A fumaça grossa do cigarro e o uísque barato flutuavam no ar como uma promessa suja. Na sala privada do clube, os amigos do noivo gritavam, riam e batiam palmas enquanto a música explodia nas paredes forradas de veludo vermelho. No centro, sobre um palco baixo, uma mulher de curvas impossíveis deslizava pelo cano com a maestria de quem fez do pecado uma arte. Luis, o melhor amigo do noivo, estava sentado na beirada do sofá de couro, com um copo de uísque pela metade e os olhos cravados nela. Ele não era um cara de puteiro. Na real, nem queria ter ido na despedida. Mas os amigos o arrastaram, e agora estava ali, com o coração batendo forte e a pica dura dentro da calça.
A stripper se chamava Brisa, ou pelo menos foi assim que se apresentou. Pele morena, cabelão preto até a cintura, e uns peitos que pareciam desafiar as leis da gravidade e da moral. Dançava pelada e toda vez que se abaixava de pernas abertas ou rebolava aquela bunda redonda, Luis sentia os princípios indo embora.
Num instante, Brisa desceu do palco e foi direto na direção dele. — Cê não tá se divertindo muito, papai? — sussurrou no ouvido dele, com aquela voz encharcada de uísque e desejo. Luis sorriu nervoso. — Eu... só tô olhando. — Então vem, que eu quero que você me olhe de pertinho. Sem dar escolha, pegou ele pela mão e levou por um corredor nos bastidores. Luis sentiu o olhar e os aplausos dos amigos nas costas, mas não falou nada. Atravessaram uma porta até chegar num quarto menor, com um sofá preto, luzes fracas e um espelho gigante. Brisa se virou, empurrou ele de leve pro assento e montou em cima. Com movimentos lentos, se tocava nos peitos e colocou eles na cara dele. — Vou te dar um presente que você nunca vai esquecer, meu amor — disse. Mas isso custa extra. Luis já nem pensava. Tirou umas notas do bolso e enfiou na liga dela. Brisa sorriu feito uma loba sentindo cheiro de sangue. Se inclinou, baixou a calça dele e puxou a rola, dura que nem um cano de aço. Sem pressa, começou a chupar ele, olhando de baixo, fazendo barulhinhos sujos com a boca, babando a cabeça e afundando mais a cada sugada. Luis se contorcia de prazer, com os dedos cravados no cabelo dela. — Cê tá gostando, papai? — murmurou ao tirar a boca por um instante pra acariciar ele entre os peitos, que agora estavam cheios de saliva e porra. — Sim... porra, sim... Brisa subiu em cima dele e enfiou de uma vez, usando a buceta molhada, quente, escorregadia. — Hummm... assim que eu gosto, bem duro... — disse enquanto começava a cavalgar ele, quicando com força, fazendo os peitos baterem na cara dele. Luis segurou ela pela cintura e meteu de baixo pra cima. O cheiro de sexo, suor e perfume barato tomava o quarto. Brisa gemia cada vez mais alto, cravava as unhas no peito dele, mordia os lábios dele, até gozar tremendo em cima dele. Luis não aguentou mais, gozou dentro dela, como se esvaziasse semanas de tensão numa explosão só. Brisa desceu devagar, beijando ele no pescoço. —Ninguém precisa ficar sabendo, pussy. Foi só... um presentinho de despedida. Pra você, não pro noivo.
Luis ficou sem palavras. Só olhou pra ela enquanto se vestia e saía pela porta com a mesma elegância felina com que chegou. Lá fora, a música continuava tocando. A festa seguia. Mas ele sabia que aquela noite jamais esqueceria.
O casamento foi bonito. Bonito demais. Luis estava lá, de terno recém-passado, fingindo sorrisos, aplaudindo quando os noivos se beijaram, brindando quando o bolo chegou. Mas por dentro, a cabeça dele estava em outro lugar. Melhor dizendo, em outro corpo.
Naquelas tetas. Naquela boca. Naquele cu que ele não parava de imaginar empinado na frente dele.
Brisa.
Não a via desde a despedida. Nem uma mensagem, nem uma palavra. Mas não conseguia tirá-la da cabeça. Então, depois de deixar o presente e escapar do salão, pegou o carro e foi direto pro clube. Algo o guiava. Uma necessidade. Uma promessa não cumprida.
Mal entrou, a viu. Saía pela porta lateral, com uma jaqueta curta, a maquiagem borrada e a bolsa no ombro. Estava sozinha, e parecia cansada.
— Brisa — chamou.
Ela parou. Reconheceu ele na hora. Sorriu com malícia, inclinando a cabeça.
— Você de novo, papi?
— Não parei de pensar em você.
Ela olhou pra ele um segundo, depois pro céu, como quem avalia se vale a pena cair de novo.
— Já terminei o turno... mas se você tem algo interessante pra oferecer...
Luis ergueu as chaves do carro. — Motel. Por minha conta. Seu corpo.
Brisa riu. — Assim que eu gosto. Direto e quente.
O quarto do motel era barato, com lençóis limpos e um espelho no teto. O suficiente pro que vieram fazer.
Brisa se despiu sem dizer palavra. Luis não conseguiu evitar de olhar pra aquele cu firme e largo enquanto ela tirava a calcinha fio dental, deixando cair no chão com descaro. Ele também se despiu rápido, com a pica já pulsando de antecipação.
— Hoje quero outra coisa — disse ele, se aproximando por trás.
Ela sorriu pelo espelho. — Ficou safado, meu Amor? —Desde que te conheci. Brisa se inclinou sobre a cama, empinando a bunda e separando as nádegas com as mãos. A buceta dela, apertada e brilhando de lubrificante que já tinha passado sem falar nada, olhava pra ele como uma boca faminta.
Luis cuspiu na mão, passou na ponta do pau e apontou pro alvo. Meteu com força e foi entrando devagar. O calor, a pressão, fizeram ele gemer na hora.
—Porra, Brisa... cê tá apertada demais...
—Arrebenta meu cu, papai. Assim que eu gosto.
Luis começou a se mexer, primeiro devagar, depois mais rápido, comendo ela, segurando pelas cadeiras, metendo forte enquanto ela gemia, mordia o travesseiro e se tocava com dois dedos na buceta.
O quarto encheu com os sons sujos da pele batendo, os gemidos ofegantes e o cheiro inconfundível do sexo mais selvagem. Brisa se empurrava contra ele, cada vez mais forte.
—Mete tudo... quero que goze dentro, ali no meu cu, igual um bicho...
Luis não aguentou mais. Com uma última estocada e um grito, gozou fundo, bombeando forte enquanto sentia o esperma encher o cu da Brisa, que gemia igual uma possessa.
Quando se separou, o pau dele saiu brilhando e escorrendo. Brisa se deixou cair de lado, sorrindo de olhos fechados.
—Isso sim foi serviço completo...
Luis se deitou do lado dela, ainda sem fôlego.
—E pensar que vim celebrar o casamento do meu melhor amigo.
Brisa riu.
—Então parabéns. Você também casou... com o vício.
Combinaram de se ver de novo. Brisa já estava esperando ele no quarto do motel, pelada na cama, com um sorriso que prometia mais uma noite suja. Luis fechou a porta atrás de si sem falar nada, se jogando na cadeira enquanto soltava o cinto. A tensão no corpo dele falava por si. — De novo por aqui, papai? — ela disse, abrindo as pernas sem vergonha.
—Não vim pra conversar —respondeu Luís, tirando a pica já dura pra fora, apontando ela pra Brisa.
Ela se arrastou que nem uma gata até ficar entre as pernas dele. Agarrou o pau com uma mão firme, olhou nos olhos dele e começou a chupar. A língua dela se enroscava na cabeça, mamava com barulho, com gosto, engolindo cada vez mais fundo. Tirava ele todo babado, passava entre os peitos, cuspia e metia de novo até o talo.
—Adoro seu pau, papai. Adoro ter ele na garganta —dizia entre uma chupada e outra, olhando pra ele de baixo com um sorriso provocador. Luis pegou ela pelo cabelo e empurrou mais fundo. Ela se deixou, feliz em servir, com a garganta aberta que nem uma expert.
—Sobe —ordenou ele.
Brisa montou nele, pegou o pau dele e enfiou na buceta de uma sentada, gemendo forte.
—Ahhh... sim, meu amor, sim... —começou a cavalgar ele que nem uma louca, com os peitos pulando, a raba batendo nas coxas dele, e a buceta molhada engolindo ele a cada vai e vem.
Luis segurava ela firme pelas nádegas, ajudando ela a subir e descer enquanto ela ria entre os gemidos.
—Você é uma puta gostosa... —falou ele, quente, selvagem.
—E sou toda sua hoje à noite, papai...
Eles viraram. Luis colocou ela de quatro na cama e, sem avisar, meteu no cu dela. O som dos corpos se chocando encheu o quarto. Ele agarrou ela pelo pescoço, meteu com força, com raiva, enquanto ela se tocava no clitóris e gemia que nem uma puta no cio.
—Mais forte... mais... arrebenta esse cu! —gritava ela.
Luis sentia que ia explodir. Saiu por um segundo, ficou de frente pra ela e bateu uma com força.
—Mostra esses peitos! —ordenou, ofegante.
Brisa juntou os peitos grandes, firmes e brilhando de suor. Luis não aguentou mais. Bateu uma com força até jorrar jatos quentes nela, molhando os peitos, o pescoço, até a boca.
Ela lambeu os lábios.
—Isso... assim que eu gosto. Me marca como sua.
Os dois se olharam. Exaustos. Cansados. Mas ainda com fogo nos olhos.
Luis se deixou cair ao lado dela. Não havia mais palavras. Só corpos suados, porra na pele, e o eco de uma noite onde não sobrou nada sem provar.
A stripper se chamava Brisa, ou pelo menos foi assim que se apresentou. Pele morena, cabelão preto até a cintura, e uns peitos que pareciam desafiar as leis da gravidade e da moral. Dançava pelada e toda vez que se abaixava de pernas abertas ou rebolava aquela bunda redonda, Luis sentia os princípios indo embora.
Num instante, Brisa desceu do palco e foi direto na direção dele. — Cê não tá se divertindo muito, papai? — sussurrou no ouvido dele, com aquela voz encharcada de uísque e desejo. Luis sorriu nervoso. — Eu... só tô olhando. — Então vem, que eu quero que você me olhe de pertinho. Sem dar escolha, pegou ele pela mão e levou por um corredor nos bastidores. Luis sentiu o olhar e os aplausos dos amigos nas costas, mas não falou nada. Atravessaram uma porta até chegar num quarto menor, com um sofá preto, luzes fracas e um espelho gigante. Brisa se virou, empurrou ele de leve pro assento e montou em cima. Com movimentos lentos, se tocava nos peitos e colocou eles na cara dele. — Vou te dar um presente que você nunca vai esquecer, meu amor — disse. Mas isso custa extra. Luis já nem pensava. Tirou umas notas do bolso e enfiou na liga dela. Brisa sorriu feito uma loba sentindo cheiro de sangue. Se inclinou, baixou a calça dele e puxou a rola, dura que nem um cano de aço. Sem pressa, começou a chupar ele, olhando de baixo, fazendo barulhinhos sujos com a boca, babando a cabeça e afundando mais a cada sugada. Luis se contorcia de prazer, com os dedos cravados no cabelo dela. — Cê tá gostando, papai? — murmurou ao tirar a boca por um instante pra acariciar ele entre os peitos, que agora estavam cheios de saliva e porra. — Sim... porra, sim... Brisa subiu em cima dele e enfiou de uma vez, usando a buceta molhada, quente, escorregadia. — Hummm... assim que eu gosto, bem duro... — disse enquanto começava a cavalgar ele, quicando com força, fazendo os peitos baterem na cara dele. Luis segurou ela pela cintura e meteu de baixo pra cima. O cheiro de sexo, suor e perfume barato tomava o quarto. Brisa gemia cada vez mais alto, cravava as unhas no peito dele, mordia os lábios dele, até gozar tremendo em cima dele. Luis não aguentou mais, gozou dentro dela, como se esvaziasse semanas de tensão numa explosão só. Brisa desceu devagar, beijando ele no pescoço. —Ninguém precisa ficar sabendo, pussy. Foi só... um presentinho de despedida. Pra você, não pro noivo.Luis ficou sem palavras. Só olhou pra ela enquanto se vestia e saía pela porta com a mesma elegância felina com que chegou. Lá fora, a música continuava tocando. A festa seguia. Mas ele sabia que aquela noite jamais esqueceria.
O casamento foi bonito. Bonito demais. Luis estava lá, de terno recém-passado, fingindo sorrisos, aplaudindo quando os noivos se beijaram, brindando quando o bolo chegou. Mas por dentro, a cabeça dele estava em outro lugar. Melhor dizendo, em outro corpo.
Naquelas tetas. Naquela boca. Naquele cu que ele não parava de imaginar empinado na frente dele.
Brisa.
Não a via desde a despedida. Nem uma mensagem, nem uma palavra. Mas não conseguia tirá-la da cabeça. Então, depois de deixar o presente e escapar do salão, pegou o carro e foi direto pro clube. Algo o guiava. Uma necessidade. Uma promessa não cumprida.
Mal entrou, a viu. Saía pela porta lateral, com uma jaqueta curta, a maquiagem borrada e a bolsa no ombro. Estava sozinha, e parecia cansada.
— Brisa — chamou.
Ela parou. Reconheceu ele na hora. Sorriu com malícia, inclinando a cabeça.
— Você de novo, papi?
— Não parei de pensar em você.
Ela olhou pra ele um segundo, depois pro céu, como quem avalia se vale a pena cair de novo.
— Já terminei o turno... mas se você tem algo interessante pra oferecer...
Luis ergueu as chaves do carro. — Motel. Por minha conta. Seu corpo.
Brisa riu. — Assim que eu gosto. Direto e quente.
O quarto do motel era barato, com lençóis limpos e um espelho no teto. O suficiente pro que vieram fazer.
Brisa se despiu sem dizer palavra. Luis não conseguiu evitar de olhar pra aquele cu firme e largo enquanto ela tirava a calcinha fio dental, deixando cair no chão com descaro. Ele também se despiu rápido, com a pica já pulsando de antecipação.
— Hoje quero outra coisa — disse ele, se aproximando por trás.
Ela sorriu pelo espelho. — Ficou safado, meu Amor? —Desde que te conheci. Brisa se inclinou sobre a cama, empinando a bunda e separando as nádegas com as mãos. A buceta dela, apertada e brilhando de lubrificante que já tinha passado sem falar nada, olhava pra ele como uma boca faminta.
Luis cuspiu na mão, passou na ponta do pau e apontou pro alvo. Meteu com força e foi entrando devagar. O calor, a pressão, fizeram ele gemer na hora. —Porra, Brisa... cê tá apertada demais...
—Arrebenta meu cu, papai. Assim que eu gosto.
Luis começou a se mexer, primeiro devagar, depois mais rápido, comendo ela, segurando pelas cadeiras, metendo forte enquanto ela gemia, mordia o travesseiro e se tocava com dois dedos na buceta.
O quarto encheu com os sons sujos da pele batendo, os gemidos ofegantes e o cheiro inconfundível do sexo mais selvagem. Brisa se empurrava contra ele, cada vez mais forte.
—Mete tudo... quero que goze dentro, ali no meu cu, igual um bicho...
Luis não aguentou mais. Com uma última estocada e um grito, gozou fundo, bombeando forte enquanto sentia o esperma encher o cu da Brisa, que gemia igual uma possessa.
Quando se separou, o pau dele saiu brilhando e escorrendo. Brisa se deixou cair de lado, sorrindo de olhos fechados.
—Isso sim foi serviço completo...
Luis se deitou do lado dela, ainda sem fôlego.
—E pensar que vim celebrar o casamento do meu melhor amigo.
Brisa riu.
—Então parabéns. Você também casou... com o vício.
Combinaram de se ver de novo. Brisa já estava esperando ele no quarto do motel, pelada na cama, com um sorriso que prometia mais uma noite suja. Luis fechou a porta atrás de si sem falar nada, se jogando na cadeira enquanto soltava o cinto. A tensão no corpo dele falava por si. — De novo por aqui, papai? — ela disse, abrindo as pernas sem vergonha.
—Não vim pra conversar —respondeu Luís, tirando a pica já dura pra fora, apontando ela pra Brisa. Ela se arrastou que nem uma gata até ficar entre as pernas dele. Agarrou o pau com uma mão firme, olhou nos olhos dele e começou a chupar. A língua dela se enroscava na cabeça, mamava com barulho, com gosto, engolindo cada vez mais fundo. Tirava ele todo babado, passava entre os peitos, cuspia e metia de novo até o talo.
—Adoro seu pau, papai. Adoro ter ele na garganta —dizia entre uma chupada e outra, olhando pra ele de baixo com um sorriso provocador. Luis pegou ela pelo cabelo e empurrou mais fundo. Ela se deixou, feliz em servir, com a garganta aberta que nem uma expert. —Sobe —ordenou ele.
Brisa montou nele, pegou o pau dele e enfiou na buceta de uma sentada, gemendo forte.
—Ahhh... sim, meu amor, sim... —começou a cavalgar ele que nem uma louca, com os peitos pulando, a raba batendo nas coxas dele, e a buceta molhada engolindo ele a cada vai e vem.
Luis segurava ela firme pelas nádegas, ajudando ela a subir e descer enquanto ela ria entre os gemidos.
—Você é uma puta gostosa... —falou ele, quente, selvagem.
—E sou toda sua hoje à noite, papai...
Eles viraram. Luis colocou ela de quatro na cama e, sem avisar, meteu no cu dela. O som dos corpos se chocando encheu o quarto. Ele agarrou ela pelo pescoço, meteu com força, com raiva, enquanto ela se tocava no clitóris e gemia que nem uma puta no cio.
—Mais forte... mais... arrebenta esse cu! —gritava ela.
Luis sentia que ia explodir. Saiu por um segundo, ficou de frente pra ela e bateu uma com força. —Mostra esses peitos! —ordenou, ofegante.
Brisa juntou os peitos grandes, firmes e brilhando de suor. Luis não aguentou mais. Bateu uma com força até jorrar jatos quentes nela, molhando os peitos, o pescoço, até a boca.
Ela lambeu os lábios.
—Isso... assim que eu gosto. Me marca como sua.
Os dois se olharam. Exaustos. Cansados. Mas ainda com fogo nos olhos.
Luis se deixou cair ao lado dela. Não havia mais palavras. Só corpos suados, porra na pele, e o eco de uma noite onde não sobrou nada sem provar.
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