Parece tão tesudo! Amo ver seu pau entrando e saindo da minha buceta, e você não? — disse ela entre gemidos.

— Porra, sim — suspirei de prazer, adorando e ficando ainda mais excitado quando ela chamava de "minha buceta". A bocetinha apertada dela era uma delícia em volta do meu pau, e eu fiquei louco enquanto me movia devagar pra dentro e pra fora da Erica.Verão em Família 5Senti a Erica se tensar debaixo de mim e, por um instante, pensei que ela tava gozando. Tava tão fascinado vendo os fluidos dela brilhando no meu pau enquanto eu metia devagar, que nem percebi que ela tinha virado pra olhar pra porta por alguns segundos. Não liguei e continuei fodendo ela, já desconfiando que tinha alguém na porta.

Minhas suspeitas se confirmaram quando virei e lá, na porta, estava a Brenda de biquíni, porque ela tava na piscina.sexoImediatamente, ela ofegou de surpresa. Eu estava tão excitado naquele momento que, ao tirar meu pau da Erica, me virei para a Brenda e, em vez de me afastar para esconder meu pau ereto, não fiz nada. Foi uma reação inconsciente em que não pensei até muito depois.

Meu pênis se destacava obscenamente da minha virilha, não só coberto com os fluidos vaginais da Erica, mas gotejando deles. Ele pulsava forte enquanto meu coração batia ainda mais rápido por causa da excitação e do perigo. Por algum motivo, não estava aterrorizado como quando ela nos descobriu pela primeira vez; era quase como se eu estivesse me exibindo na frente dela.

— Meu Deus, pai! Que porra você tá fazendo? — ela disse, tapando a boca com as mãos enquanto falava. Para minha surpresa, ela não se alterou muito — Vocês não podem esperar pra transar? — declarou Brenda, mas a suavidade das palavras e o tom de voz fizeram parecer quase uma pergunta — A Susana não foi embora há nem 10 minutos, isso é errado — continuou.

Erica, nua, se levantou, deu alguns passos à frente e disse, tão baixinho que quase não ouvi: — Se é tão errado assim, por que você ainda tá aí parada?

— O quê? — perguntou Brenda.

Erica me lançou um sorriso enquanto perguntava a Brenda em voz baixa: — Quanto tempo você ficou aí parada, nos olhando?

— Eu... Bem... — gaguejou Brenda.

Erica se aproximou de Brenda enquanto eu dava alguns passos para ouvir melhor. Ela quase sussurrou: — Você ficou aí nos olhando sem dizer uma palavra até o pai te ver. Eu sei porque eu estava te olhando. Se eu não tivesse te visto, você teria dito alguma coisa? Teria visto o pai deslizar o pau grande e duro pra dentro e pra fora da minha buceta apertada e molhada até me encher de porra?

Erica mal parou pra respirar enquanto continuava provocando ela suavemente: — Quer dizer, olha pra você agora. Durante essa conversa toda, você não olhou nos meus olhos nem uma vez. Você não consegue desviar o olhar do pau do pai, consegue?

Brenda respirava com dificuldade. Ela olhou pro corpo nu da Erica e... a menos de meio metro dela e então, lentamente, olhou nos olhos dela —Fazia muito tempo que não via uma tão grande, ou que nem via uma— disse, corada
Erica sorriu suavemente para ela —Você quer se juntar a nós, não é?— sussurrou
—O quê?— perguntou, atônita
—Ah, sim, você quer!— exclamou Erica, triunfante —Você quer se juntar a nós. Também quer foder ele, né?—
—Não— miou Brenda, fraca
—Eu sei— tranquilizou Erica, se movendo atrás dela —Não tem problema. Aqui todo mundo é família— disse enquanto desatava devagar o nó do sutiã de Brenda
As palavras da minha enteada me fascinaram tanto quanto a Brenda. Com Erica atrás, Brenda não tinha pra onde olhar a não ser pra mim, porque estava paralisada como se tivesse pisado em cimento molhado e não só não conseguia se mexer, como nem sabia se queria. Os olhos dela se cravaram na minha piroca dura, que balançava e pulsava obscenamente na frente dela. Então, finalmente, ela olhou nos meus olhos, meu peito nu. Os olhos dela estavam vidrados de tesão.
Erica deslizou o sutiã da irmastra pelos braços até cair. Sussurrou —Você tem um corpo gostoso, Brenda. Sabia disso?— já com os peitos de fora, Erica começou a massagear os peitos firmes dela com as mãozinhas. —Quanto tempo fazia que não te tocavam assim?— perguntou, brincalhona
Brenda continuou me olhando nos olhos enquanto sussurrava, honesta —mmmmmh, tempo demais!—
Me inclinei pra frente e beijei ela. Ela não recuou; pelo contrário, abriu ainda mais a boca pra mim. Tinha gosto de canela e eu me assustei ao sentir a mão dela imediatamente e com firmeza envolvendo minha piroca dura. Num instante, percebi que a única coisa que sempre tinha desejado, foder com minha filha, estava prestes a se realizar.
Erica começou a roçar os mamilos da irmastra com os dedos. Beijou o pescoço dela enquanto eu beijava a boca dela; tudo era muito íntimo e parecia estar acontecendo em câmera lenta. Claro, isso me caiu bem e sinceramente queria que o momento durasse para sempre.
Brenda gemeu de prazer na minha boca enquanto Erica e eu abaixávamos a calcinha dela e estimulávamos a buceta dela. Pressionei suavemente meus dedos contra o clitóris dela, balançando de um lado para o outro; a protuberância dura do clitóris roçava firme contra a pélvis dela. Ao mesmo tempo, Erica enfiou primeiro um e depois dois dedos na buceta melada dela, enfiando e tirando devagar.

Me surpreendi um pouco com a paixão da Erica pela Brenda. Não esperava, mas não reclamava porque era tão quente que mal dava pra aguentar. Soltei a cabeça da minha filha, quebrei o beijo, olhando nos olhos dela; estavam vidrados de tesão. Ela estava com a boca aberta e a respiração ofegante. Tava tão gostosa.

Peguei um peito da Erica e, me abaixando, prendi o mamilo duro entre meus lábios. A pele dela tinha gosto de sal e cheirava divino enquanto eu chupava o máximo que podia da carne quente dela.

Ao me abaixar desse jeito, a Brenda foi forçada a soltar meu pau, deixando ele balançar livre no ar fresco da sala. Ela colocou as mãos na minha nuca, entrelaçando os dedos no meu cabelo curto, enquanto gemia de prazer, tanto pela minha boca e língua no peito dela quanto pelos dedos da Erica entrando e saindo rápido da buceta melada dela, com o barulho molhado ecoando forte no espaço apertado.

Agarrei os dois peitos dela com minhas mãos, me cobrindo com os peitos quentes dela. Rolei os mamilos entre meus dedos, virando a cabeça de um lado pro outro, lambendo e chupando vorazmente primeiro um mamilo duro e depois o outro.

— Meu Deus — sussurrou Brenda enquanto começava a tremer. O orgasmo que Erica e eu estávamos dando nela tomou conta completamente. Os dedos da Erica entrando e saindo da buceta da Brenda eram o principal impulso, apesar dos meus melhores esforços com os peitos dela.

Brenda se recostou na mesa, com a cabeça contra a parede dura e a bunda um pouco acima da borda. As pernas dela se abriram na minha frente, me revelando pela primeira vez a buceta da minha filhinha.

Fiquei olhando pra ela como uma... fotografia que vai ficar gravada pra sempre na minha memória. O rosto dela tava tomado de luxúria enquanto me olhava, com a boca levemente aberta. Os peitões dela descansavam em cima da mesa, balançando um pouco pra cada lado, os bicos duros e molhados da minha saliva. A barriga sardenta, levemente bronzeada e lisa, tava ondulada por causa da posição dela no balcão. As coxas pálidas se abriram, emoldurando e expondo os lugares mais íntimos dela pros meus olhares indiscretos. Ela tava toda depilada, então dava pra ver claramente que a virilha inteira tinha aquele tom avermelhado de tesão e os dedos da Erica tinham molhado ela. Os lábios escuros tavam inchados e abertos de antecipação, embora a buceta dela parecesse tão pequena quanto a da Erica.

Peguei meu pau no punho e apertei a ponta contra a buceta da Brenda. A abertura parecia pequena demais pra mim, apesar do tesão e do tamanho do meu membro. Pressionei pra baixo, separando fácil as dobras da buceta dela e alinhando meu pau com a vagina dela. Aí, lenta mas firmemente, movi meu quadril pra frente, enfiando tudo nela.

Mesmo a buceta dela sendo pequena, se abriu fácil pra mim. Isso era o que eu tinha sonhado por tanto tempo: deslizar meu pau dentro da Brenda; e foi divino. Ela tava quente e molhada por dentro enquanto eu apertava contra ela com um movimento suave até minhas bolas roçarem a bunda dela e eu sentir a borda fria da mesa contra minhas coxas.

A Brenda gemeu de prazer – porra, isso, assim mesmo –

Fiquei enterrado fundo nela, saboreando a sensação da buceta dela apertando meu pau, as coxas macias dela contra meu quadril e minhas bolas contra a bunda dela. Queria perguntar se ela tava gostando e falar como era bom, mas não queria quebrar o silêncio. Sentia que uma palavra errada faria ela voltar à realidade. Ela ia perceber o errado que era e me mandar parar. Então eu mordi a língua.

A Erica acariciou minhas bolas por trás com uma mão e começou a esfregando o clitóris da irmã dela com o outro. Eu tava tão excitada que percebi que ela queria falar algo, mas também hesitava. Ela me olhou e a gente percebeu que as duas tavam tentando não falar nem fazer nada errado.
Eu beijei ela. Beijei a Erica fundo; enfiei minha língua na boca dela enquanto tirava devagar meu pau da buceta da Brenda até a metade e depois enfiava de novo, esfregando devagar contra ela. Foi tão surreal beijar minha enteada enquanto comia minha filha.
— Ai, meu Deus, vocês são tão gostosas — suspirou a Brenda.
A gente quebrou o beijo e olhou pra ela. Eu não parei de bombar na buceta dela, que se apertava em mim, e a Erica não parou de esfregar o clitóris dela e minhas bolas, mas os dois ficamos meio surpresos.
— Não parem de se beijar por minha causa — disse a Brenda, a gente riu — Vai, pai, me fode mais forte, me fode e faz eu gemer igual você faz com a Erica — ela falou quase gritando.
Quando a Erica parou o que tava fazendo pra rir da situação, caí na real: a Brenda queria meu pau de verdade.
Como ela mandou, eu movi a cintura pra frente e pra trás, cada vez mais rápido, enfiando e tirando meu pau da minha filha até o som das minhas coxas batendo nas dela encher a casa, minhas bolas batendo forte a cada estocada e eu percebi que tava chegando no fundo. Era tão gostoso com meu pau.
— Isso, assim! — ela gritou — Mais forte! —
A risada da Erica foi sumindo rápido ao me ver comendo minha filha cada vez mais forte, balançando ela e fazendo os peitões dela sacudirem.
— Meu Deus, que delícia. Come ela bem, papai! Mostra pra ela o que ela tava perdendo — disse a Erica.
Enfiei as mãos nas cadeiras da Brenda, puxando ela com força pra borda da bancada, enquanto metia nela com tudo. Percebi que os gemidos e gritos da Brenda com certeza tinham sido ouvidos lá fora, mas naquele momento eu não tava nem aí. Tava vivendo meu sonho e comendo minha filha igual um louco.
A Brenda agarrou minha cintura com as mãos e me incentivou a Aquela penetrou fundo. Ela arfou e gemeu enquanto o orgasmo se aproximava — Já tá, goza na minha buceta! Me dá, papai! — ela gemia.

Senti um formigamento nas coxas e soube que não aguentaria muito mais, o contato do meu corpo contra o dela vibrando por todo o meu corpo. Não conseguia me segurar. Percebi que era melhor assim, dado o pouco tempo que tínhamos, mas também queria garantir que a Brenda gozasse pra que a prometida “próxima vez” se realizasse.

— Ah, Deus, tô gozando — gemeu Brenda finalmente, gemendo e se contorcendo debaixo de mim. A buceta dela se agarrou com força no meu pau enquanto ela gozava, tentando me prender dentro dela.

Aliviado por ter feito ela gozar, pressionei com todo o meu peso, metendo o mais fundo que pude, encaixando meu pau carnudo por completo dentro do corpo dela. O mundo desapareceu pra mim enquanto o esperma subia pelo meu pau e se enterrava fundo na buceta dela. A descarga foi incrível e deixei fluir, derramando até a última gota dentro dela.

— Me dá esse leite — gemeu Brenda ao longe.

Me agarrei com força nos quadris dela, sem deixar a Brenda se soltar, enquanto me esvaziava dentro da minha irmã até ficar completamente exausto. Ofeguei, me sentindo de repente muito fraco. Senti o suor escorrendo pelas minhas costas sem ter percebido até aquele momento.

Os únicos sons no quarto por um breve instante foram nossa respiração até que foi interrompida pelo som de uma porta de carro batendo. Erica foi a primeira a agir. Ela se abaixou no chão, pegou a roupa e correu pro quarto dela. Em cinco segundos, desapareceu. Ao tirar meu pau da minha filha, pude ver como ele estava bem coberto pelos fluidos dela e pelo meu próprio esperma.

Brenda se levantou enquanto ouvíamos a voz de Susana falando e prestes a entrar em casa.

— Cadê meu sutiã? — sussurrou Brenda. Peguei rapidamente do chão e entreguei a ela, que vestiu rápido e prendeu. Depois olhou em volta, pegou a calcinha do chão e Ela passou as mãos pelas minhas pernas. Murmurou:
— Seu leite já está escorrendo pelos meus muslos — sussurrou — Desculpa, foi a única coisa que consegui pensar pra dizer — me olhou e sorriu. Se aproximou, me deu um beijo rápido
— Fica tranquilo — falou antes de sair pro quintal e se jogar na piscina pra disfarçar

Eu peguei minha roupa e entrei no banheiro, fechei a porta, achando que estava a salvo. Sentei no vaso porque comecei a tremer. Tudo que tinha acabado de acontecer me deixou sem forças. Tive que sentar.

Continua…O final dessa história tá perto, então qualquer ideia, comentário ou apoio será bem-vindo. Deixem seus pontos aí.
Valeu por ler.

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