Paguei uma dívida com uma gostosa

Eu não entendia o que tinha feito, minha parte racional não estava funcionando. Tinha cedido à luxúria, à tesão e à raiva contida. Tinha trocado dinheiro por uma mulher.
Tudo isso eu pensava enquanto dirigia rumo à minha casa. Atrás de mim vinha Ana, minha escrava por um mês, dirigindo a caminhonete que me entregaram como parte do pagamento. A decisão que eu fosse tomar a partir de agora precisava ser bem planejada, e com a cabeça, não com o coração, nem com a virilha. No caminho, liguei para um conhecido dos baixos mundos da cidade — mesmo não gostando de me envolver com eles, me deviam um favor.
Eu sabia que Juan Carlos me devia, e ao banco, a hipoteca da casa, mas foi aí que descobri que ele também devia a gente muito pesada, daquelas que não convém irritar. Esses caras estavam metidos em apostas, empréstimos e tinham começado a vender maconha. Aí conectei os pontos e percebi quem eram os clientes do meu amigo.

Chegamos em casa, guardamos as caminhonetes. Minha casa é menor que a do Juan Carlos, fica num condomínio novo, com muito espaço verde, e os terrenos têm bastante jardim frontal e quintal nos fundos — 120 metros quadrados contando a garagem dupla. Deixei Ana na cozinha preparando um café, mostrei onde podia encontrar tudo. E fui para o meu escritório, não muito grande, mas era onde ficavam as coisas importantes: sem janelas e com porta de segurança. Atrás de uma estante, tinha escondido um cofre pequeno. Guardei todos os papéis que tinha trazido, peguei a pistola Glock 17 que estava na minha mala e coloquei na gaveta da minha mesa — essa era reforçada, de segurança, e abria com minha digital.
Baixei no computador toda a filmagem feita por uma câmera pequena que eu carregava, que simulava ser um botão do meu sobretudo. Quando fui à casa do meu amigo, tentei prever todas as possibilidades. Não achava que ele fosse me matar, mas pelas dívidas, tomei precauções. Mas, por via das dúvidas, se algo acontecesse, eu estava preparado.

Ao chegar na cozinha, Ana... Ela estava de pé, me esperando com as duas xícaras de café, fiz ela sentar e pedi o celular dela. Dei uma olhada por cima, não tinha redes sociais, os e-mails eram de impostos ou publicidade. Juan Carlos tinha colocado em nome dela dois apartamentos, que eram dos pais dele, e depositavam o aluguel nela, pra não ser penhorado. O WhatsApp era uma tristeza, 5 contatos de parentes, primos e tios, com quem ela trocava pouca mensagem, e mais uns três ou quatro, mas não tinha amigos, só o Juan Carlos. Vi as mensagens dele, copiei tudo e mandei pra mim.

Ela ficou quieta, olhando pra xícara que já estava pela metade. Estava um pouco nervosa e era lógico, estava num lugar estranho, com uma pessoa que mal conhecia e totalmente à disposição dela.Esteban:O que o Juan Carlos te falou sobre isso?Ana:que eu tinha que obedecer sempreEsteban:Vamos tentar outra coisa - eu queria conhecer tudo com mais profundidade. Como você terminou como escrava do Juan Carlos? Quero saber sua história.Ana:bom, eu - percebi que ela tava confusa, não sabia muito bem o que fazer.Esteban:de onde você é?Ana:Sou de um interiorzinho, bem pequeno mesmo, lá do norte de Santa Fé — relaxou um pouco, e até pareceu gostar de falar das origens — vivi quase a vida toda lá, até os 21 anos, quando vim morar na capital com o Juan Carlos.Esteban:seus pais ainda moram aí?Ana:Não- seus olhos se encheram de tristeza- eles morreram, ambos num acidente de trânsito junto com meu irmão mais novo, Juan Carlos é minha única família direta.

Esteban: Me conta como era sua vida na cidadezinhaAna:eu não morava na cidade, mas sim na zona rural, era uma fazenda. A região é muito bonita, com vários riachos e um grande rio por perto - de novo o rosto dela se iluminou - morávamos os quatro juntos, meus pais, eu e meu irmão mais novo. Perto moravam uns tios, com minhas três primas, tinha que atravessar um grande campo de trigo para chegar na casa deles, não sei mais o que te contar - ela já estava relaxadaEsteban:e quando o Juan Carlos apareceu na sua vida?Ana:Ele era conhecido do meu pai, às vezes faziam negócios juntos. Nós não éramos grandes produtores, mas sim pequenos, e estávamos sempre à mercê dos intermediários. Juan Carlos apareceu na cidade como comprador de trigo de uma empresa da capital. Ele foi algumas vezes em casa, adiantou dinheiro pro meu pai pra pagar empréstimos. Naquele ano houve uma enchente e perdemos tudo, e ele não conseguiu pagar. Meu pai trabalhava extra em outros campos, dirigindo uma colheitadeira pra cobrir as dívidas. Havia dias que pareciam intermináveis, um dia ele chegou exausto de tanto trabalhar e meu irmão estava com febre altíssima, e foram pro hospital da cidade, e aí aconteceu a tragédia. Quando foi o acidente, Juan Carlos ficou com o campo e se responsabilizou por mim, me trouxe pra capital. Ele vendeu o campo pouco tempo depois, pra recuperar o dinheiro, então eu assinei todos os documentos que ele precisava pra vender a propriedade. E eu acabei virando a mulher dele, ele me ajudou muito em tudo, foi quem me tirou do poço... Eu estava começando a ver que tipo de cobra era meu amigo.Esteban:E você não tinha vida social lá, namorado, amigos, parentes? Ana: Namorados, tive dois antes do Juan Carlos. E amigos, tinha da escola, e meus únicos parentes eram o primo do meu pai, que era nosso vizinho, ele tinha três filhas que eram minhas amigas, minhas melhores amigas, eu não podia ficar com ele, naquela época eles estavam mais pobres que nós. Além disso, ele tinha começado a me olhar de um jeito estranho fazia um tempo, por isso minha mãe tinha me dito para não ficar sozinha com o tio.Esteban:Então você não era virgem quando o JuanCarlos te conheceu?Ana:Não, já tinha transado com meus dois namorados, não era nenhuma expert e era bem recatada - um riso estranho cruzou seu rosto.Esteban:Algo mais, não me engana, o que é esse sorriso safado?Ana:nada, uma bobagem - ela estava falando, já muito mais relaxada, como se fôssemos amigos - Uma das minhas primas, a Maite, que tem a minha idade – sorriu de novo de forma boba – a gente teve um lance, nada importante, mas transamos algumas vezes, mais por tédio mesmo.Esteban:E como é o sexo com o Juan Carlos?Ana:Bom – ele disse com desânimo, fiz sinal com a mão para que continuasse – eu gosto muito de sexo, é algo que eu curto. Mesmo não tendo estado com muitos homens, é a única coisa que eu sei fazer bem.Esteban:você não respondeu exatamente o que eu perguntei, mas é interessante, então você já curtiu com os quatro caras que ficou, se a minha conta não falha, eu seria o quarto.Ana:não, eu já fiquei com cinco homens, Miguel foi o quarto, você é o quinto.Esteban:Miguel? O funcionário do Juan Carlos, aquele que parece ser gay?Ana:Bom, se é gay, mas... notei algo estranho, que você não queria me contar.Esteban:Ana, olha pra mim - ergo o olhar, minha voz é forte e profunda, muitos diziam que dava medo ou intimidava as pessoas - você é minha escrava por um mês inteiro, e deve me obedecer como seu dono, ou será que o Juan Carlos te contou alguma coisa.Ana:Não, ele não me disse nada, na verdade tudo foi muito repentino. Ele não pensava em me entregar para você, achava que você aceitaria o negócio dele. Sempre me falou que, em caso de emergência, me usaria para pagar a dívida dele com outros caras, uns que me dão muito medo e me olham com uns olhos... não sei, o olhar deles é muito feio, parece que querem me machucar – dava pra ver que ela estava muito nervosa e até com medo – ele não fala de muitas coisas comigo, me mantém à margem de tudo, só conta tudo pro Miguel, que é o outro escravo dele.Esteban:Juan Carlos é gay? Ana: não, acho que seria bissexual, no máximo - disse com um pequeno sorriso - nós transamos entre os três, embora ultimamente - ela fez uma breve pausa e eu a incentivei a continuar com a mão - ele tem adorado quando o Miguel beija a bunda dele e enfia os dedos enquanto eu chupo ele, é a única forma que ele consegue ter algo parecido com uma ereção.Esteban:Não sobe?Ana:O médico disse que o uso excessivo da maconha, misturado com seus outros vícios, aumentou a chance de disfunção erétil. Às vezes não sobe, e outras vezes sobe mas cai - ela fez o gesto com o dedo de ereto e caindo, o que me fez sorrir e ela também. Faz cerca de um ano isso, e desde então incluí Miguel na nossa cama. Então transamos em trio, embora na maioria das vezes quem me penetra seja o Miguel, que não gosta muito porque é muito viadinho, mas a gente se diverte.Esteban:Quando te penetrei, notei que você era bem apertadinha.Ana:Ah, é isso, você vai ver como eu te digo, Juan Carlos e Miguel não têm o seu tamanho. Isso me surpreendeu porque eu tenho um tamanho bem mediano, aliás, por ser um pouco grande e corpulento, ela parecia pequena em comparação com o meu corpo, mais ou menos uns 16x7. Ou seja, eles são menores, além de que eu não tenho recebido tantas penetrações ultimamente. Juan Carlos é obcecado pelo Miguel, gosta de machucá-lo e ele adora isso.Esteban:Como seria o estrago?Ana:Uma vez, Juan Carlos me mandou ir à quitanda e comprar o pepino maior que encontrasse. Era enorme, devia ter uns 30 cm e a grossura do meu pulso. À noite, ele me penetrou com aquele pepino e muito óleo de bebê, enquanto eu chupava ele e masturbava o Miguel, que gritava de dor, mas depois de um tempo gozou muito forte. Juan Carlos tirou o pepino e com o pau dele, que estava meio duro, me penetrou. Ele exigiu que eu continuasse masturbando o Miguel e enfiasse dois dedos no cu dele. Alguns minutos depois, os dois gozaram, embora eu tenha ficado no meio do caminho e tive que segurar, porque levamos o Miguel ao Hospital para costurar a bunda dele — terminou dizendo com um sorriso de canto.

Já era noite e havíamos estado conversando por mais de duas horas. Mostrei a casa, o quarto dela, embora tenha dito que dormiria comigo, dei o outro quarto para que pudesse colocar suas poucas coisas. Ela só tinha trazido uma mochila com uma muda de roupa, pediu para tomar banho e foi.

Eu, enquanto isso, pensava em tudo. Nela, realmente me parecia uma pobre coitada, que tinha visto no Juan Carlos seu salvador, com a autoestima muito baixa. A via como um pintinho molhado, uma mulher que dava muita importância ao sexo, e ultimamente estava muito insatisfeita. E outra coisa é que estava totalmente submissa ao seu dono, ela era uma submissa, mas também estava com ele por comodidade. Também vi medo quando me falou dos homens maus a quem seu dono devia, e um toque de irritação ou desgosto com o Miguel. Outra coisa que notei é que Juan Carlos a mantinha longe dos excessos, a tirava pouco de casa, a mantinha isolada do mundo e dos seus problemas.

Quanto ao Juan Carlos, vi que era pior do que pensava. Sabia que era uma víbora, mas isso confirmou que não podia confiar nele. Estava desesperado e tomando uma decisão ruim atrás da outra, esse tipo de trapaceiro é capaz de qualquer coisa.

Quanto a mim, eu não sabia ser um dono. Se pelas minhas estranhas circunstâncias... Ele era um homem direto e pouco demonstrativo. Mas daí a ser um idiota, tinha muita distância. Eu teria que ver o que ele faria, eu queria ficar com a Ana, planejaria algo para isso.

Um pouco mais tarde chegou a pizza que eu tinha pedido, enquanto conversamos todo esse tempo, a conversa era leve, mas agradável. Eu comuniquei que ela trabalharia para mim naquele mês, que eu a ensinaria, ela concordou. Terminado, preparei uns drinks, vodka com suco de laranja, ela me disse que não estava acostumada a beber, mas aceitou mesmo assim, conversamos um pouco mais na sala e sem perceber ela já tinha tomado três copos, a ideia não era embebedá-la, mas sim que ela relaxasse e se soltasse.

Já no quarto dava pra notar que ela estava um pouco afetada pela bebida. Mas não chegava a estar bêbada perdida. Aproximei ela de mim segurando pela cintura, quando nossos corpos estavam colados eu a segurei pelo pescoço, não violentamente, com meu polegar acariciava sua bochecha e fazia ela levantar a cabeça para me olhar, enquanto minha outra mão continuava acariciando sua cintura, via seus lindos olhos, seu cabelo castanho claro, não me contive mais, não precisei me abaixar muito já que ela é bem alta, me posicionei perto de sua boca, e dei uma longa lambida em seus lábios, tão lindos e tentadores, para continuar com um beijo possessivo, queria devorá-la naquele beijo. Enquanto isso minha mão tinha descido da cintura e feito prisioneira uma de suas bundas apertando-a, depois de alguns minutos de estarmos nos devorando na boca, porque sim, ela também colaborava e muito, dava pra ver que era uma mulher precisada. Puxei as alças do seu vestido e ele caiu no chão. Ela tinha um conjunto de lingerie bem simples.Esteban:Termina de se despir.

Eu disse enquanto fazia o mesmo. Voltamos a nos beijar apaixonadamente, nos separamos para buscar ar. Eu a levantei como uma pena e a levei até a cama. Ela era alta, mas magra, com uns peitos médios muito tentadores e uma bunda pequena mas empinada que me deixava louco. Já na cama, pedi que ela subisse em cima de mim para fazermos um 69. Ela ficou me olhando, como se não entendesse, tive que repetir e ela fez na hora. Senti sobre mim seu corpo quente, como ela se esticava, como suas mãos delicadas pegavam meu pau, e sua boca o engolia aos poucos. Chegou um pouco além da metade, mas começou um trabalho muito bom de meter e sacar, e muito prazeroso, principalmente.

Como eu sou grande, tinha de cada lado minhas pernas bem abertas, me mostrando a paisagem mais linda que um homem pode ver: uma vulva rosada e molhada, um pouco acima o asterisco do seu cu, tudo isso a centímetros da minha cara. Comecei a degustar tal banquete com lambidas que iam desde seu monte de Vênus e terminavam no seu ânus. Na primeira, ela abafou um gemido no meu pau, mas se recuperou e continuou com sua tarefa de me chupar. Segui com minha missão mais algumas vezes, para me concentrar exclusivamente em seus lábios. Ana tentava se concentrar, mas sua tesão estava no auge, então foquei no seu clitóris, brincando com minha língua nele. Nesse momento, ela não conseguiu continuar com o boquete, apoiou a cabeça na minha virilha e seguiu estimulando meu pau com a mão. Já era hora. Tomei de assalto seu clitóris chupando-o, sua buceta era uma fonte. Ela não se conteve e, como pôde, me pediu permissão para gozar. Claro que dei. Ela teve um orgasmo esplêndido, embora tenha me encharcado toda a cara. Foi realmente forte, e ela cravou as unhas nas minhas coxas. Sua vagina se contraía e esguichava fluidos a centímetros do meu rosto, enquanto eu passava a língua por toda a área para prolongar o orgasmo.Ana:Desculpa, amo, me perdoa, eu não consegui me segurar - foi a primeira coisa que ele disse assim que se recuperou um pouco.EstebanDe quatro, sua puta, vou te castigar.

Ela obedeceu na hora, que vista linda. Sem perder tempo, dei uma tapa com a mão em cada uma daquelas bundas lindas, ela nem reclamou. Logo em seguida, me aproximei do seu cu e comecei a chupar, dando muita língua e saliva, fiquei ali um tempão. Sua buceta não parava de escorrer mel.

Me coloquei atrás dela, meu pau estava pra explotar, duríssimo e com todas as veias marcadas, parecia o cassetete de um policial de choque pronto pra quebrar algo, e eu sabia o que era. Penetrei sua buceta de uma vez, estava bem lubrificada mas era bem apertada, foi muito gostoso, ela soltou um gemido. Peguei um pouco do mel que saía cada vez que eu metia e levei até seu cu, e com meu dedão comecei a penetrar por lá, e mesmo parecendo que não podia escorrer mais mel, sua buceta virou um vulcão, que jorrava lava quente, aproveitei e enfiei dois dedos no seu cu, e a coisa estava pegando fogo entre a gente.Esteban:Me passa o pote de lubrificante da gaveta da mesinha de cabeceira.

Me aproximo com um pote de lubrificante, ela entendeu para que era, vi um pouco de medo no rosto dela enquanto olhava para meu pau como estava. Fiz sinal e ela voltou a ficar de quatro, me lubrifiquei bem o membro, e também os dedos, peguei dois dedos e enfiei no cu dela, e outros dois na buceta, enquanto minha outra mão massageava seu clitóris. Alguns minutos depois ela estava tão quente como antes de interromper tudo. Eu já não aguentava mais, me coloquei atrás dela e apontei meu pau, fiz força e entrei só um pouco, fiz mais força e entrei a cabeça, realmente estava muito apertado aquilo, desci minha mão e comecei a estimular seu clitóris, enquanto aos poucos ia entrando mais carne naquele buraco apertado. Alguns tapas na bunda e seu cu relaxou um pouco e entrei todo, ela ainda estava tensa então esperei que relaxasse, estimulei seus peitos, clitóris, me abaixei e beijei seu pescoço e orelhas. Então ela relaxou.Esteban:Agora você vai ver o que é um macho de verdade.

Primeiro comecei com uma metida e tirada suave, pra ela dilatar bem, enquanto jogava lubrificante no cu dela. Eu já não aguentava mais, então comecei com uma penetração mais funda e dura. Enquanto apertava com uma mão a teta dela e com a outra a bunda, ela não parava de gemer, e quando senti um calor insuportável nas minhas costas que desceu pros meus ovos, ela soltou um gemido longo e o cu dela começou a apertar forte meu pau, eu não aguentei mais e enchi as tripas dela de porra. Tinha sido muito intenso, nós dois caímos na cama, quase fulminados e eu pensei: essa mina tem que ser minha.

3 comentários - Paguei uma dívida com uma gostosa

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Me encantó, espero lo continúes
Que buen relato! Estoy ansioso por el próximo! Termine re duro!