Bom, como vocês sabem, fiquei na parte em que vou ligar pro meu amante Franco. Mas vocês já sabem que ele é advogado e me forçou a transar com ele, e depois eu gostei. Bom, depois de dormir minha sesta, acordei, olhei o celular e tinha várias mensagens e um vídeo da câmera de segurança onde eu aparecia transando em cima da mesa do Franco.
Meu marido já estava em casa e ele nunca olha meu celular, nunca dei motivos pra ele desconfiar de mim, mas agora eu era a puta de outro cara que, com só uma foda que ele me deu, já queria sentir ele sempre dentro de mim. Acordei, levantei depois daquela sesta, tomei banho, saí do banheiro fresca e encontrei uma mensagem no meu celular dizendo: "Te espero a duas quadras da sua casa (duas ruas)."
Respondi a mensagem dizendo que não podia, que meu marido estava em casa. Ele me mandou outra dizendo: "Comprei uma coisa pra você e quero que você experimente." Imaginei que podia ser um vestido ou um conjunto de lingerie erótica. Falei que faria o possível, mas não prometia nada.
Às 22h, meu marido me disse que precisava ir encontrar uns amigos pra jantar. Falei: "Tudo bem, já vejo o que vou jantar." Então me arrumei e decidi sair atrás do meu macho. Coloquei uma regata justa, um conjunto de lingerie bem puta que comprei com meu marido pro nosso aniversário, e uma calça jeans bem apertada. Umas botinhas combinando com a regata e saí pra encontrar o Franco.
Mandei uma mensagem pra ele e pedi que me mandasse a localização do lugar onde estava. Quando cheguei, vi um prédio lindo, recém-terminado, que eu nem tinha dado importância enquanto construíam, quase nem reparei. Ele disse: "Já vou descer." Chegou, abriu a porta pra mim, me deu um beijo de língua incrível e me apalpou um pouco, colocou a mão na minha bunda direita.
Subimos pro apartamento dele e lá, ele nem me deixou entrar pela porta. No corredor, desabotoou meu jeans, puxou pra baixo e começou a lamber minha buceta de um jeito incrível, de novo igual da primeira vez naquela mesma manhã. Me fez gozar. Depois me agarrou, me... Tirei a calça, fiquei nua da cintura pra baixo no corredor do prédio, me agachei pra ele chupar minha buceta, e eu fiz isso. Me deu um tesão danado a ideia de sermos vistos ali transando à mostra.
Franco: chupa aqui, gostosa
Eu: beleza, buceta, mas joga a porra na minha boca.
Franco: você vai engolir?
Eu: sim, o que você quiser, meu macho.
Franco: então engole tudo
Eu: sim, depois você me come do jeito que quiser.
Comecei a chupar ele acelerado e senti os espasmos, como a pica linda que ele tem inchava, e apertei com meus lábios. Ele gozou toda a porra, que custou pra eu engolir — escorria pelos meus lábios, mas engoli o máximo que pude.
Depois me levantei, entramos no apartamento dele, e lá ele terminou de me despir. Perguntei o que ele tinha comprado pra mim, o que queria que eu experimentasse.
Ele tirou de uma caixa um dildo dilatador anal.
Não sabia o que dizer, mas a ideia da dupla penetração que eu imaginava era o que eu queria — me dava curiosidade.
Assim, sem mais, comecei a acariciar a pica dele de novo. Quando pude, chupei um pouco pra ele ficar duro, e daí, quando endureceu, ele meteu na minha buceta.
Começou a meter e tirar rápido e firme, que me deu de manhã, e a minha própria porra escorria pela racha do meu cu. Ele continuava me fodendo, mudou de posição, me colocou de quatro e meteu de novo. Gozei duas vezes nessa posição — eu não sabia que era multiorgásmica até aquela noite.
Comecei a sentir os dedos dele brincando com meu cu, ele abriu um pouco, senti uma saliva, e então comecei a sentir algo entrando devagar enquanto ele continuava metendo a pica na minha buceta.
Era o dildo abrindo caminho pelo meu cu. Ele foi enfiando até chegar no fundo e continuou me comendo. Eu estava nas nuvens, adorava ter o cu e a buceta abertos ao mesmo tempo.
Gozei mais uma vez, e ele continuava. Eu disse:
"Vai, pai, dá a porra, dá a porra pra sua puta"
Na mesma hora, ele inundou minha buceta de porra — senti vários jatos batendo. Diretamente contra meu útero, o que me fez gozar de novo bem forte.
Franco — que delícia e gostosa transa que a gente teve
Eu — sim, você me encheu de porra, adoro o que tenho no meu cu.
Franco — se quiser, da próxima vez pode ser um de verdade.
Eu — como assim um de verdade?
Franco — sim, um amigo meu ou seu, e a gente faz um menage
Mm, pode ser, vou falar com ele e vou tomar um banho. Quando saio, a gente bebe algo, me visto e fui pra casa bem comida.
Meu marido já estava em casa e ele nunca olha meu celular, nunca dei motivos pra ele desconfiar de mim, mas agora eu era a puta de outro cara que, com só uma foda que ele me deu, já queria sentir ele sempre dentro de mim. Acordei, levantei depois daquela sesta, tomei banho, saí do banheiro fresca e encontrei uma mensagem no meu celular dizendo: "Te espero a duas quadras da sua casa (duas ruas)."
Respondi a mensagem dizendo que não podia, que meu marido estava em casa. Ele me mandou outra dizendo: "Comprei uma coisa pra você e quero que você experimente." Imaginei que podia ser um vestido ou um conjunto de lingerie erótica. Falei que faria o possível, mas não prometia nada.
Às 22h, meu marido me disse que precisava ir encontrar uns amigos pra jantar. Falei: "Tudo bem, já vejo o que vou jantar." Então me arrumei e decidi sair atrás do meu macho. Coloquei uma regata justa, um conjunto de lingerie bem puta que comprei com meu marido pro nosso aniversário, e uma calça jeans bem apertada. Umas botinhas combinando com a regata e saí pra encontrar o Franco.
Mandei uma mensagem pra ele e pedi que me mandasse a localização do lugar onde estava. Quando cheguei, vi um prédio lindo, recém-terminado, que eu nem tinha dado importância enquanto construíam, quase nem reparei. Ele disse: "Já vou descer." Chegou, abriu a porta pra mim, me deu um beijo de língua incrível e me apalpou um pouco, colocou a mão na minha bunda direita.
Subimos pro apartamento dele e lá, ele nem me deixou entrar pela porta. No corredor, desabotoou meu jeans, puxou pra baixo e começou a lamber minha buceta de um jeito incrível, de novo igual da primeira vez naquela mesma manhã. Me fez gozar. Depois me agarrou, me... Tirei a calça, fiquei nua da cintura pra baixo no corredor do prédio, me agachei pra ele chupar minha buceta, e eu fiz isso. Me deu um tesão danado a ideia de sermos vistos ali transando à mostra.
Franco: chupa aqui, gostosa
Eu: beleza, buceta, mas joga a porra na minha boca.
Franco: você vai engolir?
Eu: sim, o que você quiser, meu macho.
Franco: então engole tudo
Eu: sim, depois você me come do jeito que quiser.
Comecei a chupar ele acelerado e senti os espasmos, como a pica linda que ele tem inchava, e apertei com meus lábios. Ele gozou toda a porra, que custou pra eu engolir — escorria pelos meus lábios, mas engoli o máximo que pude.
Depois me levantei, entramos no apartamento dele, e lá ele terminou de me despir. Perguntei o que ele tinha comprado pra mim, o que queria que eu experimentasse.
Ele tirou de uma caixa um dildo dilatador anal.
Não sabia o que dizer, mas a ideia da dupla penetração que eu imaginava era o que eu queria — me dava curiosidade.
Assim, sem mais, comecei a acariciar a pica dele de novo. Quando pude, chupei um pouco pra ele ficar duro, e daí, quando endureceu, ele meteu na minha buceta.
Começou a meter e tirar rápido e firme, que me deu de manhã, e a minha própria porra escorria pela racha do meu cu. Ele continuava me fodendo, mudou de posição, me colocou de quatro e meteu de novo. Gozei duas vezes nessa posição — eu não sabia que era multiorgásmica até aquela noite.
Comecei a sentir os dedos dele brincando com meu cu, ele abriu um pouco, senti uma saliva, e então comecei a sentir algo entrando devagar enquanto ele continuava metendo a pica na minha buceta.
Era o dildo abrindo caminho pelo meu cu. Ele foi enfiando até chegar no fundo e continuou me comendo. Eu estava nas nuvens, adorava ter o cu e a buceta abertos ao mesmo tempo.
Gozei mais uma vez, e ele continuava. Eu disse:
"Vai, pai, dá a porra, dá a porra pra sua puta"
Na mesma hora, ele inundou minha buceta de porra — senti vários jatos batendo. Diretamente contra meu útero, o que me fez gozar de novo bem forte.
Franco — que delícia e gostosa transa que a gente teve
Eu — sim, você me encheu de porra, adoro o que tenho no meu cu.
Franco — se quiser, da próxima vez pode ser um de verdade.
Eu — como assim um de verdade?
Franco — sim, um amigo meu ou seu, e a gente faz um menage
Mm, pode ser, vou falar com ele e vou tomar um banho. Quando saio, a gente bebe algo, me visto e fui pra casa bem comida.
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