Tenho um relacionamento incestuoso com minha irmã mais velha há quase dois anos. Eu tenho 21 e ela 33, e a gente costuma sair pra beber de vez em quando, e nessas vezes quase sempre acabamos transando. Isso começou há aproximadamente um ano e oito meses. Sempre senti uma atração pela minha irmã mais velha desde que era adolescente. Hoje ela tem 33, é casada, mas meu cunhado é um homem muito mais velho que ela e vive viajando, negligenciando ela pra caralho. Uma noite a gente saiu pra beber — ela bebe pra cacete, e eu sempre fui quem acompanhava e cuidava dela. Nessa noite, a gente tinha ido com outras pessoas num bar, mas quando ficou tarde, o pessoal foi embora. Minha irmã nunca sabe parar de beber, então eu fiquei com ela como sempre. Quando voltamos pra minha casa (ela mora sozinha, mas no estado em que tava não dava pra ir pra casa dela), levei ela pro meu quarto pra dormir e também me deitei pra descansar. Claro, eu sempre fantasiei com ela desde pequeno, quando ela era adolescente. Minha irmã sempre foi muito gostosa, então a tentação me venceu e comecei a tocar ela devagar enquanto ela dormia, até começar a massagear a buceta dela. Ela acordou e segurou minha mão de repente. Eu me assustei, achei que ia dar merda, mas pra minha surpresa, ela só apertou mais minha mão entre as pernas dela, se contorcendo de prazer, e ao mesmo tempo disse: "Ei, o que você tá fazendo? Somos irmãos." Mas enquanto falava, soltava um sorriso safado e continuava apertando minha mão contra a buceta dela. Eu respondi que não tava nem aí, já tava muito excitado e a situação tava ficando puta que pariu. Ela só respondeu: "Então você gosta de mim?" Enquanto eu dedava ela. Desci pra chupar a buceta dela, e ela se contorcia de prazer, apertando minha cara contra a buceta dela com as mãos. Depois comecei a penetrar ela. Só que depois de um tempo, o álcool bateu de vez e ela apagou. Eu continuei comendo ela até gozar. No dia seguinte, ela acordou e foi embora. Sem dizer nada, aquele dia foi estranho porque tive que vê-la num almoço de família e não sabia como interagir com ela. Ela falava comigo normal, mas eu sentia um certo desconforto. Não tinha certeza se ela lembrava do que aconteceu, não sabia se por isso agia com naturalidade, não sabia se devia comentar algo. Mas naquela noite eu gozei dentro dela e fiquei preocupado em deixá-la grávida, ainda mais se ela não lembrasse que a gente tinha transado. Então criei coragem e na noite do dia seguinte liguei pra ela e perguntei se ela lembrava do assunto. Ela respondeu que sim, que estava muito bêbada e que aquilo não devia ter acontecido, pediu desculpas, dizendo que não tinha motivo pra acontecer de novo e que se comprometia a não deixar rolar de novo, como se ela se sentisse culpada pelo ocorrido. Disse que ia comprar uma pílula e assim resolvi minha preocupação, mas percebi que minha irmã lembrava absolutamente de tudo.
Uns meses depois, no Natal, ela também passou do ponto com a bebida. Depois da ceia em família, ela disse que queria falar comigo e começou a conversa normal, como é comum em alguém que fala bêbado. Minha irmã começou a falar demais e ficar sentimental. Num momento, começou a falar de mim, de como me admirava e gostava do jeito que eu sempre a protegia, e fez um comentário de brincadeira: "Amo tanto meu irmãozinho que até já transei com ele". Isso me chamou a atenção, comecei a puxar o assunto. Aí ela ficou séria e disse que estávamos bêbados e que ter gostado do momento não significava que devíamos fazer de novo porque não era certo. Pra não alongar a história, naquela mesma noite ela bebeu mais e a gente transou de novo. Era Natal e minha namorada tinha ido lá em casa, mas bebeu muito e apagou cedo. Deixei ela dormindo no meu quarto enquanto, na sala, eu tava comendo minha irmã. Ela ficou acordada o tempo todo. Depois que gozei, eu queria continuar, mas ela disse que a gente tinha que parar porque já estava amanhecendo. alguém poderia descer, ela me disse "vai comer a sua namorada" num tom meio ciumento, e me confessou que na noite anterior tinha me ouvido transar com minha namorada e que aquilo tinha excitado ela, então eu subi pro meu quarto e acordei minha namorada pra comer ela enquanto vi a silhueta da minha irmã atrás da porta ouvindo, comi duas bucetas seguidas numa noite só, esse sim foi um puta presente de Natal. Depois disso já foram várias vezes que ela me chama pra sair pra beber, ou só pra tomar umas no apartamento dela, quase sempre esses rolês terminaram numa noite de sexo muito intenso com minha irmã, sempre que a gente bebe em algum ponto ela começa a ficar insinuante e eu também começo a entrar na onda, às vezes ela vai no banheiro e volta sem calcinha (ela costuma usar vestidos) ou enquanto a gente conversa ela começa a abrir as pernas na minha frente, quando vejo esses sinais eu começo a acariciar a perna dela devagar até chegar na buceta dela, uma vez que minha mão tá lá ela fica louca, para de disfarçar, começa a se contorcer de prazer e falar putaria, é como se ela só estivesse esperando eu tocar na buceta dela pra virar uma puta, ela sempre assume um papel dominante e eu não reclamo. Sei que o álcool ajuda muito a realizar essa fantasia digna de filme pornô (mas juro que é verdade), mas também vejo que minha irmã tá bem consciente toda vez que a gente transa, sempre insiste em usar camisinha senão não deixa eu meter, além de me chamar pelo nome ou me chamar de irmãozinho enquanto eu meto, sem contar que quando a gente come no apartamento dela a gente acorda junto e de manhã eu acordo ela comendo ela, e não só uma vez, a gente já chegou a transar 3 vezes com um pequeno intervalo de tempo de manhã depois da bebedeira, estando conscientes, mas depois de tudo isso eu só vou embora do apartamento dela e nenhum dos dois menciona nada sobre o assunto depois, é como se esses Esses encontros nunca vão acabar. Já comi ela várias vezes, mas só conversei sobre isso com ela na primeira vez que rolou. Nas outras vezes, preferimos evitar papos estranhos e só transamos mesmo. No dia seguinte, ninguém fala nada, e nossa relação de irmãos continua normal. Ela continua sendo a mesma irmã carinhosa de sempre comigo, e tudo segue como se nada tivesse acontecido. Às vezes penso em puxar esse assunto com ela, porque acho que não precisa mais do álcool como desculpa pra transar, mas não quero estragar o sonho que tô vivendo. Por enquanto, a coisa segue só como sexo casual, sem conversa depois. Pode ser que isso pareça horrível pra muita gente, mas é uma fantasia, um sonho pra mim que muita gente adoraria viver. Tô escrevendo isso pra saber se não sou o único. Ultimamente ouvi dizer que relações incestuosas são mais comuns do que se imagina, e que é por causa do tabu que quase não se ouve falar delas. Alguém mais já viveu ou vive algo parecido com o meu? Não tenho fotos nem vídeos da hora que a gente transa, porque se eu gravo, ela fica puta. Mas tenho essas fotos de uma dessas vezes que ela me chamou no apartamento dela. Começando a beber na piscina, umas horas depois dessa foto eu já tava com ela de pernas abertas na varanda.
Aqui a gente tava bebendo na varanda quando ela foi no banheiro, logo depois voltou sem calcinha e a gente começou a ação.
Uns meses depois, no Natal, ela também passou do ponto com a bebida. Depois da ceia em família, ela disse que queria falar comigo e começou a conversa normal, como é comum em alguém que fala bêbado. Minha irmã começou a falar demais e ficar sentimental. Num momento, começou a falar de mim, de como me admirava e gostava do jeito que eu sempre a protegia, e fez um comentário de brincadeira: "Amo tanto meu irmãozinho que até já transei com ele". Isso me chamou a atenção, comecei a puxar o assunto. Aí ela ficou séria e disse que estávamos bêbados e que ter gostado do momento não significava que devíamos fazer de novo porque não era certo. Pra não alongar a história, naquela mesma noite ela bebeu mais e a gente transou de novo. Era Natal e minha namorada tinha ido lá em casa, mas bebeu muito e apagou cedo. Deixei ela dormindo no meu quarto enquanto, na sala, eu tava comendo minha irmã. Ela ficou acordada o tempo todo. Depois que gozei, eu queria continuar, mas ela disse que a gente tinha que parar porque já estava amanhecendo. alguém poderia descer, ela me disse "vai comer a sua namorada" num tom meio ciumento, e me confessou que na noite anterior tinha me ouvido transar com minha namorada e que aquilo tinha excitado ela, então eu subi pro meu quarto e acordei minha namorada pra comer ela enquanto vi a silhueta da minha irmã atrás da porta ouvindo, comi duas bucetas seguidas numa noite só, esse sim foi um puta presente de Natal. Depois disso já foram várias vezes que ela me chama pra sair pra beber, ou só pra tomar umas no apartamento dela, quase sempre esses rolês terminaram numa noite de sexo muito intenso com minha irmã, sempre que a gente bebe em algum ponto ela começa a ficar insinuante e eu também começo a entrar na onda, às vezes ela vai no banheiro e volta sem calcinha (ela costuma usar vestidos) ou enquanto a gente conversa ela começa a abrir as pernas na minha frente, quando vejo esses sinais eu começo a acariciar a perna dela devagar até chegar na buceta dela, uma vez que minha mão tá lá ela fica louca, para de disfarçar, começa a se contorcer de prazer e falar putaria, é como se ela só estivesse esperando eu tocar na buceta dela pra virar uma puta, ela sempre assume um papel dominante e eu não reclamo. Sei que o álcool ajuda muito a realizar essa fantasia digna de filme pornô (mas juro que é verdade), mas também vejo que minha irmã tá bem consciente toda vez que a gente transa, sempre insiste em usar camisinha senão não deixa eu meter, além de me chamar pelo nome ou me chamar de irmãozinho enquanto eu meto, sem contar que quando a gente come no apartamento dela a gente acorda junto e de manhã eu acordo ela comendo ela, e não só uma vez, a gente já chegou a transar 3 vezes com um pequeno intervalo de tempo de manhã depois da bebedeira, estando conscientes, mas depois de tudo isso eu só vou embora do apartamento dela e nenhum dos dois menciona nada sobre o assunto depois, é como se esses Esses encontros nunca vão acabar. Já comi ela várias vezes, mas só conversei sobre isso com ela na primeira vez que rolou. Nas outras vezes, preferimos evitar papos estranhos e só transamos mesmo. No dia seguinte, ninguém fala nada, e nossa relação de irmãos continua normal. Ela continua sendo a mesma irmã carinhosa de sempre comigo, e tudo segue como se nada tivesse acontecido. Às vezes penso em puxar esse assunto com ela, porque acho que não precisa mais do álcool como desculpa pra transar, mas não quero estragar o sonho que tô vivendo. Por enquanto, a coisa segue só como sexo casual, sem conversa depois. Pode ser que isso pareça horrível pra muita gente, mas é uma fantasia, um sonho pra mim que muita gente adoraria viver. Tô escrevendo isso pra saber se não sou o único. Ultimamente ouvi dizer que relações incestuosas são mais comuns do que se imagina, e que é por causa do tabu que quase não se ouve falar delas. Alguém mais já viveu ou vive algo parecido com o meu? Não tenho fotos nem vídeos da hora que a gente transa, porque se eu gravo, ela fica puta. Mas tenho essas fotos de uma dessas vezes que ela me chamou no apartamento dela. Começando a beber na piscina, umas horas depois dessa foto eu já tava com ela de pernas abertas na varanda.
Aqui a gente tava bebendo na varanda quando ela foi no banheiro, logo depois voltou sem calcinha e a gente começou a ação.
6 comentários - Transo com minha irmã mais velha de vez em quando
yo casi me cojo a mi mama