importante para entender todos os meus posts e relatos:aqui uma mulher submissa que adora contar momentos, dias ou situações pessoais, (na fase girl me dei todos os prazeres, e deixei que aproveitassem mil coisas comigo), mas depois conheci meu atual parceiro, por quem me apaixonei perdidamente, adotei totalmente a monogamia, e sou uma cutie submissa e até dependente, se quiserem, do meu homem. Situação econômica mais do que boa, sem nenhum problema, dono de mais de uma empresa e com propriedades, e com afinidades políticas (motivo pelo qual também sou uma bonequinha de apresentação, e "cartaz")... ele me enche de presentes, de mimos, e eu retribuo "me comportando bem e estando disponível a qualquer momento para ele, seus gostos, demandas, prazeres. Isso obviamente implica que, por motus próprio e para estar sempre o melhor possível, faço muito exercício, ele me paga cabeleireira, manicure, etc... é a vida que gosto, que adoro, e que escolhi. Durante o relato, vão ver que trato meu parceiro de meu homem, minha cara-metade, meu macho, são típicos da nossa intimidade.
PRÓLOGO,O que sobra, mas é necessário para entender o contexto dessa história de alguns capítulos...
Oi, sou a Brenda e eu e minha prima Vane sempre nos damos super bem. Desde pivetas, jovens pós-puberdade/adolescentes, foram mil zoeiras, mil festas, mil rolês pelo bairro, e até transas em dupla ou o que se chama hoje de 2 por 2 (ela com um cara, eu com outro, no mesmo quarto; aliás, uma vez os caras até trocaram — o que estava me comendo foi foder minha prima e o dela veio me comer, coisas que rolavam entre grupos de amigos e conhecidos). Quero que entendam como éramos eu e minha prima. As duas éramos conhecidas como as "mellis Gonzalez"... não somos irmãs, mas parecidas. Além disso, naquela época, o estilo era cabelo moreno ou ruivo, longo (ela ruiva, eu morena), franja rockeira (a gente usava o que se chamava de franja petera), regata apertada nos peitos e legging preta coladíssima na bunda. As duas com um bundão divino, redondinho, "paradinho tipo balão cada nádega", com tênis Converse/John Foos, e batom vermelho... E andávamos sempre iguais, mas produzidas nessa sintonia, impecáveis, limpinhas, perfumadas. Por isso a gente se destacava no bairro, e a maioria tinha vontade da gente — até os pais dos amigos. Eles faziam-se de sonsos e, quando a gente passava na rua ou em alguma festa na casa deles, ficavam nos encarando. E nós duas, como umas provocadoras que éramos, pior ainda a gente fazia... a ponto de mais de uma vez eu ter visto algum casal de amigas da minha mãe olhando a bunda da minha prima (meu pai desapareceu quando eu era criança)... mesmo assim, zero problemas. Ou meu tio (o pai dela) olhando a minha. A gente sabia o que "provocávamos", e não nos incomodava.


Temos uma genética muito boa, graças às raízes e linhagens meio europeias/árabes da minha avó materna… éramos as típicas piranhas gostosas e meio putinhas do bairro… mas olha só, seletivas com quem a gente ficava, quem nos comia, e principalmente a quem a gente entregava a raba… adorávamos transar, mas não éramos as vadias fáceis do bairro, isso a gente deixava pras “feias ou necessitadas”, putinhas, mas poucos podiam dizer que tinham ganhado um boquete nosso, menos ainda os que podiam confirmar que tinham nos dado uma trepada, e desses talvez só uns 20% podiam dizer que tinham comido nosso cu, além disso, se a gente gostava de um cara, era típico colocar ele na nossa agenda de “transas”, pra evitar confusão, evitar “doenças”, e também pra ser um pouco as putinhas difíceis do bairro… Isso gerava inveja nas outras minas do bairro, nas namoradas dos caras, até nas mulheres mais velhas dos vizinhos, quando notavam que os próprios maridos nos olhavam ou fingiam ser bobos ao nos cumprimentar nas calçadas, esquinas do bairro… além disso, os caras entendiam que a gente adorava abrir as pernas, mas tinham que se comportar bem com a gente, ser gratos, “nos merecer”… e aí teriam transa garantida com umas gostosas de primeira (boas na cama) e até poderiam dizer que estavam
“metendo uma das Mellis Gonzalez”


Na nossa área do bairro e nos bairros vizinhos, acreditem, a gente era conhecida. Sei que soa meio egocêntrico, mas era assim, principalmente na nossa região de classe média-baixa e baixa… a gente se destacava por ser bonita, por ser natural. Também não é que no bairro tinha umas gostosas com peitos ou boca operados, ou bundas fitness…
A gente ficou um bom tempo assim, até que em um rolê, um cara bonitão, de família mais ou menos boa, e com "aspirações", do bairro, daqueles que estuda uma carreira legal na faculdade, começou a me olhar. E bem, conversa vai, conversinha vem, acabamos transando. Depois nos encontramos em outra festa, e eu dei um boquete nele no banheiro da casa de um dos caras. Depois, em outra festa, transamos de novo. Na real, o cara era gente boa, os pais deixavam ele usar o carro, de boa, então era daqueles que dava pra considerar pra transar habitualmente…
O problema é que aconteceu que, em uma festa, também tava um dos meus ficantes habituais, daqueles que eu tinha pra transar, dar um boquete e fazer meu cuzinho… E nesses casos, o protocolo/política com a Vane era dar bola "ao mais agradecido" (espero que entendam com "tipos agradecido", aquele que te dá algum presentinho, alguma gentileza), ao que transasse melhor dos dois, e ao que tivesse o pau maior… E bem, o menino novo perdia, mas eu não queria confusão, então passei o cara pra Vane… minha mana, como sempre me ajudando… ela se ofereceu pra ele… e quando o cara me olhou sem entender muito, eu fiz de desentendida e falei: "Ah, desculpa, você não sabe? Minha mana me disse que tava super afim de você, desde antes, eu não sabia… Hmm, bem, que situação… mas sei lá, não dá", ele disse. Eu falei: "Mas olha, você vai perder a chance de dizer que comeu AS GÊMEAS GONZALES? Vai lá, zero drama, eu te garanto"…
Dito isso, minha prima em menos de meia hora já tinham levado ela pra um dos quartos da casa da festa… Vi aquilo… fiz olhinhos pro meu ficante habitual… e em menos de dez minutos eu tava ajoelhada num quarto chupando ele… meu ficante habitual fez o esperado, aguentou meu boquete como um campeão (sou especialista em chupar e mamar os ovos),

Ele pegou minha buceta de pernas abertas, tipo perninhas no ombro, montei um cadinho e gozei divinamente, depois ele me deu de quatro, pra finalizar com uma metida na bunda sem muito bombeio mas com constância, que me deixou tremendo no gozo... não sei quanto tempo passou, mas depois de um tempo, a Vane bateu na porta e fomos pra minha casa...
- Vane: boluda, o cara era um gato, e você largou ele como se nada...
- eu: é, mas tava o rolo, e você sabe que ele é dos habituais...
- Vane: sim, mas esse era um gato, além de ter uma rola divina, e divino o...
- eu: sim, mas enfim, você sabe, quando tem um dos habituais...
- Vane: sim, sim... entendi... você tava com vontade de levar no cu...
- eu: ah boluda, nada a ver... além do mais, conhecendo você, com certeza entregou a bunda (minha especialidade era chupar, a da Vane, quando ela gostava, era entregar a bunda, ela tinha uma bunda muito carnívora e eu uma boca muito mestra com vício em lamber bolas)
- Vane: hahaha nada a ver, você sabe que de primeira não, mas pra mim ele não curte isso, eu segurei o cuzinho algumas vezes, enquanto ele me comia, mas ele não insinuou nada...
- eu: sabe, pensando agora, ele também nunca falou nada sobre me comer o cu...
- Vane: viu, sua puta... você se virou no rolo porque queria que te comessem o cu...
- eu: para, boluda, nada a ver...
- Vane: hahaha então por que você tá andando assim?
- eu: eu percebi que tava andando meio torta, e a gente se matou de rir...
- Vane: mas assumo, valeu, eu curti muito...
- eu: bom, fica com ele, eu já tenho 4 habituais, e é muita confusão... não tem dia da semana que chegue pra dar conta de todos e ainda fazer as minhas coisas...
- Vane: hahaha bom, eu tenho dois... vou ficar com ele...
- HAHAHAHA a gente riu muito...
Bom/ruim/lamentável ou por sorte (na real ainda não sei) não demorou muito para esse novo "habitual" virar um namoro sério, assumido e firme. A gente se afastou um pouco (era óbvio que nossa relação era "prejudicial" para um namoro sério), além do mais o cara se sentia meio perseguido por mim, mesmo que eu nem ligasse... mas enfim, eu conhecia até o gosto do gozo dele... Minha prima nunca deu a entender que o namorado era um ficante meu antes dela, eu também não, e ele também não, digamos que fomos todos "muito adultos"... Quando ele se formou engenheiro em sei lá o quê, arrumou um trampo foda e levou ela para morar perto de onde ele trabalhava na cidade, mas num lugar bem mais central, na minha opinião era bom pra ela, o cara era bem correto (qualquer outro teria insistido em dar uma trepada comigo, pela forma como as coisas tinham acontecido, e ele nunca fez isso). Ela virou a patricinha do engenheiro, que ficava responsável por ir à academia, manter a casinha impecável e ser a mulherzinha ideal, parou até de passar tempo comigo, e eu nunca enchi o saco, porque entendi que pra ela era algo bom e ela parecia bem.
FIM DO PASSADO
Só um ano e uns meses depois, Sábado, aniversário da minha véia.Meu irmão me tira da cama, eu estava acabada, "mano, vamos logo que já estamos quase almoçando, você nem deu feliz aniversário pra mãe"…
Acordo, me troco rápido, entro no banheiro, me "lavo e higienizo", pego o presente da minha mãe, vou pra sala, estava toda a família, toda… quase na hora de comer, me sento e puta que pariu a pontada que sinto dentro da bunda, foi tremenda (quem já deu o brioco sabe do que tô falando).o lance é que naquela época, eu já tinha "virado a chave" mais pros papais do bairro, quarentões ou cinquentões, pais de amigos ou amigas da vizinhança, que procuravam uma putinha pra curtir, uma boquinha expert, uma bucetinha jovem pra foder de vez em quando e um cuzinho lindo pra detonar às vezes. Eles eram muito mais agradecidos que os mlks, transavam melhor, a vibe era mais daora, e eu adorava...
TEXTO CURTO PARA RECONTEXTUALIZARexatamente um deles, na noite anterior, me mandou mensagem, disse e aí????, eu falei que tava meio mal porque não tinha conseguido comprar nada pro aniversário da minha mãe, que era no dia seguinte, ele mandou um "tô num churrasco, termino aqui e passo te buscar pra gente fazer alguma coisa, e vemos como te ajudo a resolver"... pronto... fui tomar banho, me troquei, me arrumei toda, e só lá pra 2 da manhã ele me escreveu... passo te buscar na esquina (na real não faço ideia do que ele tinha falado em casa porque era casado), me buscou, cumprimentei ele, papo rapidinho pra "lembrar" que eu tava meio triste pelo presente da minha mãe, ele disse relaxa gata, você sabe que eu vou te ajudar... bom, obrigada, sempre tão atento você... o arrombado dava pra ver que não só tava meio bêbado, mas também muito chapado, parece que tinha cheirado até pó o fdp... não andou nem três quarteirões que eu já tava chupando ele enquanto ele dirigia, "isso gata você se comporta, que o papai da sua amiga, vai te ajudar" eu só respondi continuei com minha especialidade onde só se ouviu GLLURRRRPPRR GLURPRPPPP... direto pra um hotel...

Entramos, segui meu pau, acompanhado de chupada nos ovos, os caras grandes eu percebi que sabem agradecer demais uma boa lambida, chupada e massageada nos ovos, sei que isso relaxa e deixa eles a mil, mas se algum de vocês que tá lendo sabe bem o motivo,agradeceria que me explicassem porque os quarentões ou cinquentões gostam tanto que chupem as bolas deles, diferente dos caras mais novos????

Continuei com uma cavalgada, o filho da puta estava durão, Tirei não sei quantas gozadas enquanto eu pulava no pau dele, tentando fazer ele "gozar", mas isso não aconteceu. Ele me virou de costas e me comeu tipo missionário, mas com as pernas bem abertas. Depois me colocou de quatro, meteu na minha buceta um bom tempo, e eu sabia que ele não ia gozar... então, com medo, enfiei a cabeça o mais fundo que pude no colchão daquela cama de hotel, levantei bem a bunda, me abri com as mãos... pra ele sentir o convite...

de nada, perdi um dedo na bunda... me virei e disse: não, papi, você tá muito duro e loucão... você vai me machucar (óbvio que eu sabia que ele ia me comer, mas eu fazia de sonsa e brincalhona, algo que naquela época eu também tinha descoberto, isso deixa os caras grandes muito excitados), sim, vou arrombar seu cuzinho igual ao outro dia (já era foda habitual, e contei o que era pra mim um habitual), mas papi, você vai me arrebentar toda... por favor, cuida dela... ele tirou da minha buceta, enfiou a cara na minha bunda e chupava como um louco, não sei que horas da madrugada do aniversário da minha mãe era e eu tinha o pai de uma amiga chupando minha bunda... num hotel... eu olhava pra um dos espelhos laterais e podia me ver com a raba toda exposta e ele com a cara enfiada na minha bunda...novo fato, os caras dotados chupam infinitamente melhor que os caras comuns… Depois disso ele me enfiou pela bunda, enquanto eu pedia: "Ai, devagar, papai, por favor, mais devagar, você tá me partindo, tá me arrebentando toda" (sim e não, vocês me entendem, doía mas era gostoso, e os caras adoram quando a gente empodera eles enquanto estão nos comendo). Ele me fodeu um tempão, doeu, mas eu aguentei porque era bom também (sempre fui meio putinha submissa), até ele gozar...

caímos na cama, e na real eu dormi, ele me acordou com um tapa sem nem saber que horas eram, vamos pro banho… entramos… ele pediu pra eu lavar ele, peguei sabão e “lavei”, literalmente ensaboei o corpo dele, lavei, adorei o momento, e dava pra ver que ele também… Até que ele pegou não sei o que da lateral, esfregou em mim, e depois passou na minha bunda… me colocou contra a parede e começou a arrombar meu cuzinho de novo… por sorte aquele negócio que ele tinha passado ajudou… porque doía, mas eu tava gostando de novo… me joguei contra a parede, abri a bunda com as mãos e ele começou a me enfiar… hahahaha papi você tá me enfiando na parede… (já falei, adoro esquentar rola), vai ter que pedir ajuda pra me soltar depois, ele deu risada…

Eu me masturbava ao mesmo tempo, eu dizia pra ele: "Papi, tenho o aniversário da minha mãe daqui a pouco, vou ficar toda arrebentada, não vou conseguir sentar, hahaha". "Conta pra toda sua família que te arrombaram bem o cu, que por isso você não consegue sentar"... hahaha, a gente ria muito... o fdp metia mais forte, e eu gostava mesmo ele sendo meio cheiroso... gozamos os dois... saímos do hotel, ele parou num local, entramos, ele cumprimentou o atendente, muito afetuosamente, "e o que você fez depois do churrasco?" (óbvio que presumi que eles tinham estado juntos naquele churrasco da noite anterior). "Nada, boludo, voltei pra casa, tinha que vir atender o local de qualquer jeito, minha mulher tinha que levar as meninas pro evento de ginástica". "E você, qual foi a sua?" O forro me olhou, fez uma careta, os dois riram como uns otários, e eu fiz carinha de puta, de puta, de comida, de recentemente bem arrombada (entendi que era o que eu devia fazer). "Eu, a young lady, preciso de um presente pra mamãe..." "Sim, claro, sem drama, a gente acerta depois", ele disse. "Gêniooo, vai lá, nenê". Só nesse momento eu percebi que estávamos numa loja de celulares. Fiquei olhando o melhor que tinha (era um dos últimos). "É bom pra caralho, mas não sei quanto custa". "Tranquilo, eu resolvo". O cara da loja preparou pra presente, eu cumprimentei ele com a mesma cara de antes, mas dessa vez mais cara de cu arrombado... até saí meio mancando da loja, pra deixar meu macho do dia ainda melhor como "O CARA QUE EXPLODIU A GATA DIVINA" na frente do amigo dele. Ouvi os dois rindo... (óbvio, objetivo alcançado, queria deixar ele bem). Subi no carro, bem rápido, pum, pontada na bunda (reitero: quem entrega a bunda sabe o que são essas pontadas depois de uns bons anais). Soltei um gemido, ele riu, eu devolvi minha carinha de puta, e meio que outra bolsinha, não entendi nada. Abri, era outro celular igual ao da minha mãe, e ele disse: "Toma, esse é pra você, você merece". Agradeci na hora e não sei que horas eram, mas no mínimo 9 da manhã, voltei chupando ele de Novato chegando no bairro, devo dizer que pra ser um "quase cinquentão", esse pau não teve dificuldade nenhuma pra ficar duro, capaz que pela mesma brisa da noite anterior, sei lá… óbvio que não acabava mais… cheguei quase na esquina de casa, e eu não conseguia fazer ele gozar, acelerei muito o boquete, e ele me deu o leite…

você é um cara foda, papai, me pegou, me comeu, me arrebentou... e ainda me deu o presente pra mamãe e um pra mim... pra piorar até o café da manhã, passei a língua nos lábios, dei um beijo, desci do carro... comecei a andar o mais mancando possível (olha, tava difícil andar, não era tão de propósito, mas como eu disse, "idolatrar eles ou mostrar que a gente ficou toda arrebentada, ou que adoramos o que eles fazem deixa eles loucos"), ele ficou me olhando, eu virei, joguei um beijinho, e ele foi embora... entrei em casa, me joguei na cama, de barriga pra cima, até que meu irmão me acordou...
VOLTANDO À NARRATIVA.Mamãe abre meu presente, me agradece quase em lágrimas, sempre andou com celulares horríveis que davam pra ela usados, os namorados de ocasião... bem do meu lado se senta a VANE, me dá um abraço, oiiii há quanto tempo, oi sua doida como eu senti sua falta eu digo, me sinto bem, pum pontada de novo... ela percebeu na hora, a gente ri, ela me diz... mmmm já imagino como a Brendita conseguiu esse presentinho pra mamãe... risadinha de cumplicidade... Tá tudo bem contigo, doida? eu pergunto, sim sim claro, de boa, muito mais tranquila e bem... e você, Bren? Hahaha melhor que nunca eu digo, ela riu, eu também... ela diz, eu, meu marido, nas próximas semanas ele viaja a trabalho, poderíamos fazer alguma coisa... claro eu digo, sabe que você não vai se arrepender, a gente ri, então você casou?... hahaha não seja má é só um jeito de falar, mas fica tranquila sabe que não posso nem quero andar como antes, estou bem Bren... hahaha você me avisa... me manda mensagem quando ele for embora e a gente combina, mas amanhã hoje não, porque tenho que trocar o celular, opa outro celular, sim consegui comprar dois eu disse... ela riu, hahaha já imagino como ficou aquele "posnet", que pagou dois celus... a gente ri e eu abracei ela.
Vou continuar? Vocês tão gostando da história? Comenta aí….
1 comentários - Mellis Gonzáles", safada e suas aventiras...