Fui na casa do meu sogro. Quando ele me viu naquele estado, toda alterada e soluçando, me levou pra sala e me ofereceu uma dose pra eu me acalmar.
Eu não costumo beber, então a dose me deixou um pouco bêbada, mas começou a me acalmar.
Contei pro meu sogro o que tinha acontecido, claro que ele já sabia dos nossos problemas.
Dessa vez, o que preocupava ele era meu estado de angústia e desespero, e eu não parava de soluçar. Ele me abraçava e falava com carinho, pra eu não me preocupar, que era pra isso que ele estava ali, pra nos ajudar.
Me deu outra dose e disse: “Vai, me conta. Sei que tem mais coisa que você não me disse. Não se preocupa, você sabe bem que eu tô aqui pra você, pra vocês, pra dar apoio.”
Falando isso, ele me abraçou e me encostou no peito dele. Nessa posição, ele conseguia ver claramente e quase por completo meus peitos, que por causa do decote enorme ameaçavam pular pra fora do sutiã.
Percebi como ele olhava disfarçadamente pra eles, assim pras minhas coxas, que por causa da saia curta que eu tava usando, ficavam muito expostas e quase dava pra ver a calcinha fio dental.
Pela posição que eu tava, ele conseguia me ver quase toda por inteiro e ficava falando pra eu me acalmar, me abraçando e me apertando contra ele.
Já com três doses na cabeça, criei coragem e comecei a contar sobre nossa situação. Além da financeira, tinha outras coisas que resolvi revelar.
Falei: “Sogro, o senhor conhece nossa situação e agradeço por sempre me apoiar. Mas tem algo mais além disso”, disse olhando direto nos olhos dele.
“Sogro, seu filho não me satisfaz. Não só não tem tempo pra mim, como também quase não me toca mais, e eu, sinceramente, preciso de toda a atenção possível. Sou muito jovem e tenho necessidades próprias de uma garota da minha idade.”
Ele ficou me olhando, surpreso.
“Que pena, filha. Isso eu não sabia, nem imaginava”, disse meio envergonhado.
Ele se aproximou de mim e segurou meu rosto, falando: “Você não sabe o quanto me dói ouvir isso.”
Eu me recostei no sofá, e... Involuntariamente, eu separei as pernas, deixando ver um pouco mais da minha calcinha fio dental.
O homem não sabia se olhava pras minhas pernas ou pras minhas tetas, tava visivelmente nervoso, meio sem fôlego.
Joguei a cabeça pra trás e falei: "Com licença", olhando pra ele com cara de ovelhinha, daquele jeito que derrete até o mais durão.
Ele já não conseguiu falar mais nada, só me deu um beijão na boca e começou a passar a mão entre minhas pernas. Eu, sem perceber, abri um pouco mais, e ele conseguiu tocar minha buceta.
Depois, ele partiu pras minhas tetas, apalpando e chupando meus bicos. Eles endureceram na hora, ficaram super duros, sinal de que eu já tava ficando excitada.
Abri as pernas um pouco mais, e ele finalmente conseguiu meter a mão na minha buceta à vontade.
Na hora, ele percebeu que eu já tava bem molhada. "Já tava precisando disso, né?"
"Sim, não fala, continua, continua", respondi, ofegante, suspirando e me contorcendo toda de tesão, que já tinha tomado conta de mim.
Não consegui me segurar e coloquei uma mão no volume enorme dele, que já ameaçava escapar da calça.
Do jeito que deu, ele abaixou o zíper e tirou o pau pra fora. Pra meu espanto, era enorme e grosso. Comecei a passar a mão nele com uma certa luxúria, e ele se contorcia de prazer.
Daí a pouco, ele me levantou e, de um puxão, tirou minha calcinha fio dental. Ajoelhou na minha frente e começou a lamber minha buceta, brincava com meu clitóris e enfiava os dedos no meu cu. Isso deixa qualquer uma maluca, até a mais santa, e uma puta fogosa como eu, mais ainda.
Enrolei minhas coxas nos ombros dele, prendendo ele, e com as mãos segurei a cabeça dele, esfregando ela na minha buceta. Ele devorava avidamente meus sucos e chupava meu clitóris, que já tava durinho, parecendo um pinto pequeno.
Finalmente, ele se levantou e enfiou o pauzão na minha boca, e começou a rebolar como se tivesse me comendo, mas pela boca. Eu tentava chupar a cabeçona dele, que entrava e saía da minha boca enquanto eu passava a mão nas bolas dele. Isso dava um puta prazer nele.
Daí a pouco, ele... Se recostou no sofá de barriga pra cima e me pediu pra montar nele. Fiz isso e, nessa posição, sentei no pauzão dele e enfiei tudo até o fundo. Não consegui evitar soltar um gemido de puro prazer e luxúria, e comecei a me mexer que nem uma louca, apertando o pau dele com a minha buceta e rebolando como uma verdadeira puta, uma puta profissional.
Não aguentei muito tempo e, soltando um grito de prazer e tesão, gozei pra caralho montada no pau dele.
Na mesma hora, ele se levantou, me colocou de quatro no sofá e, sem cerimônia nenhuma, enfiou o pau inteiro no meu cu. Soltei um gritinho de dor, mas passou rápido quando senti o pauzão do meu sogro atravessando meu cu, se movendo que nem um garotão, com um vigor incrível. Ele me comeu por um bom tempo até não aguentar mais e gozou dentro de mim, enchendo meu cu inteiro com o leite quente dele.
Eu não costumo beber, então a dose me deixou um pouco bêbada, mas começou a me acalmar.
Contei pro meu sogro o que tinha acontecido, claro que ele já sabia dos nossos problemas.
Dessa vez, o que preocupava ele era meu estado de angústia e desespero, e eu não parava de soluçar. Ele me abraçava e falava com carinho, pra eu não me preocupar, que era pra isso que ele estava ali, pra nos ajudar.
Me deu outra dose e disse: “Vai, me conta. Sei que tem mais coisa que você não me disse. Não se preocupa, você sabe bem que eu tô aqui pra você, pra vocês, pra dar apoio.”
Falando isso, ele me abraçou e me encostou no peito dele. Nessa posição, ele conseguia ver claramente e quase por completo meus peitos, que por causa do decote enorme ameaçavam pular pra fora do sutiã.
Percebi como ele olhava disfarçadamente pra eles, assim pras minhas coxas, que por causa da saia curta que eu tava usando, ficavam muito expostas e quase dava pra ver a calcinha fio dental.
Pela posição que eu tava, ele conseguia me ver quase toda por inteiro e ficava falando pra eu me acalmar, me abraçando e me apertando contra ele.
Já com três doses na cabeça, criei coragem e comecei a contar sobre nossa situação. Além da financeira, tinha outras coisas que resolvi revelar.
Falei: “Sogro, o senhor conhece nossa situação e agradeço por sempre me apoiar. Mas tem algo mais além disso”, disse olhando direto nos olhos dele.
“Sogro, seu filho não me satisfaz. Não só não tem tempo pra mim, como também quase não me toca mais, e eu, sinceramente, preciso de toda a atenção possível. Sou muito jovem e tenho necessidades próprias de uma garota da minha idade.”
Ele ficou me olhando, surpreso.
“Que pena, filha. Isso eu não sabia, nem imaginava”, disse meio envergonhado.
Ele se aproximou de mim e segurou meu rosto, falando: “Você não sabe o quanto me dói ouvir isso.”
Eu me recostei no sofá, e... Involuntariamente, eu separei as pernas, deixando ver um pouco mais da minha calcinha fio dental.
O homem não sabia se olhava pras minhas pernas ou pras minhas tetas, tava visivelmente nervoso, meio sem fôlego.
Joguei a cabeça pra trás e falei: "Com licença", olhando pra ele com cara de ovelhinha, daquele jeito que derrete até o mais durão.
Ele já não conseguiu falar mais nada, só me deu um beijão na boca e começou a passar a mão entre minhas pernas. Eu, sem perceber, abri um pouco mais, e ele conseguiu tocar minha buceta.
Depois, ele partiu pras minhas tetas, apalpando e chupando meus bicos. Eles endureceram na hora, ficaram super duros, sinal de que eu já tava ficando excitada.
Abri as pernas um pouco mais, e ele finalmente conseguiu meter a mão na minha buceta à vontade.
Na hora, ele percebeu que eu já tava bem molhada. "Já tava precisando disso, né?"
"Sim, não fala, continua, continua", respondi, ofegante, suspirando e me contorcendo toda de tesão, que já tinha tomado conta de mim.
Não consegui me segurar e coloquei uma mão no volume enorme dele, que já ameaçava escapar da calça.
Do jeito que deu, ele abaixou o zíper e tirou o pau pra fora. Pra meu espanto, era enorme e grosso. Comecei a passar a mão nele com uma certa luxúria, e ele se contorcia de prazer.
Daí a pouco, ele me levantou e, de um puxão, tirou minha calcinha fio dental. Ajoelhou na minha frente e começou a lamber minha buceta, brincava com meu clitóris e enfiava os dedos no meu cu. Isso deixa qualquer uma maluca, até a mais santa, e uma puta fogosa como eu, mais ainda.
Enrolei minhas coxas nos ombros dele, prendendo ele, e com as mãos segurei a cabeça dele, esfregando ela na minha buceta. Ele devorava avidamente meus sucos e chupava meu clitóris, que já tava durinho, parecendo um pinto pequeno.
Finalmente, ele se levantou e enfiou o pauzão na minha boca, e começou a rebolar como se tivesse me comendo, mas pela boca. Eu tentava chupar a cabeçona dele, que entrava e saía da minha boca enquanto eu passava a mão nas bolas dele. Isso dava um puta prazer nele.
Daí a pouco, ele... Se recostou no sofá de barriga pra cima e me pediu pra montar nele. Fiz isso e, nessa posição, sentei no pauzão dele e enfiei tudo até o fundo. Não consegui evitar soltar um gemido de puro prazer e luxúria, e comecei a me mexer que nem uma louca, apertando o pau dele com a minha buceta e rebolando como uma verdadeira puta, uma puta profissional.
Não aguentei muito tempo e, soltando um grito de prazer e tesão, gozei pra caralho montada no pau dele.
Na mesma hora, ele se levantou, me colocou de quatro no sofá e, sem cerimônia nenhuma, enfiou o pau inteiro no meu cu. Soltei um gritinho de dor, mas passou rápido quando senti o pauzão do meu sogro atravessando meu cu, se movendo que nem um garotão, com um vigor incrível. Ele me comeu por um bom tempo até não aguentar mais e gozou dentro de mim, enchendo meu cu inteiro com o leite quente dele.
4 comentários - Meu enteado me ignora e meu sogro me comeu