Mike Pérez saiu pra pedir doces com a mãe gostosa e cheinha dele, a Giselle, como todo Halloween. Pra azar dele, esse ano ele escolheu uma fantasia que, infelizmente, deixa os melhores atributos dela à mostra toda vez que uma rajada de vento sopra, e isso não passa despercebido pelo ladrão de doces branco encrenqueiro que eles encontram no caminho... Essa história não é minha, só tô traduzindo pro público que fala espanhol. ----------------------------------------------------------- Assim que o sol se pôs no horizonte nessa noite fria de Halloween, o bairro voltou à vida. Todo mundo, jovem e velho, tá nas ruas vestido de fada ou de cadáver. Cada casa tá enfeitada com decorações assustadoras e os moradores ficam nas portas com tigelas gigantes de doces pras crianças que tão pedindo guloseimas. Como todo mundo, eu saí com a minha mãe pra caçar doces de Halloween. Sei que sou adolescente, mas sempre amei pedir doces, e quando falei pra minha mãe que queria ir esse ano, ela me ajudou de boa vontade a escolher uma fantasia. Uma semana antes do Halloween, ela me levou na loja de fantasias do bairro pra ver o que vestir. Depois de olhar todas as fantasias, logo escolhi uma clássica, o Michael Myers. A fantasia vinha com um macacão escuro simples e uma máscara arrepiante, mas achei perfeita, então minha mãe comprou pra mim sem reclamar. Ela insistiu em me acompanhar pra pedir doces, então a gente também procurou uma fantasia pra ela, mas as que ela mostrava não eram bem o que eu tinha em mente. Todas as fantasias que ela vestiu no corpão porto-riquenho dela pra me mostrar eram muito reveladoras. Eu sabia que se ela saísse vestida de enfermeira sexy ou de empregada sexy, a vizinhança inteira ia ficar olhando pra bunda enorme e pras tetas dela, então pra cada fantasia que ela escolhia, eu sempre arrumava uma desculpa esfarrapada do porquê não dava pra usar, e felizmente ela me ouvia sem questionar. Às vezes fico feliz que ela seja tão ingênua. Agora, enquanto nossos pés pisam o asfalto escuro do nosso bairro, fico pensando que talvez uma daquelas fantasias tivesse sido melhor do que essa. Como eu descartei todas as ideias de fantasia da minha mãe, ela teve que improvisar de última hora, porque se recusava a sair sem fantasia. Então minha mãe teve a brilhante ideia de se vestir de fantasma, e eu, feito uma idiota, aceitei, achando que não teria nada de mais. Ela pegou um lençol branco velho de algum lugar da casa, fez dois buracos para os olhos e deu o dia por encerrado. Quando a noite de Halloween chegou, ela insistiu em não usar nada por baixo, dizendo que qualquer roupa amassaria o lençol e estragaria a fantasia. Tentei convencê-la de que não precisava, mas no final cedi. De qualquer forma, ela vai estar completamente coberta, então o que de pior poderia acontecer? Meu macacão não me protege muito do frio, então sei que minha mãe deve estar congelando. Toda vez que olho para ela, não consigo evitar ficar vermelho e desviar o olhar, porque o frio deixa os bicos dos peitos dela durinhos feito pedra. Os bicos pontudos aparecem fácil através do tecido fino e branco. Além de ser uma noite fria, também venta bastante. Cada vez que passa uma rajada de vento mais forte, o lençol de fantasma da minha mãe levanta, deixando a bunda gorda e morena dela à mostra para quem quiser ver. Ela puxa o pano pra baixo com vergonha, mas não adianta muito. Tenho sorte de estar tão escuro, porque sei que se tivesse mais luz, a vizinhança inteira estaria se virando toda pra ver o corpo da minha mãe. Sempre que vou a uma casa pedir doces de Halloween, peço pra minha mãe ficar pra trás. Ela não gosta muito, mas não reclama muito. Olho pra trás e vejo a bunda gorda dela aparecendo por baixo do lençol enquanto ela balança de um pé pro outro pra se aquecer. Meu rosto queima atrás da máscara enquanto estendo meu saquinho e recebo um punhado de doces, e vejo que a atenção nunca está em mim, mas nela. gorda mãe. Enquanto a gente caminhava pelo bairro, ouvi uma risada malvada. Levantei a vista e vi um cara branco desconhecido vindo na nossa direção. Ele não tava fantasiado nem com saco de doces, então fiquei me perguntando o que ele tava fazendo por ali. Tava com outro cara, mas quando viu eu e minha mãe, fez um sinal pro amigo se afastar e veio andando na nossa direção. Me deu um mau pressentimento quando o cara branco se aproximou, mas minha mãe distraída nem pareceu perceber nada. O cara parece ter mais ou menos a minha idade, mas nunca vi ele na escola. Pode ser novo por aqui, então cumprimento ele. "Que fantasia maneira, perdedor." Bom, esse cara é obviamente um babaca. Ele para a uns metros da gente e me olha com desprezo. "Qual é o teu problema, mano?", pergunto. "Só tava sendo legal." O valentão ri, mas não é uma risada legal. "Vai fazer o idiota em outro lugar." "Acho que não", ele diz, chegando perto até ficar na minha frente. Não sinto o hálito dele por causa da máscara, mas ele tá tão perto que as exalações quentes batem na minha cara. "Quem caralhos é você pra me chamar de idiota?" — Afasta, amigão. Não quero confusão. Minha mãe fica de lado, olhando pra gente nervosa e sem falar nada. Em vez de responder, o valentão me dá um sorriso debochado e arranca o saco de doces da minha mão. "Ei!", reclamo, estendendo os braços pra pegar de volta, mas ele é mais rápido que eu e consegue segurar minha sacola atrás das costas, onde não alcanço. "Me devolve isso!" "Nem pensar! Não tenho doces, e além disso, compartilhar não é amor?" — ele zomba enquanto continua segurando meu saco de doces bem fora do meu alcance. Tento arrancar mais uma vez, mas o valentão me empurra com força, me fazendo tropeçar pra trás. "Mike!" — Minha mãe, preocupada, segura meu braço. Olha pro valentão, mas só dá pra ver os olhos dela. Parece preocupada enquanto me ajuda a levantar. "Não tem motivo pra briga. Não pode compartilhar seus doces com ele?" Nem Ele nem tem fantasia, Mike. Em vez de me xingar, o valentão parece parar. Ele abaixa um pouco o braço que segura meu doce enquanto olha pra minha mãe. Examina ela de cima a baixo, parando nos mamilos duros dela que aparecem por baixo do lençol antes de voltar pros olhos dela. Depois de se fartar do corpo da minha mãe, o valentão vira pra mim com um olhar lascivo. Não tô com um bom pressentimento sobre isso. "É sua mãe?", ele pergunta, embora a resposta seja óbvia. Ele abaixa o olhar pros peitos dela e eu fico vermelha de raiva. — Sim, sou a mãe do Mike — ela responde por mim. — E você, quem é? "Sou novo no bairro, então esse é meu primeiro ano pedindo doces aqui", ele diz. "Não tive tempo de arrumar uma fantasia a tempo, por isso tô vestido assim." Ele aponta pras próprias roupas de rua com as duas mãos. Ainda tá segurando meu saco de doces, mas é como se minha mãe nem notasse. "Ah, coitadinho", ela sussurra, compreensiva com a história de merda desse cara. Não acredito nele nem por um segundo, mas minha mãe não faz nenhuma pergunta. É, me sinto muito mal. Talvez por isso não tenha tido sorte conseguindo doces. Esperava fazer amigos e dividir, mas seu filho é muito egoísta. "Que vergonha, Mike!" Olho pra minha mãe confuso. É como se ela não tivesse estado presente nos últimos dez minutos e simplesmente acreditasse cegamente nesse cara. Ela vira pro valentão, que parece estar tramando algo perverso. "Sinto muito que você não tenha fantasia", diz minha mãe. "Queria poder fazer algo..." A voz dela se apaga, desanimada, mas o valentão esboça um sorriso de tubarão com o comentário dela. Tenho uma ideia. Sua fantasia de fantasma parece grande o suficiente pra caber duas pessoas, então por que não entro junto com você? Assim posso conseguir meus próprios doces! Parece uma idiotice, mas minha mãe bate palmas de alegria. "É uma ótima ideia!" ela diz, enquanto se vira e levanta o lençol pra mostrar a bunda gorda dela. O valentão, cujo nome ainda não sei, sorri pra mim com deboche e me joga Saco de doces antes de se enfiar debaixo do lençol atrás da minha mãe. Cambaleio pra pegá-la, mas quase evito que tudo se espalhe no chão. Suspiro aliviada, mas quando levanto o olhar, todo esse alívio some e dá lugar ao horror. Ouço minha mãe soltar uma risadinha aguda ao ver dois corpos se mexendo dentro do lençol. O pano já era grande demais só com a minha mãe lá dentro, mas é fácil ver que tem outra pessoa ali, mesmo que ambas se encaixem perfeitamente. "Tá bem?", pergunto, preocupada com a minha mãe. Ela ri de novo, como se não tivesse me ouvido. Aperta os olhos enquanto ri, mas não consigo ver o que mais tá rolando lá embaixo. "Mãe?" Ela abre os olhos e me encara, mas fica claro que não tá me escutando. "Vamos continuar andando, ok?" — Claro, querida. Me guia. A gente vai te seguir pra onde você quiser. — Outra risadinha chega aos meus ouvidos assim que me viro, e sinto uma onda de irritação e nojo. Só quero que a noite acabe logo pra afastar esse cara da minha mãe. "Tá bem, vem por aqui." Levo elas pra casa mais próxima, mas a gente vai mais devagar que antes, e tudo por causa do babaca que a minha mãe tá carregando disfarçada. Tento ignorar os sussurros e as risadinhas que vêm atrás de mim e foco em chegar na próxima casa o mais rápido possível. Ando um pouco mais rápido, mas não ouço nenhuma reclamação do casal que vem atrás, então sigo em frente. A próxima parada é uma casa grande de dois andares decorada com teias de aranha falsas penduradas nas árvores e ossos falsos espalhados pelo jardim. Uma mão esquelética sai da terra mole e se estende lamentavelmente pra mim, mas não ligo. Em vez disso, vou até a porta, onde tem um cartaz grande de papel colado na madeira. "Pegue um", leio em voz baixa, seguindo com o olhar a seta do cartaz que aponta pra baixo. Aos meus pés, tinha uma tigela cheia de doces, então me agachei e peguei um punhado bem cheio. Depois de enfiar na minha bolsa, olhei por cima do ombro, esperando que minha mãe e aquele imbecil estivessem bem atrás de mim, mas não estavam em lugar nenhum. Me virei rápido e vasculhei o pátio, mas não vi ninguém. Onde será que foram parar? Saí correndo pela porta e voltei pra rua pra ver se via algum fantasma. Lá longe, avistei um pano branco. Tinha que ser minha mãe, então fui na direção dela. Tô ofegando um pouco quando chego no fantasma, e meu palpite acerta em cheio. Mãe? Pensei que você tava me seguindo? O que cê tá fazendo aqui? — Desculpa, querido. Achei que tinha te visto descer um pouco mais — ela diz, mas não tô convencida. Elas estavam bem atrás de mim, então é difícil entender como se perderam tão rápido. Olho pro lençol com mais atenção. O corpo da minha mãe parece se contrair de vez em quando, mas pode ser do frio. A figura do abusador atrás dela se mexe muito, então pergunto se tão bem aí dentro. — Tamos bem, Mike. Vamo tentar manter o ritmo. "Se você diz." Continuo andando pra próxima casa, mas dessa vez não tiro os olhos do casal do meu lado. Não vou na frente, sigo o ritmo da minha mãe e observo eles de canto. Pode ser efeito dos postes, mas acho que vejo um movimento ritmado saindo do lençol. Quando começo a virar a cabeça, uma ventania forte levanta o pano branco, e o que vejo me trava no lugar. Atrás do corpo nu da minha mãe tá o abusador, também sem roupa. Deve ter se despido enquanto eu tava naquela casa comprando doces. Os braços pálidos dele envolvem a cintura fina e morena da minha mãe e puxam ela contra o peito dele. A bunda grossa dela bate de leve pra trás no colo do cara enquanto tão de pé na calçada. Fico chocada com o que vejo, e um instante depois o lençol cai de novo pra cobrir eles. Mesmo cobertos, um movimento suave e um sussurro vêm de baixo do pano, deixando pouca dúvida sobre o que tá rolando. "Que Demônios?", exclamo, olhando pra minha mãe com os olhos semicerrados. O barulho das palmadas fica mais forte e o abusador ganha velocidade. Os peitões da minha mãe pulam por baixo do lençol. Os bicos dela estão tão duros que poderiam furar o tecido fino. "Ah", ela geme enquanto quica na pica do valentão. Não sei o que fazer, então fico ali parado, sem dizer nada, enquanto minha mãe leva por trás no meio do bairro. "Mmm", geme outra voz atrás da minha mãe, e é óbvio de quem é. O quadril do abusador se move contra a bunda da minha mãe, num ritmo constante e ganhando força enquanto ela geme. Lágrimas de prazer escorrem dos olhos da minha mãe antes dela fechá-los. O lençol range muito mais do que antes enquanto o casal se perde cada vez mais nos corpos um do outro. Por sorte, a maioria das crianças do bairro pedindo doces está longe demais pra ver o que tá rolando, mas ainda estamos em público. "Ah, por favor", ecoa um gemido agudo, que traz minha atenção de volta pro casal ao meu lado. Minha mãe geme aos berros, e as estocadas do abusador são brutais e devastadoras. Cada golpe me faz tremer, mas ao mesmo tempo, minha pica, enfiada no meu macacão do Michael Myers, se mexe. Sinto nojo de mim mesmo por ficar excitado ao ver um cara branco qualquer fodendo minha própria mãe, mas a imagem da bunda gorda dela e dos peitos pulando enquanto ele come ela por trás fica gravada a fogo nas minhas pálpebras. "Você é apertada pra caralho", geme o abusador, agarrando os peitos da minha mãe e apertando forte. Bem do lado onde paramos de andar tem um carro estacionado na beira da estrada, então o abusador anda com minha mãe alguns passos pra frente até que os braços dela se estendem pra se apoiar nele. Agora ela tá inclinada sobre o carro estacionado de um estranho enquanto a pica desse cara fode a buceta apertada e molhada dela. Outra rajada de vento levanta o lençol, mas dessa vez ele fica preso sobre os peitos da minha mãe, então não consegue cobri-las. A pele nua dela está exposta ao ar gelado da noite, mas não parece que se importem nem um pouco. Pelo contrário, o abusador agora consegue olhar nos meus olhos enquanto enfia a mãe contra o carro. A buceta molhada dela faz barulhos pecaminosos de chupada enquanto o pau dele entra e sai. "Gosta de ver sua mãe sendo comida?", ele provoca, mas eu não respondo. Não consigo, não enquanto sou forçado a ver a bunda da minha mãe quicando hipnoticamente. A língua dela aparece enquanto ela geme como uma puta. O valentão dá um tapa brutal na bunda dela, fazendo-a engasgar um grito. Uma mão pousa na parte interna da coxa dela e as separa ainda mais, permitindo que eu veja melhor como o pau dele entra e sai do buraquinho apertado dela. Minha mãe deixa a cabeça cair no carro e cruza os braços, apoiando a testa nos antebraços como se fosse um travesseiro. Ela chora e geme enquanto é partida ao meio e deixada exposta. "Putinha gostosa", murmura o cara com um grunhido, "vou te destruir. Você gosta de sentir meu pau te fodendo até te deixar sem fôlego?" — Sim — geme minha mãe impotente, com os olhos revirando e a baba cobrindo os lábios. O abusador joga a cabeça para trás e solta uma gargalhada antes de fazer contato visual comigo de novo. "Tá ouvindo isso? Eu como sua mãe tão bem que ela mal consegue falar." Ela geme contra os braços e tenta mexer os quadris para trás num pedido silencioso por mais. O abusador agarra ela com força e a penetra com mais força e rapidez. Ele se inclina para frente, pressionando o peito contra as costas dela, sem dar nem um minuto para ela se adaptar ao ritmo brutal dele. O abusador solta um último gemido profundo enquanto os quadris dele penetram o buraco da minha mãe e então fica parado. Ele respira fundo enquanto a penetra suavemente, derramando o sêmen. Mamãe soluça e arqueia as costas o máximo que pode, desejando que ele penetre mais fundo enquanto goza nas coxas dela e no carro desse desconhecido. Ambos Recuperam o fôlego depois de gozar, e eu só consigo ficar olhando de boca aberta. Eles se viram pra mim: mamãe com lágrimas e saliva cobrindo o sorriso de satisfação, e o abusador com um sorriso triunfante, e eu só quero ir pra casa. “Mamãe”, começo, mas não sei o que mais dizer. “Desculpa, querido”, ela fala, mas não parece arrependida nem um pouco. “Tava muito frio, e a gente só tava se esquentando...”
1 comentários - Mamãe, o fantasma da bunda grande