MartĂn chegou em Buenos Aires com uma mala e um contrato de trabalho de seis meses. Engenheiro industrial, 36 anos, solteiro e morrendo de vontade de mudar de ares. O apart-hotel onde ele ficava tinha o básico: cama confortável, ar-condicionado e uma cozinha minĂşscula que ele quase nĂŁo usava. Tudo estava tranquilo, atĂ© ele ouvir o primeiro “papi” vindo da parede.
Era de noite. Ele estava escovando os dentes quando ouviu uma voz feminina, entre risadas e gemidos, dizer claramente:
— Ai… papi… assim… não para…
MartĂn ficou paralisado, com a escova na boca, tentando decifrar se era um filme… ou algo real. Uns segundos depois, o barulho rĂtmico de uma cama e gemidos ainda mais explĂcitos acabaram com qualquer dĂşvida. Ele riu sozinho. Achou que era algo isolado.
Mas nĂŁo.
Toda noite, a mulher do 207 fazia as paredes tremerem. Às vezes com um cara diferente. Outras vezes sozinha, com um vibrador que não tinha piedade.
Até que ele a viu.
Uma tarde quente, ele descia para o lobby de regata e shorts quando a porta do 207 se abriu. E lá estava ela. Morena, cabelo comprido até a cintura, olhos de gata, boca grossa pintada de vermelho. Ela estava de roupão de seda, aberto até a coxa, e sem sutiã.
— Oi, vizinho… — disse ela, com um sorriso de fogo.
— Oi — respondeu MartĂn, como se nĂŁo a reconhecesse, mas o coração batia forte no peito.
— Se importa de me acompanhar até a piscina? Não gosto de ir sozinha. — E piscou um olho.
Ele nĂŁo soube dizer nĂŁo.
Na piscina do rooftop, ela se apresentou: Vanesa, 29 anos, massagista, solteira. Falava com um sotaque portenho fechado e um olhar que o despia. Pulou na água, e quando saiu, o biquĂni colava no corpo como uma segunda pele. Os bicos dos peitos marcavam forte.
— Gosta de olhar, papi? — disse ela de repente, sorrindo enquanto secava o cabelo.
MartĂn engasgou com a cerveja.
— Hã?
— Te vi na outra noite. A parede não é tão grossa quanto você pensa.
Ele ficou mudo. Vanesa se aproximou, molhada, cheirando a coco e cloro, e sussurrou no ouvido dele: —Quer ver ao vivo hoje Ă noite? Horas depois, bateu na porta do 208. MartĂn abriu, nervoso. Vanesa entrou sem dizer uma palavra, com um vestido curto e sem calcinha. Sentou no sofá, abriu as pernas mostrando a buceta e se acariciou o clitĂłris na frente dele, olhando direto nos olhos.
—Tira pra fora, papi —ordenou—. Quero ver sua rola dura.
MartĂn obedeceu, baixou a calça, tava durasso. Vanesa se ajoelhou, pegou com as duas mĂŁos e enfiou tudo na boca. Chupou devagar, babando tudo, olhando pra ele de baixo.
—Mmm… tem gosto de novinho. Adoro.
Ela subiu em cima dele, sem tirar o vestido. Enfiou de uma vez, a buceta molhada igual um pântano quente. Começou a rebolar, pra cima e pra baixo, rápido, frenética, gemendo alto, chamando ele de papi toda hora.
—Isso, papi… assim… me arrebenta… me enche toda…
MartĂn nĂŁo aguentava mais. Agarrou a cintura dela com força e meteu com violĂŞncia, fazendo ela gritar. Depois comeu ela contra a parede, depois na mesa, e por Ăşltimo de quatro na cama, socando com brutalidade. Vanesa gozou trĂŞs vezes. Ele gozou dentro dela, rugindo igual um bicho.
Quando acabou, ela se aninhou pelada no peito dele e disse:
—Amanhã traz o café… porque eu não vou parar, papi.
Desde aquela noite no apartamento dele, MartĂn nĂŁo conseguiu tirar Vanesa da cabeça… mas tambĂ©m nĂŁo teve chance. Ela nĂŁo deixou.
Na manhĂŁ seguinte, ela acordou ele com uma foto. Tava de costas na cama, completamente nua, mostrando aquele rabo redondo e perfeito.
“Sonhei com sua rola, papi. Acordei molhada…”
MartĂn sentiu o estĂ´mago apertar e a rola endurecer na hora. NĂŁo demorou pra responder:
—Tá acordada?
Ela já tava batendo na porta.
Passaram a manhã inteira transando: no chuveiro, no tapete, contra a janelona. Vanesa tinha uma energia desgraçada, queria tudo, e queria na hora. Mas quando acabaram e ele tentou se vestir pra ir trabalhar, ela abraçou ele por trás, ainda pelada, e sussurrou no ouvido:
—Não quero você enfiando essa rola em nenhuma porteira faminta. Você é meu, entendeu?
MartĂn riu, achando que era brincadeira. NĂŁo era.
Naquela mesma semana, no elevador lotado, Vanesa ficou atrás dele, apertada pela multidĂŁo. A mĂŁo dela deslizou… deslizou a mĂŁo pela lombar dela e agarrou o volume por cima da calça. —Mmm… tá durinho, papai… —sussurrou no ouvido dele, enquanto uma senhora idosa e um cara de terno olhavam os nĂşmeros do elevador subirem, alheios. MartĂn engoliu seco, paralisado, excitado atĂ© o limite. Quando desceram no andar dele, ela deu uma risadinha e saiu na frente pelo corredor, rebolando. Noutra tarde, enquanto ele tava numa reuniĂŁo de Zoom no apartamento, Vanesa mandou uma foto da cama dela. Tava de fio dental branco, molhado, completamente transparente. Os dedos enfiados na buceta dela. A mensagem dizia: “Se vocĂŞ nĂŁo vier agora, vou gozar sozinha pensando em vocĂŞ.” MartĂn se desculpou da reuniĂŁo. Em cinco minutos tava metido entre as pernas dela, com o laptop ainda aberto na mesa. A coisa foi escalando. Vanesa virou o vĂcio dele. Provocava sem parar. Esperava ele na saĂda do trabalho com roupa colada. Ligava pras 3 da manhĂŁ pra ele ir meter nela “porque nĂŁo conseguia dormir sem sentir ele dentro”. MartĂn tava preso. Sabia disso. E, pior ainda… adorava. Mas uma noite, depois de gozar no sofá com ela montando nele atĂ© as pernas tremerem, Vanesa falou uma coisa que gelou o sangue dele: —Sabe que tĂ´ começando a te amar, papai? MartĂn nĂŁo respondeu. SĂł olhou pra ela, suado, confuso, com o coração batendo forte. Ela se aninhou no peito dele feito uma criança, mas os olhos dela, abertos no escuro, brilhavam com um desejo que ia alĂ©m do sexo. Era algo mais profundo. Mais perigoso. E MartĂn soube naquela hora: Vanesa nĂŁo ia soltar ele nunca. MartĂn nĂŁo era de ficar com ciĂşme fácil. Pelo menos era o que ele achava… atĂ© ver ela. Vanesa tava na piscina do rooftop, deitada numa espreguiçadeira, com um biquĂni vermelho que mal cobria os bicos dos peitos. Sorria, toda safada, enquanto conversava com um cara alto, musculoso, com cara de idiota e as mĂŁos perto demais da perna dela. MartĂn sentiu alguma coisa ferver no peito. Ela percebeu na hora. Ela lançou um olhar de lado, desafiador, como se soubesse que ele estava prestes a explodir. E conseguiu. Naquela noite, quando bateram na porta do 207, Vanesa abriu com seu sorriso de sempre, mas ele nĂŁo disse uma palavra. Entrou direto. Bateu a porta com força. Olhou fixo para ela. — EntĂŁo vocĂŞ gosta de dar mole pra uns otários na piscina? Vanesa olhou para ele com malĂcia, sem medo. — Com ciĂşmes, papai? MartĂn agarrou o braço dela e a empurrou contra a parede. Ela soltou uma risada curta, mas parou quando ele a virou de repente e puxou pra baixo o short de algodĂŁo que ela estava usando. — Quer se fazer de puta? — ele rosnou — EntĂŁo vai ter o que merece. Cuspiu na prĂłpria mĂŁo e molhou a bunda dela. Ela ofegou. Sabia o que vinha. Já tinha insinuado várias vezes, mas ele nunca tinha feito. AtĂ© agora.
MartĂn afastou as nádegas dela e pressionou o pau duro e quente contra o cu, sem suavidade. Vanesa se tensou, mas nĂŁo resistiu. Pelo contrário. Apoiou-se melhor na parede e arqueou as costas. —Sim, papai… me castiga. Ele entrou de uma vez, Vanesa gritou, uma mistura de dor e prazer que ecoou nas paredes. Ele agarrou firme os quadris dela e começou a mexer a cintura com fĂşria. Invadia o cu dela por completo, empurrando atĂ© o fundo, fazendo ela bater as tetas na parede a cada estocada. —Assim que eu gosto, foxy. Agora vocĂŞ vai pensar duas vezes antes de mostrar a bunda pra outro. —Aaahh… sim…! Arrebenta meu cu, papai…! Me dá tudo…! MartĂn nĂŁo parou atĂ© vĂŞ-la tremer. Cravou as unhas nos quadris dela, deu tapas na bunda, puxou o cabelo dela e sussurrou no ouvido: —VocĂŞ Ă© minha. Entendeu? —Sim! Sou sua! SĂł sua! Continua, nĂŁo para! Vanesa gozou com um gemido rouco, afundada no prazer. MartĂn explodiu segundos depois, gozando dentro dela enquanto a mordia no ombro. Ficaram ofegantes no chĂŁo, suados, selvagens. Ela se virou devagar e deu um beijo na boca dele. —Agora sim… vocĂŞ Ă© meu macho de verdade. MartĂn olhou pra ela, ainda com raiva misturada com desejo. E pensou que aquela mulher estava levando ele a lugares onde nunca tinha estado. E nĂŁo sabia se queria sair de lá… ou afundar ainda mais.
MartĂn já tinha se acostumado com o furacĂŁo que era a Vanesa. Ciumenta, insaciável, imprevisĂvel. Mas o que ele nĂŁo esperava era que alguĂ©m do passado viesse bagunçar tudo. Era sábado Ă tarde quando ele ouviu o barulho no corredor. Gritos. Pancadas. Saiu do 208 na hora e viu ela ali, na porta do 207, discutindo com um cara grandĂŁo, todo tatuado, com um olhar violento. Vanesa empurrava ele com as mĂŁos abertas no peito.
— Já te falei pra vazar, Adrián! Já era!
O cara virou a cabeça e viu o MartĂn.
— E esse quem é? O otário novo que você tá dando agora?
MartĂn nĂŁo precisou de mais nada.
— Sou o que come ela melhor que você, campeão.
Adrián veio andando na direção dele, todo descontrolado.
— Quer testar comigo, seu idiota?
Vanesa tentou segurar os dois, mas foi inĂştil.
Em segundos, os dois estavam no chĂŁo, trocando porrada igual bicho. Soco, joelhada, grito. MartĂn nĂŁo era violento, mas alguma coisa dentro dele explodiu. Ele tava defendendo mais do que a Vanesa. Tava defendendo o que ela tinha despertado nele.
Depois de uns minutos brutais, com o nariz sangrando e os nĂłs dos dedos ardendo, MartĂn deixou o Adrián largado no corredor. Vanesa abraçou ele com força, tremendo de adrenalina.
— Nossa… — ela ofegou — Você brigou por mim…
MartĂn olhou pra ela, com o peito estufado, todo suado, sujo de sangue. Ela segurou o rosto dele e beijou ele com desespero.
— Te amo, seu filho da puta… te amo — falou entre lágrimas e risadas.
O perdedor nĂŁo teve escolha a nĂŁo ser vazar. Ela pegou ele pela mĂŁo, levou pro apĂŞ, sentou ele e lavou os ferimentos. Se despiu e se ajoelhou na frente dele. Abriu a calça dele com violĂŞncia e puxou pra fora. MartĂn ainda tava ofegante quando sentiu a boca quente dela engolir o pau dele inteiro, igual uma selvagem no cio.
— Hummm… esse pau é meu… só meu… — ela murmurava entre boquetes e chupadas.
Ela subiu nele de pernas abertas e enfiou de uma vez. Começou a cavalgar ele que nem uma gostosa desenfreada, olhando bem nos olhos dele, mordendo os lábios, gemendo igual uma louca. —Ganhou, papai! Agora me usa como quiser! Me arrebenta toda, me faz tua!
MartĂn a empurrou contra o sofá, abriu as pernas dela e enfiou a pica na buceta com raiva. Comeu ela com todo o peso, com a fĂşria da briga ainda no corpo. Mordia o pescoço dela, os peitos, as costas. Falava sujo no ouvido.
—É assim que cê gosta, rabuda? Era assim que teu ex te comia? Não. Pra mim cê implora. Pra mim cê goza gritando.
—Sim! Gritando! Tua! Tua! Só tuuuua!
Gozaram ao mesmo tempo, com um gemido sincronizado que parecia um trovĂŁo. Desabaram no chĂŁo, pelados, ofegando, suando, rindo.
Vanesa se aninhou no peito dele, com o olhar brilhando de desejo e devoção.
—Cê brigou por mim… e me comeu como um deus. Não tem mais outro, papai. Cê é o dono da minha alma… e da minha bunda.
Era de noite. Ele estava escovando os dentes quando ouviu uma voz feminina, entre risadas e gemidos, dizer claramente:
— Ai… papi… assim… não para…
MartĂn ficou paralisado, com a escova na boca, tentando decifrar se era um filme… ou algo real. Uns segundos depois, o barulho rĂtmico de uma cama e gemidos ainda mais explĂcitos acabaram com qualquer dĂşvida. Ele riu sozinho. Achou que era algo isolado.
Mas nĂŁo.
Toda noite, a mulher do 207 fazia as paredes tremerem. Às vezes com um cara diferente. Outras vezes sozinha, com um vibrador que não tinha piedade.
Até que ele a viu.
Uma tarde quente, ele descia para o lobby de regata e shorts quando a porta do 207 se abriu. E lá estava ela. Morena, cabelo comprido até a cintura, olhos de gata, boca grossa pintada de vermelho. Ela estava de roupão de seda, aberto até a coxa, e sem sutiã.
— Oi, vizinho… — disse ela, com um sorriso de fogo.
— Oi — respondeu MartĂn, como se nĂŁo a reconhecesse, mas o coração batia forte no peito.
— Se importa de me acompanhar até a piscina? Não gosto de ir sozinha. — E piscou um olho.
Ele nĂŁo soube dizer nĂŁo.
Na piscina do rooftop, ela se apresentou: Vanesa, 29 anos, massagista, solteira. Falava com um sotaque portenho fechado e um olhar que o despia. Pulou na água, e quando saiu, o biquĂni colava no corpo como uma segunda pele. Os bicos dos peitos marcavam forte.
— Gosta de olhar, papi? — disse ela de repente, sorrindo enquanto secava o cabelo.
MartĂn engasgou com a cerveja.
— Hã?
— Te vi na outra noite. A parede não é tão grossa quanto você pensa.
Ele ficou mudo. Vanesa se aproximou, molhada, cheirando a coco e cloro, e sussurrou no ouvido dele: —Quer ver ao vivo hoje Ă noite? Horas depois, bateu na porta do 208. MartĂn abriu, nervoso. Vanesa entrou sem dizer uma palavra, com um vestido curto e sem calcinha. Sentou no sofá, abriu as pernas mostrando a buceta e se acariciou o clitĂłris na frente dele, olhando direto nos olhos.
—Tira pra fora, papi —ordenou—. Quero ver sua rola dura. MartĂn obedeceu, baixou a calça, tava durasso. Vanesa se ajoelhou, pegou com as duas mĂŁos e enfiou tudo na boca. Chupou devagar, babando tudo, olhando pra ele de baixo.
—Mmm… tem gosto de novinho. Adoro.
Ela subiu em cima dele, sem tirar o vestido. Enfiou de uma vez, a buceta molhada igual um pântano quente. Começou a rebolar, pra cima e pra baixo, rápido, frenética, gemendo alto, chamando ele de papi toda hora.
—Isso, papi… assim… me arrebenta… me enche toda…
MartĂn nĂŁo aguentava mais. Agarrou a cintura dela com força e meteu com violĂŞncia, fazendo ela gritar. Depois comeu ela contra a parede, depois na mesa, e por Ăşltimo de quatro na cama, socando com brutalidade. Vanesa gozou trĂŞs vezes. Ele gozou dentro dela, rugindo igual um bicho.
Quando acabou, ela se aninhou pelada no peito dele e disse:
—Amanhã traz o café… porque eu não vou parar, papi.
Desde aquela noite no apartamento dele, MartĂn nĂŁo conseguiu tirar Vanesa da cabeça… mas tambĂ©m nĂŁo teve chance. Ela nĂŁo deixou.
Na manhĂŁ seguinte, ela acordou ele com uma foto. Tava de costas na cama, completamente nua, mostrando aquele rabo redondo e perfeito.
“Sonhei com sua rola, papi. Acordei molhada…”
MartĂn sentiu o estĂ´mago apertar e a rola endurecer na hora. NĂŁo demorou pra responder:
—Tá acordada?
Ela já tava batendo na porta.
Passaram a manhã inteira transando: no chuveiro, no tapete, contra a janelona. Vanesa tinha uma energia desgraçada, queria tudo, e queria na hora. Mas quando acabaram e ele tentou se vestir pra ir trabalhar, ela abraçou ele por trás, ainda pelada, e sussurrou no ouvido:
—Não quero você enfiando essa rola em nenhuma porteira faminta. Você é meu, entendeu?
MartĂn riu, achando que era brincadeira. NĂŁo era.
Naquela mesma semana, no elevador lotado, Vanesa ficou atrás dele, apertada pela multidĂŁo. A mĂŁo dela deslizou… deslizou a mĂŁo pela lombar dela e agarrou o volume por cima da calça. —Mmm… tá durinho, papai… —sussurrou no ouvido dele, enquanto uma senhora idosa e um cara de terno olhavam os nĂşmeros do elevador subirem, alheios. MartĂn engoliu seco, paralisado, excitado atĂ© o limite. Quando desceram no andar dele, ela deu uma risadinha e saiu na frente pelo corredor, rebolando. Noutra tarde, enquanto ele tava numa reuniĂŁo de Zoom no apartamento, Vanesa mandou uma foto da cama dela. Tava de fio dental branco, molhado, completamente transparente. Os dedos enfiados na buceta dela. A mensagem dizia: “Se vocĂŞ nĂŁo vier agora, vou gozar sozinha pensando em vocĂŞ.” MartĂn se desculpou da reuniĂŁo. Em cinco minutos tava metido entre as pernas dela, com o laptop ainda aberto na mesa. A coisa foi escalando. Vanesa virou o vĂcio dele. Provocava sem parar. Esperava ele na saĂda do trabalho com roupa colada. Ligava pras 3 da manhĂŁ pra ele ir meter nela “porque nĂŁo conseguia dormir sem sentir ele dentro”. MartĂn tava preso. Sabia disso. E, pior ainda… adorava. Mas uma noite, depois de gozar no sofá com ela montando nele atĂ© as pernas tremerem, Vanesa falou uma coisa que gelou o sangue dele: —Sabe que tĂ´ começando a te amar, papai? MartĂn nĂŁo respondeu. SĂł olhou pra ela, suado, confuso, com o coração batendo forte. Ela se aninhou no peito dele feito uma criança, mas os olhos dela, abertos no escuro, brilhavam com um desejo que ia alĂ©m do sexo. Era algo mais profundo. Mais perigoso. E MartĂn soube naquela hora: Vanesa nĂŁo ia soltar ele nunca. MartĂn nĂŁo era de ficar com ciĂşme fácil. Pelo menos era o que ele achava… atĂ© ver ela. Vanesa tava na piscina do rooftop, deitada numa espreguiçadeira, com um biquĂni vermelho que mal cobria os bicos dos peitos. Sorria, toda safada, enquanto conversava com um cara alto, musculoso, com cara de idiota e as mĂŁos perto demais da perna dela. MartĂn sentiu alguma coisa ferver no peito. Ela percebeu na hora. Ela lançou um olhar de lado, desafiador, como se soubesse que ele estava prestes a explodir. E conseguiu. Naquela noite, quando bateram na porta do 207, Vanesa abriu com seu sorriso de sempre, mas ele nĂŁo disse uma palavra. Entrou direto. Bateu a porta com força. Olhou fixo para ela. — EntĂŁo vocĂŞ gosta de dar mole pra uns otários na piscina? Vanesa olhou para ele com malĂcia, sem medo. — Com ciĂşmes, papai? MartĂn agarrou o braço dela e a empurrou contra a parede. Ela soltou uma risada curta, mas parou quando ele a virou de repente e puxou pra baixo o short de algodĂŁo que ela estava usando. — Quer se fazer de puta? — ele rosnou — EntĂŁo vai ter o que merece. Cuspiu na prĂłpria mĂŁo e molhou a bunda dela. Ela ofegou. Sabia o que vinha. Já tinha insinuado várias vezes, mas ele nunca tinha feito. AtĂ© agora.
MartĂn afastou as nádegas dela e pressionou o pau duro e quente contra o cu, sem suavidade. Vanesa se tensou, mas nĂŁo resistiu. Pelo contrário. Apoiou-se melhor na parede e arqueou as costas. —Sim, papai… me castiga. Ele entrou de uma vez, Vanesa gritou, uma mistura de dor e prazer que ecoou nas paredes. Ele agarrou firme os quadris dela e começou a mexer a cintura com fĂşria. Invadia o cu dela por completo, empurrando atĂ© o fundo, fazendo ela bater as tetas na parede a cada estocada. —Assim que eu gosto, foxy. Agora vocĂŞ vai pensar duas vezes antes de mostrar a bunda pra outro. —Aaahh… sim…! Arrebenta meu cu, papai…! Me dá tudo…! MartĂn nĂŁo parou atĂ© vĂŞ-la tremer. Cravou as unhas nos quadris dela, deu tapas na bunda, puxou o cabelo dela e sussurrou no ouvido: —VocĂŞ Ă© minha. Entendeu? —Sim! Sou sua! SĂł sua! Continua, nĂŁo para! Vanesa gozou com um gemido rouco, afundada no prazer. MartĂn explodiu segundos depois, gozando dentro dela enquanto a mordia no ombro. Ficaram ofegantes no chĂŁo, suados, selvagens. Ela se virou devagar e deu um beijo na boca dele. —Agora sim… vocĂŞ Ă© meu macho de verdade. MartĂn olhou pra ela, ainda com raiva misturada com desejo. E pensou que aquela mulher estava levando ele a lugares onde nunca tinha estado. E nĂŁo sabia se queria sair de lá… ou afundar ainda mais.
MartĂn já tinha se acostumado com o furacĂŁo que era a Vanesa. Ciumenta, insaciável, imprevisĂvel. Mas o que ele nĂŁo esperava era que alguĂ©m do passado viesse bagunçar tudo. Era sábado Ă tarde quando ele ouviu o barulho no corredor. Gritos. Pancadas. Saiu do 208 na hora e viu ela ali, na porta do 207, discutindo com um cara grandĂŁo, todo tatuado, com um olhar violento. Vanesa empurrava ele com as mĂŁos abertas no peito.— Já te falei pra vazar, Adrián! Já era!
O cara virou a cabeça e viu o MartĂn.
— E esse quem é? O otário novo que você tá dando agora?
MartĂn nĂŁo precisou de mais nada.
— Sou o que come ela melhor que você, campeão.
Adrián veio andando na direção dele, todo descontrolado.
— Quer testar comigo, seu idiota?
Vanesa tentou segurar os dois, mas foi inĂştil.
Em segundos, os dois estavam no chĂŁo, trocando porrada igual bicho. Soco, joelhada, grito. MartĂn nĂŁo era violento, mas alguma coisa dentro dele explodiu. Ele tava defendendo mais do que a Vanesa. Tava defendendo o que ela tinha despertado nele.
Depois de uns minutos brutais, com o nariz sangrando e os nĂłs dos dedos ardendo, MartĂn deixou o Adrián largado no corredor. Vanesa abraçou ele com força, tremendo de adrenalina.
— Nossa… — ela ofegou — Você brigou por mim…
MartĂn olhou pra ela, com o peito estufado, todo suado, sujo de sangue. Ela segurou o rosto dele e beijou ele com desespero.
— Te amo, seu filho da puta… te amo — falou entre lágrimas e risadas.
O perdedor nĂŁo teve escolha a nĂŁo ser vazar. Ela pegou ele pela mĂŁo, levou pro apĂŞ, sentou ele e lavou os ferimentos. Se despiu e se ajoelhou na frente dele. Abriu a calça dele com violĂŞncia e puxou pra fora. MartĂn ainda tava ofegante quando sentiu a boca quente dela engolir o pau dele inteiro, igual uma selvagem no cio.
— Hummm… esse pau é meu… só meu… — ela murmurava entre boquetes e chupadas.
Ela subiu nele de pernas abertas e enfiou de uma vez. Começou a cavalgar ele que nem uma gostosa desenfreada, olhando bem nos olhos dele, mordendo os lábios, gemendo igual uma louca. —Ganhou, papai! Agora me usa como quiser! Me arrebenta toda, me faz tua!
MartĂn a empurrou contra o sofá, abriu as pernas dela e enfiou a pica na buceta com raiva. Comeu ela com todo o peso, com a fĂşria da briga ainda no corpo. Mordia o pescoço dela, os peitos, as costas. Falava sujo no ouvido.
—É assim que cê gosta, rabuda? Era assim que teu ex te comia? Não. Pra mim cê implora. Pra mim cê goza gritando.
—Sim! Gritando! Tua! Tua! Só tuuuua!
Gozaram ao mesmo tempo, com um gemido sincronizado que parecia um trovĂŁo. Desabaram no chĂŁo, pelados, ofegando, suando, rindo.
Vanesa se aninhou no peito dele, com o olhar brilhando de desejo e devoção.
—Cê brigou por mim… e me comeu como um deus. Não tem mais outro, papai. Cê é o dono da minha alma… e da minha bunda.
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