Mamãe estava comendo meu pau, mas com as nádegas dela. "Quer que eu pule?", ela me perguntou com uma voz ofegante. "Sim, pula, coelhinha." Suas nádegas enormes me afundavam na cama. Não consegui evitar gozar dentro dela e, mesmo percebendo, ela não parou de pular. Minha porra escorria pelas coxas dela e Romina correu para lamber a porra que ela tanto gosta, lambendo até a que caía sobre os lençóis. Aquilo tinha sido uma loucura, e eu fiquei totalmente espremido. Lembro que minha mãe beijou Romina e compartilharam minha porra junto com suas salivas. Mamãe disse para Romina: "Vamos, deixa seu irmão descansar", e foram tomar banho. Eu adormeci e, quando acordei, minha mãe já tinha o jantar pronto. Ela gritou da cozinha: "Venham jantar!" Saí do quarto meio grogue e minha mãe estava em frente ao fogão de fio-dental, com as nádegas à mostra e usando apenas um avental que não escondia seus peitos enormes, já que eles escapavam pelos lados. Romina já estava sentada à mesa com um roupão de dormir totalmente transparente, que deixava ver seus peitos firmes. Ela não estava mais vestida como uma colegial safada; estava com o cabelo solto e sem maquiagem, mas parecia muito sorridente. "Você gostou da surpresa que te dei, irmão?", Romina me perguntou animada. "Sim, claro, adorei te ver vestida assim de colegial." "Ele gostou, mãe!", Romina disse para minha mãe, muito animada. Minha mãe sorriu e disse: "Viu? Você é uma garota linda, claro que ele ia gostar." Começamos a jantar e conversar sobre nosso dia. Me ofereci para lavar a louça suja e, embora minha mãe inicialmente não quisesse, no final minha irmã a convenceu a deixar ajudar e descansar. Terminei de lavar a louça e tomei um banho rápido. Estava indo para o meu quarto, mas minha irmã me interceptou e perguntou se eu podia acompanhá-la ao quarto da mamãe para conversar sobre algo. Então a segui. Quando abri a porta, vi minha mãe, Dolores, totalmente nua de quatro na cama, se dando tapas nas nádegas com as mãos e movendo a bunda para frente e para trás, como fazia de madrugada. Romina me disse: "Olha a mamãe como... elas querem que eu monte nelas como o papai fazia antes, dona Dolores se rebolava e balançava aquele rabão de um lado pro outro e dava pra ver a buceta escorrendo de tanta vontade que ela tinha de ser penetrada. Minha mãe estava fora de si e só repetia: quero pau, quero pau, por favor alguém me dá pau. Romina se aproximou devagarzinho da Dolores e começou a lamber a buceta da mamãe, enquanto dizia: já vai, mamãe, já, meu irmão vai te montar agora. Romi enfiou a cara entre as nádegas da mãe e começou a chupar sua buceta como se estivesse devorando uma melancia com frenesi, enquanto mamãe ofegava e continuava dizendo: me dêem pau, por favor, alguém me dá pau, por favor, não aguento mais. Romina dizia pra mãe: deixa eu te limpar bem a bucetinha, mamãezinha, deixa eu deixar ela bem limpinha. As duas já estavam bem molhadas. Mamãe começou a empurrar o rosto da Romina entre suas nádegas, assim Romina, assim Romina, e continuava movendo os quadris, enquanto os mamilos duros da Romina ficavam visíveis através do seu roupão transparente. Meu pau estava duríssimo, ao ver aquele par de putas se comportando como cachorras no cio. Já vou te montar, coelhinha, disse cheio de luxúria pra minha mãe. Romina se afastou e com as mãos abriu as nádegas da mamãe e, me olhando totalmente coberta dos fluidos da mãe, disse: vai, irmão, sua puta já está pronta pra você comer. Mamãe tinha na cômoda o cinto do papai, que ela sempre usava pra se chicotear, então peguei e, sem dizer nada, coloquei no pescoço dela. Devagar comecei a lamber suas nádegas, suas costas, e ela se estremecia e ofegava como uma puta no cio. Depois fiquei de pé sobre a cama e coloquei meus pés entre suas nádegas; ela deixou tudo cheio dos seus líquidos, então pedi pra Romina lamber. Finalmente, segurei o cinto com força e lentamente fui enfiando meu pau na dona Dolores, enquanto ela urrava como porca, gemia e soluçava: que gostoso, que gostoso, estão me enfiando o pau, que gostoso, estão me enfiando o pau todinho, dizia dona Dolores. Dolores, e finalmente quando eu tinha ela toda dentro, ela disse: "Já entrou toda completa, filhinho, já sinto bem fundo, sinto que está batendo, sinto que está batendo", minha mãe dizia. Comecei a embestir com força, assim, coelhinha puta, assim coelhinha puta, aguenta as embestidas que isso é o que você gosta, enquanto a enfiava de 4. Eu estava montado naquela senhora de bunda enorme e ela aguentava todas as enfiadas que eu dava com violência, assim, assim, cavalga a puta da sua mamãe, você é minha puta Dolores, você é minha putinha, eu dizia, puxando ela com força pelo cinto. "Isso é o que você queria, puta, assim que você queria, puta, assim que você queria, dona puta", ela respondia: "Sim, assim, assim, me dá, me dá duro, filho, arrebenta o cu da sua mamãe, arrebenta tudo, sou sua coelhinha puta, sou sua coelhinha puta". Eu puxava o cabelo dela, tirei o cinto do pescoço e comecei a dar palmadas, o estouro das batidas nas nádegas e nas coxas ecoava pela casa toda junto com os gemidos dela. A puta da dona Dolores começou a gozar aos jorros e dizia: "Estou gozando toda, estou gozando toda", dizia a puta da minha mãe enquanto se encharcava toda. "Me dá mais forte as embestidas, filhinho, me dá forte". Eu dei com tudo até que ela virou os olhos e gritava: "Ai, ai, ai, já vou gozar, vou gozar", enquanto as pernas tremiam e ela tinha o orgasmo. Romina via e perguntava: "Você está bem, mamãe, está bem?", um pouco assustada, mas dona Dolores continuava aproveitando o pau que tinha entre as nádegas. Tirei da boceta encharcada e com minhas mãos abri as nádegas dela, vi o cu fechado e meu pau ainda estava duro, então ordenei a Romina: "Limpa meu pau, que também vou arrebentar o cu dessa puta". "Não, irmão, deixa ela descansar, olha como ela está, já não aguenta mais, olha como você deixou ela". Dona Dolores estava deitada na cama como desmaiada. "Se quiser, me come a mim", disse Romina. Eu ainda não tinha gozado e meu pau quase estourando, então disse a Romina: "Não, essa puta tem que aguentar pelo cu, já te disse". Enfiei o pau entre suas nádegas entraram por completo e eu comecei a embestir, "já para, deixa minha mamãe, solta ela" minha irmã dizia enquanto eu enfiava na dona Dolores pelo cu, ela gritava cada vez mais alto, "tá ardendo, tá ardendo seu pau, filhinho, tá ardendo minha bunda, filhinho", "aguenta, puto, aguenta como a vadia que você é, mamãe, assim, me dá toda sua bunda, me dá toda", Dolores engolia meu pau todo por ser tão vadia, "tão arrebentando minha bunda, filhinha, por ser tão vadia tão arrebentando minha bunda, filhinha" mamãe dizia virando para ver Romina com seus olhos chorosos enquanto ela só observava, olhava para sua mãe e dizia "aguenta, aguenta, mamãezinha, aguenta o pau, você consegue, mamãezinha, você consegue", eu gozei no cu da mamãe e ela teve um orgasmo quase ao mesmo tempo que eu, ambos ficamos jogados na cama, eu totalmente esvaziado e exausto e minha mãe com a bunda toda arrebentada. Fim
Mamãe estava comendo meu pau, mas com as nádegas dela. "Quer que eu pule?", ela me perguntou com uma voz ofegante. "Sim, pula, coelhinha." Suas nádegas enormes me afundavam na cama. Não consegui evitar gozar dentro dela e, mesmo percebendo, ela não parou de pular. Minha porra escorria pelas coxas dela e Romina correu para lamber a porra que ela tanto gosta, lambendo até a que caía sobre os lençóis. Aquilo tinha sido uma loucura, e eu fiquei totalmente espremido. Lembro que minha mãe beijou Romina e compartilharam minha porra junto com suas salivas. Mamãe disse para Romina: "Vamos, deixa seu irmão descansar", e foram tomar banho. Eu adormeci e, quando acordei, minha mãe já tinha o jantar pronto. Ela gritou da cozinha: "Venham jantar!" Saí do quarto meio grogue e minha mãe estava em frente ao fogão de fio-dental, com as nádegas à mostra e usando apenas um avental que não escondia seus peitos enormes, já que eles escapavam pelos lados. Romina já estava sentada à mesa com um roupão de dormir totalmente transparente, que deixava ver seus peitos firmes. Ela não estava mais vestida como uma colegial safada; estava com o cabelo solto e sem maquiagem, mas parecia muito sorridente. "Você gostou da surpresa que te dei, irmão?", Romina me perguntou animada. "Sim, claro, adorei te ver vestida assim de colegial." "Ele gostou, mãe!", Romina disse para minha mãe, muito animada. Minha mãe sorriu e disse: "Viu? Você é uma garota linda, claro que ele ia gostar." Começamos a jantar e conversar sobre nosso dia. Me ofereci para lavar a louça suja e, embora minha mãe inicialmente não quisesse, no final minha irmã a convenceu a deixar ajudar e descansar. Terminei de lavar a louça e tomei um banho rápido. Estava indo para o meu quarto, mas minha irmã me interceptou e perguntou se eu podia acompanhá-la ao quarto da mamãe para conversar sobre algo. Então a segui. Quando abri a porta, vi minha mãe, Dolores, totalmente nua de quatro na cama, se dando tapas nas nádegas com as mãos e movendo a bunda para frente e para trás, como fazia de madrugada. Romina me disse: "Olha a mamãe como... elas querem que eu monte nelas como o papai fazia antes, dona Dolores se rebolava e balançava aquele rabão de um lado pro outro e dava pra ver a buceta escorrendo de tanta vontade que ela tinha de ser penetrada. Minha mãe estava fora de si e só repetia: quero pau, quero pau, por favor alguém me dá pau. Romina se aproximou devagarzinho da Dolores e começou a lamber a buceta da mamãe, enquanto dizia: já vai, mamãe, já, meu irmão vai te montar agora. Romi enfiou a cara entre as nádegas da mãe e começou a chupar sua buceta como se estivesse devorando uma melancia com frenesi, enquanto mamãe ofegava e continuava dizendo: me dêem pau, por favor, alguém me dá pau, por favor, não aguento mais. Romina dizia pra mãe: deixa eu te limpar bem a bucetinha, mamãezinha, deixa eu deixar ela bem limpinha. As duas já estavam bem molhadas. Mamãe começou a empurrar o rosto da Romina entre suas nádegas, assim Romina, assim Romina, e continuava movendo os quadris, enquanto os mamilos duros da Romina ficavam visíveis através do seu roupão transparente. Meu pau estava duríssimo, ao ver aquele par de putas se comportando como cachorras no cio. Já vou te montar, coelhinha, disse cheio de luxúria pra minha mãe. Romina se afastou e com as mãos abriu as nádegas da mamãe e, me olhando totalmente coberta dos fluidos da mãe, disse: vai, irmão, sua puta já está pronta pra você comer. Mamãe tinha na cômoda o cinto do papai, que ela sempre usava pra se chicotear, então peguei e, sem dizer nada, coloquei no pescoço dela. Devagar comecei a lamber suas nádegas, suas costas, e ela se estremecia e ofegava como uma puta no cio. Depois fiquei de pé sobre a cama e coloquei meus pés entre suas nádegas; ela deixou tudo cheio dos seus líquidos, então pedi pra Romina lamber. Finalmente, segurei o cinto com força e lentamente fui enfiando meu pau na dona Dolores, enquanto ela urrava como porca, gemia e soluçava: que gostoso, que gostoso, estão me enfiando o pau, que gostoso, estão me enfiando o pau todinho, dizia dona Dolores. Dolores, e finalmente quando eu tinha ela toda dentro, ela disse: "Já entrou toda completa, filhinho, já sinto bem fundo, sinto que está batendo, sinto que está batendo", minha mãe dizia. Comecei a embestir com força, assim, coelhinha puta, assim coelhinha puta, aguenta as embestidas que isso é o que você gosta, enquanto a enfiava de 4. Eu estava montado naquela senhora de bunda enorme e ela aguentava todas as enfiadas que eu dava com violência, assim, assim, cavalga a puta da sua mamãe, você é minha puta Dolores, você é minha putinha, eu dizia, puxando ela com força pelo cinto. "Isso é o que você queria, puta, assim que você queria, puta, assim que você queria, dona puta", ela respondia: "Sim, assim, assim, me dá, me dá duro, filho, arrebenta o cu da sua mamãe, arrebenta tudo, sou sua coelhinha puta, sou sua coelhinha puta". Eu puxava o cabelo dela, tirei o cinto do pescoço e comecei a dar palmadas, o estouro das batidas nas nádegas e nas coxas ecoava pela casa toda junto com os gemidos dela. A puta da dona Dolores começou a gozar aos jorros e dizia: "Estou gozando toda, estou gozando toda", dizia a puta da minha mãe enquanto se encharcava toda. "Me dá mais forte as embestidas, filhinho, me dá forte". Eu dei com tudo até que ela virou os olhos e gritava: "Ai, ai, ai, já vou gozar, vou gozar", enquanto as pernas tremiam e ela tinha o orgasmo. Romina via e perguntava: "Você está bem, mamãe, está bem?", um pouco assustada, mas dona Dolores continuava aproveitando o pau que tinha entre as nádegas. Tirei da boceta encharcada e com minhas mãos abri as nádegas dela, vi o cu fechado e meu pau ainda estava duro, então ordenei a Romina: "Limpa meu pau, que também vou arrebentar o cu dessa puta". "Não, irmão, deixa ela descansar, olha como ela está, já não aguenta mais, olha como você deixou ela". Dona Dolores estava deitada na cama como desmaiada. "Se quiser, me come a mim", disse Romina. Eu ainda não tinha gozado e meu pau quase estourando, então disse a Romina: "Não, essa puta tem que aguentar pelo cu, já te disse". Enfiei o pau entre suas nádegas entraram por completo e eu comecei a embestir, "já para, deixa minha mamãe, solta ela" minha irmã dizia enquanto eu enfiava na dona Dolores pelo cu, ela gritava cada vez mais alto, "tá ardendo, tá ardendo seu pau, filhinho, tá ardendo minha bunda, filhinho", "aguenta, puto, aguenta como a vadia que você é, mamãe, assim, me dá toda sua bunda, me dá toda", Dolores engolia meu pau todo por ser tão vadia, "tão arrebentando minha bunda, filhinha, por ser tão vadia tão arrebentando minha bunda, filhinha" mamãe dizia virando para ver Romina com seus olhos chorosos enquanto ela só observava, olhava para sua mãe e dizia "aguenta, aguenta, mamãezinha, aguenta o pau, você consegue, mamãezinha, você consegue", eu gozei no cu da mamãe e ela teve um orgasmo quase ao mesmo tempo que eu, ambos ficamos jogados na cama, eu totalmente esvaziado e exausto e minha mãe com a bunda toda arrebentada. Fim
1 comentários - Mamãe Gostosa 2 Final