Nova Vizinha Gostosa đŸ”„

MartĂ­n morava sozinho hĂĄ anos, num bairro tranquilo onde nada mudava
 atĂ© que ela chegou. SofĂ­a, sua nova vizinha, se mudou numa tarde de verĂŁo. Novinha, curvas perfeitas, lĂĄbios carnudos e um olhar atrevido. Usava shorts minĂșsculos e tops que mal cobriam os peitos durinhos. Toda vez que ela saĂ­a pra regar as plantas, MartĂ­n tinha que fazer um esforço sobre-humano pra nĂŁo ficar olhando pra bunda dela.

Uma noite, perto das 11, bateram na porta dele.
— Tem açĂșcar? — perguntou SofĂ­a, vestindo um roupĂŁo curto e nada por baixo.

MartĂ­n entregou o açĂșcar, mas ela nĂŁo saĂ­a do lugar.
— VocĂȘ mora sozinho, nĂ©? — perguntou, dando um passo mais perto.
— Sim

— E não fica entediado?

MartĂ­n olhou pra ela. Ela passou a lĂ­ngua nos lĂĄbios. Era Ăłbvio o que ela queria.

Sofía se aproximou mais e pegou a mão dele. Levou até a cintura dela, e depois mais pra baixo, até a virilha.
— Tî molhada desde que te vi lavando o carro ontem — sussurrou.

Martín não resistiu mais. Beijou ela com força, fechou a porta e a levantou no colo. Sofía riu, se pendurando no pescoço dele, toda excitada.

No sofĂĄ, ele a despiu por completo. O corpo dela era uma obra de arte: peitos empinados, cintura fina, pele quente. Ele se ajoelhou na frente dela e beijou a buceta dela atĂ© fazĂȘ-la tremer.Nova Vizinha Gostosa đŸ”„â€”Isso! NĂŁo para! —ela gritava, se contorcendo de prazer.
Ele baixou a calça e enfiou a rola dura de uma vez, ela gritou que nem uma fera. Montou nele com força, como se tivesse esperado aquele pau a vida inteira. Gritava, gemia, arranhava o peito dele. Martín não conseguia acreditar na energia sexual que aquela vizinha tinha.
—Adoro sua rola! Mete tudo! —ela gritava enquanto gozava.
Ele gozou dentro dela, ofegante, com o coração explodindo no peito.
Minutos depois, Sofia olhou pra ele com um sorriso safado.
—Me mudei sozinha
 mas nĂŁo vou dormir sozinha esta noite.vadiaDesde aquela noite, Sofia nĂŁo parava de arrumar desculpas pra bater na porta do MartĂ­n. Às vezes pedia gelo, outras açĂșcar, e outras
 sĂł entrava sem falar nada, com aquele sorriso de safada que deixava ele louco.

Naquela tarde, ele tava no sofĂĄ, acabado de tomar banho, sĂł com uma toalha na cintura. Sofia apareceu na porta, com um short minĂșsculo e sem sutiĂŁ. A camiseta branca colada no corpo deixava claro que nĂŁo tinha nada por baixo.

— Incomodo se eu entrar? TĂŽ com calor
 e nĂŁo Ă© por causa do tempo.

MartĂ­n abriu sem dizer uma palavra. Ela fechou a porta, chegou perto e, sem avisar, ajoelhou na frente dele. Afrouxou a toalha e deixou Ă  mostra aquela pica que ela tanto gostava.

— Tava com saudade — murmurou antes de meter na boca.

Chupava com fome, saliva escorrendo pelo tronco, língua girando em volta da cabeça. Olhava pra ele de baixo, com aquele olhar safado e os låbios vermelhos, todos molhados.

— Não para — ele gemeu, agarrando o cabelo dela.

Mas ela parou, subiu no corpo dele e puxou o short pra baixo. Jå tava molhada. Montou nele de uma vez, gemendo enquanto entrava até o fundo.

— Assim, sim! Me dá essa pica toda! — gritava enquanto cavalgava forte.

Rebolava em cima dele num ritmo selvagem, o corpo suado, o cabelo solto, os peitos pulando a cada movimento. MartĂ­n segurava a cintura dela e metia de baixo pra cima, fazendo ela gritar.

— Quer mais? — ela perguntou, ofegante.

Se inclinou, beijou ele fundo e sussurrou no ouvido:

— Quero sentir vocĂȘ atrĂĄs tambĂ©m


Guiou ele atĂ© o quarto, ficou de quatro, e MartĂ­n foi entrando devagar, com paciĂȘncia e lubrificação. Ela apertava os dentes, excitada, enquanto sentia ele entrar aos poucos.

— Ahh
 sim, assim! — gemeu com intensidade — Adoro! Mais forte!cogidaMartĂ­n metia forte na bunda dela enquanto segurava seus quadris. Sofia se contorcia, curtindo cada centĂ­metro, mordendo os lĂĄbios de olhos fechados. Quando ele tava quase gozando, virou ela de costas, deitou, e gozou nos peitos dela, ofegante, enquanto ela sorria, toda melada e satisfeita. — Dessa vez nĂŁo vou deixar vocĂȘ dormir sozinho — falou, lambendo os lĂĄbios.vadia

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