Gotas puras de desejo proibido 7

Entre no tele-gram: PorilinkGotas puras de desejo proibido 7Uma pontada de ardor percorreu minha barriga ao ouvir as últimas palavras dele. A descrição dele, tão gráfica e descarada, era como combustível puro para o fogo que já ardia dentro de mim. Por um instante, a máscara de inocência vacilou, ameaçando se quebrar. Era exatamente o que eu buscava, e a crueza dele me excitava de um jeito que quase me fazia ofegar. Mas não podia me revelar tão fácil. Meu papel exigia uma reação diferente, uma que o mantivesse no jogo, empurrando os limites. Franzir a testa levemente, meus olhos encontrando os dele no retrovisor com o que esperava ser um olhar de leve irritação. "Senhor, acho que sua imaginação está voando um pouco alto," respondi, minha voz agora com um tom mais frio, um leve toque de repreensão. Cruzei os braços, uma postura que pretendia ser defensiva, mas que na verdade fazia meus peitos se pressionarem levemente contra o tecido fino do vestido. "Nem todas as mulheres pensam como o senhor, nem buscam o que está insinuando. Algumas só querem chegar ao nosso destino." Por dentro, no entanto, meu corpo era um inferno. A irritação era uma fachada, um véu transparente sobre a excitação que me fazia tremer. Minha buceta já pulsava forte, e a lembrança das palavras dele, "fresca e apetitosa", "saborear", "explorada", se gravava a fogo na minha mente, ampliando o tesão. Era exatamente a validação perversa que meu desejo buscava. "Desculpe se a ofendi, mocinha," disse ele, a voz agora mais suave. "Só estou tentando prevenir. A senhora é muito gostosa, e um lugar como a estação a essa hora... bom, é melhor se cuidar." Ele fez uma pausa, e o olhar dele, no espelho, ficou mais intenso, uma proposta velada. "Melhor eu te levar no meu táxi. Não se preocupa com a corrida extra, te levo até onde precisar." "Sinto muito, senhor," respondi, minha voz cheia de uma doçura falsa, bem quando estávamos a minutos de chegar na estação. "Mas tenho que chegar na estação. É um assunto importante." Ele Suspirou, mas um sorriso se desenhou nos lábios dele, um que insinuava que não desistiria fácil. Estendeu a mão para trás, me oferecendo um cartãozinho. "Entendo. Mas se algum dia precisar de uma carona, mocinha, de dia ou de noite, é só me ligar. Eu vou te buscar onde quer que esteja." O olhar dele no espelho era intenso, prometendo mais do que um simples serviço de táxi. Peguei o cartão, sentindo o leve roçar dos dedos dele. "Valeu, muito gentil," falei, guardando na bolsa com uma discrição que escondia minha excitação. Aquele cartão era uma nova promessa, um trunfo na manga para futuras perversões, talvez ainda mais íntimas. Junte-se ao tele-gram: Porilink

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