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Compêndio IIIA PARTIDA II
O dia da proposta finalmente tinha chegado e a tensão no ar ficava mais densa à medida que a última noite se aproximava.
Eu podia notar a Violeta me olhando por cima do ombro, os olhos dela cheios de curiosidade e apreensão. Ela é nova, mas nem por isso ingênua. Sabia o que estava por vir. E tenho que admitir que, mais de uma vez, fiquei duro com a ideia.
Verônica teve a gentileza de nos emprestar a cama de casal dela. Sem o Guilherme, minha sogra passava as noites se masturbando sozinha.
Mas me surpreendeu muito ver a Violeta toda arrumada com a lingerie dela. Pra dar uma perspectiva, onze anos atrás, eu costumava segurar a Violeta no meu colo quando ela era criança. Mas agora, a versão adulta dela era nada menos que impressionante.
O tecido do sutiã de renda se apertava em volta dos peitões enormes dela, que pareciam prestes a estourar a qualquer segundo. O jeito que a bunda dela aparecia por baixo da calcinha fio dental era uma declaração de guerra, pedindo um aperto.
- Você tem certeza? – perguntei em voz baixa e rouca de excitação.Violeta me olhou com aquelas preciosas esmeraldas, do mesmo tom das de sua mãe e irmãs, e assentiu. Ela se aproximou devagar, os peitos balançando levemente a cada passo.
Quando tirei a camiseta, Violeta literalmente suspirou. Não é que eu tenha músculos no abdômen, mas tento me manter em forma, fazendo flexões, agachamentos e saindo pra correr pelo menos quatro vezes por semana.
No entanto, com a Marisol a gente treina pesado todo dia no quarto…Os olhos da Violeta ficaram enormes e ela lambeu os lábios, com um tom nervoso na voz.
❤️Você tem muitos músculos… – ela sussurrou.
Sorri satisfeito e me aproximei mais dela, sentindo o calor do corpo dela contra o meu.
– Você também não tá nada mal, princesinha. – falei, afastando suavemente um cacho de cabelo do rosto dela.
Mas apesar das nossas palavras, a gente tava meio tímido. Eu podia ser pai dela e a Violeta continuava me olhando com admiração.
Dito isso, o encontro foi meigo e um pouco romântico. Nós dois estávamos inseguros sobre como continuar.
Começamos nos beijando. Os lábios da Violeta me lembraram os da Amélia: quando a gente teve nosso caso, ela também era inexperiente. Mas a língua da Violeta era curiosa. Como se tateasse dentro da minha boca antes de avançar.
As mãos dela desceram até minha calça e ela começou a desapertar meu cinto. Eu me sentia como num sonho ou num pesadelo, não conseguia distinguir naquela hora. O que eu tinha certeza era que meu pau tava duro como aço.
Passei pro peito dela. Era simplesmente inacreditável. Os peitos dela eram macios e firmes ao mesmo tempo.
Os peitos da família da minha esposa têm identidade própria: os da Verônica são grandes, macios, moles e extremamente sensíveis; os da Amélia são enormes, moles como marshmallows gigantes; os da Pamela eram firmes, tenros, sedutores. A pele escura deles faz parecerem mais exóticos; os da Marisol são brancos como leite, do tamanho de pudins, perfeitos. Os mamilos em formato de morango são deliciosos. O leite materno dela, simplesmente uma delícia.E agora, os da Violeta eram inexperientes, enormes e firmes. Sem dúvida ela recebe o olhar dos homens, dos meus sobrinhos e até do meu irmão. Mas ela é tímida demais para usá-los como armas do jeito que a Pamela fez na juventude.
Quando eu toquei nela, ela soltou um gemidinho, fazendo meu pau ficar duro. Ela nunca tinha sentido esse tipo de sensação, nem com o pobre coitado que tirou a virgindade dela. Pra mim era óbvio que ela estava esperando esse momento.
Quando meu pau apareceu, a Violeta o contemplou com medo e respeito. Ela já tinha montado nele várias vezes. Mas, igual nas primeiras vezes que fazíamos amor com minha amada, minha ereção a intimidava.
Violeta tocou nele, tentando envolvê-lo com a mão. De certa forma, eu as entendo: ele parece tão grosso comparado com as bucetinhas apertadas delas, que pra elas é quase um milagre ele conseguir entrar.
Mas acho que é isso que acaba encantando elas: toda vez que a gente transa, eu estico elas e meu ritmo e resistência fazem as experiências delas se tornarem memoráveis e cheias de prazer.
Violeta tentou me masturbar, me olhando nos olhos feito uma menina orgulhosa de uma grande façanha. Eu só devolvi o sorriso, ajudando ela a se acostumar. Mas depois que ela se divertiu o suficiente, pedi pra ela deitar na cama, abrindo as pernas.
Os olhos esmeralda de Violeta me encararam com hesitação. Assim como aconteceu com as irmãs dela, minha ereção parecia imponente diante da buceta dela.— Não se preocupa. Você sabe que vou ser delicado — falei, tentando acalmá-la com minha voz. — Se sentir algum desconforto, me avisa.
Me senti como o operador de um brinquedo num parque de diversões quando falei aquilo, mas não era minha primeira vez com uma garota adolescente e inexperiente. Talvez fosse minha primeira vez com alguém com quem eu já tinha parentesco, embora a essa altura, eu já não me importasse mais.Comecei a empurrar devagar, enquanto ela ia se preparando. Como esperava, ela ainda estava bem apertada e, para ela, a experiência ainda causava uma leve dor, exatamente como a Marisol tinha contado semanas atrás. Mas não durou muito. Na verdade, assim que a cabeça entrou, ela pareceu começar a se sentir melhor.
Os olhinhos da Violeta começaram a marejar enquanto eu empurrava mais e mais fundo nela. Ela respirava com dificuldade, tentando se acostumar com a sensação. Mas eu sabia por experiência que, quando ela se acostumasse, ia me pedir mais e mais.Os peitos dela começaram a balançar. Enquanto eu metia pra frente e pra trás, pensei em como a natureza tinha sido injusta com meu rouxinol na juventude: a Marisol tinha o peito quase liso naquela época. Mas isso acabou fazendo a gente se tornar bons amigos. O rosto dela é lindo pra mim, embora os olhos verdes me deixassem inquieto e a bunda dela tivesse formato de pêssego. Mas naqueles tempos, a gente era só bons amigos que adoravam conversar.
A Violeta começou a gemer, me fazendo sentir muito melhor. Como eu disse, não queria me perder na luxúria. A Violeta é uma adolescente gostosa, mas também, por um tempo, foi a menina pra quem eu lia histórias pra dormir. Por isso, não queria que ela experimentasse o sexo selvagem e animalesco que eu compartilho com as irmãs dela. Só as partes doces de fazer amor.
O apertamento dela era formidável, enrolando meu pau como um cobertor molhado, apertado e refrescante. Mas diferente das primeiras vezes, ela não gemeu nem pediu pra eu parar. Aguentou tudo. Ela é esforçada, a mãe e as irmãs ensinaram bem.
As pernas dela me envolveram pela cintura, me lembrando uma macaquinha simpática. De certa forma, achei engraçado: sou muito mais alto e talvez ela ainda esteja no estirão. Mesmo assim, os gemidos dela eram sensuais, como os de uma adulta, então me deixou mais tesudo.
Comecei a acelerar o ritmo, sentindo como as pregas dela iam se adaptando ao meu pau. Os olhos de Violeta me fitavam com um sorriso largo. O sorriso de alguém que curte algo que sabe que é errado, mas é viciante demais pra conseguir largar.Os peitos dela balançavam como gemas loucas. Enquanto eu a penetrava cada vez mais fundo, me perguntava sobre o cara com quem Violeta vai acabar saindo. Será que ele faria ela gemer igual eu? Será que esticaria ela do mesmo jeito?
O mais provável é que não, se eu realmente acreditar na justificativa original que a Verônica me deu.
As paredes dela estavam tensas, ardentes e molhadas, e quanto mais eu me mexia, mais ela relaxava. Me pareceu uma sensação estranha de estar dentro de uma mulher tão jovem e inexperiente, mas também tão cheia de vontade de agradar. Os quadris de Violeta começaram a sincronizar com os meus, os gemidos dela ficando mais fortes a cada minuto enquanto ela se perdia no momento.
Foi aí que comecei a entender o que a Verônica queria dizer: debaixo de mim, Violeta começava a se sentir realmente como uma mulher.
Não consigo explicar direito, mas tinha algo nos gemidos dela, nos tremores, nos suspiros ofegantes, que me dizia que ela já não sentia o mesmo prazer que você sente ao comer seu sorvete favorito. Nem assistindo ao programa de TV que ela mais gostava. Nem mesmo trocando um beijo caliente.
Era algo intenso. Primitivo. Algo que vinha lá do fundo do ser dela. Não guiado pela luxúria ou atração, mas alimentado pela paixão. Na minha cabeça, era como se algo surgisse de dentro da Violeta. E percebi que não era a primeira vez que via aquela sensação. Marisol, Amélia, Pamela também mostraram uma reação parecida em algum momento.
Talvez vocês achem que foi um orgasmo. Mas eu insisto que isso tava longe pra caralho de ser. Era como se uma paixão crescente fosse abraçando ela. Fazendo ela se sentir completamente viva. Imensurável. Sinceramente, é foda descrever.
Mas tava ali. De forma permanente. Uma parte dela que nunca mais ia se esconder. Que daria forma à sua personalidade, suas ações, seu comportamento daí em diante. Resumindo, algo no fundo da Violeta que finalmente tinha sido encontrado.
Era o mesmo sentimento que acabou transformando a Marisol de uma adolescente tímida e inexperiente na mulher gostosa, desejando mais. A mesma força que obrigou a Amélia a procurar um parceiro que a tratasse do mesmo jeito que eu fiz. Tirou o véu dos olhos da Verônica pra encontrar o love fora do casamento.
De certa forma, foi uma espécie de renascimento, que fez o discurso maluco da Verônica ficar mais compreensível e, de algum jeito, eu tava testemunhando aquilo ou tornando possível.
Pra ser sincero, a Marisol sempre me disse que toda vez que eu acabo transando com outra mulher, mudei a vida dela pra melhor, algo que costumava me fazer sorrir, porque parecia com a trama principal da minha série favorita de viagem no tempo. Mas naqueles momentos, vendo aquilo, percebi que a explicação da Marisol também era válida.
A transformação foi nada menos que impressionante. Violeta parecia abraçar essa nova versão de si mesma. Ela rodeou meu pescoço com os braços, como se pedisse para eu me misturar mais. Os beijos dela subiram para um nível completamente novo. A cintura dela tremia com mais desespero, e os peitos pareciam querer se enterrar no meu peito.
Me senti estranhamente orgulhoso. Como se fosse o primeiro amor dela, o primeiro tudo. Como se eu estivesse abrindo um baú do tesouro cheio de desejos, fantasias e sensações que a Violeta nunca soube que tinha.E foi então que a Violeta teve um orgasmo. Um intenso, grande. O primeiro de muitos. Como se essa nova fusão com sua versão adulta amplificasse seus sentimentos. Sua paixão. Seu tesão.
Pra mim, era quase como se eu pudesse ver a linha. A Matrix: por alguma estranha e inexplicável razão, a família da minha esposa estava cheia de putas. Mas não do tipo normal, "Prepago".
Elas se tornaram minhas putas.
Enquanto eu enfiava a rola inteira dentro da buceta apertada, molhada e turbulenta da Violeta, percebi que não poderia mais visitar a Amélia sem comer ela.
Que a Pamela pediria pra Marisol visitar ela só pra que Marisol comesse o cu dela.
Que toda vez que eu fosse visitar minha sogra, o mínimo que ela me daria era uma mamada.
E que, provavelmente, de agora em diante, com a Violeta, a gente transaria sem camisinha.
E então, pensei nas implicações: que agora, depois que engravidei a Pamela, o que impedia a Amélia e a Violeta de me pedirem a mesma coisa?Nesse ponto, Violeta gemia desenfreada. Provavelmente ainda mais forte do que nas primeiras noites que Marisol e eu dormimos juntos durante nossa visita. Quase conseguia imaginar minha mulher e minha sogra se esfregando desesperadamente, já que Violeta finalmente estava sentindo o que elas mesmas tinham experimentado no passado.
Nosso ritmo ficou selvagem. Candente. Talvez Violeta não fosse tão experiente quanto Pamela ou Marisol, mas a juventude dela me fazia pensar que eu estava transando com um tornado. As coisas começaram a galopar em cima do criado-mudo da Verônica. As molas da cama rangiam num ritmo constante e chiado. A cabeceira batia na parede com a intensidade de um martelo.Eu sentia que, de alguma forma, Violeta estava dando o melhor de si. Uma busca interminável pelo prazer, onde ela lutava uma e outra vez contra o próprio, tentando me dar o meu e, de algum jeito, meu raciocínio analítico fazia o possível para conter isso.
Mas quando ambos atingimos o clímax, os gemidos da Violeta se transformaram num grito de verdade. As unhas dela cravaram nas minhas costas com desespero e a buceta dela se contraiu em volta do meu pau como uma mordida. Era uma sensação que fica aquém de qualquer palavra.
Pra mim, pareceu uma explosão nuclear. Meu pau latejava enquanto disparo após disparo após disparo de porra enchia a barriga da Violeta, fazendo ela gritar ainda mais loucamente. Eu tive que recuperar o fôlego, como se de repente tivesse começado a correr a toda velocidade. Mesmo assim, me sentia incapaz de me controlar enquanto a enchia com minha porra, a respiração da Violeta cada vez mais ofegante, o cabelo dela todo bagunçado e o corpo inteiro brilhando de suor.
Fiquei ali, enfiado dentro dela. E a Violeta, grata, me envolveu num abraço. Os beijos dela foram suaves. O corpo dela parecia, de alguma forma… meu.❤️Isso foi sensacional! Foi incrível! Muito obrigada! – Ela me agradeceu, pulando um pouco de euforia para me devolver o beijo, fazendo meu pau balançar dentro da buceta apertada dela.
Mas aí chegou “O terror”: a mesma expressão que toma conta da minha esposa e dos familiares dela…
– Quer fazer de novo? – perguntei cheio de vontade.
Violeta me olhou atônita.
❤️O quê? – ela perguntou, quase em estado de choque.Post seguinte
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