63📑Él Ginecólogo

63📑Él GinecólogoO consultório do doutor León Ramírez estava sempre cheio. Não era por acaso. Era pelo seu profissionalismo e pelo uso de Medicinas Naturais. León tinha quarenta e dois anos, mãos firmes e voz grave. Seus olhos escuros sabiam olhar além do jaleco, além da pele. Naquela terça-feira à tarde entrou Natalia, uma mulher de trinta anos, pele morena, pernas longas e um vestido justo. Fingia nervosismo, mas também o desejava.

— Boa tarde, Natalia... — disse León com um sorriso, enquanto a convidava a sentar.

— Oi, doutor. Vim para um check-up… de rotina — respondeu ela, cruzando as pernas com uma lentidão calculada.

León revisou seu histórico. Levantou-se com calma, trancou a porta e diminuiu as luzes do consultório.

— Pode passar para a maca, por favor. Você já conhece o procedimento…

Natalia tirou a calcinha, deitou-se com as pernas abertas no aparelho ginecológico e o encarou, esperando mais do que um diagnóstico.vadiaLeão calçou as luvas de látex, inclinou-se entre suas coxas e observou-a sem vergonha.
— Tem sentido algum incômodo?
— Às vezes sinto... uma pressão. Um vazio, aqui — sussurrou, guiando a mão enluvada dele até sua buceta molhada.
O doutor fingiu examiná-la, roçando seus lábios com o dorso dos dedos, explorando com dois dedos que adentraram lentamente. Ela soltou um gemido suave.
— Acho que o que você precisa é... um tratamento mais profundo — disse, tirando as luvas e desabotoando o cinto.
Sua "ferramenta" de carne sobressaiu firme, longa e grossa, pulsando com autoridade. Natália olhou para ele com os olhos ardendo.
— Tem certeza de que quer continuar?
Ela apenas assentiu, abrindo ainda mais as pernas. Leão posicionou-se entre suas coxas, esfregando a ponta contra a entrada já encharcada. Sem mais delongas, afundou nela, devagar no início, até ficar completamente dentro.
Natália arqueou as costas, ofegante. A maca rangia a cada investida profunda e calculada. Leão segurava seus quadris com força, penetrando-a com precisão cirúrgica, como se conhecesse cada canto de sua anatomia, cada ponto exato que a fazia tremer.
— Aí... doutor... mais — gemeu ela, suada, agarrando-se às bordas da poltrona.
Leão acelerou o ritmo, enchendo-a uma e outra vez, até que Natália se sacudiu com um orgasmo que a deixou trêmula, encharcada e transbordando.
Ele a olhou de cima, ainda dentro dela.
— O tratamento não terminou. Você vai precisar de outra sessão... amanhã.
Natália sorriu, com as bochechas vermelhas e as pernas moles.
— Então... voltarei, doutor.
E assim, mais uma passava a fazer parte da lenda do consultório. Onde o doutor Ramírez tratava suas pacientes com um remédio que nenhuma farmácia vendia.vadiaO relógio marcava seis e vinte da tarde. Lá fora, a clínica parecia vazia, mas no consultório do doutor Ramírez ainda havia consultas por atender.

— Seu nome? — perguntou ele, sem levantar os olhos do prontuário.

— Diana… Diana Ríos.

Ao levantar o olhar, León se deparou com uma mulher de uns trinta e cinco anos, elegante, segura, mas com um ar de desconforto. Sua beleza era discreta, com lábios carnudos e uma cabeleira escura que caía sobre seus ombros como um manto de mistério.

— O que a traz aqui, Diana?

Ela se sentou diante dele, cruzou as pernas e hesitou antes de falar.

— É difícil explicar… ultimamente não sinto… quase nada. Na intimidade. Nem com meu parceiro, nem sozinha… nada.

O doutor fechou a pasta com calma.

— Já tentou estímulos diferentes? Lubrificação? Posições?

— Tudo. E nada funciona. É como se algo tivesse se apagado lá embaixo.

León a encarou fixamente. Seus olhos a despiam mais do que qualquer jaleco.

— Vamos examiná-la. Às vezes não é físico. Às vezes o corpo só… precisa se lembrar de si mesmo.

Diana o seguiu até a maca. Tirou a roupa sem que ele pedisse. Seu corpo era firme, com quadris largos e uma pele que convidava ao pecado. Deitou-se na maca, abrindo as pernas timidamente, enquanto ele colocava as luvas.ginecologistaO primeiro contato foi suave, apenas um toque com os dedos enluvados. Mas sua buceta estava seca. Fechada.
— Relaxa. Deixa eu te guiar — sussurrou.

Leão aproximou o rosto, soprou suavemente entre seus lábios íntimos e começou a lambê-la, primeiro devagar, depois com uma língua mais firme, profunda, precisa. Diana respirava fundo, mas ainda não reagia.
— Nada… — murmurou, frustrada.

Então ele se levantou, tirou as luvas, abriu a calça e tirou sua ferramenta de carne. Firme, longa, grossa, pulsante.
— O corpo às vezes precisa de um estímulo mais real. Mais… humano.

Diana olhou para ele, hesitante. Mas seu corpo já começava a esquentar, como se algo, lá no fundo, estivesse despertando.
Ele apoiou a ponta contra seus lábios e foi penetrando-a aos poucos. Primeiro só a cabeça, depois mais alguns centímetros. Devagar. Bem devagar.

Ela soltou um suspiro.
— Tá sentindo?
— Um pouco… — disse, surpresa.

Então ele a segurou pela cintura e começou a meter com mais força, mais fundo. A cada enfiada, Diana abria mais as pernas, fechava os olhos, respirava mais rápido.
— Ah… doutor… agora sim…

Leão a penetrava com maestria, com ritmo, com intenção. Seu “tratamento” era direto, clínico, carnal. Sua ferramenta trabalhava como um bisturi vivo, cortando camadas de bloqueio, mexendo onde nenhuma terapia havia chegado.
— Tô sentindo… tô sentindo tudo — gemeu ela, entre tremores.

E de repente, seu corpo arqueou num orgasmo longo, arrepiante, daqueles que nascem lá do fundo e se espalham por toda a pele.
Leão a segurou enquanto ela tremia, ainda dentro dela, liberando sua própria tensão num gemido contido. Depois saiu devagar, deixando Diana ofegante, nua e redescoberta.

— Como se sente agora?
— Diferente. Acordei.

Ele sorriu enquanto a ajudava a se levantar.
— O tratamento pode exigir mais sessões… pra consolidar o efeito.
— Então eu volto. Mas não como paciente… como viciada — disse, mordendo o lábio.

E saiu do consultório com as pernas bambas e o desejo finalmente aceso.Relatos eroticosO calor da tarde pesava sobre as janelas do consultório, mas lá dentro tudo era frescor e silêncio. O doutor Ramírez terminava de limpar seus instrumentos quando a porta se abriu e ela entrou: Laura, 29 anos, pele clara, bochechas vermelhas de vergonha e um olhar que não ousava encontrar o dele.
— Boa tarde — murmurou, fechando a porta atrás de si.
— Pode entrar, sente-se — disse ele, sem levantar os olhos ainda —. O que a traz aqui?
— Hmm… estou com um incômodo, doutor. Uma coceira constante… lá embaixo. Há semanas. Não é infecção, fiz exames. Não tenho nada.
— E quando coça mais? — perguntou, finalmente erguendo o olhar.
— Quando estou excitada… ou quando estou sozinha em casa, em silêncio. Mas não é prazer… é como uma necessidade desesperada… como se algo me faltasse.
Ele sorriu com calma.
— Tire a roupa e deite-se. Vamos ver que tipo de necessidade é essa.
Laura tirou o short de jeans e a calcinha fio-dental rosa, revelando uma buceta depilada, avermelhada, pulsante. Ajeitou-se na maca, um pouco nervosa, abrindo as pernas devagar. Seus lábios estavam inchados, brilhantes, mas não por doença. Era fome. Era ansiedade.relatos pornoLeão se aproximou, posicionando-se entre suas coxas. —Sente isso? —perguntou, passando um dedo bem de leve sobre o clitóris. —Sim… queima. Mas eu gosto… —disse, mordendo o lábio. O doutor observou por alguns segundos. Sua experiência não deixava dúvidas. —Não é uma infecção. É excesso de acumulação. Você precisa liberar a tensão. Seu corpo está pedindo por algo mais intenso. Mais… profundo. Laura o olhou com desejo, sem palavras. Ele tirou as luvas, abriu o jaleco e sua ferramenta de carne apareceu, pronta, imponente. Sua ereção já pulsava com fome sob a luz suave do consultório. —Tem certeza? —perguntou ele, como sempre. —Por favor… me cura. Sem mais, ele a segurou pelos quadris e apoiou a ponta quente contra seus lábios úmidos. Ela tremeu ao sentir o contato, como se a coceira se concentrasse naquela única fricção. Então, ele a penetrou devagar, sabendo exatamente como fazer: primeiro lento, quase suave, e depois aumentando a pressão, até estar totalmente enterrado dentro dela. Laura gemeu baixinho, com uma mistura de alívio e desejo. —Ah, doutor! Aí… aí é onde está coçando… Leão começou a se mover com um ritmo calculado, direto, metendo nela com seu pau como se estivesse apagando um fogo interno. Cada enfiada era um arranhão prazeroso que acalmava aquela coceira ardente que a devorava há dias. Ela se arqueava, cravava as unhas nas costas dele, suplicava sem pudor: —Não para… continua, mais… queima… mas eu gosto…63📑Él GinecólogoLeão a segurou pelo pescoço e a encarou nos olhos enquanto a penetrava com mais força. Sua ferramenta, quente e pulsante, esfregava cada parede interna da buceta de Laura como um remédio exato. E então aconteceu: um orgasmo tão intenso que fez Laura gritar sem vergonha, convulsionando, soltando uma torrente de prazer contido que molhou suas coxas e a maca. Sua pele brilhava. Seu corpo vibrava. E a coceira… desapareceu.

Leão se retirou devagar, deixando sua semente como um selo invisível dentro dela.

— Como você está se sentindo? — perguntou enquanto a ajudava a se sentar.

— Vazia… feliz… como se alguém tivesse coçado minha alma por dentro — disse ela, rindo pela primeira vez.

O doutor assentiu com sua eterna calma.

— Às vezes o corpo não precisa de remédios. Só precisa ser ouvido… com o corpo.

Laura se vestiu em silêncio. Antes de ir embora, parou na porta e se virou.

— E se a coceira voltar?

Leão sorriu.

— Estarei aqui. Para tratá-la de novo… quantas vezes for preciso.

Tinham passado apenas três dias desde que Laura deixou o consultório com as pernas trêmulas e o corpo sem coceira, mas sua mente não tinha descansado um segundo.

Ela pensava nele constantemente. Na voz dele, no cheiro dele… mas, principalmente, naquela ferramenta. Grande. Pulsante. Humana. Mais eficaz que qualquer remédio. Sua buceta lembrava. Desejava. Precisava.

E ela, simplesmente, não conseguiu resistir.

Naquela tarde, o doutor Ramírez estava prestes a fechar o consultório quando alguém bateu suavemente na porta. Ao abrir, a viu: saia curta, blusa solta sem sutiã e uma caixa nas mãos.

— Laura… você não tinha consulta.

— Não vim como paciente, doutor. Vim… agradecer.

Ela entregou a caixa. Ao abri-la, ele encontrou um bolo caseiro de chocolate, ainda quente.

— Fui eu que fiz — disse ela com um sorriso. — Mas esse não é o único presente que quero dar.

Ela o encarou firme e, sem esperar resposta, se ajoelhou diante dele.

— Laura…

— Shhh… — sussurrou —. Deixe-me fazer isso. Você merece.
Ele baixou o zíper com mãos firmes e tirou sua "ferramenta", que não demorou a endurecer com o contato de seu hálito quente. Olhou para ela por um instante, com uma mistura de reverência e desejo animal, e então começou a chupá-la com uma delicadeza que logo se transformou em fome.
Enfiou até a garganta, com gemidos guturais. A saliva escorria pela base, e suas mãos acariciavam os testículos com uma suavidade viciante.
— Ah, Laura… — murmurou ele, deixando a cabeça cair para trás.
Ela parou, com os lábios brilhantes e os olhos em chamas.
— Mas ainda não terminei de agradecer, doutor.
Ela se levantou, levantou a saia, puxou a calcinha para baixo e montou nele enquanto ele ainda estava sentado em sua cadeira de couro. Desceu devagar, sentindo centímetro a centímetro como aquela ferramenta a invadia novamente.vadia—Ahhh… eu estava tão desesperada por isso…! E começou a cavalgá-lo com fúria, com fome, como se cada movimento apagasse as horas de espera, como se o bolo fosse apenas um pretexto e seu verdadeiro presente fosse se entregar por completo. O rangido da cadeira acompanhava o bate-bate de suas nádegas. Seus peitos pulavam sob a blusa sem sutiã, e sua boca aberta deixava escapar gemidos doces, quebrados. —Doutor… eu vou gozar de novo… estou ficando viciada no seu pau, em você… Ele a segurou pela cintura e a enfiou com força, fazendo com que ela gozasse gritando. Sua buceta se contraiu violentamente, escorrendo sobre ele enquanto o abraçava com todo o corpo. Ele também a segurou firme, descarregando dentro dela com um gemido rouco, grosso, que encheu suas entranhas como uma injeção direta de prazer. Ficaram ofegantes por alguns segundos, sem palavras. Laura ajeitou a saia, beijou seu pescoço e sorriu. —Obrigada, doutor… se continuar me tratando assim… vai ter bolo todos os dias. E foi embora, deixando-o ali, com a braguilha aberta, o consultório cheirando a sexo… e um pedaço de chocolate ainda sem provar. Desde que Laura saiu naquela tarde, com seu bolo e sua buceta pingando gratidão, o doutor Ramírez nunca mais foi o mesmo. Passou os dias revisando prontuários, explorando vaginas alheias, receitando tratamentos… mas com o corpo tenso, os ovos pesados, e uma sensação nova que não conhecia: uma ansiedade crescente, ardente, em sua carne e sua mente. Uma coceira, sim. Não física, mas interna. Psicológica. Emocional. Sexual. Ele se lembrava dela cavalgando, com aquele rosto de viciada feliz. A imaginava molhada, esperando que ele entrasse em sua casa e a pegasse contra a mesa, com as mãos cheias de massa de bolo e as pernas abertas. Sempre que pensava nela, seu pau se levantava como se tivesse vida própria. E naquela tarde, ele não aguentou mais. Eram sete horas. A clínica estava fechada. E ele, com seu jaleco branco aberto, dirigia direto para a o endereço que Laura havia deixado na ficha de registro. Ele tocou a campainha. Silêncio. Tocou novamente. E então a porta se abriu.

—Doutor… —disse Laura, surpresa, envolvida apenas numa toalha.

—Laura. Preciso… te ver. Não como paciente. Como homem. Tenho uma coceira… uma ardência no corpo que não me deixa dormir. E só você pode aliviá-la.

Ela o encarou séria. Mas seus olhos brilhavam. Deixou a toalha cair sem dizer uma palavra.

Estava completamente nua. Seios firmes, mamilos duros, e entre suas pernas, aquela buceta que parecia chamar pelo nome dele.vadiaEle entrou como um predador, fechando a porta com um golpe seco. Encurralou-a contra a parede, beijou-a com fome, lambeu-a do pescoço, pelos peitos, até o umbigo, e desceu com o desespero de quem está doente de desejo. Ajoelhou-se diante dela, como um pecador diante de um altar, e abriu seus lábios com os dedos, devorando-a com a língua, lambendo, chupando, mordendo suavemente. Ela se agarrava no batente da porta, gemendo, arqueando-se, tremendo.

—Doutor… agora o doente é você…

—E você é minha cura — rosnou ele, tirando a calça.

Ergueu-a nos braços com uma força brutal e a penetrou contra a parede, com investidas profundas, violentas, cheias de todo o ardor acumulado. Ele não estava apenas transando com ela. Ele precisava dela. Cada empurrão era um alívio. Cada gemido, um remédio. A coceira se transformava em suor, em ofegos, em espasmos de prazer que sacudiam seus corpos.

Ela gozou duas vezes. Ele, à beira da loucura, se esvaziou dentro dela com um rosnado animal, deixando seu sêmen quente no fundo de sua paciente favorita. Ficaram abraçados contra a parede, respirando como feras depois do combate.

—Agora eu entendo — sussurrou ele, beijando sua testa. — Algumas doenças não se curam. Se alimentam. E eu… preciso me alimentar de você.

Ela sorriu com os olhos fechados.

—Então venha sempre que der coceira, doutor. Estou disposta a ser seu tratamento… particular.

Naquela manhã, o doutor Ramírez não esperava pacientes. Tinha bloqueado a agenda para organizar papéis, limpar o consultório e, talvez, relembrar o corpo de Laura com a mão fechada em sua ereção.

Mas ela não lhe deu tempo.

Entrou sem bater. Vestida com uma minissaia preta, top justo, e aquele olhar possessivo que não escondia mais.

—Doutor — disse ela, fechando a porta. — Hoje não vim me curar. Hoje vim reclamar o que é meu.

—O que você quer dizer?

—Quero ser sua namorada. Exclusiva. Quero que não haja mais pacientes especiais. Só eu. Só você. Que você me coma sempre que der coceira… e que me Pode me usar quando precisar. León a encarou. Seu corpo ardia só de olhar para ela. Sabia que não era profissional. Que estava ultrapassando todos os limites.
E mesmo assim… seu pau se levantou sozinho sob o jaleco.
— Tem certeza do que está pedindo?
— Tenho. Mas quero selar isso como se faz neste consultório.
Dito isso, tirou a roupa como se estivesse pegando fogo, empurrou-o para a maca, sentou-o e trepou em cima com um sorriso de loba faminta.
— Então, me faça sua. Mas não como paciente… como mulher.
Montou nele, guiando a cabeça quente de sua ferramenta até se molhar com a ponta. Depois desceu devagar, se enchendo centímetro por centímetro, soltando um gemido suave enquanto começava a cavalgá-lo com força, com a bunda quicando, com o corpo suado e feliz.
— Deus… você é viciante… — sussurrou ele, com as mãos em seus quadris.
— E sua. Só sua.
Os gemidos enchiam o quarto. O cheiro de sexo era brutal. Ele a agarrava pela nuca e apertava seus peitos, chupava os mamilos, ela o montava como se estivesse domando uma fera.
E justo quando estavam prestes a gozar juntos, a porta se abriu bruscamente.
— Doutor, esqueci que tinha consulta… — era Valentina, a paciente que havia vindo semanas antes pela falta de sensibilidade.
Ela ficou congelada. Eles também.
Laura, empalada até o fundo, com o rosto vermelho. León, nu, com seu pau latejando dentro da buceta dela.
Um silêncio carregado de tesão.
Valentina fechou lentamente a porta… mas não foi embora.
— Desculpe interromper — disse, com uma voz quase inaudível, enquanto encarava a cena com os lábios entreabertos —. Só queria dizer que… desde que você me atendeu… recuperei toda a sensibilidade. E mais.
Fez uma pausa. Depois sorriu.
— Mas talvez… eu precise de um exame mais profundo. Se sua namorada não se importar… poderíamos dividir o horário.
Laura, ainda montada, devolveu o olhar. E sorriu como uma loba.ginecologista—Só se você tiver coragem de cavalgar depois de mim, querido. E naquele momento, o doutor Ramírez soube que seu consultório estava prestes a se tornar um lugar muito mais... movimentado.Relatos eroticos

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