Parte 2 Retomando a história de onde parei hehe se você não leu a parte anterior, vai lá ler, assim vai entender melhor o contexto.
No dia seguinte de ser penetrado pela segunda vez, acordei sem ter dormido muito, tinha chegado tarde em casa e agora tinha que ir pra escola, mas agora com as consequências de ter sido penetrado, minha bunda doía pra caralho. Meus colegas da escola chegaram a perguntar por que eu andava daquele jeito, ou por que me sentava de certa forma. "Tô com dor nas costas", eu falava, embora tivesse umas duas vezes que eu esquecia, e chegava em algum lugar e sentava sem cuidado, lembrando que tinham me comido quando sentia aquela pontada no rabo e soltava um "ai". Já com o app de encontros e um perfil feito onde oferecia boquetes por dinheiro, recebi uns 30 mensagens naquele primeiro dia, tudo era senhor ou cara da minha idade, e sim, logo no dia seguinte fiz meu primeiro encontro pelo app, era com um senhor de 51 anos que tinha me oferecido só 500 pila, ele ia me mandar a localização e eu saindo da escola ia andando com a bunda doendo. Cheguei onde ele falou, e era um negocinho de viagens, me aproximei pra perguntar se era ali, mas assim que me viu ele falou "já chegou, putinha", eu fiquei com cara de 😑 "sim, é aqui" pensei na minha cabeça. Ele se levantou, fechou a porta de vidro e colocou a placa de fechado. Na hora me pediu pra chupar ele, tirou a calça e deixou aquele par de pernas gordas e peludas no ar, desabotoou a camisa branca que tava usando e sentou na cadeira dele. Eu me ajoelhei e sentei nos meus calcanhares, me aproximei daquela pica que já tava dura mas parecia curta, peguei ela com uma mão e comecei a masturbar, aí vi que não era curta, não, era que entre o pelo e a grossura escondia metade da pica. Comecei a chupar ela e já tava saindo um pouco de porra da pica dele, com um gosto bem desagradável pra falar a verdade. Ele acariciava minhas bochechas e de vez em quando me dava umas tapas meio fortes, meio agressivo, embora desde o começo ele falava comigo de um jeito meigo, fora de me chamar de putinha assim que me viu, ele me chamava de bebê, minha menina. Que linda você é, coisas desse tipo enquanto eu chupava ele. Depois de um tempo, ele reclinou a cadeira e abriu as pernas, colocou uma perna na mesa e a outra num móvel, me mostrando a bunda dele, e pediu pra eu chupar ele enquanto continuava batendo uma. Não vou mentir, pra ser sincero, me deu muito nojo só de olhar, mas eu fiz. Comecei a lamber o cu dele enquanto ele se masturbava, me sentia tão sujo fazendo aquilo, e sempre que podia subia pra continuar chupando o pau dele, mas depois de alguns segundos ele pedia pra eu voltar pro cu. Mas o mais estranho foi que no final, ele pediu pra eu bater nos ovos dele. Perguntei o que ele queria dizer, porque ele literalmente falou "estraga meus ovos", e disse pra eu bater neles com o punho. Uau, você quer isso mesmo? Perguntei. "Vou te pagar, puta, só faz isso". E então, comecei a bater, mas ele pedia mais forte, até chegar num ponto que eu achei que tava usando toda minha força, não conseguia bater mais forte, mas finalmente ele ia gozar. "Chupa e aperta meus ovos". Fiz o que ele pediu, chupei com força e ao mesmo tempo peguei aquele par de ovos enormes e apertei com toda minha força. Ele soltou uma quantidade impressionante de porra na minha boca, mas o gosto era tão ruim que não consegui engolir e deixei acumular. O cara gemia, ou melhor, bufava, e quando terminou, pediu pra eu mostrar como estava com a porra na boca. Abri e mostrei a língua. "Uff, que linda, meu amor, agora engole". Que nojo, haha, não conseguia engolir, mas fiz o máximo esforço pra ele aproveitar e consegui, mostrando que não tinha sobrado nada na boca. E aí terminou esse encontro. Ele me deu meus 500 reais, se vestiu e eu fui embora. "Que fácil é ganhar dinheiro assim", fui pensando, com muito tesão, e abri o app e aceitei outro encontro. Escolhi um que ficava no caminho de casa e que também oferecia 500 reais. Quando cheguei, mandei mensagem, e me atendeu um cara magro, moreno e alto, com uma barbicha e muitas tatuagens, um senhor de uns 40 anos, esse foi bem menos estranho. Ele só deitou nu no sofá dele, me pediu pra tirar a roupa e eu tirei, mas cuidando pra não mostrar meu pau. Aí, com ele deitado e eu de joelhos no chão, chupei ele. Bem mais normal, só posso dizer que durou uns 10 minutos até ele gozar na minha boca. Mas quando terminou, ele falou: "Mais 350 se você me deixar chupar o seu". Eu queria dizer não, tinha vergonha de mostrar meu pau e até medo de como alguém com aquele visual reagiria, mas ia dizer que sim se ele concordasse com meu tamanho, claro. Aí mostrei meu pau pra ele, ele me olhou e eu ouvi ele falar baixinho: "Puta merda". "Já te ofereci, não dá pra voltar atrás agora", e ele pegou meu pau com uma mão. Foi bem humilhante, porque com uma mão ele pegava ele inteiro. Ele percebeu que não conseguia chupar enquanto batia uma, então só começou a chupar, colocando ele inteiro na boca, e as mãos dele foram parar nas minhas nádegas, apertando com muita força. Na minha cabeça, eu só pensava: "Não goza, não goza, segura". Mas só aguentei uns 50 segundos. Fiquei na dúvida se avisava ou não, mas no final falei que ia gozar. Ele só ficou me olhando quando soltei meu gozo na boca dele, mas nunca parou de sugar com força. Quando terminei, ele engoliu e, com tanta decepção, disse: "Sério? Você acha que merece que eu te pague por isso?" E começou a se vestir. Ele me deu meus 500 reais por chupar ele e nada por deixar ele me chupar. Me troquei e saí de lá com um nó na garganta. Acho que meu pau não servia pra satisfazer ninguém. Já na rua, percebi que já era hora de entrar no trabalho. Não dava tempo de ir em casa, então fui direto trabalhar. Com dinheiro, sim, mas por que sempre que eu fazia algo assim, acabava me sentindo mal comigo mesmo? No trabalho, só pensava nisso. O primeiro foi legal, bem estranho, mas legal. Eu fiz ele gozar e ele curtiu, sem decepção nenhuma. Mas o segundo se recusou a me pagar porque eu gozei muito rápido. Isso me deixou distraído. o dia inteiro. No final do meu expediente, saí como sempre fazia, fui até o metrô, entrei no vagão e só fiquei sentado, estava sozinho, e na próxima estação entraria um conhecido, era o Gustavo, o primeiro que me ofereceu dinheiro por um boquete, e depois o primeiro que me comeu. A primeira coisa que ele fez foi vir comigo e sentar do lado, eu o cumprimentei e começamos a conversar. Ele percebeu que eu estava triste e me perguntou por quê? Com vergonha, comecei a contar meu problema: sou hétero, mas agora que tive relações com outros homens, percebi que tenho pinto pequeno, e além disso sou muito precoce. Não sei em que momento, mas comecei a me abrir com um estranho, e ele, longe de querer me ajudar, me dava razão: "é o lugar que te cabe e um dia você vai perceber, se como hétero não serve, vai servir como menina. A verdade é que quem tem pinto desse tamanho não merece opinar." Eram coisas que ele me dizia e me faziam sentir pior, até que ele tirou o pinto dele. Começou a exibir pra mim: "não é nada demais, mas é um pinto de tamanho normal pelo menos. Sabe o que tem que fazer, né? Sua putinha de pinto pequeno." E me pegou pela cabeça, começou a me puxar em direção ao pau dele, e eu cedi. Me inclinei até a virilha dele e comecei a chupar o pinto dele, sem receber uma oferta, mas sim uma ordem, como se eu fosse subordinado. Deixei o pau dele entrar na minha boca e comecei a massagear com a língua, mas algo estava estranho. Me sentia tão nervoso quanto na primeira vez que fiz um boquete, além de que agora eu estava adorando chupar aquele pau, era delicioso. Pouco depois ele me pediu para ficar de pé na frente dele, eu obedeci, e ele abaixou minha calça junto com a cueca: "Uau, você tá bem duro, sua putinha, parecendo uma pedra." E sim, meu pau estava duríssimo. "Tem certeza que não é gay, meu amor?" E começou a chupar meu pau com força, me dava tantas cócegas que minhas pernas tremiam, eu jogava a bunda pra trás e ele apertava minhas nádegas com as mãos. Deus, que gostoso ele chupava, pensei quando comecei a... sentir que a porra tava saindo na boca dela, e enquanto saía ela começou a chupar a ponta e a lamber com a língua, me fazia tremer os quadris com aquilo. "Não sei se você é hétero de verdade, mas se for, é decepcionante" e continuou chupando meu pau sem deixar ele murchar, passou uma mão entre minhas pernas e enfiou 2 dedos no meu cu, e desde que começou a pressionar num lugar eu sentia que tava mijando, por mais ou menos um minuto continuou chupando meu pau, quando eu tive outro orgasmo, até eu fiquei surpreso, não sabia que gozava tão rápido depois de já ter gozado, e agora sim meu pau ficou pequenininho, foi demais pra ele. "Hahaha quanto mede assim? É microscópico haha" terminando de falar isso levantou, a gente tinha chegado na estação, me pegou pelas bolas e me tirou do trem, "não não não!! Não faz isso comigo por favor!" Eu falava enquanto ele me levava com a calça nos tornozelos tentando esconder minha bunda e meu pau, ele só deixou eu subir um pouco a calça pra subir umas escadas mas não soltou minhas bolas, me levou pra um banheiro, entramos, e me levou até a pia, me empurrou contra ela e baixou minha calça de novo até os tornozelos pisando nela com um pé, apoiou um braço nas minhas costas que me prendeu na pia, com a outra mão passou saliva no meu cu e a próxima coisa que senti foi uma dor do caralho que fez eu chorar, ele enfiou tudo de uma vez só e começou a me comer rápido com estocadas muito rápidas "isso é o que se faz com putas de pau pequeno! Usar sem perguntar se elas gostam" pegou meus braços e colocou nas minhas costas como se fosse me algemar e dali me segurou pra não deixar eu escapar, eu só conseguia gemer e reclamar, ele começou a dar umas palmadas muito fortes na minha bunda, podia até soar pela estação inteira "toma vagabunda!! Você é uma vagabunda gostosa do caralho!!" ele falava ofegando como um touro enquanto me arrombava o cu e a dignidade. Nessa posição ele me comeu por 20 minutos, Não sei de onde tirei energia pra aguentar, mas ele deixou minha bunda toda vermelha, meu cu já tinha arrebentado desde o começo quando ele enfiou o pau de uma vez e assim me comeu por 20 minutos, me deu tapas na cara que deixavam ele com mais tesão, mas tudo terminou quando ele gozou dentro do meu cu, soltou meio litro de porra quente, deu as últimas estocadas, e finalmente tirou, eu caí de joelhos e pude ver ele finalmente, Uau o cara quase mordia as olheiras (tenho que escrever assim pra não derrubarem o relato, mas quem entendeu entendeu) por isso aguentava tanto com aquele ritmo infernal, mas agora que sabia fiquei com medo dele fazer algo pior. "Você é uma boa puta, gosto de mina assim que nem você, que aguenta o pau" por dentro eu pensava "caralho, você acabou de me estuprar mano, como assim eu aguento bem" mas não podia falar isso, ele ia ficar puto e no estado que eu tava não seria bom, assim como falar que quase no começo eu gozei pela 3ª vez, mas tentei disfarçar pra evitar que ele fizesse algo por causa disso, no final, ele tirou uma nota de 500 e jogou no chão "toma puta estúpida, você foi boa e pelo menos ganhou algo" e foi embora, eu fiquei mais um tempo lá largado, não sabia como me sentir, isso já contava como ter sido estuprado? Tipo, alguém já tinha abusado de mim? Ou não contava porque ele me deu dinheiro e começou voluntário? Me sentia muito mal, subi a calça, peguei o dinheiro e fui embora. Foi uma longa viagem de volta, tinha passado da minha estação e tive que caminhar uns 40 minutos, com porra escorrendo pelas minhas pernas, mas não pensava nisso, na minha mente tinha uma pergunta, por que fazem isso comigo? Por que quando me comem tem que ser na brutalidade e com vontade de me machucar? É por causa do meu pau pequeno? Ou por que me tratam assim?. Naquele dia cheguei em casa, e fui direto pra cama muito triste, só tirei a roupa e me deitei, queria dormir mas minha namorada me ligou no celular, queria conversar um pouco porque não conseguia dormir e começou a ficar tesuda, eu fui na onda Tô meio triste, ela me perguntou o que eu tinha, mas eu não podia contar que fui estuprado, que arrebentaram meu cu e deixaram porra dentro do meu ânus. Inventei que tava estressado com as tarefas e o trampo, além de que o dinheiro não tava dando. No dia seguinte, não quis ir pra escola, acordei tarde, entrei no banho pra tirar toda a porra que tinha no cu, e no espelho consegui ver melhor minhas nádegas, o vermelho já tinha passado, agora tavam roxas. Tentei olhar meu ânus e, de fato, tava arrebentado. Suspirei fundo e fiquei pensando no que fazer. Entrei no app gay e procurei algum passivo pra perguntar. Lá, um cara me disse pra comprar uma pomada específica e passar a semana toda. Fiz isso, fui comprar numa farmácia e voltei a deitar. Mais tarde, fui pro trampo e tentei levar o dia normal, embora, claro, me perguntassem no serviço se eu tava bem. Até uma colega que sempre achei muito gostosa e linda veio perguntar se tava tudo certo, se eu queria conversar sobre algo, e me senti pior porque, óbvio, não podia contar que fui estuprado. No dia seguinte, deletei o app, falei pra mim mesmo que não ia mais continuar com isso, melhor tudo como antes. E consegui fazer isso por mais ou menos um mês, até que precisei de dinheiro de novo e caí outra vez. Abri o app de novo, e um senhor me perguntou quanto eu cobrava pra deixar ele me comer. 1000 pesos, falei. Ele disse que sim, sem pensar, me mandou a localização e fui. Era uma casa boa, e o senhor era um gordo de 1,80m e 50 anos. Ele me levou pra sala, me ofereceu algo pra beber, aceitei um pouco de mezcal haha e começamos a conversar. Ele me disse que era médico, que no momento morava sozinho, os filhos dele tavam numa universidade meio longe e a esposa também tava em outro estado por enquanto. Não vou mentir, foi uma boa conversa, até que ele tocou no assunto da minha feminilidade: "Você parece muito feminina, me diz, toma hormônios ou algo? Porque essas cadeiras e essa bunda não são normais." Eu disse que não. Foi eu, e ela ficou surpresa. Me pediu pra mostrar um pouco, então fiquei na frente dela e deixei ela abaixar minha calça. Ela deixou minha bunda de fora e ficou pegando com respeito, falando como era bonita e redonda. Depois pediu pra ver meu pau. Aí eu pensei: "que seja o que Deus quiser". Me virei e ela viu meu pau mole. A cara que ela fez me surpreendeu — não foi de nojo ou decepção como os outros, foi uma cara de espanto: "Uau, docinho! Adorei!! Me espera!! Já volto!" E saiu correndo pro segundo andar. Eu fiquei pensando: será que ela me viu? Aí ela desceu com uma caixinha e uma fita métrica. Pegou meu pau e ia medir. Eu me afastei e falei que não. Tinha algo dentro de mim que se recusava a saber meu tamanho exato. Mas a maldição do pau pequeno se fez presente. Ela me deu um tapa forte e eu entendi. Deixei ela medir. "Vamos ver... mole você tem... 2 centímetros? Haha, sério que você tem isso?? Hahahaha!" Uma verdade que eu me recusava a aceitar, e que me fez sentir um pouco mal, mesmo já estando acostumado a ouvir piadas. "E duro, quanto você tem? Espero que cresça muito mais, porque senão seria bem triste." E começou a me chupar. É sempre bom receber um boquete, mas durou uns 10 segundos. Ela sentiu que começou a endurecer e se separou pra medir. "Espera, acho que ainda não tá 100%." Ficamos os dois atentos pra ver o tamanho. Já tava durasso, parecia pedra, mas ela achava que ainda faltava, até que tocou e viu como tava duro. "Uau, você tem ele assim tão pequeno? Vamos ver quanto você mede. Veeeeer... 9cm? Hahahaha!" 9cm? A vida inteira pensei que tinha pelo menos 12. Nunca medi, mas como essa era a média, achei que o meu devia ser isso. Na hora pensei na minha namorada. Então ela era muito boa comigo, porque nunca me disse que eu era tão pequeno. Mas será que ela fingia os orgasmos? Ou será por isso que ela sempre se masturbava quando eu metia? "Além disso, suas bolas são bem pequenas, ficam escondidas pra cima. Acho que não Têm o peso pra descer e poder se ver" — ele me disse enquanto olhava bem de perto pro meu pau, parecia que tava me analisando. Bom, no fim, o médico nele falou mais alto.
Coloca o que tem nessa caixa, leva pro banheiro e troca de roupa lá." Eu obedeci, fui pro banheiro e lá vi um conjuntinho de lingerie muito sexy, até que gostei pra minha namorada. Comecei a vestir: uma fantasia de empregadinha, com uma saia muito curta que deixava metade da minha bunda aparecendo por trás, e na frente era ainda mais curta, deixava todo o meu pau de fora. Também tinha uma calcinha fio dental que na parte do pau era aberta, pra deixar ele pra fora. Usava umas meias de rede pretas, umas luvas que iam até acima do cotovelo, e uma tiara pequena de empregadinha. Saí com muita vergonha, e ele já estava sentado nu na sala, um urso maduro em toda a expressão. Quando fui até ele, ele pediu pra eu pegar a vassoura e começar a varrer. Pensei: "Tipo, você quer me colocar pra ser empregada de verdade?" E assim comecei a varrer a sala e o entorno. Quando virei pra olhar ele, ele estava se masturbando me vendo. Já dura, parecia grande enquanto ele se tocava. Eu me sentia estranho, tipo arrepios ou nervosismo por saber que ele se masturbava me olhando, mas me fazia sentir gostoso. Depois de um tempo, ele me chama: "Pequena slutty, vem, chupa aqui." E como se ele realmente fosse meu dono, eu obedeci, quase metido no papel. Ajoelhei entre as pernas dele e comecei a chupar sem questionar. Peguei e meti na boca. Que sabor gostoso que tinha, já tinha um pouco de esperma escorrendo da ponta. Assim eu gostava, que não fossem ruins comigo. Uma coisa que eu esqueci: ele tinha o pau maior do que todos que eu já tinha provado. Não muito, mas dava pra notar a diferença. Media com as mãos e precisava de duas das minhas mãos pra segurar ele inteiro, e ainda assim saía um pouco da ponta. Além disso, ele tinha os ovos muito grandes, balançavam bastante. Assim continuei chupando, já com a experiência que eu tinha, posso dizer que sabia fazer muito bem. Ele acariciava minha bochecha enquanto dizia como eu era linda. Eu me sentia bem, que diferença ser tratado assim do que costumavam fazer comigo. Mas aí veio um tapa: "Você é uma boa vadiazinha, chupa tudo pra mim, saco, cu, tudo” não, não queria fazer aquilo, comecei pelo saco pra ver se ele esquecia do cu, lambia igual pirulito do saco até a ponta da cabeça, esticando bem a língua, e funcionou por um tempo, até que ele abriu as pernas e mandou com mais tapas “meu cu, vadia” e eu tive que descer pra lamber o cu dele também enquanto continuava masturbando ele, mesmo que não foi tão ruim quanto pensei, cheirava bem, meio doce, não era aquele velho típico que não se cuida e fede a cu, e fiquei ali um tempinho, uns 15 ou 20 minutos chupando a pica, saco e cu dele, cuspindo pelo de vez em quando, e ele ainda não tinha gozado. “Senta na minha pica, vadia gostosa” ele disse, eu obedeci, levantei, me virei e tirei a calcinha, mostrando minha bunda que ele começou a apertar de leve, se inclinou pra frente e lambeu um pouco meu cu, deixando bem babado, e agora sim, desci, encaixei a pica dele no meu cu, e fui descendo devagar até entrar tudo, e quando tava lá embaixo comecei a rebolar, ele começou a bater na minha bunda com força agora enquanto eu subia e descia devagar, mas ele mandou eu fazer rápido, tava doendo pra caralho, mas tentei acelerar, mesmo que não era o suficiente pra ele, que queria me ver cair com todo peso na pica dele, e mesmo que tava destruindo meu cu a cada sentada, eu fiz assim, sempre com um medo constante, que apareceu rápido, meu pau começou a jorrar porra no chão e eu parei um pouco sem perceber “que foi? Por que parou, vadia? Hã? Tá gozando, vadia? Hahaha sério?” não sei como ele percebeu, mas pegou no meu pau pra confirmar e quando sentiu a porra saindo, caiu na risada “hahaha foi demais pra você, vadia? Haha por isso não queria fazer rápido, né? Haha porque você é uma vadia precoce, mas não para! Continua!” eu soltei meu último jatinho de porra, e ele começou a bater na minha bunda, já queria que eu continuasse “me dá um Pouquinho de tempo" e eu já estava me levantando pra tirar o pau dele, já tava doendo pra caralho, mas ele me segurou pela cintura e me puxou pra baixo com força, fazendo entrar de novo. "Não! Acho que você não é tão garota assim pra pensar desse jeito, se você gozou foi culpa sua por ser uma puta estúpida precoce, eu ainda não acabei, então continua, garota". Cadê aquele senhor educado do começo? Tive que continuar, subindo e descendo, mesmo doendo pra caralho por ter gozado. Comecei a bater uma pra ficar com tesão, igual naquele primeiro relato. Mal conseguia, tinha que empinar a bunda pra me ver direito, e minha pélvis mal deixava eu segurar meu pau mole com a ponta dos dedos. Quando senti que começou a crescer um pouco, parei. Pensei: "Ok, se eu gozar de novo, não vou parar, ele não pode saber". Ele me dava tapas na bunda, tava deixando minha bunda vermelha de novo. E quando achei que não tava mais doendo o pau dele, senti cócegas no meu pau de novo. Tentei me mentalizar: "Não para, não para, ele não pode saber que você gozou de novo", falei pra mim mesmo quando a porra escapou de novo. Tentei não parar, mas sem querer comecei a gemer pra caralho. E pra minha surpresa, ouvi ele falar: "Você tá gozando de novo, puta?!" Como ele percebeu?! Ele pegou meu pau de novo e sentiu a porra saindo. "Oohh joo joo, você é uma puta incrível!! Como homem você não vale nada, mas como mulher você é uma puta do caralho!" Deus, como doía continuar mesmo tendo gozado, mas dessa vez algo mudou dentro de mim. Eu tava começando a ficar com raiva porque não conseguia fazer ele gozar, e tentando já tinha gozado duas vezes. Não devia me concentrar em não gozar, devia fazer ele gozar custe o que custar. Então empinei bem a bunda, tentei apertar meu cu pra espremer aquele pau, mesmo doendo. Dei as melhores sentadas que tinha, e não ia mais bater uma, tinha que focar nele. Se meu pau ficasse pequeno até ele terminar, que fosse assim. Mas passaram 40 minutos e ele não gozava. Eu já não aguentava mais. as pernas, eu tava cansado, e de vez em quando do meu pau saía um fiozinho de porra mesmo flácido, parei de contar quantas vezes eu tinha gozado, até que finalmente consegui, o senhor começou a gemer, me dava tapas tão fortes na bunda, e quando senti a porra quente dele soube que minha missão tinha acabado, finalmente fiz ele gozar. “ooohh bebê você é incrível” ele disse enquanto eu olhava pro chão exausto, ali vi toda a porra que tinha escorrido de mim antes de conseguir fazer ele gozar, até meu pau ainda tinha um fiozinho de porra pendurado na ponta mesmo estando pequeno. Comecei a me levantar, ele via como o pau dele ia saindo do meu cu e quando saiu, todo aquele sêmen que ele tinha deixado dentro de mim começou a escorrer caindo no pau dele “que gostosa você é, e olha, seu cu ficou aberto, posso meter um dedo sem nem te tocar” uuff eu tava recuperando o fôlego, destruí meu pobre cuzinho só pra fazer ele gozar mas ele não sabia disso, ele só me mandou limpar toda a porra com a boca e foi o que eu fiz, dei uma última chupada pra limpar o pau dele e ficou brilhando, mas ele disse “toda a porra” e apontou pra que tava no chão, a minha que tinha escorrido, demorei pra responder e ele me pegou pelo pescoço e me jogou pra limpar “e levanta essa bunda, puta” ele disse já no sonho, e eu fiz, de joelhos no chão, pernas abertas, a bunda bem levantada e as costas pra baixo, comecei a lamber minha própria porra do chão enquanto ele me olhava, e enquanto eu terminava ele foi pra trás de mim, e senti um golpe forte nos ovos, ele me deu um chute forte nas bolas, caí de cara na minha própria porra enquanto tentava esfregar minhas bolinhas. Obviamente ele riu de mim, igual todo mundo que me comia, e igual todo mundo não podia terminar sem castigar minhas bolas ou meu pau. Minutos depois quando já tínhamos terminado voltamos a conversar um pouco, e quando eu já ia voltar pra casa ele se ofereceu pra me levar, aceitei mas perguntei se podia ficar com o traje, me Senti muito gostoso quando usei e queria usar mais na minha casa. Ele ia topar, mas só se eu chegasse já vestindo na casa dele. Era um velho fetichista. Eu disse que sim, mas mais tarde, porque ainda era dia. Ele ficou todo feliz por me ter mais tempo na casa dele, mas logo voltou a ficar de pau duro. Dessa vez, ele tirou a parte de cima da roupa e começou a chupar meus mamilos enquanto me masturbava — ou tentava, porque meu pau já não respondia. Ele estava por cima de mim e eu me senti muito pequeno. Sou baixinho e magro, ele é um touro. E quando ele encaixou o pau de novo no meu cu, não falei nada e deixei ele fazer o que quisesse. Começamos a trepar de novo. Ele metia com força enquanto beliscava meus mamilos, torcia eles com muita força. E as palmadas não faltaram. Levei porrada durante todo aquele segundo round até ele finalmente gozar de novo.
Depois disso, ele tava cansado, deitou comigo, me abraçou por trás e me apertou como se eu fosse a esposa dele, e tenho que admitir que era gostoso estar assim. Já de noite, ele me levou pra casa, de terno o caminho inteiro, desci da caminhonete dele e fui até a entrada da minha casa, bem esperto pra nenhum vizinho me ver, entrei em casa e o senhor foi embora, suspirei e de novo dormi rápido de tão cansado. No dia seguinte na escola, fiquei pensando: por que todo mundo me trata assim quando vê meu pau? Será que excita ser dominante com alguém que tem um menor? Ou por que será? De qualquer forma, agora eu tinha um terninho lindo que adorava usar sozinho na minha casinha hehe. Aqui termina a segunda parte, vêm coisas mais obscenas e masoquistas nas próximas partes hehe. Apoiem com comentários e deixando pontos, é isso que faz eu continuar contando minha história haha.

No dia seguinte de ser penetrado pela segunda vez, acordei sem ter dormido muito, tinha chegado tarde em casa e agora tinha que ir pra escola, mas agora com as consequências de ter sido penetrado, minha bunda doía pra caralho. Meus colegas da escola chegaram a perguntar por que eu andava daquele jeito, ou por que me sentava de certa forma. "Tô com dor nas costas", eu falava, embora tivesse umas duas vezes que eu esquecia, e chegava em algum lugar e sentava sem cuidado, lembrando que tinham me comido quando sentia aquela pontada no rabo e soltava um "ai". Já com o app de encontros e um perfil feito onde oferecia boquetes por dinheiro, recebi uns 30 mensagens naquele primeiro dia, tudo era senhor ou cara da minha idade, e sim, logo no dia seguinte fiz meu primeiro encontro pelo app, era com um senhor de 51 anos que tinha me oferecido só 500 pila, ele ia me mandar a localização e eu saindo da escola ia andando com a bunda doendo. Cheguei onde ele falou, e era um negocinho de viagens, me aproximei pra perguntar se era ali, mas assim que me viu ele falou "já chegou, putinha", eu fiquei com cara de 😑 "sim, é aqui" pensei na minha cabeça. Ele se levantou, fechou a porta de vidro e colocou a placa de fechado. Na hora me pediu pra chupar ele, tirou a calça e deixou aquele par de pernas gordas e peludas no ar, desabotoou a camisa branca que tava usando e sentou na cadeira dele. Eu me ajoelhei e sentei nos meus calcanhares, me aproximei daquela pica que já tava dura mas parecia curta, peguei ela com uma mão e comecei a masturbar, aí vi que não era curta, não, era que entre o pelo e a grossura escondia metade da pica. Comecei a chupar ela e já tava saindo um pouco de porra da pica dele, com um gosto bem desagradável pra falar a verdade. Ele acariciava minhas bochechas e de vez em quando me dava umas tapas meio fortes, meio agressivo, embora desde o começo ele falava comigo de um jeito meigo, fora de me chamar de putinha assim que me viu, ele me chamava de bebê, minha menina. Que linda você é, coisas desse tipo enquanto eu chupava ele. Depois de um tempo, ele reclinou a cadeira e abriu as pernas, colocou uma perna na mesa e a outra num móvel, me mostrando a bunda dele, e pediu pra eu chupar ele enquanto continuava batendo uma. Não vou mentir, pra ser sincero, me deu muito nojo só de olhar, mas eu fiz. Comecei a lamber o cu dele enquanto ele se masturbava, me sentia tão sujo fazendo aquilo, e sempre que podia subia pra continuar chupando o pau dele, mas depois de alguns segundos ele pedia pra eu voltar pro cu. Mas o mais estranho foi que no final, ele pediu pra eu bater nos ovos dele. Perguntei o que ele queria dizer, porque ele literalmente falou "estraga meus ovos", e disse pra eu bater neles com o punho. Uau, você quer isso mesmo? Perguntei. "Vou te pagar, puta, só faz isso". E então, comecei a bater, mas ele pedia mais forte, até chegar num ponto que eu achei que tava usando toda minha força, não conseguia bater mais forte, mas finalmente ele ia gozar. "Chupa e aperta meus ovos". Fiz o que ele pediu, chupei com força e ao mesmo tempo peguei aquele par de ovos enormes e apertei com toda minha força. Ele soltou uma quantidade impressionante de porra na minha boca, mas o gosto era tão ruim que não consegui engolir e deixei acumular. O cara gemia, ou melhor, bufava, e quando terminou, pediu pra eu mostrar como estava com a porra na boca. Abri e mostrei a língua. "Uff, que linda, meu amor, agora engole". Que nojo, haha, não conseguia engolir, mas fiz o máximo esforço pra ele aproveitar e consegui, mostrando que não tinha sobrado nada na boca. E aí terminou esse encontro. Ele me deu meus 500 reais, se vestiu e eu fui embora. "Que fácil é ganhar dinheiro assim", fui pensando, com muito tesão, e abri o app e aceitei outro encontro. Escolhi um que ficava no caminho de casa e que também oferecia 500 reais. Quando cheguei, mandei mensagem, e me atendeu um cara magro, moreno e alto, com uma barbicha e muitas tatuagens, um senhor de uns 40 anos, esse foi bem menos estranho. Ele só deitou nu no sofá dele, me pediu pra tirar a roupa e eu tirei, mas cuidando pra não mostrar meu pau. Aí, com ele deitado e eu de joelhos no chão, chupei ele. Bem mais normal, só posso dizer que durou uns 10 minutos até ele gozar na minha boca. Mas quando terminou, ele falou: "Mais 350 se você me deixar chupar o seu". Eu queria dizer não, tinha vergonha de mostrar meu pau e até medo de como alguém com aquele visual reagiria, mas ia dizer que sim se ele concordasse com meu tamanho, claro. Aí mostrei meu pau pra ele, ele me olhou e eu ouvi ele falar baixinho: "Puta merda". "Já te ofereci, não dá pra voltar atrás agora", e ele pegou meu pau com uma mão. Foi bem humilhante, porque com uma mão ele pegava ele inteiro. Ele percebeu que não conseguia chupar enquanto batia uma, então só começou a chupar, colocando ele inteiro na boca, e as mãos dele foram parar nas minhas nádegas, apertando com muita força. Na minha cabeça, eu só pensava: "Não goza, não goza, segura". Mas só aguentei uns 50 segundos. Fiquei na dúvida se avisava ou não, mas no final falei que ia gozar. Ele só ficou me olhando quando soltei meu gozo na boca dele, mas nunca parou de sugar com força. Quando terminei, ele engoliu e, com tanta decepção, disse: "Sério? Você acha que merece que eu te pague por isso?" E começou a se vestir. Ele me deu meus 500 reais por chupar ele e nada por deixar ele me chupar. Me troquei e saí de lá com um nó na garganta. Acho que meu pau não servia pra satisfazer ninguém. Já na rua, percebi que já era hora de entrar no trabalho. Não dava tempo de ir em casa, então fui direto trabalhar. Com dinheiro, sim, mas por que sempre que eu fazia algo assim, acabava me sentindo mal comigo mesmo? No trabalho, só pensava nisso. O primeiro foi legal, bem estranho, mas legal. Eu fiz ele gozar e ele curtiu, sem decepção nenhuma. Mas o segundo se recusou a me pagar porque eu gozei muito rápido. Isso me deixou distraído. o dia inteiro. No final do meu expediente, saí como sempre fazia, fui até o metrô, entrei no vagão e só fiquei sentado, estava sozinho, e na próxima estação entraria um conhecido, era o Gustavo, o primeiro que me ofereceu dinheiro por um boquete, e depois o primeiro que me comeu. A primeira coisa que ele fez foi vir comigo e sentar do lado, eu o cumprimentei e começamos a conversar. Ele percebeu que eu estava triste e me perguntou por quê? Com vergonha, comecei a contar meu problema: sou hétero, mas agora que tive relações com outros homens, percebi que tenho pinto pequeno, e além disso sou muito precoce. Não sei em que momento, mas comecei a me abrir com um estranho, e ele, longe de querer me ajudar, me dava razão: "é o lugar que te cabe e um dia você vai perceber, se como hétero não serve, vai servir como menina. A verdade é que quem tem pinto desse tamanho não merece opinar." Eram coisas que ele me dizia e me faziam sentir pior, até que ele tirou o pinto dele. Começou a exibir pra mim: "não é nada demais, mas é um pinto de tamanho normal pelo menos. Sabe o que tem que fazer, né? Sua putinha de pinto pequeno." E me pegou pela cabeça, começou a me puxar em direção ao pau dele, e eu cedi. Me inclinei até a virilha dele e comecei a chupar o pinto dele, sem receber uma oferta, mas sim uma ordem, como se eu fosse subordinado. Deixei o pau dele entrar na minha boca e comecei a massagear com a língua, mas algo estava estranho. Me sentia tão nervoso quanto na primeira vez que fiz um boquete, além de que agora eu estava adorando chupar aquele pau, era delicioso. Pouco depois ele me pediu para ficar de pé na frente dele, eu obedeci, e ele abaixou minha calça junto com a cueca: "Uau, você tá bem duro, sua putinha, parecendo uma pedra." E sim, meu pau estava duríssimo. "Tem certeza que não é gay, meu amor?" E começou a chupar meu pau com força, me dava tantas cócegas que minhas pernas tremiam, eu jogava a bunda pra trás e ele apertava minhas nádegas com as mãos. Deus, que gostoso ele chupava, pensei quando comecei a... sentir que a porra tava saindo na boca dela, e enquanto saía ela começou a chupar a ponta e a lamber com a língua, me fazia tremer os quadris com aquilo. "Não sei se você é hétero de verdade, mas se for, é decepcionante" e continuou chupando meu pau sem deixar ele murchar, passou uma mão entre minhas pernas e enfiou 2 dedos no meu cu, e desde que começou a pressionar num lugar eu sentia que tava mijando, por mais ou menos um minuto continuou chupando meu pau, quando eu tive outro orgasmo, até eu fiquei surpreso, não sabia que gozava tão rápido depois de já ter gozado, e agora sim meu pau ficou pequenininho, foi demais pra ele. "Hahaha quanto mede assim? É microscópico haha" terminando de falar isso levantou, a gente tinha chegado na estação, me pegou pelas bolas e me tirou do trem, "não não não!! Não faz isso comigo por favor!" Eu falava enquanto ele me levava com a calça nos tornozelos tentando esconder minha bunda e meu pau, ele só deixou eu subir um pouco a calça pra subir umas escadas mas não soltou minhas bolas, me levou pra um banheiro, entramos, e me levou até a pia, me empurrou contra ela e baixou minha calça de novo até os tornozelos pisando nela com um pé, apoiou um braço nas minhas costas que me prendeu na pia, com a outra mão passou saliva no meu cu e a próxima coisa que senti foi uma dor do caralho que fez eu chorar, ele enfiou tudo de uma vez só e começou a me comer rápido com estocadas muito rápidas "isso é o que se faz com putas de pau pequeno! Usar sem perguntar se elas gostam" pegou meus braços e colocou nas minhas costas como se fosse me algemar e dali me segurou pra não deixar eu escapar, eu só conseguia gemer e reclamar, ele começou a dar umas palmadas muito fortes na minha bunda, podia até soar pela estação inteira "toma vagabunda!! Você é uma vagabunda gostosa do caralho!!" ele falava ofegando como um touro enquanto me arrombava o cu e a dignidade. Nessa posição ele me comeu por 20 minutos, Não sei de onde tirei energia pra aguentar, mas ele deixou minha bunda toda vermelha, meu cu já tinha arrebentado desde o começo quando ele enfiou o pau de uma vez e assim me comeu por 20 minutos, me deu tapas na cara que deixavam ele com mais tesão, mas tudo terminou quando ele gozou dentro do meu cu, soltou meio litro de porra quente, deu as últimas estocadas, e finalmente tirou, eu caí de joelhos e pude ver ele finalmente, Uau o cara quase mordia as olheiras (tenho que escrever assim pra não derrubarem o relato, mas quem entendeu entendeu) por isso aguentava tanto com aquele ritmo infernal, mas agora que sabia fiquei com medo dele fazer algo pior. "Você é uma boa puta, gosto de mina assim que nem você, que aguenta o pau" por dentro eu pensava "caralho, você acabou de me estuprar mano, como assim eu aguento bem" mas não podia falar isso, ele ia ficar puto e no estado que eu tava não seria bom, assim como falar que quase no começo eu gozei pela 3ª vez, mas tentei disfarçar pra evitar que ele fizesse algo por causa disso, no final, ele tirou uma nota de 500 e jogou no chão "toma puta estúpida, você foi boa e pelo menos ganhou algo" e foi embora, eu fiquei mais um tempo lá largado, não sabia como me sentir, isso já contava como ter sido estuprado? Tipo, alguém já tinha abusado de mim? Ou não contava porque ele me deu dinheiro e começou voluntário? Me sentia muito mal, subi a calça, peguei o dinheiro e fui embora. Foi uma longa viagem de volta, tinha passado da minha estação e tive que caminhar uns 40 minutos, com porra escorrendo pelas minhas pernas, mas não pensava nisso, na minha mente tinha uma pergunta, por que fazem isso comigo? Por que quando me comem tem que ser na brutalidade e com vontade de me machucar? É por causa do meu pau pequeno? Ou por que me tratam assim?. Naquele dia cheguei em casa, e fui direto pra cama muito triste, só tirei a roupa e me deitei, queria dormir mas minha namorada me ligou no celular, queria conversar um pouco porque não conseguia dormir e começou a ficar tesuda, eu fui na onda Tô meio triste, ela me perguntou o que eu tinha, mas eu não podia contar que fui estuprado, que arrebentaram meu cu e deixaram porra dentro do meu ânus. Inventei que tava estressado com as tarefas e o trampo, além de que o dinheiro não tava dando. No dia seguinte, não quis ir pra escola, acordei tarde, entrei no banho pra tirar toda a porra que tinha no cu, e no espelho consegui ver melhor minhas nádegas, o vermelho já tinha passado, agora tavam roxas. Tentei olhar meu ânus e, de fato, tava arrebentado. Suspirei fundo e fiquei pensando no que fazer. Entrei no app gay e procurei algum passivo pra perguntar. Lá, um cara me disse pra comprar uma pomada específica e passar a semana toda. Fiz isso, fui comprar numa farmácia e voltei a deitar. Mais tarde, fui pro trampo e tentei levar o dia normal, embora, claro, me perguntassem no serviço se eu tava bem. Até uma colega que sempre achei muito gostosa e linda veio perguntar se tava tudo certo, se eu queria conversar sobre algo, e me senti pior porque, óbvio, não podia contar que fui estuprado. No dia seguinte, deletei o app, falei pra mim mesmo que não ia mais continuar com isso, melhor tudo como antes. E consegui fazer isso por mais ou menos um mês, até que precisei de dinheiro de novo e caí outra vez. Abri o app de novo, e um senhor me perguntou quanto eu cobrava pra deixar ele me comer. 1000 pesos, falei. Ele disse que sim, sem pensar, me mandou a localização e fui. Era uma casa boa, e o senhor era um gordo de 1,80m e 50 anos. Ele me levou pra sala, me ofereceu algo pra beber, aceitei um pouco de mezcal haha e começamos a conversar. Ele me disse que era médico, que no momento morava sozinho, os filhos dele tavam numa universidade meio longe e a esposa também tava em outro estado por enquanto. Não vou mentir, foi uma boa conversa, até que ele tocou no assunto da minha feminilidade: "Você parece muito feminina, me diz, toma hormônios ou algo? Porque essas cadeiras e essa bunda não são normais." Eu disse que não. Foi eu, e ela ficou surpresa. Me pediu pra mostrar um pouco, então fiquei na frente dela e deixei ela abaixar minha calça. Ela deixou minha bunda de fora e ficou pegando com respeito, falando como era bonita e redonda. Depois pediu pra ver meu pau. Aí eu pensei: "que seja o que Deus quiser". Me virei e ela viu meu pau mole. A cara que ela fez me surpreendeu — não foi de nojo ou decepção como os outros, foi uma cara de espanto: "Uau, docinho! Adorei!! Me espera!! Já volto!" E saiu correndo pro segundo andar. Eu fiquei pensando: será que ela me viu? Aí ela desceu com uma caixinha e uma fita métrica. Pegou meu pau e ia medir. Eu me afastei e falei que não. Tinha algo dentro de mim que se recusava a saber meu tamanho exato. Mas a maldição do pau pequeno se fez presente. Ela me deu um tapa forte e eu entendi. Deixei ela medir. "Vamos ver... mole você tem... 2 centímetros? Haha, sério que você tem isso?? Hahahaha!" Uma verdade que eu me recusava a aceitar, e que me fez sentir um pouco mal, mesmo já estando acostumado a ouvir piadas. "E duro, quanto você tem? Espero que cresça muito mais, porque senão seria bem triste." E começou a me chupar. É sempre bom receber um boquete, mas durou uns 10 segundos. Ela sentiu que começou a endurecer e se separou pra medir. "Espera, acho que ainda não tá 100%." Ficamos os dois atentos pra ver o tamanho. Já tava durasso, parecia pedra, mas ela achava que ainda faltava, até que tocou e viu como tava duro. "Uau, você tem ele assim tão pequeno? Vamos ver quanto você mede. Veeeeer... 9cm? Hahahaha!" 9cm? A vida inteira pensei que tinha pelo menos 12. Nunca medi, mas como essa era a média, achei que o meu devia ser isso. Na hora pensei na minha namorada. Então ela era muito boa comigo, porque nunca me disse que eu era tão pequeno. Mas será que ela fingia os orgasmos? Ou será por isso que ela sempre se masturbava quando eu metia? "Além disso, suas bolas são bem pequenas, ficam escondidas pra cima. Acho que não Têm o peso pra descer e poder se ver" — ele me disse enquanto olhava bem de perto pro meu pau, parecia que tava me analisando. Bom, no fim, o médico nele falou mais alto.
Coloca o que tem nessa caixa, leva pro banheiro e troca de roupa lá." Eu obedeci, fui pro banheiro e lá vi um conjuntinho de lingerie muito sexy, até que gostei pra minha namorada. Comecei a vestir: uma fantasia de empregadinha, com uma saia muito curta que deixava metade da minha bunda aparecendo por trás, e na frente era ainda mais curta, deixava todo o meu pau de fora. Também tinha uma calcinha fio dental que na parte do pau era aberta, pra deixar ele pra fora. Usava umas meias de rede pretas, umas luvas que iam até acima do cotovelo, e uma tiara pequena de empregadinha. Saí com muita vergonha, e ele já estava sentado nu na sala, um urso maduro em toda a expressão. Quando fui até ele, ele pediu pra eu pegar a vassoura e começar a varrer. Pensei: "Tipo, você quer me colocar pra ser empregada de verdade?" E assim comecei a varrer a sala e o entorno. Quando virei pra olhar ele, ele estava se masturbando me vendo. Já dura, parecia grande enquanto ele se tocava. Eu me sentia estranho, tipo arrepios ou nervosismo por saber que ele se masturbava me olhando, mas me fazia sentir gostoso. Depois de um tempo, ele me chama: "Pequena slutty, vem, chupa aqui." E como se ele realmente fosse meu dono, eu obedeci, quase metido no papel. Ajoelhei entre as pernas dele e comecei a chupar sem questionar. Peguei e meti na boca. Que sabor gostoso que tinha, já tinha um pouco de esperma escorrendo da ponta. Assim eu gostava, que não fossem ruins comigo. Uma coisa que eu esqueci: ele tinha o pau maior do que todos que eu já tinha provado. Não muito, mas dava pra notar a diferença. Media com as mãos e precisava de duas das minhas mãos pra segurar ele inteiro, e ainda assim saía um pouco da ponta. Além disso, ele tinha os ovos muito grandes, balançavam bastante. Assim continuei chupando, já com a experiência que eu tinha, posso dizer que sabia fazer muito bem. Ele acariciava minha bochecha enquanto dizia como eu era linda. Eu me sentia bem, que diferença ser tratado assim do que costumavam fazer comigo. Mas aí veio um tapa: "Você é uma boa vadiazinha, chupa tudo pra mim, saco, cu, tudo” não, não queria fazer aquilo, comecei pelo saco pra ver se ele esquecia do cu, lambia igual pirulito do saco até a ponta da cabeça, esticando bem a língua, e funcionou por um tempo, até que ele abriu as pernas e mandou com mais tapas “meu cu, vadia” e eu tive que descer pra lamber o cu dele também enquanto continuava masturbando ele, mesmo que não foi tão ruim quanto pensei, cheirava bem, meio doce, não era aquele velho típico que não se cuida e fede a cu, e fiquei ali um tempinho, uns 15 ou 20 minutos chupando a pica, saco e cu dele, cuspindo pelo de vez em quando, e ele ainda não tinha gozado. “Senta na minha pica, vadia gostosa” ele disse, eu obedeci, levantei, me virei e tirei a calcinha, mostrando minha bunda que ele começou a apertar de leve, se inclinou pra frente e lambeu um pouco meu cu, deixando bem babado, e agora sim, desci, encaixei a pica dele no meu cu, e fui descendo devagar até entrar tudo, e quando tava lá embaixo comecei a rebolar, ele começou a bater na minha bunda com força agora enquanto eu subia e descia devagar, mas ele mandou eu fazer rápido, tava doendo pra caralho, mas tentei acelerar, mesmo que não era o suficiente pra ele, que queria me ver cair com todo peso na pica dele, e mesmo que tava destruindo meu cu a cada sentada, eu fiz assim, sempre com um medo constante, que apareceu rápido, meu pau começou a jorrar porra no chão e eu parei um pouco sem perceber “que foi? Por que parou, vadia? Hã? Tá gozando, vadia? Hahaha sério?” não sei como ele percebeu, mas pegou no meu pau pra confirmar e quando sentiu a porra saindo, caiu na risada “hahaha foi demais pra você, vadia? Haha por isso não queria fazer rápido, né? Haha porque você é uma vadia precoce, mas não para! Continua!” eu soltei meu último jatinho de porra, e ele começou a bater na minha bunda, já queria que eu continuasse “me dá um Pouquinho de tempo" e eu já estava me levantando pra tirar o pau dele, já tava doendo pra caralho, mas ele me segurou pela cintura e me puxou pra baixo com força, fazendo entrar de novo. "Não! Acho que você não é tão garota assim pra pensar desse jeito, se você gozou foi culpa sua por ser uma puta estúpida precoce, eu ainda não acabei, então continua, garota". Cadê aquele senhor educado do começo? Tive que continuar, subindo e descendo, mesmo doendo pra caralho por ter gozado. Comecei a bater uma pra ficar com tesão, igual naquele primeiro relato. Mal conseguia, tinha que empinar a bunda pra me ver direito, e minha pélvis mal deixava eu segurar meu pau mole com a ponta dos dedos. Quando senti que começou a crescer um pouco, parei. Pensei: "Ok, se eu gozar de novo, não vou parar, ele não pode saber". Ele me dava tapas na bunda, tava deixando minha bunda vermelha de novo. E quando achei que não tava mais doendo o pau dele, senti cócegas no meu pau de novo. Tentei me mentalizar: "Não para, não para, ele não pode saber que você gozou de novo", falei pra mim mesmo quando a porra escapou de novo. Tentei não parar, mas sem querer comecei a gemer pra caralho. E pra minha surpresa, ouvi ele falar: "Você tá gozando de novo, puta?!" Como ele percebeu?! Ele pegou meu pau de novo e sentiu a porra saindo. "Oohh joo joo, você é uma puta incrível!! Como homem você não vale nada, mas como mulher você é uma puta do caralho!" Deus, como doía continuar mesmo tendo gozado, mas dessa vez algo mudou dentro de mim. Eu tava começando a ficar com raiva porque não conseguia fazer ele gozar, e tentando já tinha gozado duas vezes. Não devia me concentrar em não gozar, devia fazer ele gozar custe o que custar. Então empinei bem a bunda, tentei apertar meu cu pra espremer aquele pau, mesmo doendo. Dei as melhores sentadas que tinha, e não ia mais bater uma, tinha que focar nele. Se meu pau ficasse pequeno até ele terminar, que fosse assim. Mas passaram 40 minutos e ele não gozava. Eu já não aguentava mais. as pernas, eu tava cansado, e de vez em quando do meu pau saía um fiozinho de porra mesmo flácido, parei de contar quantas vezes eu tinha gozado, até que finalmente consegui, o senhor começou a gemer, me dava tapas tão fortes na bunda, e quando senti a porra quente dele soube que minha missão tinha acabado, finalmente fiz ele gozar. “ooohh bebê você é incrível” ele disse enquanto eu olhava pro chão exausto, ali vi toda a porra que tinha escorrido de mim antes de conseguir fazer ele gozar, até meu pau ainda tinha um fiozinho de porra pendurado na ponta mesmo estando pequeno. Comecei a me levantar, ele via como o pau dele ia saindo do meu cu e quando saiu, todo aquele sêmen que ele tinha deixado dentro de mim começou a escorrer caindo no pau dele “que gostosa você é, e olha, seu cu ficou aberto, posso meter um dedo sem nem te tocar” uuff eu tava recuperando o fôlego, destruí meu pobre cuzinho só pra fazer ele gozar mas ele não sabia disso, ele só me mandou limpar toda a porra com a boca e foi o que eu fiz, dei uma última chupada pra limpar o pau dele e ficou brilhando, mas ele disse “toda a porra” e apontou pra que tava no chão, a minha que tinha escorrido, demorei pra responder e ele me pegou pelo pescoço e me jogou pra limpar “e levanta essa bunda, puta” ele disse já no sonho, e eu fiz, de joelhos no chão, pernas abertas, a bunda bem levantada e as costas pra baixo, comecei a lamber minha própria porra do chão enquanto ele me olhava, e enquanto eu terminava ele foi pra trás de mim, e senti um golpe forte nos ovos, ele me deu um chute forte nas bolas, caí de cara na minha própria porra enquanto tentava esfregar minhas bolinhas. Obviamente ele riu de mim, igual todo mundo que me comia, e igual todo mundo não podia terminar sem castigar minhas bolas ou meu pau. Minutos depois quando já tínhamos terminado voltamos a conversar um pouco, e quando eu já ia voltar pra casa ele se ofereceu pra me levar, aceitei mas perguntei se podia ficar com o traje, me Senti muito gostoso quando usei e queria usar mais na minha casa. Ele ia topar, mas só se eu chegasse já vestindo na casa dele. Era um velho fetichista. Eu disse que sim, mas mais tarde, porque ainda era dia. Ele ficou todo feliz por me ter mais tempo na casa dele, mas logo voltou a ficar de pau duro. Dessa vez, ele tirou a parte de cima da roupa e começou a chupar meus mamilos enquanto me masturbava — ou tentava, porque meu pau já não respondia. Ele estava por cima de mim e eu me senti muito pequeno. Sou baixinho e magro, ele é um touro. E quando ele encaixou o pau de novo no meu cu, não falei nada e deixei ele fazer o que quisesse. Começamos a trepar de novo. Ele metia com força enquanto beliscava meus mamilos, torcia eles com muita força. E as palmadas não faltaram. Levei porrada durante todo aquele segundo round até ele finalmente gozar de novo.
Depois disso, ele tava cansado, deitou comigo, me abraçou por trás e me apertou como se eu fosse a esposa dele, e tenho que admitir que era gostoso estar assim. Já de noite, ele me levou pra casa, de terno o caminho inteiro, desci da caminhonete dele e fui até a entrada da minha casa, bem esperto pra nenhum vizinho me ver, entrei em casa e o senhor foi embora, suspirei e de novo dormi rápido de tão cansado. No dia seguinte na escola, fiquei pensando: por que todo mundo me trata assim quando vê meu pau? Será que excita ser dominante com alguém que tem um menor? Ou por que será? De qualquer forma, agora eu tinha um terninho lindo que adorava usar sozinho na minha casinha hehe. Aqui termina a segunda parte, vêm coisas mais obscenas e masoquistas nas próximas partes hehe. Apoiem com comentários e deixando pontos, é isso que faz eu continuar contando minha história haha.
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