Não faz muito tempo que estou na Espanha, já completei dois anos desde que cheguei com meus pais numa cidade tranquila e agradável. Como é normal, meus pais começaram a trabalhar no campo em várias partes, então fizeram conhecidos, e isso nos leva a apenas alguns meses atrás.
Já era a segunda vez que íamos a uma praia específica. A primeira foi com uns amigos, e agora com os colegas de trabalho dos meus pais. Éramos eu, meus pais, o chefe junto com a esposa dele, dois homens e duas mulheres, sendo que uma delas era um casal. Tudo começou normal, entrando no mar para nos refrescar do calor, mas quando aquela mulher (vou me referir a ela como Kara) comprou uma boia inflável para ficar deitada, o marido dela não queria entrar. Então, só pra encher o saco, eu a levei para mais fundo no mar, cada vez mais longe, mas sem exagerar. Direcionei meu olhar para o biquíni dela. Ela tinha um corpo decente, com os peitos meio caídos, mas uma bunda enorme. E, sendo sincero, não sei se foi por acaso ou por safadeza, mas aproveitei que segurava a boia por baixo, bem onde estavam os peitos dela. Comecei devagar, dando uns toques suaves com meu dedo enquanto conversávamos sobre nossas vidas. Como ela não falou nada, apertei mais, e de novo não teve resposta negativa. Então deslizei minha mão, agarrando os peitos dela. Ela continuou falando como se nada, sobre os filhos dela. Eu ia continuar, mas justamente na hora chegou o almoço, então voltamos.
Durante isso, a Kara brigou com o marido por uma besteira, como acontece com todo casal, então eu sabia que tinha uma chance naquele dia. Mais tarde, as duas mulheres entraram na boia só por diversão, e como sou bem magro, consegui entrar também. Com a sorte de que o chefe nos deixou um pouco longe, coloquei minha mão de novo dentro da água, agora sem medo, agarrando a bunda dela sem vergonha. Mas, de novo, com a outra garota ali, não dava pra fazer muito. Então levei minha mão até a buceta da Kara e comecei a mexer. Acariciando, deslizando meus dedos sobre as dobras dela pra ir esquentando ela. Depois de uns minutos, enfiei um dedo, mexendo devagar pra ela curtir. A tarde tava acabando e a gente saiu; todo mundo tava decepcionado por pensar que dava pra fazer, mas com tanta gente por perto era impossível. Até que a Kara falou:
Kara: Vou pegar uns sorvetes. Vem comigo?
O marido dela e meu pai tinham ido buscar mais cerveja, então aceitei de boa, andando do lado dela enquanto a gente se afastava. Quando tivemos certeza de que ninguém tava vendo, entramos num daqueles banheiros grandes que às vezes usam como vestiário, e vi ela se virar me encarando.
Kara: Cê não é muito novinho pra ficar passando a mão nas mulheres?
Eu: Já fiz 18, e além disso, não vi você reclamar ou fazer nada a respeito.
Kara não disse nada, só sorriu, sentando na tampa do vaso, mas não sem antes deixar a parte de baixo do biquíni cair, mostrando a buceta depilada dela. Abriu as pernas bem abertas, não falava nada, só me olhava. Eu só me aproximei e me ajoelhei no chão do banheiro, chegando a cabeça perto e, sem hesitar, comecei a lamber a buceta dela, passando a língua direto sobre os lábios dela enquanto, com o polegar da mão direita, brincava com o clitóris. Não demorou pra eu ouvir os gemidos dela, enquanto eu já tava duro, porque saber que ela era casada me dava ainda mais tesão. Então, quando senti que ela tava ficando molhada, tentei deslizar a língua pra dentro. O gosto era meio amargo, mas dava pra aguentar.
Kara: Ah, continua assim, pequeno. Faz dias que não me dão atenção aqui embaixo.
Senti a mão dela na minha nuca, apertando pra eu não me afastar, então eu mexia a língua do jeito que dava. Sendo inexperiente, custava a mexer como queria, mas no final me virei pra fazer ela gozar, depois de enfiar dois dedos dentro do cu dela. Não hesitei em beber todo o líquido dela antes de tirar a cabeça e me levantar.
Eu: Essa é minha primeira vez.
Kara: Então que seja. especial: mete sem camisinha e não se preocupa, depois da minha segunda filha eu fiz a cirurgia, não posso mais engravidar
enquanto dizia aquelas palavras, com as mãos ela puxou meu short e cueca pra baixo, deixando meu pau duro à mostra, que não era nada especial, só 15 cm, mas sempre melhor que ter micropênis. me aproximei e Kara pegou meu pau, colocou a cabeça contra os lábios dela. mexendo a cintura, comecei a penetrar até meter tudo. abaixando a cabeça, chupei um dos peitos dela pra começar as investidas, primeiro devagar, mas depois cada vez mais rápido e forte. sentir finalmente aquelas paredes apertadas em volta do meu pau inteiro me fez mais feliz que tudo naquele dia
Kara: ahhhh ahhh isso, vai mais forte, rápido!! que a gente não pode demorar!!
eram os gemidos de Kara enquanto eu fodia ela a poucos metros do marido. no final, gozei, soltando todo o meu sêmen direto no útero. peguei uma toalha que tinha na minha mochila, onde estava minha roupa de troca, limpamos nossos corpos suados e ainda me troquei. saímos com cuidado do banheiro, compramos sorvete e falamos que não achamos nada perto, então fomos pra outro lugar. por sorte, acreditaram na gente e, apesar de ter sido muito rápido, pude aproveitar uma mulher casada, que deu um beijo no marido assim que chegamos
até aqui minha experiência e primeiro relato, por favor comenta e avalia, além disso tô aberto a sugestões pra melhorar os relatos
Já era a segunda vez que íamos a uma praia específica. A primeira foi com uns amigos, e agora com os colegas de trabalho dos meus pais. Éramos eu, meus pais, o chefe junto com a esposa dele, dois homens e duas mulheres, sendo que uma delas era um casal. Tudo começou normal, entrando no mar para nos refrescar do calor, mas quando aquela mulher (vou me referir a ela como Kara) comprou uma boia inflável para ficar deitada, o marido dela não queria entrar. Então, só pra encher o saco, eu a levei para mais fundo no mar, cada vez mais longe, mas sem exagerar. Direcionei meu olhar para o biquíni dela. Ela tinha um corpo decente, com os peitos meio caídos, mas uma bunda enorme. E, sendo sincero, não sei se foi por acaso ou por safadeza, mas aproveitei que segurava a boia por baixo, bem onde estavam os peitos dela. Comecei devagar, dando uns toques suaves com meu dedo enquanto conversávamos sobre nossas vidas. Como ela não falou nada, apertei mais, e de novo não teve resposta negativa. Então deslizei minha mão, agarrando os peitos dela. Ela continuou falando como se nada, sobre os filhos dela. Eu ia continuar, mas justamente na hora chegou o almoço, então voltamos.
Durante isso, a Kara brigou com o marido por uma besteira, como acontece com todo casal, então eu sabia que tinha uma chance naquele dia. Mais tarde, as duas mulheres entraram na boia só por diversão, e como sou bem magro, consegui entrar também. Com a sorte de que o chefe nos deixou um pouco longe, coloquei minha mão de novo dentro da água, agora sem medo, agarrando a bunda dela sem vergonha. Mas, de novo, com a outra garota ali, não dava pra fazer muito. Então levei minha mão até a buceta da Kara e comecei a mexer. Acariciando, deslizando meus dedos sobre as dobras dela pra ir esquentando ela. Depois de uns minutos, enfiei um dedo, mexendo devagar pra ela curtir. A tarde tava acabando e a gente saiu; todo mundo tava decepcionado por pensar que dava pra fazer, mas com tanta gente por perto era impossível. Até que a Kara falou:
Kara: Vou pegar uns sorvetes. Vem comigo?
O marido dela e meu pai tinham ido buscar mais cerveja, então aceitei de boa, andando do lado dela enquanto a gente se afastava. Quando tivemos certeza de que ninguém tava vendo, entramos num daqueles banheiros grandes que às vezes usam como vestiário, e vi ela se virar me encarando.
Kara: Cê não é muito novinho pra ficar passando a mão nas mulheres?
Eu: Já fiz 18, e além disso, não vi você reclamar ou fazer nada a respeito.
Kara não disse nada, só sorriu, sentando na tampa do vaso, mas não sem antes deixar a parte de baixo do biquíni cair, mostrando a buceta depilada dela. Abriu as pernas bem abertas, não falava nada, só me olhava. Eu só me aproximei e me ajoelhei no chão do banheiro, chegando a cabeça perto e, sem hesitar, comecei a lamber a buceta dela, passando a língua direto sobre os lábios dela enquanto, com o polegar da mão direita, brincava com o clitóris. Não demorou pra eu ouvir os gemidos dela, enquanto eu já tava duro, porque saber que ela era casada me dava ainda mais tesão. Então, quando senti que ela tava ficando molhada, tentei deslizar a língua pra dentro. O gosto era meio amargo, mas dava pra aguentar.
Kara: Ah, continua assim, pequeno. Faz dias que não me dão atenção aqui embaixo.
Senti a mão dela na minha nuca, apertando pra eu não me afastar, então eu mexia a língua do jeito que dava. Sendo inexperiente, custava a mexer como queria, mas no final me virei pra fazer ela gozar, depois de enfiar dois dedos dentro do cu dela. Não hesitei em beber todo o líquido dela antes de tirar a cabeça e me levantar.
Eu: Essa é minha primeira vez.
Kara: Então que seja. especial: mete sem camisinha e não se preocupa, depois da minha segunda filha eu fiz a cirurgia, não posso mais engravidar
enquanto dizia aquelas palavras, com as mãos ela puxou meu short e cueca pra baixo, deixando meu pau duro à mostra, que não era nada especial, só 15 cm, mas sempre melhor que ter micropênis. me aproximei e Kara pegou meu pau, colocou a cabeça contra os lábios dela. mexendo a cintura, comecei a penetrar até meter tudo. abaixando a cabeça, chupei um dos peitos dela pra começar as investidas, primeiro devagar, mas depois cada vez mais rápido e forte. sentir finalmente aquelas paredes apertadas em volta do meu pau inteiro me fez mais feliz que tudo naquele dia
Kara: ahhhh ahhh isso, vai mais forte, rápido!! que a gente não pode demorar!!
eram os gemidos de Kara enquanto eu fodia ela a poucos metros do marido. no final, gozei, soltando todo o meu sêmen direto no útero. peguei uma toalha que tinha na minha mochila, onde estava minha roupa de troca, limpamos nossos corpos suados e ainda me troquei. saímos com cuidado do banheiro, compramos sorvete e falamos que não achamos nada perto, então fomos pra outro lugar. por sorte, acreditaram na gente e, apesar de ter sido muito rápido, pude aproveitar uma mulher casada, que deu um beijo no marido assim que chegamos
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