Ezequiel, um cara de 24 anos (não é tão cara,
Fica olhando pras bundas sem disfarçar e ajuda as alunas com muita, mas muita disposição. O cara é mó gostoso, não vou negar, além de ser professor, joga futebol e dá pra ver todo o treino num corpo super definido que ele não hesita em exibir.
Até aí, ele não passava de mais um punheteiro, que eu nem dava bola. Até que começou a rolar uma relação mais próxima. A gente batia um papo mais, com ele e outros caras e minas da academia, e começamos a criar um vínculo menos frio.
Assim chegamos a um dia que mudou tudo. Pedi ajuda pra ele fazer uns agachamentos e ele fica atrás pra me ajudar. Desço, e quando levanto ele me pega pela cintura. Desço, e ele me pega de novo pela cintura, mas mais pra baixo, quase onde começa a raba.
Bem, bem..." eu dizia pra mim mesma, me dando força. Pelo espelho, vejo o volume do professor na calça dele. "Filho da puta, fica de pau duro me ajudando a levantar um peso", pensei e não dei muita bola. Nisso tudo, o relacionamento com meu marido, depois de mais de 2 anos de casados, entrou numa estagnação danada. Não brigamos nem nada, mas parece que já não nos damos muita bola. Isso reflete também na parte sexual, que ficou monótona e meio que "só pra cumprir tabela" (e de vez em quando).
O professor, na academia, começou a mandar ver de tudo. "Como é que você vai estar nesse verão?", ele repetia. "Vai, magrinha, que nesse verão você tem que exibir essa bunda, vamos!", gritava toda vez que me via fazendo algum exercício. A chegada da primavera meio que fez explodir um monte de sensações e emoções. Um dia, de novo com as famosas agachamentos, ele fica atrás de mim. Mas dessa vez mais perto. Quando eu subo, sinto a perna dele bem perto da minha rabeta. Na disfarçada, jogo o corpo um pouco mais para trás e subo roçando a coxa dele contra minhas nádegas.
Tá bom pra caralho" ela fala quando eu saio da barra. De novo, o volume do professor tava marcando na calça. "É, tô vendo que você gostou", falo pra ele, apontando com o olhar pra rola dele. Ele ri e vai ajeitando disfarçado pra não aparecer a ereção. A partir daí, começamos uma sequência de flerte e amasso que eu não tinha há um tempão. E não consegui segurar.
Minha cabeça tava explodindo de tanto tesão. Eu transava com meu marido de olhos fechados, imaginando ser dominada pelo cara. Pra piorar, um dia chega pedido no Instagram do mano. Nem pensei duas vezes. Adicionei.
Um fim de semana, tão mal comida que tava, fui pegar um sol na varanda sozinha. Montei uma lista de melhores amigos com só ele e tirei uma foto de bunda pra cima. Nem 1 minuto, e ele reagiu. E sim, já era. Não consigo fugir da minha essência.
- Todo seu - escrevi pra ela
- Sim?? meu?? uff que lindo
- Pela rotina, digo... tarado
- Ahhh já tava criando expectativa!
- Nããoo, cheee... sou uma mulher casada... o que cê tá pensando?
Continuamos conversando um pouco, mas minha buceta ficou tão molhada que não deu pra continuar. Voltei pro apartamento e me tranquei no banheiro. Abri o chuveiro e, mordendo a mão pra ninguém ouvir meus gemidos, me masturbei até gozar.
Minha excitação só aumentava, e as trepadas por obrigação em casa só me empurravam mais pro cara. Não aguentava mais. Meu coração acelerou quando começaram os convites pra festa de fim de ano da academia. Ia ser num sábado à noite, num bar. Meu instinto de loba caçadora ficou ainda mais afiado, sabendo que naquele dia alguma coisa ia rolar. E não me enganei.
Fui com um vestido longo até o joelho, mas com um decote até o meio da barriga. Sentei numa mesa com outras minas que conhecia da academia, e sentia o olhar do professor me comendo de tesão sentada. Num momento, ele se aproxima e, sem nenhum disfarce, me abraça pela cintura pra sussurrar no meu ouvido como eu tava gostosa. Ele afastou o cabelo da minha orelha, encostou os lábios e, quase cochichando, falou bem baixinho. Aproximei minha coxa da perna dele pra roçar na pica dele, que já dava pra sentir crescendo.
Nessa altura eu já tava mó tesão.
Respirava super ofegante, como se fosse a primeira vez que ia me dar uma. Subi no carro e por um instante a gente ficou parado. Tomei a iniciativa e me joguei em cima, matando a vontade de beijar a boca do professor. Ele respondeu com as mãos enfiando por baixo do vestido e apalpando minha bunda, do jeito que vinha desejando há meses.
Te como todinha... te como todinha" repetia ele com a voz claramente descontrolada. "Não, não, não, hoje aqui não..." falei me fazendo de difícil, enquanto desafivelava a calça. "Mas um presentinho você leva", dito isso, me joguei na pica.
O pau dele não decepcionava nem um pouco. Combinava com aquele rabão gostoso que ele tinha. Um pau venoso e bem grosso que, mesmo sem estar duro, eu não conseguia envolver com a mão. "Ah, professor, tudo isso é seu?" eu dizia, tirando o pau da boca e colocando de novo. Ele reclinou o banco pra trás (com um sorrisinho de metido) e apoiou as mãos na minha cabeça, acompanhando meu movimento.
Pouco depois já tava dura que nem pedra e cheia de saliva. Eu subia a cabeça e descia até onde dava na minha garganta. Com uma mão eu segurava o tronco e a outra se deliciava tocando aquele abdômen duro de atleta. Acelerei o ritmo até sentir que ele ia gozar. Quando percebi que ele tensionou as pernas e levantou o quadril, soube que era a hora. Coloquei só a cabeça na minha boca e com a língua dava uns tapinhas na ponta, até ele soltar toda a porra lá dentro.
Enquanto gozava, engolia o que dava. Mas o filho da puta vinha super carregado e a capacidade da minha boca não deu conta, transbordando pelos meus lábios. Tentei pegar o que caía, mas era demais. "Uff, professor, como veio carregadinho", falei quando finalmente terminou de sair tudo. O pau dele continuava duro e pulando. "Eu sabia que você era uma puta de boca", ele disse, e eu sorri com o elogio (?).
Quero te comer... quero te comer" repetia o cara, desesperado, ainda com a pica dura pra caralho. Não posso negar que aquela vitalidade me deixava louca. Eu também queria comer ele, mas não ali. Sabia que ia rolar outra chance pra fazer melhor. Pedi pra ele esperar um pouco, e voltei primeiro pro bar. No caminho, percebi que tinha porra escorrendo pelo meu braço. Me limpei numa árvore e segui em frente. Mordia os lábios de tesão que tava e por me sentir (de novo) tão puta.
Depois de um tempo, mandei mensagem pro meu marido pra ele vir me buscar (como a gente tinha combinado). Já na cama, montei nele com toda força, mas não conseguia tirar da cabeça que queria ser comida pela rola do professor.
Na segunda-feira, na academia, ele não parou um segundo de me dar ideias pra gente se encontrar pra transar. "Me escuta uma coisa. Sou casada, não posso fazer as coisas assim do nada. Deixa eu me organizar, e eu te aviso quando, ok? E disfarça um pouco, senão cancela tudo". Depois disso, o professor se acalmou.
Minha cabeça não parava de pensar e procurar oportunidades. Sabia que ia precisar de ajuda, então chamei minhas amigas e contei toda a situação pra elas. A ideia era simples. Um almoço ou jantar em algum fim de semana, pra justificar as horas de ausência.
Tudo acelerou um dia que meu marido me contou que no sábado (depois do futebolzinho dele com os amigos, que não podia ser adiado) eles iam ficar pra comer um churrasco pra encerrar o ano. "Ah, que legal... com as minhas amigas do colégio a gente tava tentando marcar algo pra esse fim de semana, mas ainda não sei se é de tarde ou de noite.

Em plena luz do dia, a ideia não me agradava muito, mas a tesão era mais forte. Pra piorar, nenhum dos dois tinha carro, então fodeu. Táxi, escondida o máximo possível, reto pra um dos motéis da Circunvalação. Ele me esperava na esquina, e quando eu cheguei, a gente entrou.
Nós nos despimos enquanto devorávamos a boca um do outro com desespero. A língua dele me penetrava com paixão enquanto as mãos dele tiravam minha roupa. Eu fazia o mesmo, e ficamos pelados jogados na cama. "Vamos ver o resultado da academia", ele dizia me virando de bruços. "Mmmm, que gostoso como vocês malham nessa academia", repetia ele montado no meu corpo, amassando minha buceta.
É, cê não sabe... o problema é o professor que me pega quando eu faço agachamento e fica de pau duro me olhando", respondi. "Mas como é que não vai ficar duro, mami, olha só isso aqui!" ele disse enfiando a boca na minha raba. Me chupou o cu com uma vontade que com certeza ele tava guardando desde que a gente se conheceu.
Ele se levantou e deitou por cima de mim, encostando o pau na minha bunda. Ele me beijava de língua enquanto beijava meu pescoço. "Me come... vai, filho da puta, me come", eu implorei. Abri as pernas e eu mesma peguei a porra do pau e guiei até minha pussy. Levantei um pouco os quadris pra me ajeitar e comecei a esfregar a pontinha na entrada da minha pussy, já toda molhada.
Depois de um tempo de amasso, ele empurrou e meteu. Óbvio que ia custar pra entrar. Fazia tempo que eu não levava uma pica tão grossa. "Nossa, como você tá apertadinha", ele repetia enquanto empurrava com vontade. Eu tava tão molhada que sentia minha buceta cedendo fácil pra pica dele.
Ayyy... fazia tempo que eu não sentia uma piroca tão grossa... vai fundo". Quando ele terminou de enfiar tudo, começou a subir e descer a bunda, me dando a tão esperada sentada. "Isso, tio, isso!" eu gritava, toda descontrolada, cada vez que o corpo dele batia no meu.
Me acomodou de quatro e continuou me comendo com vontade. Deu um tapa, mas eu parei. Isso é proibido. Uma pena. Adoro, mas nessas situações não pode. Não parou de me foder nunca. Mantinha um ritmo gostoso e constante. Tirava quase metade da pica e enterrava tudo. A força com que me comia fazia nossos corpos irem se mexendo na cama.
Tanto, que terminei com os braços apoiados no chão pra não cair. "Ai, cara, tu é um monstro" eu gritava, enquanto ele parecia não ligar que eu tava quase caindo. Exatamente o que eu precisava. Um macho que me use como uma puta dada pro pau dele.
Quando ele parou por um instante, subi de novo na cama. Deitei ele e sentei em cima, enfiando devagar a porra da pica dele na minha pussy. Já tava acostumada, toda dilatada e lubrificada de tanto tesão que tava. Me mexi um tempão em cima do pauzão do professor até ele gozar.
O forro tava explodido de porra. Enquanto eu fiquei admirando aquela porra toda do meu macho, ele com o pau ainda duro me virou de costas, abrindo minhas pernas pra continuar me comendo. O cara me macetou de novo igual um bicho. Segurou firme nas minhas coxas e enfiou a rola até o fundo com bombadas frenéticas.
- Ai, neném, tu é uma fera - ela repetia enquanto ele não parava nem por um segundo.
- Você gosta de putaria... você gosta - ele dizia, batendo com mais violência contra o meu corpo.
- Ai siii, fazia tempo que não me comiam assim
- Precisava disso, putinha? - ele falou todo louco enquanto acelerava o ritmo no máximo da força dele.
- Siii siii, por favor, me dá mais
- Toma, puta, toma, puta - repetia ele cada vez que o pau dele destruía o fundo da minha buceta
- Não para nuncaaaaahhhh - Quando finalmente parou, ficou admirando o buraco que tinha deixado na minha buceta
- Reaberta do jeito que você gosta - ela dizia enquanto me masturbava. Supliquei pra ela chupar, e bem obediente ela me fez gozar com a língua dela.
- Você vai gozar tanto assim? - ela me disse, mostrando os dedos totalmente molhados do meu melado. Me levantei e comecei a chupá-los desesperada. Depois, segui com a pica dela.
Enfiei na boca como pude, enquanto ele se jogava na cama pra curtir o boquete. Devagar, passei a língua por todo o comprimento da pica, da base até a ponta. Aí abri a boca e fui fazendo o tronco sumir na minha garganta. Subi devagar, deixando escapar saliva pelo caminho pra lubrificar tudo. Com a mão, espalhava a saliva batendo uma punheta pra ele, e depois descia de novo.
Chupa ela como no outro dia", ele pediu, lembrando do boquete no carro, onde chupei desesperada e fiz ele gozar na hora. Sorri e comecei a mamar cada vez mais rápido. Com uma mão, batia uma pra ele, e com a outra, amassava as bolas dele. "Joga tudo nos meus peitos", falei, e sem hesitar, trocamos de posição.
Ele sentou na minha barriga e eu estendi a mão pra pegar a pica dele e bater uma. Ele gozou como um macho alfa, pica grossa e comedor animal que era. Um jato acertou na minha cara, e depois um mar de porra jorrou da pica dele, espirrando nos meus peitos. "Nossa, neném, quanto leite... você é um monstro pra gozar também" eu falei sem soltar a pica dele.
Descansamos um pouco, e por sorte o pau dele subiu rapidão. De novo, me colocou de quatro, aproveitando a sua putinha. Tava durinho igual no começo, e continuava com a mesma energia como se a gente tivesse acabado de começar. Eu, bem fora de forma, aguentava como dava, mas nem passava pela minha cabeça pedir pra ele parar. Pronto. Era a puta dele e, como tal, me deixava comer do jeito que ele quisesse.
Começou a abrir minhas nádegas, procurando o que eu sabia que ele ia pedir para coroar a tarde.
- O que cê tá procurando aí? - perguntei quando senti um dedo babado enfiando no meu cu.
- Romper teu cu
- Nãão, você tá louco... ele tá desacostumado e vai doer pra caralho em mim
- Vai, putinha, sei que você quer... vou fazer bem devagarzinho - tudo isso, sem parar de penetrar minha buceta
- Mas lubrifica bem - bom, a ideia era me segurar um pouco mais mas... piranha
Quando me casei, tinha prometido a mim mesma deixar pra trás meus anos de pirata e ter um relacionamento sem chifres. Me sentia muito puta por não ter conseguido, e mais ainda me vendo totalmente entregue a um cara que estava prestes a arrebentar minha buceta, sem eu oferecer a menor resistência. E eu amava a ideia.
O cara chupou minha buceta com vontade e jogou metade de um sachê de lubrificante, deixando a outra metade pra toda a pica dele. Apontou, e, sério, tava muito apertada. Custou pra entrar. Mas ele não tava nem aí. Firme, empurrou até meu cu ceder pro pauzão dele e rasgou minha bucetinha sem piedade.
- Uff, você é muito fechada mesmo, puta... seu marido não te come? - Sabia que pra ele era um tesão extra eu ser casada... e pra mim também, então entrei na brincadeira.
- Pô... mas é claro, tu tem um pauzão super grosso, cara, óbvio que ia ser difícil
- Adoro que você venha buscar uma rola de verdade que arrebente seu cu - dito isso, enfiou a rola até onde minha anatomia não deixou entrar mais. E arrebentou minha buceta sem piedade.
Ela se agarrou nas minhas cadeiras e começou a meter e tirar a pica quase por completo. Primeiro, devagar, fazendo minha bucetinha se adaptar ao novo corpo estranho. Depois, quando meu cu já tinha cedido, acelerou o ritmo e foi ficando cada vez mais violento. Aí sim, tive que pedir pra ele parar. A falta de costume, o pauzão enorme do moleque e a violência das estocadas me fizeram implorar pra ele diminuir.
O cara assim que tirou a pica me molhou as costas de porra. "Você tava muito apertada" ele disse, como se justificando ter gozado tão rápido. Eu tava morta e, por sorte, o turno tava quase acabando. Mas ele não ligou. Trocou de camisinha, e assim, com a rola escorrendo e meio mole, me comeu selvagemente.
Eu continuava de quatro mordendo o travesseiro, minha buceta transbordava de fluidos do tesão que aquele cara me dava, me fazendo gozar tanto com a pica morta. Ele continuou me comendo até que a pica dele dormiu completamente, e aí ele tirou.
Aproveitei e fui me lavar. Entrei no chuveiro, não dava pra voltar pra casa toda melada de porra. Enquanto tirava toda a goza grudada no corpo, o professor entrou no chuveiro comigo. Não acreditei que ele já tava de pau duro de novo.
- Ai, gata, chega... - falei segurando o masturbo duro que apoiava minha raba.
- Vai, mais um rapidinho - o cara era um animal
— Você quer que eu vicie e tenha que te comer direto, sua puta mãe — falei, toda resignada.
- E sim, você é minha putinha agora... - eu mordi os lábios, porque sabia que era verdade. Pronto, era inútil lutar. Eu tava entregue à pica do cara e agora não ia conseguir parar.
Sorrindo, me encostou na parede, puxou a bunda pra fora e me meteu. A água molhava nossos corpos enquanto ele me comia como se fosse a última vez.
— Você vai engolir minha porra? — ele me perguntou, tirando o pau de dentro de mim. Sem dizer nada, me ajoelhei diante dele.
— Cê quer encher minha boca de porra pra eu beijar meu marido assim quando ele voltar? — ele riu quando viu que eu descobri o objetivo que ele tava perseguindo, o safadinho.
Vai", respondi enquanto abria bem a boca e colocava a língua pra fora. Ele apoiou a ponta da rola na minha boca enquanto se masturbava freneticamente. "Vai... vai", eu o incentivava, pegando nas bolas dele. O telefone começou a tocar, avisando que o turno tinha acabado. Mas nenhum de nós dois tava ligando pra isso.
Enfiei a ponta da pica na boca, enquanto ele não parava de bater uma. Até que, com um grito de alívio, me agarrou pelos cabelos, enfiando a rola bem fundo, e soltou uma quantidade impressionante de porra na minha boca. De novo, não consegui engolir tudo. "Tanta porra vai gozar, filho da puta?", falei depois de terminar toda lambuzada de sêmen de novo no rosto.
Me deu uns tapinhas na cara com a piroca (sim, ainda dura) e foi se trocar. Me deixou de joelhos e cheia de porra de novo. Não aguentava mais de tesão ao me sentir tão puta e usada por um cara de pau grande e leiteiro.
Terminei de me limpar e saímos do mesmo jeito que entramos. Táxi e cada um pra sua casa. Quando cheguei, meu marido já tava vendo TV. Sentei do lado dele e, como tinha prometido, beijei ele com paixão, enfiando minha língua bem fundo na boca dele. Aquela língua cheia de porra de um cara que tinha me macetado igual um animal a tarde inteira. E que, com certeza, não vou resistir a um segundo encontro.
Fica olhando pras bundas sem disfarçar e ajuda as alunas com muita, mas muita disposição. O cara é mó gostoso, não vou negar, além de ser professor, joga futebol e dá pra ver todo o treino num corpo super definido que ele não hesita em exibir.
Até aí, ele não passava de mais um punheteiro, que eu nem dava bola. Até que começou a rolar uma relação mais próxima. A gente batia um papo mais, com ele e outros caras e minas da academia, e começamos a criar um vínculo menos frio.
Assim chegamos a um dia que mudou tudo. Pedi ajuda pra ele fazer uns agachamentos e ele fica atrás pra me ajudar. Desço, e quando levanto ele me pega pela cintura. Desço, e ele me pega de novo pela cintura, mas mais pra baixo, quase onde começa a raba.
Bem, bem..." eu dizia pra mim mesma, me dando força. Pelo espelho, vejo o volume do professor na calça dele. "Filho da puta, fica de pau duro me ajudando a levantar um peso", pensei e não dei muita bola. Nisso tudo, o relacionamento com meu marido, depois de mais de 2 anos de casados, entrou numa estagnação danada. Não brigamos nem nada, mas parece que já não nos damos muita bola. Isso reflete também na parte sexual, que ficou monótona e meio que "só pra cumprir tabela" (e de vez em quando).
O professor, na academia, começou a mandar ver de tudo. "Como é que você vai estar nesse verão?", ele repetia. "Vai, magrinha, que nesse verão você tem que exibir essa bunda, vamos!", gritava toda vez que me via fazendo algum exercício. A chegada da primavera meio que fez explodir um monte de sensações e emoções. Um dia, de novo com as famosas agachamentos, ele fica atrás de mim. Mas dessa vez mais perto. Quando eu subo, sinto a perna dele bem perto da minha rabeta. Na disfarçada, jogo o corpo um pouco mais para trás e subo roçando a coxa dele contra minhas nádegas.
Tá bom pra caralho" ela fala quando eu saio da barra. De novo, o volume do professor tava marcando na calça. "É, tô vendo que você gostou", falo pra ele, apontando com o olhar pra rola dele. Ele ri e vai ajeitando disfarçado pra não aparecer a ereção. A partir daí, começamos uma sequência de flerte e amasso que eu não tinha há um tempão. E não consegui segurar.
Minha cabeça tava explodindo de tanto tesão. Eu transava com meu marido de olhos fechados, imaginando ser dominada pelo cara. Pra piorar, um dia chega pedido no Instagram do mano. Nem pensei duas vezes. Adicionei.
Um fim de semana, tão mal comida que tava, fui pegar um sol na varanda sozinha. Montei uma lista de melhores amigos com só ele e tirei uma foto de bunda pra cima. Nem 1 minuto, e ele reagiu. E sim, já era. Não consigo fugir da minha essência.
- Todo seu - escrevi pra ela
- Sim?? meu?? uff que lindo
- Pela rotina, digo... tarado
- Ahhh já tava criando expectativa!
- Nããoo, cheee... sou uma mulher casada... o que cê tá pensando?
Continuamos conversando um pouco, mas minha buceta ficou tão molhada que não deu pra continuar. Voltei pro apartamento e me tranquei no banheiro. Abri o chuveiro e, mordendo a mão pra ninguém ouvir meus gemidos, me masturbei até gozar.
Minha excitação só aumentava, e as trepadas por obrigação em casa só me empurravam mais pro cara. Não aguentava mais. Meu coração acelerou quando começaram os convites pra festa de fim de ano da academia. Ia ser num sábado à noite, num bar. Meu instinto de loba caçadora ficou ainda mais afiado, sabendo que naquele dia alguma coisa ia rolar. E não me enganei.
Fui com um vestido longo até o joelho, mas com um decote até o meio da barriga. Sentei numa mesa com outras minas que conhecia da academia, e sentia o olhar do professor me comendo de tesão sentada. Num momento, ele se aproxima e, sem nenhum disfarce, me abraça pela cintura pra sussurrar no meu ouvido como eu tava gostosa. Ele afastou o cabelo da minha orelha, encostou os lábios e, quase cochichando, falou bem baixinho. Aproximei minha coxa da perna dele pra roçar na pica dele, que já dava pra sentir crescendo.
Nessa altura eu já tava mó tesão.
Respirava super ofegante, como se fosse a primeira vez que ia me dar uma. Subi no carro e por um instante a gente ficou parado. Tomei a iniciativa e me joguei em cima, matando a vontade de beijar a boca do professor. Ele respondeu com as mãos enfiando por baixo do vestido e apalpando minha bunda, do jeito que vinha desejando há meses.
Te como todinha... te como todinha" repetia ele com a voz claramente descontrolada. "Não, não, não, hoje aqui não..." falei me fazendo de difícil, enquanto desafivelava a calça. "Mas um presentinho você leva", dito isso, me joguei na pica.
O pau dele não decepcionava nem um pouco. Combinava com aquele rabão gostoso que ele tinha. Um pau venoso e bem grosso que, mesmo sem estar duro, eu não conseguia envolver com a mão. "Ah, professor, tudo isso é seu?" eu dizia, tirando o pau da boca e colocando de novo. Ele reclinou o banco pra trás (com um sorrisinho de metido) e apoiou as mãos na minha cabeça, acompanhando meu movimento.
Pouco depois já tava dura que nem pedra e cheia de saliva. Eu subia a cabeça e descia até onde dava na minha garganta. Com uma mão eu segurava o tronco e a outra se deliciava tocando aquele abdômen duro de atleta. Acelerei o ritmo até sentir que ele ia gozar. Quando percebi que ele tensionou as pernas e levantou o quadril, soube que era a hora. Coloquei só a cabeça na minha boca e com a língua dava uns tapinhas na ponta, até ele soltar toda a porra lá dentro.
Enquanto gozava, engolia o que dava. Mas o filho da puta vinha super carregado e a capacidade da minha boca não deu conta, transbordando pelos meus lábios. Tentei pegar o que caía, mas era demais. "Uff, professor, como veio carregadinho", falei quando finalmente terminou de sair tudo. O pau dele continuava duro e pulando. "Eu sabia que você era uma puta de boca", ele disse, e eu sorri com o elogio (?).
Quero te comer... quero te comer" repetia o cara, desesperado, ainda com a pica dura pra caralho. Não posso negar que aquela vitalidade me deixava louca. Eu também queria comer ele, mas não ali. Sabia que ia rolar outra chance pra fazer melhor. Pedi pra ele esperar um pouco, e voltei primeiro pro bar. No caminho, percebi que tinha porra escorrendo pelo meu braço. Me limpei numa árvore e segui em frente. Mordia os lábios de tesão que tava e por me sentir (de novo) tão puta.
Depois de um tempo, mandei mensagem pro meu marido pra ele vir me buscar (como a gente tinha combinado). Já na cama, montei nele com toda força, mas não conseguia tirar da cabeça que queria ser comida pela rola do professor.
Na segunda-feira, na academia, ele não parou um segundo de me dar ideias pra gente se encontrar pra transar. "Me escuta uma coisa. Sou casada, não posso fazer as coisas assim do nada. Deixa eu me organizar, e eu te aviso quando, ok? E disfarça um pouco, senão cancela tudo". Depois disso, o professor se acalmou.
Minha cabeça não parava de pensar e procurar oportunidades. Sabia que ia precisar de ajuda, então chamei minhas amigas e contei toda a situação pra elas. A ideia era simples. Um almoço ou jantar em algum fim de semana, pra justificar as horas de ausência.
Tudo acelerou um dia que meu marido me contou que no sábado (depois do futebolzinho dele com os amigos, que não podia ser adiado) eles iam ficar pra comer um churrasco pra encerrar o ano. "Ah, que legal... com as minhas amigas do colégio a gente tava tentando marcar algo pra esse fim de semana, mas ainda não sei se é de tarde ou de noite.

Em plena luz do dia, a ideia não me agradava muito, mas a tesão era mais forte. Pra piorar, nenhum dos dois tinha carro, então fodeu. Táxi, escondida o máximo possível, reto pra um dos motéis da Circunvalação. Ele me esperava na esquina, e quando eu cheguei, a gente entrou.
Nós nos despimos enquanto devorávamos a boca um do outro com desespero. A língua dele me penetrava com paixão enquanto as mãos dele tiravam minha roupa. Eu fazia o mesmo, e ficamos pelados jogados na cama. "Vamos ver o resultado da academia", ele dizia me virando de bruços. "Mmmm, que gostoso como vocês malham nessa academia", repetia ele montado no meu corpo, amassando minha buceta.
É, cê não sabe... o problema é o professor que me pega quando eu faço agachamento e fica de pau duro me olhando", respondi. "Mas como é que não vai ficar duro, mami, olha só isso aqui!" ele disse enfiando a boca na minha raba. Me chupou o cu com uma vontade que com certeza ele tava guardando desde que a gente se conheceu.
Ele se levantou e deitou por cima de mim, encostando o pau na minha bunda. Ele me beijava de língua enquanto beijava meu pescoço. "Me come... vai, filho da puta, me come", eu implorei. Abri as pernas e eu mesma peguei a porra do pau e guiei até minha pussy. Levantei um pouco os quadris pra me ajeitar e comecei a esfregar a pontinha na entrada da minha pussy, já toda molhada.
Depois de um tempo de amasso, ele empurrou e meteu. Óbvio que ia custar pra entrar. Fazia tempo que eu não levava uma pica tão grossa. "Nossa, como você tá apertadinha", ele repetia enquanto empurrava com vontade. Eu tava tão molhada que sentia minha buceta cedendo fácil pra pica dele.
Ayyy... fazia tempo que eu não sentia uma piroca tão grossa... vai fundo". Quando ele terminou de enfiar tudo, começou a subir e descer a bunda, me dando a tão esperada sentada. "Isso, tio, isso!" eu gritava, toda descontrolada, cada vez que o corpo dele batia no meu.
Me acomodou de quatro e continuou me comendo com vontade. Deu um tapa, mas eu parei. Isso é proibido. Uma pena. Adoro, mas nessas situações não pode. Não parou de me foder nunca. Mantinha um ritmo gostoso e constante. Tirava quase metade da pica e enterrava tudo. A força com que me comia fazia nossos corpos irem se mexendo na cama.
Tanto, que terminei com os braços apoiados no chão pra não cair. "Ai, cara, tu é um monstro" eu gritava, enquanto ele parecia não ligar que eu tava quase caindo. Exatamente o que eu precisava. Um macho que me use como uma puta dada pro pau dele.
Quando ele parou por um instante, subi de novo na cama. Deitei ele e sentei em cima, enfiando devagar a porra da pica dele na minha pussy. Já tava acostumada, toda dilatada e lubrificada de tanto tesão que tava. Me mexi um tempão em cima do pauzão do professor até ele gozar.
O forro tava explodido de porra. Enquanto eu fiquei admirando aquela porra toda do meu macho, ele com o pau ainda duro me virou de costas, abrindo minhas pernas pra continuar me comendo. O cara me macetou de novo igual um bicho. Segurou firme nas minhas coxas e enfiou a rola até o fundo com bombadas frenéticas.
- Ai, neném, tu é uma fera - ela repetia enquanto ele não parava nem por um segundo.
- Você gosta de putaria... você gosta - ele dizia, batendo com mais violência contra o meu corpo.
- Ai siii, fazia tempo que não me comiam assim
- Precisava disso, putinha? - ele falou todo louco enquanto acelerava o ritmo no máximo da força dele.
- Siii siii, por favor, me dá mais
- Toma, puta, toma, puta - repetia ele cada vez que o pau dele destruía o fundo da minha buceta
- Não para nuncaaaaahhhh - Quando finalmente parou, ficou admirando o buraco que tinha deixado na minha buceta
- Reaberta do jeito que você gosta - ela dizia enquanto me masturbava. Supliquei pra ela chupar, e bem obediente ela me fez gozar com a língua dela.
- Você vai gozar tanto assim? - ela me disse, mostrando os dedos totalmente molhados do meu melado. Me levantei e comecei a chupá-los desesperada. Depois, segui com a pica dela.
Enfiei na boca como pude, enquanto ele se jogava na cama pra curtir o boquete. Devagar, passei a língua por todo o comprimento da pica, da base até a ponta. Aí abri a boca e fui fazendo o tronco sumir na minha garganta. Subi devagar, deixando escapar saliva pelo caminho pra lubrificar tudo. Com a mão, espalhava a saliva batendo uma punheta pra ele, e depois descia de novo.
Chupa ela como no outro dia", ele pediu, lembrando do boquete no carro, onde chupei desesperada e fiz ele gozar na hora. Sorri e comecei a mamar cada vez mais rápido. Com uma mão, batia uma pra ele, e com a outra, amassava as bolas dele. "Joga tudo nos meus peitos", falei, e sem hesitar, trocamos de posição.
Ele sentou na minha barriga e eu estendi a mão pra pegar a pica dele e bater uma. Ele gozou como um macho alfa, pica grossa e comedor animal que era. Um jato acertou na minha cara, e depois um mar de porra jorrou da pica dele, espirrando nos meus peitos. "Nossa, neném, quanto leite... você é um monstro pra gozar também" eu falei sem soltar a pica dele.
Descansamos um pouco, e por sorte o pau dele subiu rapidão. De novo, me colocou de quatro, aproveitando a sua putinha. Tava durinho igual no começo, e continuava com a mesma energia como se a gente tivesse acabado de começar. Eu, bem fora de forma, aguentava como dava, mas nem passava pela minha cabeça pedir pra ele parar. Pronto. Era a puta dele e, como tal, me deixava comer do jeito que ele quisesse.
Começou a abrir minhas nádegas, procurando o que eu sabia que ele ia pedir para coroar a tarde.
- O que cê tá procurando aí? - perguntei quando senti um dedo babado enfiando no meu cu.
- Romper teu cu
- Nãão, você tá louco... ele tá desacostumado e vai doer pra caralho em mim
- Vai, putinha, sei que você quer... vou fazer bem devagarzinho - tudo isso, sem parar de penetrar minha buceta
- Mas lubrifica bem - bom, a ideia era me segurar um pouco mais mas... piranha
Quando me casei, tinha prometido a mim mesma deixar pra trás meus anos de pirata e ter um relacionamento sem chifres. Me sentia muito puta por não ter conseguido, e mais ainda me vendo totalmente entregue a um cara que estava prestes a arrebentar minha buceta, sem eu oferecer a menor resistência. E eu amava a ideia.
O cara chupou minha buceta com vontade e jogou metade de um sachê de lubrificante, deixando a outra metade pra toda a pica dele. Apontou, e, sério, tava muito apertada. Custou pra entrar. Mas ele não tava nem aí. Firme, empurrou até meu cu ceder pro pauzão dele e rasgou minha bucetinha sem piedade.
- Uff, você é muito fechada mesmo, puta... seu marido não te come? - Sabia que pra ele era um tesão extra eu ser casada... e pra mim também, então entrei na brincadeira.
- Pô... mas é claro, tu tem um pauzão super grosso, cara, óbvio que ia ser difícil
- Adoro que você venha buscar uma rola de verdade que arrebente seu cu - dito isso, enfiou a rola até onde minha anatomia não deixou entrar mais. E arrebentou minha buceta sem piedade.
Ela se agarrou nas minhas cadeiras e começou a meter e tirar a pica quase por completo. Primeiro, devagar, fazendo minha bucetinha se adaptar ao novo corpo estranho. Depois, quando meu cu já tinha cedido, acelerou o ritmo e foi ficando cada vez mais violento. Aí sim, tive que pedir pra ele parar. A falta de costume, o pauzão enorme do moleque e a violência das estocadas me fizeram implorar pra ele diminuir.
O cara assim que tirou a pica me molhou as costas de porra. "Você tava muito apertada" ele disse, como se justificando ter gozado tão rápido. Eu tava morta e, por sorte, o turno tava quase acabando. Mas ele não ligou. Trocou de camisinha, e assim, com a rola escorrendo e meio mole, me comeu selvagemente.
Eu continuava de quatro mordendo o travesseiro, minha buceta transbordava de fluidos do tesão que aquele cara me dava, me fazendo gozar tanto com a pica morta. Ele continuou me comendo até que a pica dele dormiu completamente, e aí ele tirou.
Aproveitei e fui me lavar. Entrei no chuveiro, não dava pra voltar pra casa toda melada de porra. Enquanto tirava toda a goza grudada no corpo, o professor entrou no chuveiro comigo. Não acreditei que ele já tava de pau duro de novo.
- Ai, gata, chega... - falei segurando o masturbo duro que apoiava minha raba.
- Vai, mais um rapidinho - o cara era um animal
— Você quer que eu vicie e tenha que te comer direto, sua puta mãe — falei, toda resignada.
- E sim, você é minha putinha agora... - eu mordi os lábios, porque sabia que era verdade. Pronto, era inútil lutar. Eu tava entregue à pica do cara e agora não ia conseguir parar.
Sorrindo, me encostou na parede, puxou a bunda pra fora e me meteu. A água molhava nossos corpos enquanto ele me comia como se fosse a última vez.
— Você vai engolir minha porra? — ele me perguntou, tirando o pau de dentro de mim. Sem dizer nada, me ajoelhei diante dele.
— Cê quer encher minha boca de porra pra eu beijar meu marido assim quando ele voltar? — ele riu quando viu que eu descobri o objetivo que ele tava perseguindo, o safadinho.
Vai", respondi enquanto abria bem a boca e colocava a língua pra fora. Ele apoiou a ponta da rola na minha boca enquanto se masturbava freneticamente. "Vai... vai", eu o incentivava, pegando nas bolas dele. O telefone começou a tocar, avisando que o turno tinha acabado. Mas nenhum de nós dois tava ligando pra isso.
Enfiei a ponta da pica na boca, enquanto ele não parava de bater uma. Até que, com um grito de alívio, me agarrou pelos cabelos, enfiando a rola bem fundo, e soltou uma quantidade impressionante de porra na minha boca. De novo, não consegui engolir tudo. "Tanta porra vai gozar, filho da puta?", falei depois de terminar toda lambuzada de sêmen de novo no rosto.
Me deu uns tapinhas na cara com a piroca (sim, ainda dura) e foi se trocar. Me deixou de joelhos e cheia de porra de novo. Não aguentava mais de tesão ao me sentir tão puta e usada por um cara de pau grande e leiteiro.
Terminei de me limpar e saímos do mesmo jeito que entramos. Táxi e cada um pra sua casa. Quando cheguei, meu marido já tava vendo TV. Sentei do lado dele e, como tinha prometido, beijei ele com paixão, enfiando minha língua bem fundo na boca dele. Aquela língua cheia de porra de um cara que tinha me macetado igual um animal a tarde inteira. E que, com certeza, não vou resistir a um segundo encontro.
0 comentários - caliente e muito entregue