Gozando nas minhas tetas de leite

Já com meus peitos enormes por causa da gravidez, meu pai se transformou numa outra pessoa, alguém mais carinhoso e doce, e um pouco da culpa é minha, já que eu usava muito decote. Então, o tempo todo eu abraçava ele, beijava e, de vez em quando, encostava as tetas no peito dele e balançava um pouquinho. Ele, digamos, começou a fazer o mesmo comigo, porque às vezes ele vinha e me abraçava por trás e me dava centenas de beijos. Além disso, de vez em quando escapava algum dedo dele e, sem querer, acabava tocando algumas partes dos meus seios.


Depois de algumas semanas, pedi dinheiro pra ele de novo pra comprar roupa, e pra ele não reclamar que eu não fui pedir com uma blusa branca estilo piratilla que deixava boa parte dos meus peitos de fora. A tática não só funcionou, como ele também se ofereceu pra me acompanhar na galeria que eu queria ir comprar. Então a gente foi, e quando ele estacionou o carro num estacionamento enorme, ele ficou me olhando por um segundo e falou o seguinte.
– Me deixaria pegar nas suas tetas por um segundo?
Eu olhei pra ele, pensei por um ou dois segundos e, antes de dar a resposta, olhei pra todos os lados pra ver se tinha alguém por perto. Como não tinha ninguém, falei o seguinte pra ele.
—Vai, mas rápido, que podem nos ver.
Não me incomodou ele ter me pedido isso, aliás era o mínimo que eu podia fazer por ele. Então ele apoiou as mãos nas minhas duas tetas e começou a apertar como se nunca tivesse tocado em nenhuma, e ficou assim por uns 10 ou 15 segundos.




Depois disso, a gente desceu do carro e entrou na galeria, e dá pra dizer que ele me levava pras diferentes lojas, porque na entrada ele me pegou pela cintura como se a gente fosse um casal e foi me guiando por todo o lugar. Dentro das lojas, eu experimentava alguma coisa e mostrava pra ele, pra ele me falar se ficava bem em mim, e assim a gente passou a tarde inteira.
Ao sair da galeria já de noite e dentro do carro, ele me pergunta de novo se eu deixava ele pegar nas minhas tetas de novo, e eu falei que sim de novo. Aí ele apertou meus peitos de novo e, depois de 10 segundos, me pergunta o seguinte.
— Deixa eu chupar elas? — ele me perguntou.
Eu falei pra ele que não dava pra fazer aquilo ali, mas que se ele quisesse, podia vir essa noite no meu quarto que eu deixava. E claro que ele aceitou, porque tava morrendo de vontade de fazer. Então, lá pra uma e meia da madrugada, ele entrou no meu quarto só de cueca e me encontrou deitada na cama, vendo TV, só de fio dental e uma camiseta velha que eu uso pra dormir. Aí, com ele lá dentro do meu quarto, desliguei a TV, fiquei de joelhos na cama, tirei a camiseta e fiquei com as tetas de fora.



Ele, ao ver meus peitões enormes, subiu na minha cama rapidinho e se ajoelhou bem na minha frente. Então pegou meus seios com as duas mãos e começou a chupar e morder como se fosse um bebê faminto. Ia de um mamilo pro outro sem parar, sugando cada um deles, e até brincava com eles usando a língua de vez em quando. Tudo isso foi me deixando com muito tesão, então num dado momento comecei a me tocar lá embaixo.
A situação foi ficando muito quente, o que fez com que ele fizesse algo bem inesperado que me deixou sem palavras. Meu pai, depois de uns minutos, soltou meus peitos e se levantou na cama, então, pra minha surpresa, resolveu abaixar a cueca e ficou com o pau duro a centímetros do meu rosto.
– Chupa aqui – ele começou a dizer.



Eu, que tava mais quente que uma pica, decidi pegar ele com uma mão e a primeira coisa que fiz foi bater uma punheta pra ele, olhando nos olhos dele por um instante. Depois, fiz o que ele mandou. Enfiei ele na minha boca e comecei a chupar, mas não consegui fazer do meu jeito, porque em poucos segundos ele agarrou minha cabeça com as duas mãos e começou a puxar pra frente e pra trás, como se fosse uma siririca.
Gozando nas minhas tetas de leite

comendo minha boca.
– Glup glup glup – se ouvia por todo o quarto.
Depois de uns minutos, ele me soltou, então finalmente pude lamber ele do meu jeito. Por isso, aproveitei pra dar umas lambidas enormes no tronco e na cabeça dele. Depois disso, ele enfiou a pica entre meus peitos e fez uma puta esfregada de boquete neles até sentir que não aguentava mais. Aí ele pegou o pau dele e começou a bater uma punheta apontando pra cima dos meus peitos.



Eu entendi rapidinho o que ele queria fazer, então com minhas mãos levantei meus peitos pra ele poder encher eles todinhos de porra, e foi exatamente isso que aconteceu.
– Ahh ahhh ahhhh – ele disse.
Ele gozou e me esporrou as duas tetas, mas ela não viu muito disso porque, devido ao prazer que estava sentindo, inclinou a cabeça e ficou olhando o teto por vários segundos. Depois, quando abaixou a cabeça, me viu toda suja por culpa dele.
Depois dessa gozada, ele deixou eu chupar ele de novo e eu fiz até ele voltar ao tamanho normal. Aí ele foi embora e me deixou lá toda coberta de porra.

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