Um tempo antes de eu vir morar com minha esposa, eu morava com minha mãe e a gente tinha o costume de, no fim de ano, esperar os vizinhos saírem e todo mundo se cumprimentar. Naquele dia, eu tava exausto porque tinha trabalhado, então não tava afim de passar a porra da noite acordado dando "feliz ano" pros vizinhos, ainda mais que, entre todos, muito poucos — e realmente muito poucos — eu gostava. Então falei pra minha mãe que ia dormir, desejei feliz ano novo pra ela e fui deitar, tudo normal.
Mas depois de um tempo, enquanto eu tava no meu quarto me trocando pra dormir, do nada viro pra olhar porque ouvi uma voz feminina falando "oi". Quando olhei, era minha vizinha da frente, Brigitte, uma milf de 38 anos, branca pálida, rosto meio bruto mas bonito, peitão grande e redondo, nada caído e natural, uma bunda enorme, redonda e bem empinada, magra com curvas mortais e uma voz meio fina mas gostosa. Os lábios dela eram bem carnudos e rosados. Eu fiquei parado olhando pra ela, ainda de calça arriada, só de cueca e sem camisa, porque costumo dormir de roupa íntima. Ela, sem nenhum pudor, chegou perto, me abraçou assim de cueca e me beijou na bochecha enquanto me desejava feliz ano novo. Eu desejei de volta e abracei ela. Só de cueca, ela podia ver claramente meu volume e, quando abracei, meu pau roçou inteiro na barriga dela, e ela sentiu tudo encostando.
Ela me olhou e sorriu sem vergonha, falando: "que pena... não sabia que você tava pelado". Meio tarde pra falar isso, né? Mas eu só concordei, sem graça. Achei que ela fosse embora, mas não, ela sentou na cama me olhando. Sentei do lado dela e abracei ela pela cintura. A verdade é que eu tava de olho nela há um tempão, porque é uma milf bem gostosa, mas nunca tentei nada porque sempre via ela com namorado. No entanto, ela... Tava lá no meu quarto me vendo pelado, então o que mais ia rolar. Enquanto eu abraçava ela pela cintura, quase nas nádegas, ela me sorriu e falou: "Minha filha foi com o padrasto visitar a avó e eu tô sozinha hoje." Eu disse que era uma pena e continuei acariciando os quadris dela, mas agora já tava descendo até as coxas. Ela colocou a mão na minha coxa e se aproximou pra me beijar, eu acompanhei o beijo. Quando a gente se separou, ela disse: "Não planejei isso, mas já que você tá de cueca..." Eu levantei e tranquei a porta por precaução, de qualquer forma minha mãe tava em casa e, mesmo que ela não costumasse incomodar, era melhor colocar o seguro.
Já com a porta trancada, ela me olhou e me chamou com o dedo, com um sorriso safado. Quando me aproximei, ela me parou e puxou minha cueca pra baixo pra ver meu pau. Eu costumo me depilar, mas justamente não tinha feito, então tava meio peludo. Ela me olhou com fome e pegou meu pau com as duas mãos pra me masturbar. Apesar de peludo, ela não ligou e continuou me masturbando, e quando eu já não aguentava mais de duro, ela me fez chegar mais perto e levantou meu pau na altura do rosto dela, lambendo da base até a ponta. Ela lambia suave e devagar, saboreando cada centímetro do meu pau, continuava masturbando e lambendo com sede, como se fosse um sorvete.
Finalmente, meu pau tava bem molhado, com um pouco de líquido pré-ejaculatório e saliva. Ela se abaixou mais e começou a me masturbar mais forte na cara dela enquanto chupava minhas bolas com força. Ela fazia tão bem que eu acabei gozando, jorrando tudo nos dedos dela, e como ela tava embaixo, bastante do meu sêmen escorreu dos dedos dela pro rosto. Ela tirou a boca das minhas bolas e lambeu de volta pra cima, ansiosa e viciada, recolhendo quase todo meu sêmen, menos o que tava nas mãos dela. Mas mesmo assim, depois de limpar meu pau, ela começou a lamber os dedos e chupá-los, pegando também o sêmen que tava neles. Ela me sorriu safada e começou a tirar a blusa, deixando os peitos dela à mostra. Maravilhosamente bem formadas, ela tirou o sutiã e eu pude ver os mamilos marrons dela com uma auréola grande e mamilos duros e grandes. Comecei a massagear os peitos dela e a deitei para chupá-los. Ela gemia baixinho, eu levantei um pouco a calça jeans dela e coloquei a mão por baixo, começando a explorar entre as pernas dela, acariciando de leve a buceta dela e dava pra sentir bem: uma buceta peluda, grande, suculenta, desflorada e muito quente, com uma umidade incrível. Enfiei a mão, masturbando e estimulando o clitóris dela, um clitóris meio grande e duro. Eu a masturbava com força enquanto continuava chupando os peitos dela. Ela desabotoou o jeans e se afastou pra baixar e tirar, ficando só de calcinha fio dental preta, muito sexy. Ela se deitou e abriu as pernas, me chamando com o dedo, dizendo: "Quero que você me saboreie também." Eu obedeci e me ajoelhei na frente dela, segurando as coxas dela e olhando fixamente pra buceta dela. Ela era branca e a buceta dela era meio marrom, mas não muito, quase incolor. Os pelos pubianos dela deixavam tudo mais obsceno, então comecei a lamber. O cheiro era penetrante, eu amava, então continuei lambendo feito um viciado, apertando as coxas dela, me agarrando a ela, lambendo, chupando o clitóris dela e penetrando a buceta dela com a língua. Eu tava devorando aquilo enquanto ela se agarrava no meu cabelo e me obrigava a ficar ali entre as pernas dela, enquanto gemia e gritava: "Isso, ah... porra, isso!" Finalmente, depois de um tempo comendo a buceta dela, ela teve um orgasmo, ficou tremendo e tentando esmagar minha cabeça com as coxas. Eu não quis parar, os sucos dela tinham um gosto espetacular, então continuei lambendo e chupando mais forte. Ela não conseguia parar de tremer e gemer, se agarrava com força tentando me tirar, mas as pernas dela já não tinham mais força, nem as mãos, então tudo terminou num instante, dando a ela outro orgasmo, fazendo ela jorrar minha cama com os fluidos dela. Ela ofegava, cansada, com a respiração pesada, ainda tremendo levemente e com um sorriso safado no rosto, dizendo: "Isso foi intenso..." Eu Abri as pernas dela ainda mais, ela pensou que eu ia torturar ela de novo, mas quando viu que eu subi em cima dela, disse: "ah, tá bom, então mete logo de uma vez". Mas o que eu fiz foi me deitar sobre o rosto dela, segurando as mãos dela. Ela ficou com minhas bolas na cara e meu pau pulsando, grosso e duro, no resto do rosto dela. Ela sorriu, ansiosa, e começou a chupar meus ovos com força. Peguei ela pelo cabelo e forcei ela a engolir meu pau. Tava metendo nela, empurrando meu pau uma e outra vez na garganta dela. Os peitos dela balançavam e as pernas lutavam, mas não podia fazer nada além de me dar prazer. Continuei e continuei empurrando forte na garganta dela até quase fazer ela vomitar. Depois de umas ânsias fortes, gozei dentro da garganta dela, enchendo a boca dela com meu esperma. Nós dois sentimos meu pau pulsando forte, bombeando porra dentro dela. Ela tossiu e babou quando eu tirei meu pau dela, fios de saliva ainda nos uniam até eu ficar longe o bastante pra quebrá-los. Ela engoliu o esperma à força e lambeu o rosto, suspirando e ofegando por ar. Ela gritou pra mim: "Porra! Você é muito bruto..." Suspirou e se virou, levantando a bunda, abriu as nádegas e se expôs igual uma gata no cio, enquanto me dizia com um sorriso furioso: "É melhor você ser assim forte na minha buceta", rebolando pra me convidar. Eu apertei as nádegas e os quadris dela, cravando minhas unhas na pele, batendo na entrada dela com meu pau uma e outra vez até penetrar e abrir ela, entrando devagar até encher ela, e então comecei a meter com força uma e outra vez. Ela pediu violência, e eu dei. Metia tão forte que a bunda dela começou a ficar vermelha. Eu batia nas nádegas dela enquanto continuava fodendo ela com força e sem piedade. Desci minha mão pela barriga dela e comecei a masturbar o clitóris dela enquanto a penetrava. Ela, sendo penetrada, gemia e pedia mais, mas quando comecei a masturbar ela enquanto metia, ela começou a babar e tremer, até se contorcia de prazer. Eu me movi de um jeito que fiquei pisando o rosto dela contra minha cama enquanto continuava fodendo ela, brutalizando o ato uma e outra vez, açoitando ela. Ela escorria tanto que eu sentia os fluidos descendo pelas minhas bolas e escorrendo pra minha cama, aproveitando cada instante pra me mover dentro e fora dela, humilhando ela com meu pé descalço na cara dela. Quando terminei, a bunda dela tava ardendo, vermelha e roxa, arranhada, com a buceta aberta e pulsando, parecia que não ia fechar tão cedo, escorrendo meu esperma dela, com as pernas tremendo e molhadas, o rosto babando e o cabelo todo bagunçado. Abri a bunda dela mais enquanto ela mal conseguia se mexer. Não sei nem quantas vezes gozamos cada um, mas eu ainda tava com vontade, então dessa vez fui pro cu dela. Quando me introduzi, ela gemeu forte e disse: "Porra!" Mal conseguindo virar o rosto pra me falar: "Se você me foder aí... ah, você vai me arrebentar." Eu apertei os quadris dela de novo, ela gemeu só de eu segurar, e comecei a meter com força, muito forte e duro, abrindo o cu dela, me movendo em círculos, alargando bem e penetrando fundo. Ela gemia e implorava pra eu não ser tão cruel, mas o corpo dela tremia a cada estocada. Voltei a masturbar a buceta dela enquanto penetrava ela analmente, do jeito que eu tava fodendo ela era simplesmente animal. Ela, apesar de negar, teve vários orgasmos durante todo o tempo que eu estive arrebentando o cu dela. Na minha última gozada, deixei o cu dela tão cheio que escorria até além da buceta dela. Deixei ela lá na minha cama, peguei a blusa dela e limpei meu pau com ela na frente dela. A coitadinha olhava e dizia: "Não me arrependo de ter vindo, só na próxima seja um pouco mais amável, e espero que meu marido não queira me foder quando eu chegar, porque você me deixou muito aberta." Beijei ela na boca e me deitei ao lado dela enquanto ela descansava, nos abraçamos um tempo e ela, depois de recuperar um pouco de energia, se levantou, se vestiu, me beijou de novo e disse: "Obrigada pelo ano novo." Sorriu, abriu a porta e foi embora, do meu quarto. Ouvi minha mãe olhando pra ela e dizendo "ainda tava aqui?" Acho que notei a blusa dela manchada, porque depois ela falou "ah, bom, parece que se divertiram..." e deixou ela ir depois de se despedir. Quando ela saiu de casa, só fiquei dormindo na minha cama. No final, fiquei bem acordado mesmo, quase até as 4 da manhã, e isso que queria dormir às 10, mas fazer o quê... e claro, no dia seguinte tive que lavar meus lençóis.
Mas depois de um tempo, enquanto eu tava no meu quarto me trocando pra dormir, do nada viro pra olhar porque ouvi uma voz feminina falando "oi". Quando olhei, era minha vizinha da frente, Brigitte, uma milf de 38 anos, branca pálida, rosto meio bruto mas bonito, peitão grande e redondo, nada caído e natural, uma bunda enorme, redonda e bem empinada, magra com curvas mortais e uma voz meio fina mas gostosa. Os lábios dela eram bem carnudos e rosados. Eu fiquei parado olhando pra ela, ainda de calça arriada, só de cueca e sem camisa, porque costumo dormir de roupa íntima. Ela, sem nenhum pudor, chegou perto, me abraçou assim de cueca e me beijou na bochecha enquanto me desejava feliz ano novo. Eu desejei de volta e abracei ela. Só de cueca, ela podia ver claramente meu volume e, quando abracei, meu pau roçou inteiro na barriga dela, e ela sentiu tudo encostando.
Ela me olhou e sorriu sem vergonha, falando: "que pena... não sabia que você tava pelado". Meio tarde pra falar isso, né? Mas eu só concordei, sem graça. Achei que ela fosse embora, mas não, ela sentou na cama me olhando. Sentei do lado dela e abracei ela pela cintura. A verdade é que eu tava de olho nela há um tempão, porque é uma milf bem gostosa, mas nunca tentei nada porque sempre via ela com namorado. No entanto, ela... Tava lá no meu quarto me vendo pelado, então o que mais ia rolar. Enquanto eu abraçava ela pela cintura, quase nas nádegas, ela me sorriu e falou: "Minha filha foi com o padrasto visitar a avó e eu tô sozinha hoje." Eu disse que era uma pena e continuei acariciando os quadris dela, mas agora já tava descendo até as coxas. Ela colocou a mão na minha coxa e se aproximou pra me beijar, eu acompanhei o beijo. Quando a gente se separou, ela disse: "Não planejei isso, mas já que você tá de cueca..." Eu levantei e tranquei a porta por precaução, de qualquer forma minha mãe tava em casa e, mesmo que ela não costumasse incomodar, era melhor colocar o seguro.
Já com a porta trancada, ela me olhou e me chamou com o dedo, com um sorriso safado. Quando me aproximei, ela me parou e puxou minha cueca pra baixo pra ver meu pau. Eu costumo me depilar, mas justamente não tinha feito, então tava meio peludo. Ela me olhou com fome e pegou meu pau com as duas mãos pra me masturbar. Apesar de peludo, ela não ligou e continuou me masturbando, e quando eu já não aguentava mais de duro, ela me fez chegar mais perto e levantou meu pau na altura do rosto dela, lambendo da base até a ponta. Ela lambia suave e devagar, saboreando cada centímetro do meu pau, continuava masturbando e lambendo com sede, como se fosse um sorvete.
Finalmente, meu pau tava bem molhado, com um pouco de líquido pré-ejaculatório e saliva. Ela se abaixou mais e começou a me masturbar mais forte na cara dela enquanto chupava minhas bolas com força. Ela fazia tão bem que eu acabei gozando, jorrando tudo nos dedos dela, e como ela tava embaixo, bastante do meu sêmen escorreu dos dedos dela pro rosto. Ela tirou a boca das minhas bolas e lambeu de volta pra cima, ansiosa e viciada, recolhendo quase todo meu sêmen, menos o que tava nas mãos dela. Mas mesmo assim, depois de limpar meu pau, ela começou a lamber os dedos e chupá-los, pegando também o sêmen que tava neles. Ela me sorriu safada e começou a tirar a blusa, deixando os peitos dela à mostra. Maravilhosamente bem formadas, ela tirou o sutiã e eu pude ver os mamilos marrons dela com uma auréola grande e mamilos duros e grandes. Comecei a massagear os peitos dela e a deitei para chupá-los. Ela gemia baixinho, eu levantei um pouco a calça jeans dela e coloquei a mão por baixo, começando a explorar entre as pernas dela, acariciando de leve a buceta dela e dava pra sentir bem: uma buceta peluda, grande, suculenta, desflorada e muito quente, com uma umidade incrível. Enfiei a mão, masturbando e estimulando o clitóris dela, um clitóris meio grande e duro. Eu a masturbava com força enquanto continuava chupando os peitos dela. Ela desabotoou o jeans e se afastou pra baixar e tirar, ficando só de calcinha fio dental preta, muito sexy. Ela se deitou e abriu as pernas, me chamando com o dedo, dizendo: "Quero que você me saboreie também." Eu obedeci e me ajoelhei na frente dela, segurando as coxas dela e olhando fixamente pra buceta dela. Ela era branca e a buceta dela era meio marrom, mas não muito, quase incolor. Os pelos pubianos dela deixavam tudo mais obsceno, então comecei a lamber. O cheiro era penetrante, eu amava, então continuei lambendo feito um viciado, apertando as coxas dela, me agarrando a ela, lambendo, chupando o clitóris dela e penetrando a buceta dela com a língua. Eu tava devorando aquilo enquanto ela se agarrava no meu cabelo e me obrigava a ficar ali entre as pernas dela, enquanto gemia e gritava: "Isso, ah... porra, isso!" Finalmente, depois de um tempo comendo a buceta dela, ela teve um orgasmo, ficou tremendo e tentando esmagar minha cabeça com as coxas. Eu não quis parar, os sucos dela tinham um gosto espetacular, então continuei lambendo e chupando mais forte. Ela não conseguia parar de tremer e gemer, se agarrava com força tentando me tirar, mas as pernas dela já não tinham mais força, nem as mãos, então tudo terminou num instante, dando a ela outro orgasmo, fazendo ela jorrar minha cama com os fluidos dela. Ela ofegava, cansada, com a respiração pesada, ainda tremendo levemente e com um sorriso safado no rosto, dizendo: "Isso foi intenso..." Eu Abri as pernas dela ainda mais, ela pensou que eu ia torturar ela de novo, mas quando viu que eu subi em cima dela, disse: "ah, tá bom, então mete logo de uma vez". Mas o que eu fiz foi me deitar sobre o rosto dela, segurando as mãos dela. Ela ficou com minhas bolas na cara e meu pau pulsando, grosso e duro, no resto do rosto dela. Ela sorriu, ansiosa, e começou a chupar meus ovos com força. Peguei ela pelo cabelo e forcei ela a engolir meu pau. Tava metendo nela, empurrando meu pau uma e outra vez na garganta dela. Os peitos dela balançavam e as pernas lutavam, mas não podia fazer nada além de me dar prazer. Continuei e continuei empurrando forte na garganta dela até quase fazer ela vomitar. Depois de umas ânsias fortes, gozei dentro da garganta dela, enchendo a boca dela com meu esperma. Nós dois sentimos meu pau pulsando forte, bombeando porra dentro dela. Ela tossiu e babou quando eu tirei meu pau dela, fios de saliva ainda nos uniam até eu ficar longe o bastante pra quebrá-los. Ela engoliu o esperma à força e lambeu o rosto, suspirando e ofegando por ar. Ela gritou pra mim: "Porra! Você é muito bruto..." Suspirou e se virou, levantando a bunda, abriu as nádegas e se expôs igual uma gata no cio, enquanto me dizia com um sorriso furioso: "É melhor você ser assim forte na minha buceta", rebolando pra me convidar. Eu apertei as nádegas e os quadris dela, cravando minhas unhas na pele, batendo na entrada dela com meu pau uma e outra vez até penetrar e abrir ela, entrando devagar até encher ela, e então comecei a meter com força uma e outra vez. Ela pediu violência, e eu dei. Metia tão forte que a bunda dela começou a ficar vermelha. Eu batia nas nádegas dela enquanto continuava fodendo ela com força e sem piedade. Desci minha mão pela barriga dela e comecei a masturbar o clitóris dela enquanto a penetrava. Ela, sendo penetrada, gemia e pedia mais, mas quando comecei a masturbar ela enquanto metia, ela começou a babar e tremer, até se contorcia de prazer. Eu me movi de um jeito que fiquei pisando o rosto dela contra minha cama enquanto continuava fodendo ela, brutalizando o ato uma e outra vez, açoitando ela. Ela escorria tanto que eu sentia os fluidos descendo pelas minhas bolas e escorrendo pra minha cama, aproveitando cada instante pra me mover dentro e fora dela, humilhando ela com meu pé descalço na cara dela. Quando terminei, a bunda dela tava ardendo, vermelha e roxa, arranhada, com a buceta aberta e pulsando, parecia que não ia fechar tão cedo, escorrendo meu esperma dela, com as pernas tremendo e molhadas, o rosto babando e o cabelo todo bagunçado. Abri a bunda dela mais enquanto ela mal conseguia se mexer. Não sei nem quantas vezes gozamos cada um, mas eu ainda tava com vontade, então dessa vez fui pro cu dela. Quando me introduzi, ela gemeu forte e disse: "Porra!" Mal conseguindo virar o rosto pra me falar: "Se você me foder aí... ah, você vai me arrebentar." Eu apertei os quadris dela de novo, ela gemeu só de eu segurar, e comecei a meter com força, muito forte e duro, abrindo o cu dela, me movendo em círculos, alargando bem e penetrando fundo. Ela gemia e implorava pra eu não ser tão cruel, mas o corpo dela tremia a cada estocada. Voltei a masturbar a buceta dela enquanto penetrava ela analmente, do jeito que eu tava fodendo ela era simplesmente animal. Ela, apesar de negar, teve vários orgasmos durante todo o tempo que eu estive arrebentando o cu dela. Na minha última gozada, deixei o cu dela tão cheio que escorria até além da buceta dela. Deixei ela lá na minha cama, peguei a blusa dela e limpei meu pau com ela na frente dela. A coitadinha olhava e dizia: "Não me arrependo de ter vindo, só na próxima seja um pouco mais amável, e espero que meu marido não queira me foder quando eu chegar, porque você me deixou muito aberta." Beijei ela na boca e me deitei ao lado dela enquanto ela descansava, nos abraçamos um tempo e ela, depois de recuperar um pouco de energia, se levantou, se vestiu, me beijou de novo e disse: "Obrigada pelo ano novo." Sorriu, abriu a porta e foi embora, do meu quarto. Ouvi minha mãe olhando pra ela e dizendo "ainda tava aqui?" Acho que notei a blusa dela manchada, porque depois ela falou "ah, bom, parece que se divertiram..." e deixou ela ir depois de se despedir. Quando ela saiu de casa, só fiquei dormindo na minha cama. No final, fiquei bem acordado mesmo, quase até as 4 da manhã, e isso que queria dormir às 10, mas fazer o quê... e claro, no dia seguinte tive que lavar meus lençóis.
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