Virei fã dessa rede de contatos. Vejo que todo mundo se solta e fala o que quer e sente, e em alguns casos, o que tão vivendo, como é o meu caso. Tenho que admitir que me dá muito tesão saber que tem gente que vive uma sexualidade intensa e que é malvista pela sociedade. Vivem escondidos do mundo, mas na intimidade de casa é outra história.Decidi entrar numa rede social como essa! Há algumas semanas, isso me trouxe um monte de emoções. Li vários relatos de mulheres e homens que provocam um tesão incrível, principalmente daquelas mães que curtem transar com os filhos — uff, isso que elas dizem e escrevem. Dito isso, quero compartilhar, aproveitando esse anonimato, uma experiência que tive!!!! Tá me deixando maluca, não sai da minha cabeça.
Meu nome é Tamara, uma mulher separada de 46 anos, colombiana. Olhos claros e profundos. Lábios sugestivos e carnudos. Pele branca. Cabelo preto e um corpo gostoso, com pernas grossas e uma bunda boa, e uns peitos grandes que são um espetáculo. A típica de quadril largo e entreperna apertada, por isso uso mais vestidos, porque calças eu rasgo na parte interna rapidinho e minhas carnes marcam demais. Pra idade que tenho, um pouco gordinha, mas nada que uma coroa gostosa como eu não possa se dar ao luxo, hehe.
Moro em Barcelona, Espanha, há 10 anos com quem foi meu marido e meus 2 filhos. Depois de anos de abuso psicológico e abandono por parte dele e uma traição, decidi me separar daquele filho da puta gordo e precoce — e não sei como consegui ficar casada tanto tempo com um babaca daquele!!!! Decidi me dedicar à criação dos meus filhos. Já faz 1 ano que estou sozinha, entre o trabalho e minha casa, não tinha vida pra mim. Meus dois filhos, Carlos (18) e Nicole (24), me consumiam. Dois adolescentes, ambos muito bons filhos. Às vezes, a gente como mãe não percebe que os filhos crescem, se transformam e que já não são mais aqueles bebês que você trouxe ao mundo, que já estão... Grandes e que precisam de outras coisas. Tudo isso aconteceu mais ou menos há um mês atrás. Chegando cedo do trabalho um dia, cansada, tirei os sapatos como de costume, ouvi gemidos e barulhos, os típicos de quem tá transando. Na minha cabeça, pensei que era a Nicole, que é uma garota muito piranha e provocante, e ia dar uma bronca nela. Quando me espiei, era meu menino, o pequeno, com 18 anos, comendo de quatro uma garota que eu nunca tinha visto na vida. A verdade é que, ao ver o jeito que ele bombeava e o ritmo que tinha, fiquei parada, sem articular uma palavra… Não sei por quê! No momento em que ele mudou de posição e tirou o pau pra fora, fiquei gelada, com os olhos vidrados no tamanho e na grossura. É um pau bonito (meu filho é muito bem dotado). Senti uma excitação, muito excitada, uma mistura de raiva e ciúmes vendo aquela cena pornô com meu próprio filho, e isso me esquentou ainda mais, ainda mais descobrir o pau dele (já fazia muitos anos que não via). Isso e o tesão de estar escondida, com a porta entreaberta, era o cenário perfeito. O jeito de gemer e gritar daquela puta tava aproveitando o pau do meu filho, normal, aquele tamanho e o jeito de foder, aquela força e empurrão forte enquanto dava tapas na bunda e falava: “Isso, minha puta, cê gosta do meu pau? Vou arrebentar sua buceta, puta.” Isso me esquentou tanto que saí de lá sem ser notada. Tava tão nervosa e com tesão ao mesmo tempo que pude sentir minha calcinha molhada e meus peitos durinhos como dois botões. Já na rua, agitada, nervosa e ainda bem arrechaça… Entrei num bar, pedi uma cerveja pra acalmar o tesão, algo gelado. Sou de quadril largo, e ter as coxas tão grossas provoca um aperto nas minhas partes de sempre. Minha calcinha com aquela umidade e as imagens do que acabava de ver me levaram a pedir o banheiro, abaixar minha calcinha encharcada e acariciar meus lábios carnudos da buceta. Nunca tinha estado tão arrechaça. Aquelas paredes sujas foram testemunhas de como eu enfiava meus dedos, meu tempo de abstinência e o fato de ser numa mulher. que curte sexo igual eu (não sou ninfomaníaca nem nada, mas qual mulher não gosta de uma boa foda? Tava há muito tempo e, sinceramente, quando bate a necessidade, gosto de me masturbar. Não sou de transar com qualquer um). Isso foi o estopim. Meus muslos escorriam enquanto eu mordia o lábio.
Ao chegar em casa mais tarde e com mais de uma cerveja na cabeça, eu tava tranquila. Cumprimentei meus 2 filhos com um beijo na testa como sempre e falei: "Amores, vou dormir. Até amanhã." Beijei eles de novo. Ao me despedir do Carlos, me senti muito estranha. Quando entrei no meu quarto já tão tarde, decidi tomar um banho de madrugada — precisava pra caralho!!! Sou uma mulher que sempre dorme muito tarde por causa do horário do meu trampo, posso me dar esse luxo.Naquele dia, não parava de lembrar como meu filho transa bem, aquela forma de comer, ele é meu macho. Que gostoso que ele faz e que pica linda ele tem. Enquanto enfiava meus dedos na minha buceta completamente ensopada, não parei de me dar prazer, imaginando ser eu — queria ser eu a garota daquela tarde, aquela mulher de quatro com minha bunda enorme recebendo as investidas brutais e fortes do meu menino. Assim, forte, me penetrando, batendo nas minhas nádegas e deixando as marcas das mãos delas. Era incrível como eu jorrava enquanto gozava com minhas pernas grandes levantadas, também desejando estar assim pra ele. Minhas coxas enormes nos ombros dele e ele me fodendo com aquela pica linda, me penetrando, pum pum pum, a virilha dele batendo na minha bunda enorme de mãe. Enquanto eu gritava: "Filho, eu sou sua puta, me dá mais forte! A buceta da mamãe quer seu gozo!" Tanto tempo... Ele é jovem, com aquela resistência da juventude, ele me comia do jeito que queria. Pensando na pica dele, eu enlouquecia. Eram 3 da madrugada e eu queria mais. Saber que aquele moleque de apenas 18 anos comia tão bem e tava a metros de mim me fazia jorrar. Minha buceta faminta engolia meus dedos. Na verdade, até com a outra mão procurei meu cu. Sou daquelas mulheres que curte se masturbar depois da separação — tive algumas aventuras, mas também gosto de me dar muito amor sozinha. Dessa vez, com a imagem do corpo e da pica do meu próprio primogênito, meu lindo príncipe, eu acariciava meus peitos, aqueles que deram o leite pra criar aquele homem lindo. Chupava quando era pequeno, agora queria que ele fizesse de novo, queria a língua dele, os beijos dele, o pau dele, aquela vergota, mais uma gozada, mais uma esporrada. Comecei a balbuciar o nome dele, a pedir o pau dele suavemente, a reclamar algo que é meu. Deus, que delícia, só de lembrar já fico toda molhada de novo.
Quando fui ao banheiro, minhas pernas começaram a tremer, não sei se era de vergonha ou por tudo que aconteceu naquele dia!!!!!! Minhas pernas tremiam, queria ir até aquela porta, mas a consciência de mãe e meus preconceitos diziam que na outra porta também estava minha filha… O que ela ia dizer e pensar da mãe dela?? Que ia nos ver!! Que o que eu queria fazer era uma loucura!! Que ia destruir minha família!!!!! Que eu estava totalmente louca!!!!! …..a melhor noite da minha vida, que me deixou fodidamente enlouquecida……..
Vejo meu filho tentando disfarçar, tentando não olhar pro volume dele, mas às vezes não consigo. No meu quarto, sozinha e com meus olhos de louca e minha pussy ardente, dou vazão a pensamentos pervertidos…. Desde aquele dia, tudo mudou pra mim. Meu filho é um homem, um macho, já não é mais um menino e tem a mãe dele enlouquecida. Sei que é errado pensar num filho assim, nunca tinha pensado nisso antes e agora não paro…. De verdade, não paro… é a loucura mais maravilhosa pra mim… sei que é errado, sei que muita gente questiona, mas aqui a gente se sente liberada… pra sociedade convencional, isso é visto como algo aberrante. EU estou totalmente louca, isso eu sei!¡!!!¡¡!!¡!!
25 comentários - Enlouquecida de ciúmes, fiquei doida
calmara tu calentura esta pija en tu culo???
Siempre me consentía mucho
Y me dejó meter mi pene en su vagina poco a poco. Fue lindo