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Quando Zara abriu a porta e viu ele ali, ficou sem reação.
O vento gelado da rua entrou como uma lufada, levantou a saia dela e deixou à mostra a calcinha, só uma fio dental que não deixava nada pra imaginação. Mas o corpo dela não reagiu. Os pés dela cravaram no chão. O tempo parecia ter congelado.
Na frente dela, ele — jaqueta vermelha, perfume árabe, sorriso conhecido — olhava diretamente pra ela, com uma mistura de desejo e pressa.
E sem dizer mais nada, se inclinou na direção dela, segurando ela pela cintura.
— Vamos, Kira — murmurou, com a voz rouca —. Quero terminar o que a gente começou no colégio… aquela fantasia que você me contou outro dia.
Zara sentiu um choque percorrer as costas, metade indignação, metade vertigem.
— O que você tá falando? — disse, colocando a mão no peito dele pra segurar —. Não sou a Kira! Sou a Zara… a irmã dela.
Ele congelou.
Piscou. Olhou pra ela direito pela primeira vez.
— Não pode ser… — murmurou, dando um passo pra trás.
Zara baixou a saia com um tapa, respirando ofegante.
— Então… no ônibus — ele disse, com a voz quase inaudível —… você e eu? Não era sua irmã…?
Zara não respondeu. Só ficou olhando fixo pra ele. A brisa continuava trazendo o cheiro do perfume dele. O mesmo que tinha deixado ela louca naquela viagem.
Ele engoliu seco. Um curto-circuito passou pela expressão dele. Como se o cérebro dele tentasse juntar as peças rápido demais.
— Então… sua irmã não… mas você sim? Quer dizer… — ele ficou em silêncio, e naquele instante exato, o desejo acendeu de novo o olhar dele.
Era confusão e tesão misturados. Dúvida e fogo. Como se, sem querer, ele tivesse entrado num jogo que era maior que ele… e do qual não queria sair.
Zara respirou fundo, tentando retomar o controle.
— Isso é muito constrangedor… desculpa — disse baixinho, desviando o olhar.
— Entra, vou chamar a Kira — completou rápido, antes de se virar e sumir pelo corredor.
— Kira, seu boy chegou! — gritou com um tom nervoso enquanto passava na frente do banheiro… e sem esperar resposta. entrou, fechando a porta atrás de si.
Encostou as costas nos azulejos frios. Fechou os olhos. O peito subia e descia rápido, encharcada de confusão, tesão e vergonha. O corpo tremia, não só pelo que acabara de viver, mas pelo que sentiu. Pelo jeito que aquele desconhecido a tocou… que agora já não era mais. O mesmo que estava agora na sala, tranquilo, como se nada tivesse acontecido.
A mão desceu pela barriga quase sem permissão, procurando aquele ponto exato que ainda ardia.
"Não devia, não posso, ele é o namorado da minha irmã…"
Mas o corpo dela não ouvia razões. Se deixou levar de novo, os dedos explorando a umidade entre as pernas, imaginando as mãos dele no lugar. Um gemido escapou dos lábios, e a respiração ficou mais rápida, mais funda.
Enquanto isso, Kira desceu com passo relaxado do quarto. O cabelo ainda úmido caía em ondas pelos ombros, e o vestido solto grudava em alguns lugares ainda molhados do banho. Ao chegar na sala, viu ele.
Ele já estava sentado no sofá, confortável, como se a casa fosse dele. Tinha tirado a jaqueta vermelha, que estava dobrada no encosto, e vestia um moletom preto que marcava os braços e o peito de um jeito quase indecente. Cada movimento dele destacava a definição dos músculos, e Kira não conseguiu evitar admirar a figura.
— Oi, love — disse Kira com um sorriso, se aproximando. A voz era suave e sedutora, e sentou ao lado dele, a perna roçando a dele. Podia sentir o calor do corpo dele, e uma faísca de desejo acendeu dentro dela.
Ele devolveu o sorriso, os olhos escuros brilhando com uma mistura de desejo e diversão. A mão dele pousou na coxa de Kira, acariciando suavemente a pele exposta.
— Senti sua falta — murmurou, a voz rouca e carregada de intenção. Kira sentiu um arrepio percorrer as costas, e o próprio desejo se intensificou. Sabia que ele podia sentir, que podia ver nos olhos dela, no jeito que o corpo respondia ao dele.
No banheiro, Zara Ela mordeu o lábio, tentando segurar outro gemido. A cabeça dela tava cheia de imagens dele, do corpo dele, das sensações que ele tinha despertado nela. Sabia que tava brincando com fogo, mas não conseguia evitar. Não queria evitar.
Kira beijou o boy dela, devagar e suave, enquanto no banheiro a Zara sentia um formigamento nos lábios, imaginando o gosto dele. "O que será que tão fazendo?", pensou Zara, a mente cheia de imagens eróticas. "Será que tão se tocando? Se beijando?" e ficava espiando eles pelo buraco da fechadura do banheiro enquanto se tocava.
Zara ficou na ponta dos pés, aproximando o olho da fechadura pra dar uma olhada. O coração dela batia forte, e um rubor subiu nas bochechas dela ao ver Kira e o boy dela enroscados num abraço apaixonado. Kira tava de olhos fechados, os lábios entreabertos enquanto ele beijava ela com uma intensidade que deixou ela sem fôlego.
"Deus, como eu queria que ele me beijasse assim", pensou Zara, a mão deslizando pelo corpo dela, acariciando as curvas. Ela sentia o calor entre as pernas, uma umidade crescendo que deixava ela com vontade de mais.
Na sala, o boy pegou Kira pelos peitos, amassando eles com força por cima do tecido do vestido. Kira gemeu na boca dele, os quadris se movendo contra os dele. Zara sentiu um prazer intenso nos próprios mamilos, que endureceram por baixo da roupa. "Adoro como ele toca ela", pensou, os dedos encontrando os mamilos e apertando eles de leve.
Ele enfiou os dedos na buceta da Kira, se movendo com uma habilidade que mostrava experiência e paixão. "Isso, assim," gemeu Kira, as cadeiras dela acompanhando o ritmo dos dedos dele. Zara, sem se segurar, fez o mesmo, os dedos deslizando entre as dobras molhadas dela. "Isso é tão sujo," pensou Zara, mas não conseguia parar. "Adoro."O garoto esfregava o clitóris da Kira com movimentos circulares, aumentando a intensidade do prazer. "Não para," implorou Kira, a voz dela cheia de desejo. Zara, seguindo os instintos, fez o mesmo, encostada na parede, as cadeiras se movendo no ritmo dos dedos. "Vou gozar," pensou Zara, os músculos se tensionando.
Ele tirou os dedos da buceta da Kira, brilhantes e molhados, levou eles até a boca dela, pra ela provar a própria essência, com um gemido de aprovação. "Hmm, você é uma delícia," murmurou, os olhos escuros brilhando de desejo. Kira, com as bochechas coradas e os lábios entreabertos, concordou, saboreando o próprio mel na boca. "É, é muito gostoso," sussurrou, a voz carregada de luxúria.
Zara, no banheiro, sentiu uma vontade incontrolável de provar o próprio mel. Com dedos trêmulos, levou os dedos à boca, saboreando a própria essência pela primeira vez. A sensação foi avassaladora, uma mistura de curiosidade e prazer que a deixou sem fôlego. "Nossa, é tão bom," pensou, um gemido escapando dos lábios, um som de pura e absoluta surpresa. O gosto da própria excitação a envolveu, aquele melado doce e salgado, uma combinação que despertou cada um dos sentidos.
"Nunca pensei que seria assim," disse pra si mesma, os olhos fechados com força, saboreando cada nuance. "É como se eu tivesse provando um segredo, algo proibido e delicioso." A língua explorou os dedos, buscando mais, desejando mais. "Adoro," pensou, a mente cheia de imagens eróticas, dele, da Kira, dos três enroscados numa dança de desejo.
Na sala, Kira e o garoto se perdiam um no outro, os corpos se movendo em sincronia. Ele empurrou ela contra o sofá, levantando o vestido dela e puxando a calcinha pra baixo. "Espera," sussurrou Kira, olhando pro corredor. "E se a Zara aparecer?"
"Shh, não se preocupa," murmurou ele, abrindo as pernas dela e se posicionando entre elas. "Só aproveita." Que se ela aparecer, eu também tenho um pouco pra ela! Kira arregalou os olhos, confusa entre ciúme e tesão, e com isso, ele entrou nela de uma só estocada, preenchendo ela por completo. "Ahh," gemeu Kira, as unhas cravando nos ombros dele.
Zara, no banheiro, sentia cada empurrão como se estivesse dentro dela. "Deus, como eu queria que ele me penetrasse assim," pensou, os dedos se movendo mais rápido, mais fundo. "Vou gozar," gemeu, os músculos se tensando.
Kira tentava várias vezes parar, mas ele não parava. "Não, por favor, mais devagar," implorou, mas ele só aumentava a intensidade, as estocadas profundas e rápidas. "Você é tão gostosa," grunhiu, as mãos segurando os quadris dela com força.
"Sim, sim, assim," gemeu Kira, as palavras contradizendo as ações. Zara, no banheiro, sentia cada palavra, cada gemido, como se estivesse ali com eles. "Vou gozar," pensou, os dedos se movendo freneticamente.
Na sala, Kira e o cara dela se moviam num ritmo frenético, os corpos suados e brilhando sob a luz fraca. Ele penetrava ela com estocadas profundas e rápidas, as mãos segurando os quadris dela com força, marcando a pele com os dedos. Kira, de olhos fechados e boca aberta, gemia sem controle, os peitos subindo e descendo a cada respiração ofegante.
"Sim, assim, não para," implorou Kira, as unhas cravando nas costas dele, deixando marcas vermelhas na pele. Ele grunhiu, aumentando a intensidade, os quadris batendo nos dela com uma força que tirava o fôlego.
No banheiro, Zara se tocava com uma ferocidade que igualava a deles. Os dedos se moviam dentro dela, rápidos e fundos, enquanto o polegar esfregava o clitóris em movimentos circulares. A respiração dela era rápida e Superficial, os peitos dela subindo e descendo a cada respiração. Dava pra sentir a tensão crescendo por dentro, um nó de prazer que ameaçava explodir a qualquer momento.
Kira, na sala, sentia o orgasmo se aproximando, uma torrente de sensações que tirava o fôlego dela. Os músculos dela se contraíram, e um gemido longo e profundo escapou dos lábios dela. "Vou gozar", gritou, a voz cheia de êxtase. Naquele instante, os olhos dela reviraram, e o corpo dela se convulsionou, as ondas de prazer percorrendo cada fibra do ser dela. As pernas dela tremeram, e um líquido quente e molhado jorrou de dentro dela, molhando as coxas e o sofá.
Ao mesmo tempo, Zara, no banheiro, atingiu o próprio clímax. O corpo dela se tensionou, e um grito abafado escapou dos lábios dela. "Deus, sim", gemeu, os olhos revirando, a visão ficando branca. As pernas dela tremeram, e um orgasmo intenso e prolongado percorreu ela, fazendo o corpo dela sacudir a cada onda de prazer. Dava pra sentir a própria umidade dela, quente e escorregadia, entre as pernas, molhando os dedos e a roupa dela. Esperou uns segundos, recuperando o fôlego e a compostura, antes de sair do banheiro. Ao entrar na sala, encontrou Kira e o namorado dela sentados no sofá, se esforçando pra disfarçar. Ele ajeitava o moletom com fingida naturalidade, enquanto Kira alisava o vestido, ainda corada, com a respiração meio ofegante. Desgrenhada, com o cabelo grudado na testa de suor.
Zara, com os nervos à flor da pele, passou na frente deles tentando não tropeçar no próprio silêncio. Queria falar alguma coisa, qualquer coisa, pra cortar a tensão no ar. Pensou em dizer "é tarde… já vou", mas uma faísca de ousadia venceu o pudor.
Ela limpou a garganta, levantou uma sobrancelha… e com meio sorriso, soltou:
— É tarde… já gozei… digo, já vou...
E sem olhar pra trás, seguiu caminho até a porta, deixando pra trás um silêncio ainda mais constrangedor…
Zara saiu na rua e o vento levantou a saia dela de novo, sem vergonha. Dessa vez, nem se deu ao trabalho de abaixar. O ar frio percorreu as pernas dela e se enfiou por baixo da calcinha ainda molhada, arrancando um arrepio tão gostoso quanto inesperado. Fechou os olhos por um instante, tentando acalmar aquele fogo interno que parecia não apagar de vez.
No sofá, Kira se remexeu de repente. Uma sensação de frio percorreu a buceta dela sem aviso. Levou a mão ao peito, como se o corpo tivesse reagido sozinho. Piscou confusa, cruzando as pernas num gesto automático.
O que foi aquilo? Um reflexo? Ou… algo mais?
Zara respirou fundo e abriu os olhos. Se abraçou enquanto o vento voltava a acariciá-la, como se a despisse por dentro e por fora.
Que sensação mais estranha… logo agora.
E enquanto caminhava rua abaixo, com as bochechas quentes e o pulso ainda acelerado, não conseguiu evitar se perguntar se de alguma forma, por mais impossível que parecesse, a irmã dela também tinha sentido.
Ficou no ponto de ônibus esperando, não importava pra onde a levasse, só queria subir…

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