Beleza, sou o Tomás e vou contar a história da minha melhor amiga. Porque a desgraçada não tem coragem de contar: sou a Delfi, tenho 17 anos na época dessa história, passei pro último ano do ensino médio. Tenho 1,70, sou morena, pele branca e olhos azuis. Peitos naturais bonitos e uma raba de respeito. Dá pra dizer que sou a garota "perfeita" fisicamente. Mas sempre fui muito insegura comigo mesma, sem redes sociais e saio pouco à noite. Há um mês terminei com meu namorado Franco. Nunca gostei de abraços, carinhos nem beijos. De vez em quando eu chupava ele, fazia por obrigação, e se gozasse na minha boca, cuspia. Por ser muito gostosa, sempre fui olhada por todos os meus colegas de escola, só que eu sou muito fiel e nunca segui eles, nem no Instagram. Tava chegando o UPD, e pensei em não ir até que, naquele dia, minha amiga Sofia me convenceu: — "Delfi, é só uma festa, você seria a única que não iria, chamaria atenção e é perda de tempo." Naquela tarde, me arrumei. Mas arrumei pra mim, sempre gostei de estar gostosa. Franco sempre dizia que inconscientemente eu fazia isso pros outros, e isso irritava ele. Chegou a noite e o Nacho (um colega de escola) passou pra buscar eu e a Sofia no carro dele. No carro já tinham 5 caras, colegas, todos amigos da Sofia (que sempre foi de ficar com a turma toda). Nacho, Tiago, Joaquin, Marcos e Claudio, eram amigos de infância e os jogadores de rugby da sala. Ela era bem putinha. A festa era na casa de um colega. Um sítio. Todas as turmas do meu ano estavam lá. A gente chegou 1 hora atrasada e já tinha vários bêbados. A Sofia foi com as meninas da sala e eu fiquei observando todo mundo enquanto tomava Gin Tônica. Passaram duas horas, e já tinham vários casais sumidos, provavelmente transando nas árvores ou no parque do lado. Fui no banheiro do salão de baixo, e quando abro a porta, o Tiago (um dos jogadores de rugby) tava com a Sofia se pegando, vi a cena e fechei a porta na hora. Falei: — "Como pode ser tão puta." Subi e nas escadas, o Nacho (o galã) já meio alterado, pegou no meu braço e tentou me beijar, mas eu recusei. Eram 3 da manhã, e faltavam 4 horas de festa. A maioria já tava bêbada, e eu já tinha tomado 5 doses fortes sem perceber. O Nacho voltou pra cozinha, e no escuro começou a falar comigo. Não aguentava ele, era um mulherengo, e ainda por cima nunca respeitou meu relacionamento com o Franco. Já tava meio tonta, quase caí. Ele me segurou. Falou que a gente podia descer pra eu deitar no sofá. "Beleza, mas vamos devagar" eu falei. Enquanto a gente descia junto as escadas, um gritou "hoje o Nacho coroa!". Lá embaixo não tinha ninguém, a Sofia já tava lá em cima com todo mundo. Encostei um segundo na parede. Ele começou a me beijar, e sinceramente, já não tava com muita vontade de falar não. Ele me beijava com muita vontade, e isso me agradava. A gente continuou uns dois minutos, até que ele enfiou a mão por baixo do meu sutiã. "Não, até aqui tá bom" falei. Ele não me ouviu, e continuou me beijando enquanto falava "só dessa vez, é o UPD". A gente ouviu alguém descendo, então não tive outra opção a não ser falar pra irmos pro banheiro do lado. Entramos, e ele trancou a porta. No banheiro, ele continuou me beijando, e eu me animei a colocar a mão no volume dele, e comecei a massagear por cima da calça. Ele provavelmente não acreditava, e eu também não. Nunca pensei que seria capaz. Ele tirou meu top, o sutiã e começou a chupar meus peitos com muita intensidade. "Que gostosa do caralho" ele falava. Eu gemia baixinho de prazer. Aquilo fez ele desabotoar a calça — "desce" ele falou, segurando minha cabeça — "Nem louca, eu não faço isso", ele realmente achava que era assim tão fácil? Nem no Franco eu chupava. "Faz só dessa vez" ele falou.
Ele tava com tanta vontade, que não quis cortar o barato dele. Ajoelhei, peguei na pica dele, e pensei uns segundos. Me deixei levar, fechei os olhos, e coloquei na boca. Comecei a chupar de leve a cabeça da pica enquanto batia uma pra ele. Ele deu um gritinho suave. Começou a segurar minha cabeça. — “Tira a mão” — “Mas vou me engasgahshshshs…” Não terminei de falar, e o sem noção segurou minha cabeça e enfiou até o fundo da pica toda. Meu nariz encostou nos pelos dele, e os ovos dele estavam colados no meu queixo. Me engasguei. Empurrei ele pra trás e me soltei, cuspi e tossi um pouco. “Continua” “Ok, mas mais devagar kkk” respondi.
Ela segurou minha cabeça de novo e, sem se importar, enfiou até o fundo, começando a se mover pra frente. Meus olhos encheram de lágrimas enquanto eu olhava fixo pra ela, aguentando pra não vomitar. Meu ex sempre falou que queria experimentar garganta profunda, mas eu nunca tive coragem. Acho que dessa vez foi o álcool. — "Isso, Delfi" — ela disse. Minha garganta já tinha se acostumado. Eu não estava mais chupando, a Nacho tava fudendo minha garganta num ritmo acelerado. Ficou assim por três minutos seguidos. Ela me levantou, me virou, beijou meu pescoço e puxou minha saia pra baixo. Eu já estava paralisada, de prazer, mas também de choque, pensando no Franco e no que ele diria nessa situação. Ela se levantou, ficou do meu lado e atrás de mim, encaixou a ponta do pau na minha calcinha fio dental, enquanto acariciava. — "Tem camisinha?" — perguntei. — "Não, é só dessa vez" — Já não conseguia mais dizer não. Ela puxou minha calcinha de lado, eu não tinha depilado, meus pelinhos estavam molhados. A situação me excitava demais, mas me dava muita culpa. Fazia meses que eu não transava. Ela enfiou o pau todo.
Ele tava comendo com força a única mina que faltava na turma, e ainda por cima no pelo (sem camisinha). A que tinha acabado de se separar, a gostosa, a mais desejada. No natural. Ele me encostou na porta, me segurou pelo pescoço por trás, doeu um pouco, porque eu não fazia isso há meses. Tapou minha boca com a mão pra eu não gemer. Ele me comia com ódio. Tinha uma rola bem maior que a do meu ex. — "Ai, Delfi love, sim, quero gozar dentro de você" e acelerou — "Não, Nacho, isso não" e eu parei ele. Não podia correr o risco de engravidar desse cara. Me ajoelhei, tirei o cabelo do rosto e falei — "me fala e eu abro a boca". Ele começou a se masturbar na minha cara. Eu, tão entregue como nunca, e sem acreditar, coloquei a cara enquanto esticava a língua.
Ela agarrou minha cabeça, levou ela até as bolas dele, chupei como uma garota obediente e insegura, sentia uma humilhação e meio que gostava. Ele continuou se masturbando enquanto eu chupava as bolas dele. — "Abre a boca, gatinha" obedeci, e um jato de porra dentro da minha boca e o resto (vários) no meu rosto. Ele tinha enchido minha cara de leite, e eu não enxergava de um olho, a porra na minha boca era quente e grossa.
Foi uma putaria, certeza que passou a noite toda se esquentando, beijando minha melhor amiga e mais uns dois da turma. A porra na cara e no cabelo, limpei com a mão e depois lavei na pia. A da minha boca, engoli. Tinha um gosto azedo. Ela me olhou, perguntou "tá bem?" "Tô", respondi, limpando o rosto. Me olhou e saiu do banheiro. Sem acreditar, me olhei no espelho, ainda tinha porra no cabelo. Deixei outro me comer sem camisinha, coisa que nunca tinha querido. Fez o que quis comigo, e com certeza vai contar pra todos os amigos dele. Além disso, certeza que ia chegar no Franco, no cara que sempre odiou, gozou na minha cara. Na namorada linda dele, em quem gastou tanta grana e tempo. O que eu fiz.

Ele tava com tanta vontade, que não quis cortar o barato dele. Ajoelhei, peguei na pica dele, e pensei uns segundos. Me deixei levar, fechei os olhos, e coloquei na boca. Comecei a chupar de leve a cabeça da pica enquanto batia uma pra ele. Ele deu um gritinho suave. Começou a segurar minha cabeça. — “Tira a mão” — “Mas vou me engasgahshshshs…” Não terminei de falar, e o sem noção segurou minha cabeça e enfiou até o fundo da pica toda. Meu nariz encostou nos pelos dele, e os ovos dele estavam colados no meu queixo. Me engasguei. Empurrei ele pra trás e me soltei, cuspi e tossi um pouco. “Continua” “Ok, mas mais devagar kkk” respondi.
Ela segurou minha cabeça de novo e, sem se importar, enfiou até o fundo, começando a se mover pra frente. Meus olhos encheram de lágrimas enquanto eu olhava fixo pra ela, aguentando pra não vomitar. Meu ex sempre falou que queria experimentar garganta profunda, mas eu nunca tive coragem. Acho que dessa vez foi o álcool. — "Isso, Delfi" — ela disse. Minha garganta já tinha se acostumado. Eu não estava mais chupando, a Nacho tava fudendo minha garganta num ritmo acelerado. Ficou assim por três minutos seguidos. Ela me levantou, me virou, beijou meu pescoço e puxou minha saia pra baixo. Eu já estava paralisada, de prazer, mas também de choque, pensando no Franco e no que ele diria nessa situação. Ela se levantou, ficou do meu lado e atrás de mim, encaixou a ponta do pau na minha calcinha fio dental, enquanto acariciava. — "Tem camisinha?" — perguntei. — "Não, é só dessa vez" — Já não conseguia mais dizer não. Ela puxou minha calcinha de lado, eu não tinha depilado, meus pelinhos estavam molhados. A situação me excitava demais, mas me dava muita culpa. Fazia meses que eu não transava. Ela enfiou o pau todo.
Ele tava comendo com força a única mina que faltava na turma, e ainda por cima no pelo (sem camisinha). A que tinha acabado de se separar, a gostosa, a mais desejada. No natural. Ele me encostou na porta, me segurou pelo pescoço por trás, doeu um pouco, porque eu não fazia isso há meses. Tapou minha boca com a mão pra eu não gemer. Ele me comia com ódio. Tinha uma rola bem maior que a do meu ex. — "Ai, Delfi love, sim, quero gozar dentro de você" e acelerou — "Não, Nacho, isso não" e eu parei ele. Não podia correr o risco de engravidar desse cara. Me ajoelhei, tirei o cabelo do rosto e falei — "me fala e eu abro a boca". Ele começou a se masturbar na minha cara. Eu, tão entregue como nunca, e sem acreditar, coloquei a cara enquanto esticava a língua.
Ela agarrou minha cabeça, levou ela até as bolas dele, chupei como uma garota obediente e insegura, sentia uma humilhação e meio que gostava. Ele continuou se masturbando enquanto eu chupava as bolas dele. — "Abre a boca, gatinha" obedeci, e um jato de porra dentro da minha boca e o resto (vários) no meu rosto. Ele tinha enchido minha cara de leite, e eu não enxergava de um olho, a porra na minha boca era quente e grossa.
Foi uma putaria, certeza que passou a noite toda se esquentando, beijando minha melhor amiga e mais uns dois da turma. A porra na cara e no cabelo, limpei com a mão e depois lavei na pia. A da minha boca, engoli. Tinha um gosto azedo. Ela me olhou, perguntou "tá bem?" "Tô", respondi, limpando o rosto. Me olhou e saiu do banheiro. Sem acreditar, me olhei no espelho, ainda tinha porra no cabelo. Deixei outro me comer sem camisinha, coisa que nunca tinha querido. Fez o que quis comigo, e com certeza vai contar pra todos os amigos dele. Além disso, certeza que ia chegar no Franco, no cara que sempre odiou, gozou na minha cara. Na namorada linda dele, em quem gastou tanta grana e tempo. O que eu fiz.
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