Chifrinhos pequeninos

Tudo começa quando eu tava com a minha primeira namorada do colégio, nós dois com 15 anos. Fomos os primeiros em tudo, começamos a fazer as coisas juntos. Em só um ano, já tínhamos nos conhecido e feito tudo sexualmente, mas tinha uma coisa que me perturbava e me excitava toda vez que eu comia ela. Uma vez, depois de transar — tecnicamente eram rapidinhas porque a gente matava aula —, mas uma vez eu falei: "quero te ver com outro cara transando". Ela se assustou e me perguntou se tava tudo bem, e disse: "vamos pra aula". Eu tinha pesquisado tudo sobre corno manso e expliquei pra ela, mas nem ligou, não tava nem aí. No ano seguinte, não ficamos mais na mesma turma: ela foi pra outra sala, eu segui meu rumo com meus novos colegas, meio distante dela. Eu ia ver ela na casa dela, mas não dava pra transar porque ela tava sendo vigiada, era muito complicado, já que não deixavam ela ir na minha casa ou, se fosse, não podia ficar. Um dia, ela me perguntou o que tava rolando, e eu falei que era melhor deixar as coisas como estavam. A real é que doeu um pouco em mim, mas nela doeu mais. Ela me procurava, pedia pra eu não largar ela, e falou que tinha feito tudo que eu queria. Aí me escapou: "Faltou uma coisa". E ela me ignorou completamente. Um dia, eu tava indo pra aula quando recebi uma mensagem dela: "Mata aula e vai no nosso lugar pra gente transar". Pensei, mas fui. Chegando lá, vi duas pessoas: era ela e um cara. Fiquei observando o que ia rolar, e quando ela percebeu que eu tava lá, começou a beijar ele. Ele apalpava ela toda, e eu via ela pegando na virilha do cara. Depois, ele ajoelhou, tirou o pau pra fora — era meio pequeno, não dava pra ver direito — e ela começou a chupar ele. Na hora, vi que ela parou e cuspiu; o cara tinha gozado. Eles se limparam, e o cara foi embora. Eu cheguei perto dela e falei: "Então era esse o mistério?" Beijei ela, tava meio grudento, levantei a saia dela e meti umas 5 vezes, mas mal deu tempo de tirar porque não tava de camisinha. Ela não respondia minhas mensagens depois disso. Eu já tava sentindo interesse por ela de novo. Quando num sábado de manhã me ligaram no celular, atendi e era ela. Tinha um boato de que o cara tinha falado que ela era uma engolidora de porra. Aquilo me deixou puto e, com meus contatos, consegui calar o moleque. Me fiz passar por outra pessoa e disse que tinha fotos do pau dele e que ia espalhar no colégio, aí ele se acalmou. Dias depois, voltei com ela, mas com muito mais vontade de ver ela fazer essas coisas. Pelo que já tinha rolado com aquele cara, ficou claro que não dava pra vacilar, porque podiam surgir fofocas.

Com meu pai eu tinha muita confiança e contei o que aconteceu. Ele falou que aquilo não era coisa de maluco e me deu um sermão. Eu sabia que, pelos gostos do meu pai, ele curte novinhas. Não tenho certeza se ele trai minha mãe, mas pelo que já ouvi, é bem possível. Um dia, fui visitar ela — vou chamar de Karina pra facilitar. Falei pra ela sobre ficar com alguém mais velho, e ela topou na hora, disse que era melhor ainda se o cara tivesse um pau grande. Eu, com meus 61 anos, tenho o oposto: 15cm e fino.

Um dia, quando não conseguia dormir, vi um relato de um cara contando que a mulher dele comia o sogro. Aquilo me deu um tesão doido. Uma noite, enquanto meu pai tomava uma cerveja, toquei no assunto de novo. Ele falou a verdade: "Tá certo, respeito seus gostos, mano, mas é foda". Contei que a gente queria alguém mais velho, mas ninguém aparecia. Ele disse que era óbvio, porque era muito perigoso pra um adulto. Aí perguntei se ele podia ajudar com isso. Ele respondeu: "Cê tá louco? Sua mãe descobre, me mata. Além disso, tô muito velho pra ela". E eu falei: "Ela quer". Comecei a descrever: "Aquela bucetinha branquinha, depilada, apertada". Acho que a cerveja bateu, porque ele perguntou: "Cê tem certeza que ela quer?" E eu: "Sim, pai".

Ela, sem saber de nada do que eu tava planejando, conversei com ela e falei do meu pai. Ela não gostou muito por ser meu pai, mas disse que tudo bem. Falei com meu pai e disse que tava tudo encaminhado, perguntei se ele podia ir um dia perto do colégio, mas era impossível por causa do trabalho dele. Então chegou a hora de falar com os pais dela pra ver se deixavam ela ir dormir lá em casa. Eles quase disseram que não. Além do mais, com a minha mãe em casa ia ser foda, tipo em algum outro lugar. Num fim de semana, minha mãe e minha irmã mais velha iam pra casa dos meus avós maternos e voltavam só na segunda. Aquele fim de semana eu ficava com meu pai, então falei pra ele que com certeza eu ia pra casa da Karina e que ele podia sair com os amigos dele. Na sexta à tarde, fui pra casa da Karina e quando cheguei ela me disse: "Kari, minha mãe precisa falar com você". Fiquei meio assustado, mas cumprimentei e a senhora falou: "Será que a Karina pode ir com você pra dormir na sua casa? Confio em você, que não vão fazer nada de errado." 🤑🤑🤑 Ali estava minha chance. "Claro", falei. Ela disse: "Vou deixar vocês lá, mas vou ter que falar com um dos seus pais." E eu 😧😵 Fui pro quarto com a Karina e ela falou: "Tentei convencê-la, já que sua mãe não vai estar nesse fim de semana." E eu: "Pô, você quer mesmo?" E ela: "Sim. Seu pai vai estar?" Eu 😨😨 Liguei pro meu pai e falei: "Pai, você tem que estar em casa agora." E ele: "Filho, marquei com um amigo de jogar futebol." E eu: "Não, Karina vai dormir aqui esse fim de semana e você tem que estar lá porque a mãe dela precisa falar com você. A mamãe não está e ela não pode saber que a mamãe não está." Ele falou: "Ah, filho, não sei." E eu só pensei: "Pensa na sua pica naquela buceta branca bem torneada." Ele disse: "Tudo por isso." A mãe da Karina deixou a gente lá umas 7:40 da noite e falou com meu pai, disse pra ele dormir bem, que respeitasse e tal. Ela não sabia que a filha dela tava planejando dar pro meu pai. Umas 9 horas a gente tava vendo um filme, nós três. Meu pai deixou eu tomar umas cervejas e um drink. Karina só comia pipoca. Era quase 11 da noite quando eu fingi que tava muito bêbado e dormi. Meu pai me levou pro quarto e eu fiquei de olho pra escutar, mas Karina subiu e foi tomar banho. Karina me mandou umas mensagens tipo: "Como é que você vai cair no sono?" E eu respondi: "É só uma farsa." E ela: "Ah, bom." Mas eu perguntei: "Por que você tá tomando banho?" Ela disse que queria estar fresca pro meu pai. E uff, isso aí. Me excitava. Ela saiu, desceu e sentou pra assistir outro filme com o pai, enquanto tomava uma cerveja de limão. Meu pai puxou o assunto dos meus gastos de corno e ele dizia que a gente tinha que fazer eu acreditar que se tivesse rolado algo, talvez eu desistisse da ideia. Lá de cima da escada, eu via a Karina virando a cerveja de uma vez e indo pra cozinha pegar outra. Ouvi notificações no celular e voltei pro quarto pra ver o que era. Era a Karina dizendo: "Parece que seu pai quer se segurar e eu tô precisando transar." Falei: "Vai, você consegue seduzir." Ela não respondeu mais. Voltei pra escada e vi ela em cima do meu pai, sem a blusa, peitos de fora. Meu pai já foi chupando os peitos dela — tecnicamente ela só tinha bico, mas dava vontade — e jogou ela no sofá, baixou o short dela e começou a chupar a buceta dela. Ela tremia de prazer e meu coração quase saía pela boca de tanto bater. Depois, meu pai tirou o pau dele, meio grosso, ou muito grosso, eu diria, e mandou ela chupar. Tecnicamente não cabia na boca dela, não por ser grande, mas por ser grosso. Até que ele colocou ela por cima e começou a penetrar devagar. Quando conseguiu entrar, ela começou a cavalgar que nem uma fera, e aqueles gemidos... meu pau queria explodir. Meu pai rugia de prazer. Colocou ela de papai e mamãe, e ele parecia que ia gozar, se grudou no peito dela e começou a fazer chupões nos peitos dela. Os gemidos na casa eram exagerados. Sem perceber, gozei jorrando. Depois de gozar, me senti estranho vendo eles. Mas ela começou a falar: "Senhor, goza fora, por favor." E meu pai grunhia e dizia: "Agora sou seu papi." E pá, tirou e saíram jorros da barriga até o queixo dela. Meu pai se afastou e caiu do lado dela, e as pernas dela tremiam sem parar. Fiquei um tempo observando e vi que meu pai parecia dormindo. Sem perceber, eu tinha gozado de novo. Me deitei e dormi sentado na escada. Quando acordei, a Karina estava subindo as escadas e pediu ajuda porque não conseguia subir, as pernas não aguentavam. Ajudei ela, foi no banheiro fazer xixi. Nós dormimos juntos, nossa primeira vez dormindo juntos e ela toda fodida. Ao amanhecer, ela nua do meu lado. Lindo ver essa gostosa 🙈. Vi que tinha uma mensagem do pai que tinha saído e que voltava logo. Karina acordou e se virou; no peito dela tinha 4 chupões roxos, na barriga, esperma seco do pai. E a buceta dela tava dolorida e inchada. Essa foi uma das primeiras histórias com o pai e a Karina. Aquela fodeção sem camisinha que veio depois ia trazer consequências.

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