Ajoelhado ao lado do meu filho enquanto aqueles canalhas comiam as nossas mulheres. Nós dois de joelhos com o pau enjaulado, não sabia se devia me sentir mal por não ter passado pra ele genes de macho alfa ou uma piroca grande.
Ambos somos uns betas, talvez essa seja nossa raça de betas e esse é o nosso lugar.
Por outro lado, a visão dos machos tinha que ser imbatível, invejável. Eles tinham as nossas mulheres de quatro e, aos berros, pedindo mais daquela pica enorme, enquanto os próprios cornos dos namorados delas estavam de joelhos vendo aquela cena. Na hora dos machos presentes, a gente era escravo deles, eles os nossos donos e senhores.
O macho alfa do meu filho era ainda mais humilhante e ofensivo, já que era rival do meu filho. O time do macho sempre esmagava o time do meu filho, e a namorada dele estava entre as líderes de torcida. Quase sempre ele adorava que ela usasse a camisa do meu filho enquanto a comia, e no meu filho eles colocavam a minissaia de cheerleader. Não tinha como competir, os dois machos deixavam clara a superioridade física deles.
Como já não escondíamos mais nada, muitas vezes os dois machos ficavam na nossa casa, dormindo com suas respectivas mulheres enquanto os cornos iam pro sofá. Aquele dia foi especial, porque os machos ordenaram que as 4 putas devíamos estar esperando eles de joelhos, betas de pinto enjaulado, todos com a coleira no pescoço presa na porta. Simplesmente esperando pelos donos... Quando abriram a porta, lá estávamos nós, feito 4 cachorras esperando seus donos de joelhos e amarradas. Cada dono pegou sua putinha e nos levou até a sala. Nós de quatro, seguindo igual umas putas obedientes.
Eles se sentaram e ficaram confortáveis enquanto a gente ficava entre as pernas longas deles. Era hora de chupar a pica dos nossos donos, satisfazer nossos machos. Uma cena de dar inveja, as 4 putas de joelho mamando naquelas piconas enormes, engasgando com a própria baba.
Depois nos fizeram colocar a camisinha nos nossos amos e vinha a posição de 69 cuck. O close de como aquela rola enorme entra na buceta da sua mulher enquanto ela aperta ou segura seu pauzinho enjaulado.
A porra daquela buceta mandou a gente tirar a camisinha, e aí no pelo entrou aquela pica enorme. Não aguentei mais e, mesmo enjaulado, gozei meu sêmen inútil. Ouvi: "Esse cuck patético gozou vendo eu foder a mulher dele." Enquanto continuava furando a minha mulher. "Abre a boca, cuck", ordenou o outro macho. Ele tava se revezando entre a boca e a buceta. De repente, percebi que as bolas do meu macho começaram a se contrair, e era que vinha a descarga dele. Ele gozou dentro da minha mulher, mas isso não o parou; continuou comendo sem perder a ereção, enquanto algumas gotas de sêmen caíram no meu rosto. Minutos depois, ouvi um grito de prazer, supus que o outro macho também tinha gozado. Era inacreditável, esses filhos da puta estavam gozando dentro das nossas mulheres e a gente não conseguia fazer nada.
Só com nosso pau enjaulado e um close da cena. No total, gozei 3 vezes dentro da minha mulher até ele ficar sem energia e perder a ereção. "Limpa minha rola, corno" - ele me ordenou. Comecei a chupar o pau dele até deixar bem limpinho. Depois, o outro macho levou meu filho e a namorada dele pro quarto dele e eu não soube mais o que rolou entre eles. Nós também fomos pro quarto, mas pra dormir. Nosso macho alfa no meio e nós duas de cada lado. Toda essa mesma prática virou rotina pra gente, pelo menos uma vez por semana.
O inevitável ia acontecer aos poucos. Comecei a notar os peitos da minha mulher um pouco maiores, assim como os da namorada do meu filho. Nossas mulheres estavam com os quadris um pouco mais largos e a menstruação não tinha vindo. Dois testes de gravidez positivos confirmaram toda suspeita. Nossos machos tinham engravidado nossas mulheres. Nossas mulheres iam reproduzir os genes de macho alfa daqueles dois machos.
Ambos somos uns betas, talvez essa seja nossa raça de betas e esse é o nosso lugar.
Por outro lado, a visão dos machos tinha que ser imbatível, invejável. Eles tinham as nossas mulheres de quatro e, aos berros, pedindo mais daquela pica enorme, enquanto os próprios cornos dos namorados delas estavam de joelhos vendo aquela cena. Na hora dos machos presentes, a gente era escravo deles, eles os nossos donos e senhores.
O macho alfa do meu filho era ainda mais humilhante e ofensivo, já que era rival do meu filho. O time do macho sempre esmagava o time do meu filho, e a namorada dele estava entre as líderes de torcida. Quase sempre ele adorava que ela usasse a camisa do meu filho enquanto a comia, e no meu filho eles colocavam a minissaia de cheerleader. Não tinha como competir, os dois machos deixavam clara a superioridade física deles.
Como já não escondíamos mais nada, muitas vezes os dois machos ficavam na nossa casa, dormindo com suas respectivas mulheres enquanto os cornos iam pro sofá. Aquele dia foi especial, porque os machos ordenaram que as 4 putas devíamos estar esperando eles de joelhos, betas de pinto enjaulado, todos com a coleira no pescoço presa na porta. Simplesmente esperando pelos donos... Quando abriram a porta, lá estávamos nós, feito 4 cachorras esperando seus donos de joelhos e amarradas. Cada dono pegou sua putinha e nos levou até a sala. Nós de quatro, seguindo igual umas putas obedientes.
Eles se sentaram e ficaram confortáveis enquanto a gente ficava entre as pernas longas deles. Era hora de chupar a pica dos nossos donos, satisfazer nossos machos. Uma cena de dar inveja, as 4 putas de joelho mamando naquelas piconas enormes, engasgando com a própria baba.
Depois nos fizeram colocar a camisinha nos nossos amos e vinha a posição de 69 cuck. O close de como aquela rola enorme entra na buceta da sua mulher enquanto ela aperta ou segura seu pauzinho enjaulado.
A porra daquela buceta mandou a gente tirar a camisinha, e aí no pelo entrou aquela pica enorme. Não aguentei mais e, mesmo enjaulado, gozei meu sêmen inútil. Ouvi: "Esse cuck patético gozou vendo eu foder a mulher dele." Enquanto continuava furando a minha mulher. "Abre a boca, cuck", ordenou o outro macho. Ele tava se revezando entre a boca e a buceta. De repente, percebi que as bolas do meu macho começaram a se contrair, e era que vinha a descarga dele. Ele gozou dentro da minha mulher, mas isso não o parou; continuou comendo sem perder a ereção, enquanto algumas gotas de sêmen caíram no meu rosto. Minutos depois, ouvi um grito de prazer, supus que o outro macho também tinha gozado. Era inacreditável, esses filhos da puta estavam gozando dentro das nossas mulheres e a gente não conseguia fazer nada.
Só com nosso pau enjaulado e um close da cena. No total, gozei 3 vezes dentro da minha mulher até ele ficar sem energia e perder a ereção. "Limpa minha rola, corno" - ele me ordenou. Comecei a chupar o pau dele até deixar bem limpinho. Depois, o outro macho levou meu filho e a namorada dele pro quarto dele e eu não soube mais o que rolou entre eles. Nós também fomos pro quarto, mas pra dormir. Nosso macho alfa no meio e nós duas de cada lado. Toda essa mesma prática virou rotina pra gente, pelo menos uma vez por semana.
O inevitável ia acontecer aos poucos. Comecei a notar os peitos da minha mulher um pouco maiores, assim como os da namorada do meu filho. Nossas mulheres estavam com os quadris um pouco mais largos e a menstruação não tinha vindo. Dois testes de gravidez positivos confirmaram toda suspeita. Nossos machos tinham engravidado nossas mulheres. Nossas mulheres iam reproduzir os genes de macho alfa daqueles dois machos.
6 comentários - Chifrudo Genético pt2
Lo bueno es que siempre hay cornudos esperando su turno