42📑Lupita

Andrés chegou na Cidade do México a trabalho. Uma semana. Reuniões, almoços, calor, trânsito. Tudo normal… até que entrou numa pracinha comercial pra comprar um chip de celular e viu ela. Lupita. Atendia no box 19. Uma lojinha de presentes, bichinhos de pelúcia e doces. Tinha cabelo preto, olhos grandes e tímidos, e um avental que mal conseguia esconder os peitões enormes, apertados debaixo de uma blusa branca bordada. Cada movimento dela era uma provocação sem querer. Ela olhou pra ele, baixou os olhos e disse: — Quer alguma coisa? — Sim… é… um bichinho de pelúcia — respondeu Andrés, sem saber por quê. Ela embrulhou com cuidado. As mãos dela tremiam um pouco. — Sempre faz tanto calor aqui ou sou eu? — ele falou, encarando ela. Lupita sorriu, envergonhada. — Depende… às vezes o calor vem de dentro. Andrés sentiu o pau endurecer. Aquela mina, tão tímida, deixava ele louco. Durante três dias seguidos ele voltou. Cada vez um pretexto novo. Uma caneca. Um chaveiro. Um cartão pra "namorada". Lupita ria, e cada dia se soltava mais… até que, no quarto dia, enquanto ela embrulhava um presente, ele chegou por trás. — E se o presente fosse você? Lupita ficou parada. A respiração acelerou. Ele roçou a cintura dela, beijou o pescoço, e ela tremeu. — Tô doida pelo senhor, don Andrés. Mas… tenho vergonha. — Não tem vergonha não, Lupita — ele sussurrou no ouvido dela —. A única vergonha que eu tenho… é de ainda não ter você montada em mim. Ela fechou a grade da loja. Baixou a cortina e levou ele pro quartinho dos fundos. Pequeno, com um ventilador velho e uma cama improvisada. Lupita tirou a blusa. Os peitos dela eram enormes, pesados, macios, perfeitos. Andrés beijou eles com devoção, enquanto ela mordia os lábios. — Faz anos que ninguém me toca assim… — ela sussurrou. Ela se ajoelhou e começou a chupar o pau dele com entrega. Mamava com paixão contida, como se cada segundo fosse um presente. Se despiu por completo, a buceta peluda escorrendo, subiu em cima dele e enfiou tudo pra dentro. Devagarzinho, gemendo de olhos fechados.Lupita Gostosa—Tá tão grande, patrão… vai me rasgar…
Ela cavalgou com o corpo tremendo, ofegante, apertando com força. Andrés virou ela, colocou de bruços e meteu por trás, empurrando com força, enfiando o pau na buceta dela até ela gritar mordendo o travesseiro.
Terminaram suados, abraçados, com o ventilador girando lá em cima.
—Você vai voltar amanhã? — perguntou ela, entre carícias.
Andrés não respondeu. Só acariciou o rosto dela e beijou os pezões devagar.

No dia seguinte, Lupita abriu o portão do box 19 como sempre, com o cabelo solto e a blusa apertada… mas dessa vez, ele já estava lá. Esperando ela. De terno. Sorrindo. E com um buquê de flores do campo na mão.
—Pra mim? — disse ela, levando as mãos ao peito.
—Tá vendo outra mulher com esse teu sorriso? — respondeu ele.
Lupita ficou vermelha. Olhou pros lados. E baixou os olhos feito uma colegial.
—Hoje não vim por um bichinho de pelúcia. Vim por você. Te convido pra jantar. Quero te ver de vestido, não com esse avental. Quero te ver andar de salto. Quero… te devorar com os olhos, e depois, com a boca.

Naquela noite, Lupita chegou na hora no restaurante. Vestido vermelho, justo. Os peitos quase escapavam a cada movimento. Andrés mal conseguia disfarçar a ereção. Comeram, beberam, riram… e depois foram pro apartamento dele.

Mal fechou a porta, ele encostou ela na parede, levantou o vestido e devorou ela com fome. Beijou o pescoço, abaixou o sutiã, e beijou os peitos, mordeu os bicos com cuidado.
—Tava com fome de você desde o primeiro dia que te vi. Essas tuas tetas me deixam louco…
—E eu de você… mas tava com medo.
—Hoje não tem medo, Lupita. Hoje vou te fazer minha por completo.

Levou ela pra cama, tirou o vestido, beijou dos lábios até as coxas. Parou na buceta dela, e começou a lamber devagar, fazendo ela se contorcer toda.vadiaEla gemia baixinho:
—Ai, não para, por favor… assim… tô me molhando toda…

Andrés fez ela gozar com a língua, enquanto olhava nos olhos dela. Depois, subiu em cima, meteu inteira, e começou a bombar enquanto apertava os peitos dela.

Lupita se agarrou nele. Não conseguia parar de gemer. Até que Andrés sussurrou no ouvido dela:
—Já te fizeram… por trás?

Ela ficou imóvel.
—Não… nunca… mas se for o senhor… quero experimentar…peitosVirou ela de costas, beijou a nuca e foi preparando o caminho com paciência. Lubrificou com os dedos, com a língua. E quando ela se abriu toda, enfiou a pica no cu dela devagar… fundo… até o talo. Lupita gritou de prazer e de susto. —Ai, meu Deus…! Tô sentindo ela inteira…!! Andrés segurava ela com força pela cintura, enquanto ela se apoiava no travesseiro e se deixava levar. Era dele. Por completo. O corpinho dela, a alma, e a bunda virgem.cogidaTerminou gozando nas costas dela, e depois a abraçou, enquanto ela se aninhava no peito dele, ofegante. —Não sabia que dava pra gozar assim, seu Andrés… você me fez outra. —E a gente mal começou. Na manhã seguinte, Lupita acordou nua entre os lençóis bagunçados do apartamento do Andrés. O cabelo solto, os peitos marcados pelos beijos da noite anterior, e a bunda ainda dolorida pela transa anal intensa, faziam ela parecer uma deusa inocente e profana. Andrés olhava pra ela bestificado. Mas Lupita… tava séria. —O que foi, gostosa? —ele perguntou, acariciando a coxa dela. Ela hesitou. Baixou o olhar. Depois encarou ele, com uma mistura de desejo, medo… e decisão. —Tem uma coisa que não te contei, seu Andrés. —Fala. —Eu não sou só uma menina de lojinha… nem uma pobre mexicana que se excita com estrangeiro. Eu antes… era outra coisa. Andrés franziu a testa. Ela se levantou da cama, nua, foi até a bolsa, e tirou uma pastinha pequena. Deixou em cima da cama. Fotos. Recortes de jornal. Um nome diferente: “Valeria Cortés”. —Quem é Valeria? —Eu. Uns anos atrás. Era atriz pornô. Bem conhecida, mas sempre de máscara… me chamavam de “A Virgem Negra”. Por causa dos meus peitos naturais e da minha bunda virgem. Nunca tinham me comido por trás… até ontem à noite. Andrés engoliu seco. Olhou as fotos. Lupita com outras minas, com homens, em vídeos de BDSM. Tudo gravado. Tudo real. —E por que você parou? —Me apaixonei por um cara que me prometeu o céu. Ele me gravou sem máscara e me traiu. Fui embora, mudei de nome, me escondi… até você aparecer. Andrés se aproximou. Abraçou ela por trás. Beijou o pescoço dela. —Isso não muda nada, Lupita. Pelo contrário. Agora você me atrai mais. —Você não tem medo? Não sente nojo? —Nojo? Se depois de ontem à noite… eu tô mais viciado na sua bunda do que no meu próprio ar. Ela sorriu. Mas dessa vez, o olhar dela era diferente. Mais sombrio. —Então se prepara, Andrés. Porque se você me aceitar como eu sou… vou te mostrar coisas que você nunca Imaginou. Andrés agarrou ela pelo cabelo, empurrou ela contra a mesa, e comeu ela de novo, com força e desejo renovado. Lupita gemia que nem uma atriz… mas dessa vez, era de verdade.vadiaE enquanto ele gozava dentro dela, ela pensava em silêncio: "Se esse homem me trair… vai ser o último orgasmo que ele vai ter na vida.Relatos eroticos

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