El sexo con amor siempre es mas rico (Shemale)

Escrevo isso porque quero ter uma lembrança do que aconteceu hoje com a Juliana. Quem acompanha meus relatos já sabe quem ela é, mas pra quem nunca leu nada do meu conteúdo, vou dar um pouco de contexto.

A Juliana é uma garota trans que conheci num site de anúncios eróticos. Tivemos vários encontros puramente sexuais, mas desde o começo rolou uma conexão entre a gente e, um tempo depois, viramos um casal. Pra não enrolar nem ficar muito brega, foi algo muito lindo e sexual o que a gente teve, era amor puro. E como dizem por aí, o amor nunca acaba de verdade. Desde que ela foi pra Europa, a gente sempre manteve contato, talvez não tanto quanto eu gostaria, mas a gente nunca esqueceu um do outro.El sexo con amor siempre es mas rico (Shemale)

peitoes
sexo

Sexo anal

sexo oral

travestiHá alguns dias, tivemos um reencontro emocionante. A Juliana estava de férias em Cancún e me pediu para nos encontrarmos para bater um papo e relembrar os velhos tempos. Sólo podíamos nos ver um dia, justamente no mesmo dia em que ela voltaria para a Europa, já que tinha o voo à noite e passou o resto das férias com o parceiro e a família. Pensei que, por estar em um relacionamento, só iríamos conversar, mas minha ingenuidade não podia ser maior.

Nos encontramos por volta das 9h no hotel dela, a busquei e fomos tomar café da manhã em um lugar perto e com uma vibe legal. Ela estava muito gostosa, dava para ver que tinha malhado e o corpo dela se destacava muito no vestido que estava usando, mesmo não sendo apertado. Fiquei muito impressionado e elogiei várias vezes a transformação que ela teve. Na minha mente, só conseguia imaginar passar minha língua por cada canto do corpo dela e penetrá-la com força para fazê-la gemer e sentir muito prazer. Perto do meio-dia, saímos para dar uma volta pelos arredores. A Juliana me mostrou vários pontos turísticos que tinha visitado, já que era minha primeira vez naquele lugar.

Em algum momento perto do meio-dia, sentei na sombra de uma árvore e vi a Juliana de longe caminhando e admirando as paisagens. Minha mente imediatamente começou a viajar, vieram lembranças de como ela, de quatro, movia o quadril implorando para eu penetrá-la, me olhando de forma lasciva. Mais memórias vieram à mente, de como ela se ajoelhava na minha frente totalmente nua e botava a língua para fora, pedindo para eu tirar meu pau e foder aquela boquinha. Saí da viagem pela memória quando vi que a Juliana se aproximava lentamente e me dizia algo. Levantei a pedido dela, mas não percebi que meu pau tinha ganhado vida e, como eu estava de shorts, a ereção era evidente.

Me cobri imediatamente ao perceber, pensei que a Juliana ficaria irritada, mas a reação dela foi totalmente inesperada. Ela se aproximou de mim e levou a mão direto para o meu pacote e... Ela sussurrou no meu ouvido: "Vamos para um lugar mais privado, quero que me coma e me faça sua putinha uma última vez". Não perdi tempo e rapidamente nos levei para o que na Colômbia chamamos de residência (já tinha pesquisado lugares próximos antes, por precaução).

Ao entrar no quarto, tirei minha roupa, me aproximei da Juliana e dei um beijo longo e apaixonado nela. Ela correspondeu e suas mãos acariciavam meu corpo nu. Por minha parte, minhas mãos acariciavam suavemente aquele bumbum enorme por cima do vestido, lentamente fui subindo até tocar sua pele, apertava suas nádegas e dava pequenas palmadas. Percebi que Juliana não estava usando calcinha, o que acelerou meu coração, pois ela também esperava que acontecesse o que estava acontecendo. Tirei o vestido dela, deixando-a como Deus a trouxe ao mundo. Admirei suas curvas enquanto sentia aquele frio na barriga que só ela me fazia sentir.

Quis tomar a iniciativa, mas Juliana me adiantou. Ela se ajoelhou e acariciou meu pau com as mãos, me olhando nos olhos enquanto colocava a língua para fora, lentamente aproximando a ponta do meu pau de sua boca até que eles se tocaram, beijando-o suavemente. Não aguentei mais, peguei seu cabelo e com cuidado enfiei meu pau em sua boca. Ela o recebeu sem medo e usava sua língua maravilhosamente para me dar prazer. Lentamente, eu tirava e colocava meu pau em sua boca, comendo ela como tanto gostava.

Sua garganta é maravilhosa, apertava meu pau quando enfiava tudo e usava sua língua com uma maestria brutal, mas eu sei que sua bunda é mil vezes melhor que sua boca incrível e maravilhosa. Fiz Juliana se levantar e a guiei até a cama, coloquei-a de costas para mim e a pressionei contra meu corpo, beijando seu pescoço enquanto minhas mãos acariciavam seus seios e seu pau bem ereto. Ao chegar na cama, a coloquei de quatro, afastei suas pernas o máximo possível e enfiei meu rosto entre suas enormes nádegas.

Com minhas mãos, separava suas nádegas enquanto minha língua invadia seu cu. Juliana movia seu corpo... suavemente em resposta ao prazer. Meu pau pulsava e a vontade de penetrá-la me invadia, passei lubrificante no meu pau e nos meus dedos, os introduzi dentro dela e me certifiquei de deixar tudo cheio de lubrificante. Aproximei meu pau e lentamente invadi seu ânus até preenchê-lo completamente, minhas mãos apertavam suas nádegas em resposta ao prazer que sentia naquele momento. Após alguns segundos comecei a bombear suavemente, seu ânus me apertava de um jeito muito gostoso e o prazer era enorme, não pude evitar gemer. Juliana, por sua vez, gemida e me pedia para continuar. Cumpri os desejos da minha deusa, comecei a penetrá-la com força até estabelecer um ritmo constante, o som de suas nádegas batendo no meu corpo foi glorioso, dava palmadas fortes na sua bunda e dizia que ela era minha putinha e sempre seria.

Eu estava muito excitado e com tesão, deitei ao seu lado e fiz com que ela virasse de costas para mim, peguei uma de suas pernas e a levantei o máximo possível e inseri meu pau nela novamente. Continuei fodendo enquanto ambos gemíamos, eu beijava seu pescoço e lambia um pouco sua orelha e ela segurava sua perna com uma mão, lambia meus dedos e gemia de prazer. Em seguida, queria dominá-la ainda mais. Fiz com que ela se deitasse de bruços na beirada da cama com as pernas para fora, seus cotovelos sustentavam o peso do seu corpo e sua bunda ficava totalmente empinada e disponível.

Me coloquei atrás dela e a penetrei, mas minhas mãos entrelaçaram as dela por cima, deixando-a com zero mobilidade, e comecei a embestir com força, o impacto dos nossos corpos era mais forte, mas não conseguia abafar os gemidos de Juliana. Quando possível, beijava seu pescoço e dizia o quanto ela era putinha por se deixar foder assim mesmo tendo um parceiro. Ao sentir que ia gozar, apertei suas mãos e disse que a amava no ouvido enquanto os jatos de porra disparavam dentro dela. Tirei meu pau e deitei ao seu lado, ela me abraçou e me beijou.

Ficamos nos beijando o tempo todo, sem trocar uma única palavra, nossas mãos acariciavam o corpo um do outro. Juliana agarrou meu pau com força e depois levou a mão à boca para saborear os restos do meu sêmen. Após vários minutos de toques intensos, fui direto ao pênis dela, coloquei na minha boca e comecei a chupar com força. O pênis dela, embora não seja muito grande, me encanta, é lindo e ela é muito cuidadosa com a higiene pessoal, o que fazia com que o pau dela sempre cheirasse e tivesse um gosto ótimo.

Chupava seu pau com força, minha língua percorria cada canto e chupava suas bolas, Juliana tinha uma das mãos na minha cabeça mas, apesar de estar curtindo minha boca, disse "quero te foder, papi, por favor deixa eu te foder". Não podia dizer não a uma mulher dessas, então a deitei e subi em cima dela, a simples ação me excitou muito e meu pau ficou duro de novo, coloquei lubrificante no pênis dela e em mim e, sem fazê-la esperar mais, lentamente introduzi seu pau dentro de mim. Suavemente comecei a me mover, Juliana tinha as mãos no meu pau e me masturbava no mesmo ritmo em que eu me movia sobre ela.

Olhava Juliana diretamente nos olhos, ela me mandava beijos e gemia com força, aos poucos aumentava o ritmo, o pau dela me fazia sentir muito bem e ver seu rosto enquanto nos tornávamos um só me fez lembrar porque eu tinha me apaixonado por ela. Juliana me para e pede para tomar a iniciativa. Ela queria ficar por cima de mim, mas me olhando na cara. Obedeci suas ordens e me deitei de costas, abri minhas pernas e ela entrou em mim novamente, mantendo um ritmo constante, nem rápido nem lento, me olhava nos olhos e me beijava.

Foi um momento muito prazeroso, definitivamente sexo com amor é a coisa mais gostosa. Juliana me beijou com força e deu uma última investida violenta enquanto seu corpo tremia, senti como ela gozava dentro de mim, senti seu corpo estremecer, seus gemidos se abafarem na minha boca até que ela caiu rendida ao meu lado. nos beijamos novamente. para então já eram quase 4 da tarde, passamos uma Hora mais deitados, conversando sobre como tínhamos passado os últimos meses e, sem perceber, já estava chegando a hora de ir embora.

Antes de finalizar nosso encontro romântico, fiz um último pedido à Juli: queria me masturbar vendo ela se masturbar. Ela sorriu, pois isso era algo que fazíamos com frequência antes. Sem hesitar, aceitou. Juliana ficou na cama, e eu, por minha parte, sentei num sofá próximo. Ela tocava o próprio corpo, acariciava os seios e o pau que aos poucos ficava duro, me olhava e provocava com o olhar, como se dissesse "vem e me fode de novo, sou sua putinha". Eu, por minha vez, estava na poltrona, com as pernas abertas, batendo uma com força.

Vê-la ali, tão gostosa e se tocando pra mim, foi incrível. Ambos chegamos ao clímax ao mesmo tempo e nos juntamos para gozar um no outro. E assim foi, derramamos nossa porra e nos beijamos com força para encerrar o encontro da melhor maneira.

1 comentários - El sexo con amor siempre es mas rico (Shemale)

Que gran relato, me exite mucho y no he cojido con una trans, pero me calente mal...