Martín tinha 43 anos. Sempre foi um homem correto, de palavra, honesto. Advogado, divorciado há anos, sem filhos, mas com um irmão de alma: Gabriel, seu melhor amigo desde a infância. E ela… Camila. A filha de Gabriel. 24 anos. Recém-formada, com olhos escuros e um sorriso perigoso. Sempre a vira crescer como uma sobrinha… até aquele verão. Gabriel pediu a Martín que a recebesse por algumas semanas em seu apartamento na cidade, enquanto Camila fazia um estágio profissional. Seria só "por um tempo", ele disse. Martín aceitou sem pensar. E foi aí que tudo começou. A primeira noite, Camila saiu do banho com um roupão curto, molhado, sem sutiã. Martín tentou não olhar. Fracassou. Os dias seguintes foram uma tortura: o toque acidental, as pernas cruzadas na frente dele, as investidas, as risadas de duplo sentido, os comentários sussurrados na cozinha… —Te incomoda que eu esteja tão perto? —ela disse uma noite, a centímetros de seu rosto—. Ou te excita? Martín não respondeu. Apenas se afastou. Mas de madrugada, se tocou lembrando da voz dela. Uma noite chuviosa e música baixa, Camila o encarou. —Por que você resiste? —sussurrou Camila, sentando em seu colo. —Porque seu pai é meu irmão —disse ele, ofegante, com o pau já duro sob o jeans—. Porque isso é errado. —E se o que é errado é continuar reprimindo isso? Eles se beijaram. Desesperados. Ele a empinou contra a parede. Arrancou a blusa dela. Camila se despiu em segundos, como se tivesse sonhado com isso a vida toda, peitos perfeitos, buceta depilada. Martín a levantou com força, abaixou a calça e enfiou o pau nela ali mesmo, com as pernas dela em sua cintura, o corpo molhado de chuva e desejo.
—Meu Deus, isso! —ela gritou. —Me fode assim, tio Martín!
—Não me chama disso —ele rosnou. —Agora não.
Ele a pegou com fúria contida, anos de repressão explodindo em cada enfiada. Sua buceta estava encharcada, quente, faminta. Ele a possuía com brutalidade: contra a parede, em cima da mesa, no chão da sala. Camila gozou gritando, cravando as unhas nas costas dele. Ele explodiu na barriga dela, tremendo, resmungando baixinho.
Ao amanhecer, ela o encarou nua da cama:
—Você pode continuar negando… ou pode continuar me comendo como ontem à noite. A escolha é sua.
Martín sabia que aquela decisão podia custar tudo.
Mas quando ela abriu as pernas de novo, a culpa desapareceu.
Três dias se passaram desde aquela noite selvagem. Martín tentou voltar à normalidade: café da manhã em silêncio, trabalho, distância… Mas Camila não permitiu.
Agora ela andava pelada pelo apartamento. Dormia sem roupa, com a porta entreaberta. Tomava banho com a porta do banheiro aberta, gemendo ao se masturbar sabendo que ele a observava e ouvia.
Uma tarde, enquanto Martín falava ao telefone com Gabriel, ela se ajoelhou na frente dele. Estavam na sala. Martín ficou tenso ao vê-la nua, engatinhando como uma puta safada.
—É, Gabi…? Sim, tudo bem com sua filha… —ele disse, engolindo seco.
Camila desabotoou o cinto dele, baixou o zíper e tirou seu pau duro, quente. Martín tentou se mover, mas ela o agarrou com força e enfiou seu pênis na boca, encarando-o com aqueles olhos cheios de fogo.
Ele falava enquanto ela o chupava devagar, fundo, babando tudo.
—Aham… sim… ela está no banho agora —Martín disse, suando, rangendo os dentes enquanto Camila engolia seu pau até a garganta.
Quando ele desligou a chamada, ela já o tinha tremendo.
—Você é uma filha da puta —ele rosnou. —Isso não está certo.
—E mesmo assim, você não para de me enfiar —ela sussurrou, subindo nele. —Diz que não me quer… e eu paro.
Martín não disse nada. Empurrou-a contra o sofá e a Ele enfiou de uma vez. Ela gritou como uma fera no cio. Ele a pegou por trás, investindo contra sua buceta com raiva, com fúria, puxando seu cabelo, com a voz rouca em seu ouvido:
—Você é a minha perdição, droga.
—Então… se perde dentro de mim.
Ele a pegou na cozinha, em cima da bancada, com os pratos tremendo. Depois a carregou até o chuveiro, onde ela o montou como uma sexy girl selvagem, cavalgando seu pau, fazendo os peitos molhados quicarem no peito dele.
Gozaram juntos, com força, em silêncio, com a água caindo e a culpa respirando atrás da porta.
No dia seguinte, Gabriel ligou dizendo que passaria o fim de semana com eles.
—Só para visitar minha princesa —disse rindo—. Espero não estar atrapalhando nada.
Martín engoliu seco. Camila, que estava nua na cama dele, apenas sorriu.
—Agora é que vai ficar interessante —sussurrou, enquanto meteu a mão entre as pernas e se tocou.
O apartamento se encheu de risadas quando Gabriel chegou. Martín o recebeu com uma mistura de carinho e nervosismo. Há dias, seu corpo gritava por Camila… mas sua consciência lembrava que não devia, não podia, não enquanto o pai dela —seu melhor amigo— estivesse sob seu teto.
Camila, por outro lado, parecia curtir cada segundo do perigo.
Vestia-se leve, mas sem exagerar. Justo o suficiente para tentar sem levantar suspeitas. Sua camiseta curta deixava ver um pouco do abdômen, e seus shorts mal cobriam as pernas bronzeadas. Martín evitava olhar para ela… mas era impossível.
Em cada conversa, Camila encontrava um jeito de sentar perto, de roçar o braço dele, de soltar uma gargalhada perto do pescoço, de encostar a perna na dele debaixo da mesa. Pequenos gestos que para Gabriel não significavam nada, mas que para Martín eram uma prova de fogo constante.
—Tá tudo bem? —perguntou Gabriel em um momento—. Te notei tenso.
—Cansado, só isso —mentiu Martín, enquanto Camila lhe lançava um olhar cúmplice do sofá.
A noite transcorreu tranquila, entre jantar, cervejas e causos da juventude. Quando Gabriel foi dormir no quarto de hóspedes, Camila se espreguiçou no sofá, descalça, brincando com seu copo. veio. —Você quase não falou a noite toda —disse a Martín, com voz suave. —Porque se eu dissesse alguma coisa… me trairia —respondeu ele sem olhar para ela. Camila sorriu. Levantou-se com calma, passou na frente dele, roçando com a mão no volume dele por apenas um segundo. E foi para seu quarto. Martín não dormiu bem.
No dia seguinte, acompanharam Gabriel até o terminal. Camila se despediu com carinho, com um abraço longo. Martín também, com a tensão marcada em cada gesto. Quando o carro arrancou e desapareceu na avenida, Camila se virou para Martín e disse: —Agora sim podemos respirar. —Não sei se quero respirar… ou devorar você —sussurrou ele, olhando para ela finalmente sem medo. Camila se aproximou do ouvido dele e disse, quase roçando os lábios: —Esperei o fim de semana todo para você me dizer isso.
Sabia que aquela noite não ia se conter mais.
A viagem de volta do terminal foi um suplício para Martín. O carro estava carregado de um silêncio pesado, e não porque não houvesse nada a dizer… mas porque o ar entre eles estava prestes a pegar fogo. Camila, sentada no banco do passageiro, cruzava as pernas com uma lentidão deliberada. Seu short deixava pouco para a imaginação. E cada vez que passavam por um quebra-molas ou um buraco, ela soltava um suspiro… um que soava mais a desejo do que a desconforto. —Acha que fomos bons anfitriões? —perguntou ela, sem olhar para ele, com um sorriso nos lábios. Martín se agarrou ao volante. —Sim —respondeu seco—. Muito bons. —E agora que o papai foi embora… vai continuar se fazendo de forte?
Martín não respondeu. Mas o músculo da sua mandíbula ficou tenso. Camila deixou cair uma mão sobre a coxa dele e começou a deslizar os dedos, lentamente, como se nada. Como se fosse casual. —Eu não aguento mais, Martín —sussurrou—. Estou molhada desde que você o abraçou para se despedir. Apertando o volume dele.
Ele apertou o volante com força. As imagens se amontoavam na sua mente. Ela gemendo no seu ouvido, ela cavalgando nele, ela sussurrando obscenidades com aqueles lábios Doces. Ela não aguentava mais. Acelerou. Ao chegar no prédio, ela entrou primeiro. Martín a seguiu, com o coração batendo feito um tambor. Mal entraram no apartamento, ele fechou a porta com violência e se virou para ela. Camila o olhou com fogo nos olhos.
— Não vai mais resistir?
Martín não disse nada. Apenas a pegou pela cintura e a levantou no ar. Camila riu, surpresa, excitada. Ele a levou até a parede e a pressionou contra ela, beijando-a como um homem que se conteve por tempo demais.
— Não vou mais fingir — disse ele, com a voz rouca. — Não há culpa, não há passado. Só você e eu.
Ele a despiu com fúria contida. Enquanto chupava seus peitos e apalpava sua buceta. Ela arrancou a camiseta dele e mordeu seu pescoço. Abaixou sua calça, seu pau já estava duro, ela o agarrou e começou a chupá-lo, passando a língua pela cabeça. Em segundos, estavam no sofá, ela montava em seu pau com maestria, quicando, com a boceta molhada, enquanto ele a segurava pelos peitos, a fodia no chão, contra a janela. Martín a devorava com a boca, com as mãos, com o corpo inteiro. Camila o cavalgava como se sua vida dependesse disso.
— Faça o que quiser comigo — ela ofegou. — Tudo. Quero que hoje você não me deixe andar.
Martín não precisou de mais. A pegou pela cintura e a virou. A adorou de costas, batendo nela com firmeza, com fome. Enfiou o pau em seu cu. Ela arqueou e gritou seu nome, entregue, extasiada, enquanto ele a fodia intensamente.
E quando a tempestade passou, quando o desejo se acalmou e o corpo parou de tremer, eles ficaram abraçados no chão, respirando forte. Martin beijou sua testa e sussurrou:
—Isso só está começando.
As aulas de Camila terminaram numa tarde ensolarada, com aplausos, abraços e um diploma que ela segurava com um sorriso de orelha a orelha. Martin, que a acompanhara em segredo nas últimas semanas, esperava por ela do lado de fora do prédio com flores e um café gelado.
—Não é champanhe — disse ele —, mas você merece um brinde do mesmo jeito.
Camila se jogou em seus braços. Havia algo no jeito que ela olhava para ele, como se soubesse o que estava por vir.
E ela não estava errada.
Martin já tinha decidido. Chega de segredos. Chega de fugir. Ele amava Camila. A desejava. A respeitava. E mesmo que tudo tivesse começado com desejo, agora o que ele sentia era maior do que qualquer tentação.
Naquela mesma noite, ele pediu a Camila que o levasse para ver seu pai.
—Tem certeza? — perguntou ela, nervosa.
—Não tem volta. Se vou te ter, quero fazer direito. Com tudo.
Gabriel os recebeu na varanda de sua casa. Camila foi na frente, abraçou-o com ternura. Martin respirou fundo.
—Gabi, preciso falar com você… a sós.
Camila entendeu e foi para dentro. Martin ficou parado diante de seu melhor amigo de infância. O homem com quem dividiu partidas, bebedeiras, segredos. O homem que lhe confiara sua filha.
—Que foi, mano? — perguntou Gabriel, percebendo a tensão no ar.
Martin engoliu seco e olhou nos olhos dele.
—Estou apaixonado pela Camila.
Gabriel franziu a testa.
—Pela minha filha?
—Sim. Eu sei, é estranho. E talvez não seja o que você esperava. Mas isso não é um capricho. Não é uma aventura. Eu a amo. Ela me faz bem. Me desafia. E não consigo mais ficar me escondendo.
Silêncio.
O vento balançava as folhas das árvores. Ao longe, um cachorro latiu. Gabriel baixou o olhar. Coçou a barba.
—Você tem quase a minha idade — disse com um sorriso tenso.
—Eu sei. E por isso vim te encarar. Não quero tomar nada sem sua permissão. Quero te pedir… que me deixe ficar com ela. Que me deixe cuidar dela. Sério. Gabriel olhou para ele por um longo tempo. Depois, serviu-se de um gole e estendeu outro para ele. —A diferença de idade me choca, não vou mentir. Mas eu te conheço. Sei quem você é. E se a Camila te escolheu… é porque viu em você algo que vale a pena. Ele fez uma pausa. Bebeu. —Não sou quem para segurá-la. Só vou te pedir uma coisa, Martín: não a machuque. Martín assentiu com os olhos úmidos. —Nunca. Camila entrou quando o pai a chamou. Gabriel se aproximou, segurou-a pelos ombros e deu-lhe um beijo na testa. —Sabe no que você está se metendo? —disse-lhe em tom de brincadeira. Camila sorriu. —Eu sei, pai. —Então vai lá, assume a responsabilidade. Mas se me fizer avô muito cedo, eu te mato. Camila riu alto. Correu até Martín e se atirou sobre ele com um grito de alegria. Abraçou-o com força, beijou-o sem pudor na frente do pai. Martín a segurou como se o mundo finalmente fizesse sentido. E naquele abraço, naquele beijo, souberam que não haveria mais esconderijos. Só futuro. A noite começou como uma celebração, mas desde o momento em que Camila desceu as escadas do apartamento, Martín soube que ia se transformar em algo muito mais intenso. O vestido vermelho abraçava suas curvas como uma segunda pele. Seus lábios pintados e seu olhar provocante eram um convite perigoso. Ao vê-la, Martín sentiu o sangue queimar. —Vamos jantar ou direto para nos devorarmos? —perguntou ela, mordendo o lábio. Martín engoliu em seco. —Primeiro jantamos. Depois… não pretendo deixar você descansar. O restaurante era elegante, mas a tensão entre eles o tornava pequeno. Seus joelhos se roçavam por baixo da mesa. Os olhares falavam mais do que as palavras. Entre uma garfada e outra, Camila deslizava o garfo pelos lábios de maneira obscena, deixando a língua acariciá-lo lentamente. Martín apertava o copo como se pudesse quebrá-lo com a mão. Quando finalmente saíram, ele a levou para uma cabana isolada, cercada de árvores e silêncio. Mal cruzaram a porta, se atiraram um sobre o outro. Ele a beijou com fúria contida. Camila arrancou a camisa dele, arranhando seu peito. Ele a levantou e a sentou sobre a mesa da cozinha. Levantou seu vestido e se perdeu entre suas pernas, arrancando dela um gemido animal. Ela puxou seu cabelo, gemendo, se contorcendo enquanto ele a devorava com fome de semanas.
— Senti tanta sua falta — ela ofegou —. Quero que você me faça sua. Toda. Esta noite… sem limites.
Martín a levou até o sofá, e ali a tomou por trás, segurando-a firme pela cintura, enfiou seu pau na sua buceta, enquanto ela se apoiava com as mãos, gemendo a cada embestida profunda, selvagem, suja.
Ele a fez sua no sofá. Depois no chão. A levantou e a possuiu em pé, com suas costas contra a parede, enquanto Camila se estremecia, tremia, chorava de prazer. Depois, já na cama, ele se deitou e ela chupou e mamou seu pau, enquanto tocava sua buceta, subiu sobre ele e o cavalgou como se fosse uma batalha. Seus peitos saltavam, ele a segurava pela cintura, olhava em seus olhos, a beijava com força, com amor, com desejo puro.
Corpos suados, gemidos cruzados, o ar denso de sexo. E quando ele finalmente se derramou dentro dela, fez isso olhando direto nos seus olhos.
—Você é minha, Camila —sussurrou.
—Sempre —ela disse, beijando-o—. Não quero mais ninguém.
Depois do fogo, veio a calma. Camila se enroscou no peito dele, com o cabelo molhado e um sorriso saciado.
—E agora? —perguntou.
Martín a abraçou forte. Seus dedos acariciavam suas costas com ternura.
—Agora tudo começa. Uma vida juntos. Um futuro sem segredos. Te amo. E não pretendo te soltar nunca.
Ela ergueu a cabeça, olhou para ele com os olhos cheios de emoção e o beijou, suave dessa vez, como um selo.
—Te escolho. Hoje e sempre.
E assim, entre as sombras da noite e o eco do prazer, duas almas que um dia se proibiram, juraram um amor sem freio, sem vergonha… e para sempre.
—Meu Deus, isso! —ela gritou. —Me fode assim, tio Martín! —Não me chama disso —ele rosnou. —Agora não.
Ele a pegou com fúria contida, anos de repressão explodindo em cada enfiada. Sua buceta estava encharcada, quente, faminta. Ele a possuía com brutalidade: contra a parede, em cima da mesa, no chão da sala. Camila gozou gritando, cravando as unhas nas costas dele. Ele explodiu na barriga dela, tremendo, resmungando baixinho.
Ao amanhecer, ela o encarou nua da cama:
—Você pode continuar negando… ou pode continuar me comendo como ontem à noite. A escolha é sua.
Martín sabia que aquela decisão podia custar tudo.
Mas quando ela abriu as pernas de novo, a culpa desapareceu.
Três dias se passaram desde aquela noite selvagem. Martín tentou voltar à normalidade: café da manhã em silêncio, trabalho, distância… Mas Camila não permitiu.
Agora ela andava pelada pelo apartamento. Dormia sem roupa, com a porta entreaberta. Tomava banho com a porta do banheiro aberta, gemendo ao se masturbar sabendo que ele a observava e ouvia.
Uma tarde, enquanto Martín falava ao telefone com Gabriel, ela se ajoelhou na frente dele. Estavam na sala. Martín ficou tenso ao vê-la nua, engatinhando como uma puta safada.
—É, Gabi…? Sim, tudo bem com sua filha… —ele disse, engolindo seco.
Camila desabotoou o cinto dele, baixou o zíper e tirou seu pau duro, quente. Martín tentou se mover, mas ela o agarrou com força e enfiou seu pênis na boca, encarando-o com aqueles olhos cheios de fogo.
Ele falava enquanto ela o chupava devagar, fundo, babando tudo.
—Aham… sim… ela está no banho agora —Martín disse, suando, rangendo os dentes enquanto Camila engolia seu pau até a garganta.
Quando ele desligou a chamada, ela já o tinha tremendo.
—Você é uma filha da puta —ele rosnou. —Isso não está certo.
—E mesmo assim, você não para de me enfiar —ela sussurrou, subindo nele. —Diz que não me quer… e eu paro.
Martín não disse nada. Empurrou-a contra o sofá e a Ele enfiou de uma vez. Ela gritou como uma fera no cio. Ele a pegou por trás, investindo contra sua buceta com raiva, com fúria, puxando seu cabelo, com a voz rouca em seu ouvido:
—Você é a minha perdição, droga. —Então… se perde dentro de mim.
Ele a pegou na cozinha, em cima da bancada, com os pratos tremendo. Depois a carregou até o chuveiro, onde ela o montou como uma sexy girl selvagem, cavalgando seu pau, fazendo os peitos molhados quicarem no peito dele.
Gozaram juntos, com força, em silêncio, com a água caindo e a culpa respirando atrás da porta.
No dia seguinte, Gabriel ligou dizendo que passaria o fim de semana com eles.
—Só para visitar minha princesa —disse rindo—. Espero não estar atrapalhando nada.
Martín engoliu seco. Camila, que estava nua na cama dele, apenas sorriu.
—Agora é que vai ficar interessante —sussurrou, enquanto meteu a mão entre as pernas e se tocou.
O apartamento se encheu de risadas quando Gabriel chegou. Martín o recebeu com uma mistura de carinho e nervosismo. Há dias, seu corpo gritava por Camila… mas sua consciência lembrava que não devia, não podia, não enquanto o pai dela —seu melhor amigo— estivesse sob seu teto.
Camila, por outro lado, parecia curtir cada segundo do perigo.
Vestia-se leve, mas sem exagerar. Justo o suficiente para tentar sem levantar suspeitas. Sua camiseta curta deixava ver um pouco do abdômen, e seus shorts mal cobriam as pernas bronzeadas. Martín evitava olhar para ela… mas era impossível.
Em cada conversa, Camila encontrava um jeito de sentar perto, de roçar o braço dele, de soltar uma gargalhada perto do pescoço, de encostar a perna na dele debaixo da mesa. Pequenos gestos que para Gabriel não significavam nada, mas que para Martín eram uma prova de fogo constante.
—Tá tudo bem? —perguntou Gabriel em um momento—. Te notei tenso.
—Cansado, só isso —mentiu Martín, enquanto Camila lhe lançava um olhar cúmplice do sofá.
A noite transcorreu tranquila, entre jantar, cervejas e causos da juventude. Quando Gabriel foi dormir no quarto de hóspedes, Camila se espreguiçou no sofá, descalça, brincando com seu copo. veio. —Você quase não falou a noite toda —disse a Martín, com voz suave. —Porque se eu dissesse alguma coisa… me trairia —respondeu ele sem olhar para ela. Camila sorriu. Levantou-se com calma, passou na frente dele, roçando com a mão no volume dele por apenas um segundo. E foi para seu quarto. Martín não dormiu bem.
No dia seguinte, acompanharam Gabriel até o terminal. Camila se despediu com carinho, com um abraço longo. Martín também, com a tensão marcada em cada gesto. Quando o carro arrancou e desapareceu na avenida, Camila se virou para Martín e disse: —Agora sim podemos respirar. —Não sei se quero respirar… ou devorar você —sussurrou ele, olhando para ela finalmente sem medo. Camila se aproximou do ouvido dele e disse, quase roçando os lábios: —Esperei o fim de semana todo para você me dizer isso.
Sabia que aquela noite não ia se conter mais.
A viagem de volta do terminal foi um suplício para Martín. O carro estava carregado de um silêncio pesado, e não porque não houvesse nada a dizer… mas porque o ar entre eles estava prestes a pegar fogo. Camila, sentada no banco do passageiro, cruzava as pernas com uma lentidão deliberada. Seu short deixava pouco para a imaginação. E cada vez que passavam por um quebra-molas ou um buraco, ela soltava um suspiro… um que soava mais a desejo do que a desconforto. —Acha que fomos bons anfitriões? —perguntou ela, sem olhar para ele, com um sorriso nos lábios. Martín se agarrou ao volante. —Sim —respondeu seco—. Muito bons. —E agora que o papai foi embora… vai continuar se fazendo de forte?
Martín não respondeu. Mas o músculo da sua mandíbula ficou tenso. Camila deixou cair uma mão sobre a coxa dele e começou a deslizar os dedos, lentamente, como se nada. Como se fosse casual. —Eu não aguento mais, Martín —sussurrou—. Estou molhada desde que você o abraçou para se despedir. Apertando o volume dele.
Ele apertou o volante com força. As imagens se amontoavam na sua mente. Ela gemendo no seu ouvido, ela cavalgando nele, ela sussurrando obscenidades com aqueles lábios Doces. Ela não aguentava mais. Acelerou. Ao chegar no prédio, ela entrou primeiro. Martín a seguiu, com o coração batendo feito um tambor. Mal entraram no apartamento, ele fechou a porta com violência e se virou para ela. Camila o olhou com fogo nos olhos.
— Não vai mais resistir?
Martín não disse nada. Apenas a pegou pela cintura e a levantou no ar. Camila riu, surpresa, excitada. Ele a levou até a parede e a pressionou contra ela, beijando-a como um homem que se conteve por tempo demais.
— Não vou mais fingir — disse ele, com a voz rouca. — Não há culpa, não há passado. Só você e eu.
Ele a despiu com fúria contida. Enquanto chupava seus peitos e apalpava sua buceta. Ela arrancou a camiseta dele e mordeu seu pescoço. Abaixou sua calça, seu pau já estava duro, ela o agarrou e começou a chupá-lo, passando a língua pela cabeça. Em segundos, estavam no sofá, ela montava em seu pau com maestria, quicando, com a boceta molhada, enquanto ele a segurava pelos peitos, a fodia no chão, contra a janela. Martín a devorava com a boca, com as mãos, com o corpo inteiro. Camila o cavalgava como se sua vida dependesse disso.
— Faça o que quiser comigo — ela ofegou. — Tudo. Quero que hoje você não me deixe andar.
Martín não precisou de mais. A pegou pela cintura e a virou. A adorou de costas, batendo nela com firmeza, com fome. Enfiou o pau em seu cu. Ela arqueou e gritou seu nome, entregue, extasiada, enquanto ele a fodia intensamente.
E quando a tempestade passou, quando o desejo se acalmou e o corpo parou de tremer, eles ficaram abraçados no chão, respirando forte. Martin beijou sua testa e sussurrou: —Isso só está começando.
As aulas de Camila terminaram numa tarde ensolarada, com aplausos, abraços e um diploma que ela segurava com um sorriso de orelha a orelha. Martin, que a acompanhara em segredo nas últimas semanas, esperava por ela do lado de fora do prédio com flores e um café gelado.
—Não é champanhe — disse ele —, mas você merece um brinde do mesmo jeito.
Camila se jogou em seus braços. Havia algo no jeito que ela olhava para ele, como se soubesse o que estava por vir.
E ela não estava errada.
Martin já tinha decidido. Chega de segredos. Chega de fugir. Ele amava Camila. A desejava. A respeitava. E mesmo que tudo tivesse começado com desejo, agora o que ele sentia era maior do que qualquer tentação.
Naquela mesma noite, ele pediu a Camila que o levasse para ver seu pai.
—Tem certeza? — perguntou ela, nervosa.
—Não tem volta. Se vou te ter, quero fazer direito. Com tudo.
Gabriel os recebeu na varanda de sua casa. Camila foi na frente, abraçou-o com ternura. Martin respirou fundo.
—Gabi, preciso falar com você… a sós.
Camila entendeu e foi para dentro. Martin ficou parado diante de seu melhor amigo de infância. O homem com quem dividiu partidas, bebedeiras, segredos. O homem que lhe confiara sua filha.
—Que foi, mano? — perguntou Gabriel, percebendo a tensão no ar.
Martin engoliu seco e olhou nos olhos dele.
—Estou apaixonado pela Camila.
Gabriel franziu a testa.
—Pela minha filha?
—Sim. Eu sei, é estranho. E talvez não seja o que você esperava. Mas isso não é um capricho. Não é uma aventura. Eu a amo. Ela me faz bem. Me desafia. E não consigo mais ficar me escondendo.
Silêncio.
O vento balançava as folhas das árvores. Ao longe, um cachorro latiu. Gabriel baixou o olhar. Coçou a barba.
—Você tem quase a minha idade — disse com um sorriso tenso.
—Eu sei. E por isso vim te encarar. Não quero tomar nada sem sua permissão. Quero te pedir… que me deixe ficar com ela. Que me deixe cuidar dela. Sério. Gabriel olhou para ele por um longo tempo. Depois, serviu-se de um gole e estendeu outro para ele. —A diferença de idade me choca, não vou mentir. Mas eu te conheço. Sei quem você é. E se a Camila te escolheu… é porque viu em você algo que vale a pena. Ele fez uma pausa. Bebeu. —Não sou quem para segurá-la. Só vou te pedir uma coisa, Martín: não a machuque. Martín assentiu com os olhos úmidos. —Nunca. Camila entrou quando o pai a chamou. Gabriel se aproximou, segurou-a pelos ombros e deu-lhe um beijo na testa. —Sabe no que você está se metendo? —disse-lhe em tom de brincadeira. Camila sorriu. —Eu sei, pai. —Então vai lá, assume a responsabilidade. Mas se me fizer avô muito cedo, eu te mato. Camila riu alto. Correu até Martín e se atirou sobre ele com um grito de alegria. Abraçou-o com força, beijou-o sem pudor na frente do pai. Martín a segurou como se o mundo finalmente fizesse sentido. E naquele abraço, naquele beijo, souberam que não haveria mais esconderijos. Só futuro. A noite começou como uma celebração, mas desde o momento em que Camila desceu as escadas do apartamento, Martín soube que ia se transformar em algo muito mais intenso. O vestido vermelho abraçava suas curvas como uma segunda pele. Seus lábios pintados e seu olhar provocante eram um convite perigoso. Ao vê-la, Martín sentiu o sangue queimar. —Vamos jantar ou direto para nos devorarmos? —perguntou ela, mordendo o lábio. Martín engoliu em seco. —Primeiro jantamos. Depois… não pretendo deixar você descansar. O restaurante era elegante, mas a tensão entre eles o tornava pequeno. Seus joelhos se roçavam por baixo da mesa. Os olhares falavam mais do que as palavras. Entre uma garfada e outra, Camila deslizava o garfo pelos lábios de maneira obscena, deixando a língua acariciá-lo lentamente. Martín apertava o copo como se pudesse quebrá-lo com a mão. Quando finalmente saíram, ele a levou para uma cabana isolada, cercada de árvores e silêncio. Mal cruzaram a porta, se atiraram um sobre o outro. Ele a beijou com fúria contida. Camila arrancou a camisa dele, arranhando seu peito. Ele a levantou e a sentou sobre a mesa da cozinha. Levantou seu vestido e se perdeu entre suas pernas, arrancando dela um gemido animal. Ela puxou seu cabelo, gemendo, se contorcendo enquanto ele a devorava com fome de semanas.
— Senti tanta sua falta — ela ofegou —. Quero que você me faça sua. Toda. Esta noite… sem limites.
Martín a levou até o sofá, e ali a tomou por trás, segurando-a firme pela cintura, enfiou seu pau na sua buceta, enquanto ela se apoiava com as mãos, gemendo a cada embestida profunda, selvagem, suja.
Ele a fez sua no sofá. Depois no chão. A levantou e a possuiu em pé, com suas costas contra a parede, enquanto Camila se estremecia, tremia, chorava de prazer. Depois, já na cama, ele se deitou e ela chupou e mamou seu pau, enquanto tocava sua buceta, subiu sobre ele e o cavalgou como se fosse uma batalha. Seus peitos saltavam, ele a segurava pela cintura, olhava em seus olhos, a beijava com força, com amor, com desejo puro.
Corpos suados, gemidos cruzados, o ar denso de sexo. E quando ele finalmente se derramou dentro dela, fez isso olhando direto nos seus olhos. —Você é minha, Camila —sussurrou.
—Sempre —ela disse, beijando-o—. Não quero mais ninguém.
Depois do fogo, veio a calma. Camila se enroscou no peito dele, com o cabelo molhado e um sorriso saciado.
—E agora? —perguntou.
Martín a abraçou forte. Seus dedos acariciavam suas costas com ternura.
—Agora tudo começa. Uma vida juntos. Um futuro sem segredos. Te amo. E não pretendo te soltar nunca.
Ela ergueu a cabeça, olhou para ele com os olhos cheios de emoção e o beijou, suave dessa vez, como um selo.
—Te escolho. Hoje e sempre.
E assim, entre as sombras da noite e o eco do prazer, duas almas que um dia se proibiram, juraram um amor sem freio, sem vergonha… e para sempre.
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